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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Petróleo ou Peta óleo....


"A Petrobras e a Galp vão mesmo avançar com a exploração de petróleo em águas portuguesas. As avaliações feitas ao largo de Peniche revelaram fortes indícios da existência de crude. O primeiro poço deve avançar já em 2012."

A ser verdade e economicamente viável a exploração, seria uma exclente noticia para todo o mundo "luso"..
Vamos esperar para ver e ter fé em que pode sempre surgir algo de bom quando todos esperam a catrástofe e a implusão social e económica!
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Créditos: Sapo

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vinhos Portugueses... uma aposta ganha!!

Angola ocupa o primeiro lugar na importação de vinhos portugueses


Angola ocupa o primeiro lugar na importação de vinhos portugueses, afirmou ontem, em Lisboa, Francisco Borba, presidente da associação ViniPortugal.

De acordo com o mesmo, Angola representa o maior mercado de consumo de vinhos portugueses, para onde exportam 22% da sua produção, estimada em cerca de 250 milhões dólares.

Segundo Francisco Borba, o grande desenvolvimento que Angola está a atravessar, aliado à grande qualidade do vinho português são os principais factores que estão na base do aumento da importação dos vinhos lusos por parte de empresas angolanas.

Salientou que, em 2011, a ViniPortugal pretende estabelecer parcerias com empresas ligadas à Comunicação Social e à hotelaria e com especialistas do sector, de forma a dar formação sobre o sector vinícola.
«Em Luanda já temos promovido algumas acções formativas dirigidas a agentes do sector, mas a partir de 2011 queremos intensificar esse programa, expandindo para outras províncias do país e abrangendo um maior número de pessoas de diferentes áreas de actuação, incluindo os consumidores, para conhecerem melhor questões relacionadas com o ramo do vinho», avançou à Angop.

Acrescentou que a exportação de vinho português, no primeiro semestre de 2010, aumentou 11%, em relação ao mesmo período de 2009, devido ao reconhecimento da sua qualidade.

No seu entender, só agora é que o vinho português começa a ter o devido reconhecimento no mundo, consequência de uma campanha de internacionalização do mesmo.

Além de Angola, o presidente referiu que Portugal tem outros mercados privilegiados como os Estados Unidos, a China, a Europa e o Brasil.

A ViniPortugal é uma associação que tem como objectivo a promoção de vinhos, aguardentes e vinagres lusos no mercado interno e internacional.
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Créditos: Sol online

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quanto vale uma gestão emocional?

A Oni Communication tem 271 trabalhadores e 95% pertencem aos quadros da empresa. A estabilidade é ponto de honra para Xavier-Martín, CEO da empresa, que aposta numa gestão emocional da sua equipa. Diz o líder que a paixão e o envolvimento dos colaboradores faz toda a diferença no sucesso do negócio.

São as pessoas que fazem as empresas. A frase parece feita e hoje até já é dado adquirido entre os mais reputados gurus da gestão. Mas Xavier Rodriguéz-Martín, CEO da Oni Communications, só há cerca de cinco anos assumiu como verdade esta premissa. O líder assume-o sem vergonhas ou pudores e diz que o momento em que reconheceu isto como verdade foi um momento de viragem na sua forma de gestão. Hoje a empresa que lidera, e que detém em Portugal uma quota de mercado de 23%, emprega 271 colaboradores, 95% dos quais estão integrados nos quadros e têm uma média de antiguidade de sete anos e meio na empresa. Uma opção que espelha uma gestão emotiva das pessoas própria de um líder que acredita no poder da paixão enquanto elo de comprometimento empresarial e foco de motivação e produtividade.

“Na Oni Communications acreditamos na tecnologia e na inovação como forma de encurtar distâncias, estabelecendo pontes entre soluções universais e as necessidades individuais. E acreditamos nas pessoas como forma de materializar isto”, defende Xavier Martin. O CEO da Oni, engenheiro de formação, acredita que “gerir moléculas é muito mais fácil do que gerir pessoas. As moléculas ao serem sujeitas a uma fonte de calor tem uma reação previsível, já as pessoas reagem sempre de forma diferente e imprevisível”. Talvez por esta razão o líder da empresa tenha vindo a implementar na sua organização uma política cada vez mais centrada no valor e talento dos seus recursos humanos enquanto fator diferenciador.

“O ano de 2009 foi particularmente significativo para a empresa, assinalando o encerrar de um ciclo de três anos de transformação da Oni e do seu reposicionamento estratégico de operador global a operador concentrado no fornecimento de soluções integradas de comunicação aos segmentos empresarial e de operadores”, explica Xavier Martín. O CEO acrescenta que “o mundo atravessa um período de fortes alterações e desafios, muitos dos quais originados pelo próprio progresso tecnológico, sendo certo que o aumento da competitividade do país em termos internacionais é crítico para o crescimento da economia”. É pois fundamental que “as empresas saibam preparar os seus colaboradores para enfrentar um mundo pautado pela mudança”.

A empresa que lidera tem três metas para concretizar até 2012: “materializar a sua presença na Europa, África e América do Sul; expandir o negócio em Portugal, consolidando liderança no mercado de corporate entre os operadores da nova geração e crescer organicamente preparando a empresa para a sua cotação no mercado de capitais”, revela Xavier Martín. Para alcançar alcançar estas metas o CEO investe forte dos seus recursos humanos sobretudo na sua componente emocional.

Estabilidade, integração nos quadros, qualificação e formação permanente, mas sobretudo paixão pelo que fazem, motivação, proatividade e comprometimento com os valores empresariais são, segundo o CEO que acredita que “a felicidade tem uma vantagem competitiva”, as grandes vantagens de trabalhar na Oni. E Xavier Martín tem bem estruturado aquilo que faz os seus funcionários felizes. Do teletrabalho (ver caixa), passando pela vasta série de projetos GoFor, os colaboradores da Oni podem até tomar um café regularmente com o seu presidente ao abrigo da iniciativa Meet the CEO for a Coffe . Tudo a bem do espírito de equipa e da motivação.

Desde 2007 que todas as segundas feiras os colaboradores da Oni ao abrirem o seu laptop têm uma mensagem do seu presidente, esteja ele de férias ou não, com vários tema-as para refletir e debater. A meta, diz Xavier Martin, é “mobilizar a equipa e fazê-la perceber que é importante para o seu presidente falar com eles”. Para o CEO, “se não houver metodologia nisto o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro e os meus colaboradores vão achar que nesse dia eu tenho coisas mais importantes para fazer. É imperativo não falhar porque a paixão contagia-se”.

Paralelamente a esta estratégia de proximidade, A Oni desenvolve vários programas com impacto direto na sua gestão de recursos humanos. A organização criou o Oni Institute que atua na área da formação e atribui créditos aos colaboradores que são depois contabilizados. “No GoFor Education, que está inserido no Oni Institute, damos muita importância à formação emocional que falha muito no mundo latino dos negócios e que não se ensina nas universidades”, refere o CEO. Xavier Rodriguez-Martín diz que “nos negócios e na gestão das pessoas o que faz diferença é a emoção e a forma de a gerir no sentido positivo” e acrescenta: “há quem diga que nós gestores queremos seis coisas das pessoas: obediência, diligência, intelecto, proatividade, criatividade e paixão. As duas primeiras podemos tê-las num cão. A terceira, qualquer engenheiro experiente ou bom profissional tem. O que faz a diferença nas empresas são as outras três, as que o dinheiro não compra e que são capazes de gerar valor real. A paixão faz toda a diferença”.

GoFor Others é outros dos projetos da empresa na área da responsabilidade social, com a missão de envolver os seus colaboradores no apoio a causas solidárias. Mas Oni tem ainda o GoFor Planet que otimiza as suas equipas em torno da causa da sutentabilidade e o GoFor Wellness que cuida da saúde dos seus funcionários assegurando tratamentos e consultas gratuitas. Uma gestão emocional de recursos humanos que, diz Xavier Rodriguez-Martín, faz milagres pela saúde das empresas. Porque afinal, as organizações são quem as compõem. As pessoas.

Teletrabalho para todos
Há dois anos a Oni implantou um sistema de teletrabalho que abrange atualmente 50 trabalhadores. “Na essência, mesmo que não esteja ninguém no edifício a Oni estará totalmente operacional e a funcionar a 100%”, assegura Xavier Martín.

O conceito foi implantado na altura no âmbito do programa de business continuity para dar resposta a um eventual cenário gerado pelo pânico da Gripe A. “Dotamos todos os nossos colaboradores de laptops, smart phones e ligações que lhe possibilitam aceder remotamente ao sistema sem estarem fisicamente na empresa, cumprindo todas as tarefas inerentes à função de cada colaborador”, explica o CEO.

Mas este programa tem regras. “Os colaboradores podem escolher um dia por semana para trabalhar a partir de casa entre terças, quartas ou quintas feiras. Segundas e sextas não são permitidas, salvo se existir alguma circunstância da vida pessoal do colaborador que o justifique”, refere Xavier Martín.

Tudo é possível até dar ordens de impressão que saem no escritório. E Xavier Martín assegura que o GoFor Telework é uma mais-valia para empresa que se traduz até em maior dedicação ao trabalho. “Os colaboradores tendem a aplicar o tempo que gastariam nas deslocações para a empresa no desenvolvimento do seus trabalho e das suas competências”, concluí.
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Créditos: Mail ETomé

1 km de estrada em Braga vai custar 8 milhões

A Estradas de Portugal adjudicou por ajuste directo a construção de mil metros de via para acesso ao novo Hospital de Braga.

Se não for a estrada mais cara da história da Estradas de Portugal (EP), seguramente estará no top. Os acessos ao novo Hospital de Braga custarão a módica quantia de 8.240 euros o metro. Dito de outra forma: são 1.000 metros de via que foram adjudicados em Outubro à construtora Obrecol por 8.240.147, 31 euros.

Dois meses antes, a mesma obra tinha um custo previsto de seis milhões de euros.

A estrada estava a ser estudada desde 2004 pela EP, tendo sido assinado em Junho desse ano um primeiro protocolo com a Câmara Municipal de Braga para que esta autarquia realizasse o projecto de execução.

O facto de os estudos já decorrerem há mais de seis anos, não impediu a EP de invocar agora «urgência imperiosa» para evitar o concurso público, já que os acessos terão que estar prontos na data de inauguração do novo hospital: Maio de 2011.

Tal argumento é permitido pelo Código dos Contratos Públicos - confirmou ao SOL o jurista João Carneiro, do escritório Miranda & Associados. A norma aprovada em 2008 legalizou, dessa forma, os ajustes directos sem limite máximo para o valor da adjudicação.

O prazo para a conclusão da obra, contudo, estende-se até Agosto. Mas fonte oficial da EP garante que «existe um prazo parcelar que garante a conclusão dos acessos ao novo hospital até ao final de Maio de 2011». Ou seja, 700 metros estarão prontos em Maio e os restantes 300 em Agosto.
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Créditos: Sol online

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

... sem comentários!

O litro de gasóleo PARA OS IATES vende-se a 80 cêntimos!

Agora, todos ficam a saber: quem tem iates e embarcações de recreio beneficia de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores, por aplicação do Artº 29º do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008.
Assim, todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates...
É da mais elementar (in)justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,18 €, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores comuns não comprem iates!!!
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Créditos: Mail AAlves

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mais 72 reformas milionárias no último ano

As pensões acima dos 5 mil euros atribuídas pela CGA aumentaram mais de 20% até Agosto. Daniel Sanches é o campeão em 2010, com mais de 7 mil euros.

Desde Setembro do ano passado, a Caixa Geral de Aposentações (CGA) atribuiu 72 reformas acima dos 5 mil euros brutos. Trata-se de um aumento de 23% em termos homólogos, avança o jornal ‘i'.

Para obter "uma maior moralização do sistema" na atribuição de reformas milionárias, o Governo fixou, a partir de 1 de Julho de 2007, um limite mensal, relativo a 12 Indexante de Apoios Sociais (IAS), para as pensões calculadas com base nos melhores dez dos últimos 15 anos, de 5.030,64 euros.

O ‘i' escreve que, apesar de o Governo garantir que o tecto de 5.030,64 euros já se aplica também aos funcionários públicos que se reformem através da CGA, este ano já se reformaram 51 trabalhadores com pensões acima deste patamar.

O ex-ministro da Administração Interna de Santana Lopes é o campeão das reformas milionárias este ano. Daniel Sanches vai reformar-se em Setembro da Procuradoria-Geral da República com uma pensão mensal de 7.316,45 euros, revela o jornal.

Daniel Sanches junta-se assim a outros antigos governantes com reformas douradas, como Eduardo Catroga (9.693 euros) e Correia de Campos (5.524 euros) e Luís Filipe Pereira (5.663 euros).
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Portugal mais solidário..!!!!!
Viva a revolução de Abril...
.....e não se esqueça de votar nas próximas eleições: eles precisam do "tacho"!!
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Créditos: Sapo Noticias

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Poder de compra

Lisboa tem seis dos quinze concelhos mais ricos

A Região de Lisboa congrega seis dos quinze concelhos portugueses com maior poder de compra do país, sendo que apenas quatro dos 18 municípios da região estão abaixo da média nacional, indicam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Lisboa (1.º lugar), Oeiras (2.º), Cascais (4.º), Alcochete (5.º), Montijo (9.º) e Almada (15.º) são os municípios da Região de Lisboa que incorporam a tabela dos quinze concelhos com maior poder de compra por habitante, notam os dados mais recentes do INE referentes ao poder de compra concelhio, datados de 2007.

Do conjunto de 18 municípios da Região de Lisboa, sub-região estatística que compreende aproximadamente a metade sul do distrito de Lisboa e a metade norte do de Setúbal, os mesmos da Área Metropolitana de Lisboa, apenas em quatro não é superado o poder de compra médio nacional: Odivelas (98,7), Sintra (98,2), Seixal (96,1) e Moita (84,0).

Na lista dos concelhos com maior poder de compra, destacam-se também, no território metropolitano do Porto, os municípios do Porto (3.º), São João da Madeira (12.º) e Matosinhos (13.º).

Faro, Porto Santo, Coimbra, Funchal, Aveiro e Sines completam a lista dos quinze concelhos de Portugal com maior poder de compra por concelho.

O indicador pretende caracterizar os municípios «sob o ponto de vista do poder de compra, numa acepção ampla, a partir de um conjunto de variáveis», esclareceu o INE à agência Lusa.

O vencimento salarial, contratos imobiliários e o número de automóveis são algumas das variáveis em questão.

No que respeita à escolha das variáveis, o INE refere que «embora todas as variáveis se encontrem associadas ao poder de compra, nenhuma pode ser considerada uma sua representação fiel» já que, «se assim fosse, não seria necessário recorrer a uma metodologia de análise multivariada».

Em 2007, dos 308 municípios portugueses, apenas 39 superavam o poder de compra per capita médio nacional enquanto que, na edição de 2005 do estudo do INE, eram 43 os municípios em que tal se verificava, sublinha a entidade.

No lado oposto, em 2007 eram 21 os municípios com um poder de compra per capita manifestado inferior a 50 por cento da média nacional, ao passo que em 2005 apenas 17 estavam nesta situação.

Destes 21, 15 pertencem ao Interior da região Norte, «distribuídos pelas sub-regiões Tâmega, Douro e Alto Trás-os-Montes, e quatro ao Interior da região Centro (mais concretamente, à Beira Interior Norte e ao Dão-Lafões)».

Desta análise emerge, diz o INE, «a existência de assimetrias internas particularmente acentuadas na região Norte, entre a faixa Litoral e o Interior».

Vinhais, Ribeira de Pena, Sernancelhe, Celorico de Basto e Penalva do Castelo são os concelhos que no estudo do INE apresentam menor poder de compra.

O Indicador per Capita (IpC) do poder de compra corresponde ao factor com «maior poder explicativo extraído da análise factorial» e «pretende traduzir o poder de compra manifestado quotidianamente, em termos per capita, nos diferentes municípios ou regiões, tendo por referência o valor nacional», nota o INE.

Lista por concelho:

Vinhais 45,88
Ribeira de Pena 46,34
Sernancelhe 46,95
Celorico de Basto 47,55
Penalva do Castelo 47,58
Carrazeda de Ansiães 47,64
Penedono 47,71
Tabuaço 47,75
Resende 47,95
Valpaços 48,29
Vila Nova de Paiva 48,50
Boticas 48,74
Montalegre 49,06
Meda 49,19
Mondim de Basto 49,26
Cinfães 49,30
Santana 49,55
Nordeste 49,62
S. Marta Penaguião 49,74
Aguiar da Beira 49,77
Armamar 49,83
Baião 50,45
Vila Flor 50,70
Ponte da Barca 50,95
Terras de Bouro 51,13
Vimioso 51,15
Alijó 51,26
Sabugal 51,47
Oleiros 51,58
Vieira do Minho 51,63
Penamacor 51,79
Cabeceiras de Basto 51,83
Penacova 51,84
Fornos de Algodres 51,92
Câmara de Lobos 51,98
Sátão 52,12
Mourão 52,22
Murça 52,23
Castro Daire 52,23
Sabrosa 52,30
Arcos de Valdevez 52,41
Vila Pouca de Aguiar 52,46
Alcoutim 52,82
Monchique 53,39
Ponta do Sol 53,39
Freixo Espada Cinta 53,52
Vouzela 53,62
Mogadouro 53,85
V. Nova de Foz Côa 54,01
Moimenta da Beira 54,03
Povoação 54,08
Castelo de Paiva 54,29
Torre de Moncorvo 54,31
Portel 54,32
Porto Moniz 54,49
F. de Castelo Rodrigo 54,80
Paredes de Coura 54,92
S. João da Pesqueira 55,05
São Vicente 55,07
Penela 55,12
Melgaço 55,25
Alandroal 55,27
Alfândega da Fé 55,40
Pampilhosa da Serra 55,46
Vila Verde 55,55
Góis 55,60
Figueiró dos Vinhos 55,61
Celorico da Beira 55,72
Calheta (Madeira) 55,77
Proença-a-Nova 55,90
Mesão Frio 55,93
São Pedro do Sul 56,30
Póvoa de Lanhoso 56,44
Lajes das Flores 56,55
Arouca 57,10
V. Franca do Campo 57,14
Trancoso 57,32
Ferreira do Zêzere 57,63
Amares 57,72
Miranda do Corvo 58,11
Alvaiázere 58,33
Mortágua 58,34
Mértola 58,39
Ponte de Lima 58,48
Manteigas 58,49
Arronches 58,51
Pedrógão Grande 58,61
Gouveia 58,61
Pinhel 58,71
Tarouca 59,06
Lousada 59,11
Idanha-a-Nova 59,17
Marvão 59,20
Tábua 59,28
Vila de Rei 59,55
Calheta (Madeira) 59,59
Lajes do Pico 59,70
Castanheira de Pêra 59,93
Gavião 60,42
Arganil 60,50
Soure 60,65
Monção 60,89
Avis 61
Chamusca 61,01
Vagos 61,09
Belmonte 61,27
Alvito 61,37
Amarante 61,55
Marco de Canaveses 61,56
Barrancos 61,57
Carregal do Sal 61,61
S. Cruz da Graciosa 62,21
Sertã 62,23
Vila do Bispo 62,25
Mação 62,33
Ansião 62,58
Sever do Vouga 62,64
Tondela 62,66
Vila Velha de Ródão 62,78
Miranda do Douro 63,09
São Roque do Pico 63,32
Fafe 63,73
Corvo 63,90
Murtosa 64,03
Aljezur 64,15
Sousel 64,23
Nisa 64,34
Ourique 64,59
Ribeira Brava 64,59
Vila Nova de Poiares 64,86
V. Nova Barquinha 64,96
S. Comba Dão 65,03
Cadaval 65,15
Vizela 65,17
Oliveira do Hospital 65,25
Sardoal 65,25
Redondo 65,27
Serpa 65,32
Vidigueira 65,41
Arraiolos 65,62
Borba 65,78
Macedo Cavaleiros 65,80
Seia 65,83
Paços de Ferreira 66,29
Felgueiras 66,34
Paredes 66,34
Crato 66,41
Mira 66,48
Monforte 66,66
Lagoa (Açores) 66,85
Ribeira Grande 67,20
Barcelos 67,25
Almodôvar 67,27
Cuba 67,68
Montemor-o-Velho 67,78
Porto de Mós 67,87
Moura 67,88
Penafiel 67,90
Machico 67,98
Velas 68,39
Ferreira do Alentejo 68,40
Anadia 68,67
Alter do Chão 68,81
Odemira 68,92
Castelo de Vide 68,94
Viana do Alentejo 69,02
Nelas 69,11
Mora 69,89
Fundão 70,06
Alcanena 71,11
Cantanhede 71,33
Mirandela 71,41
Oliveira de Frades 71,71
Santa Cruz das Flores 72,13
Vale de Cambra 72,56
Alpiarça 72,78
Almeida 72,90
Estarreja 73,06
Coruche 73,27
Chaves 73,65
Pombal 73,80
Ourém 74,17
Lousã 74,62
Fronteira 74,81
Albergaria-a-Velha 74,91
Oliveira de Azeméis 75,01
Oliveira do Bairro 75,35
Óbidos 75,81
Bombarral 75,86
Valença 76,16
Condeixa-a-Nova 76,27
Mangualde 76,40
Vila Praia da Vitória 76,44
Sobral Monte Agraço 76,48
Aljustrel 76,66
Peso da Régua 76,68
Madalena 76,81
Mealhada 77,40
Caminha 77,41
Lamego 77,64
Santo Tirso 77,69
Golegã 77,69
Vila Nova Cerveira 77,76
Castro Marim 78,05
Esposende 78,15
Lourinhã 78,56
Guimarães 78,92
Águeda 79,09
Santa Maria da Feira 79,35
Salvaterra de Magos 79,90
Trofa 80,03
Silves 80,30
São Brás de Alportel 80,73
Alcácer do Sal 80,96
Vila Nova Famalicão 81,23
Reguengos Monsaraz 82,26
Montemor-o-Novo 82,46
Tomar 82,55
Castro Verde 82,56
Batalha 82,71
Alcobaça 82,78
Ponte de Sor 82,91
Rio Maior 83,01
Valongo 83,08
Gondomar 83,80
Constância 83,84
Moita 84,02
Covilhã 84,14
Ílhavo 84,83
Ovar 85,03
Vila do Porto 85,08
Almeirim 85,68
Horta 85,95
Abrantes 86,90
Olhão 87,15
Lagoa 87,26
Peniche 87,36
Elvas 87,46
Estremoz 87,52
Póvoa de Varzim 87,78
Vila Viçosa 88,29
Viana do Castelo 88,35
Tavira 88,36
Nazaré 89
Angra do Heroísmo 90,72
Arruda dos Vinhos 90,97
Torres Novas 91,38
Vendas Novas 91,39
Guarda 91,70
Viseu 91,86
Cartaxo 92,52
Alenquer 92,96
Santa Cruz 93,65
Torres Vedras 93,72
Grândola 94,16
V. Real S. António 94,39
Santiago do Cacém 94,55
Bragança 94,61
Seixal 96,11
Castelo Branco 96,12
Campo Maior 96,20
Figueira da Foz 96,59
Vila do Conde 96,71
Vila Real 97,11
Sintra 98,21
Odivelas 98,70
Santarém 99,66
Leiria 99,87
Caldas da Rainha 99,92
Vila Nova de Gaia 100,40
Sesimbra 100,73
Marinha Grande 101,99
Lagos 103,42
Benavente 103,94
Palmela 103,96
Braga 105,44
Portalegre 107,28
Barreiro 107,46
Azambuja 108,07
Mafra 109,89
Loulé 110,13
Espinho 110,53
Beja 110,80
Loures 111,60
Entroncamento 111,98
Vila Franca de Xira 112
Ponta Delgada 112,95
Setúbal 113,03
Amadora 114,73
Maia 115,23
Portimão 117,39
Albufeira 118,22
Évora 118,94
Almada 121,41
Sines 127,61
Matosinhos 127,88
São João da Madeira 131,69
Aveiro 134,02
Funchal 135,44
Montijo 137,64
Coimbra 139,13
Porto Santo 139,92
Faro 141,55
Alcochete 144,81
Cascais 155,74
Porto 170,50
Oeiras 172,95
Lisboa 235,74
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Créditos: Lusa / SOL 8//2010

sábado, 7 de agosto de 2010

SAL-GEMA

Jazida de sal-gema alimenta únicas salinas no interior do país

As salinas de Rio Maior (Marinhas do Sal), situadas no sopé da serra dos Candeeiros, a 30 quilómetros da costa, resultam de uma jazida de sal-gema que se formou ao longo de milhões de anos na zona entre Leiria e Torres Vedras

A natureza calcária do terreno, facilitando a penetração das águas que correm aqui em rios subterrâneos, permite que uma destas correntes se torne salgada ao atravessar a jazida de sal-gema.

Essa corrente alimenta o poço situado no centro das salinas – que apresenta uma concentração de 96 por cento de cloreto de sódio -, de onde é retirada a água que inunda os 470 talhos que se espalham por uma área de 27 000 metros quadrados.

De Maio a Setembro, os cerca de 80 proprietários dos talhos, na sua esmagadora maioria reunidos na Cooperativa de Produtores de Sal de Rio Maior, retiram à volta de 1500 toneladas de sal, que vendem essencialmente para a indústria.

José Casimiro, encarregado geral da cooperativa, disse à agência Lusa que cerca de 400 toneladas da produção anual é exportada para indústria panificadora na Alemanha, depois de peritos alemães terem analisado o sal de Rio Maior, considerando-o «um dos melhores que há no mundo».

Para Júlio Ricardo, dirigente da Cooperativa Terra Chã, entidade promotora do curso de salineiros para desempregados que está a decorrer nas marinhas de Rio Maior, a expectativa é que esta acção de formação contribua para introduzir práticas que apurem a qualidade, nomeadamente reduzindo a quantidade de impurezas, e ajudem a tirar todo o proveito deste produto.

Além da formação em produção artesanal de sal, o curso, que tem como entidade formadora a Associação de Artesãos das Serras d’Aire e Candeeiros, inclui uma vertente de recuperação das salinas e de algumas das casas tradicionais e procura a criação de novos produtos, como a flor do sal ou a mistura do sal com ervas aromáticas e condimentares.

O formador José João Rodrigues frisou a vantagem de as salinas de Rio Maior estarem inseridas no Parque Natural das Serras d’Aire e Candeeiros, que, ao ser zona protegida, permite assegurar a qualidade do sal e onde existe grande diversidade de plantas aromáticas.

No esforço de preservação e valorização das salinas, a câmara municipal de Rio Maior aprovou, a semana passada, os termos de referência e a delimitação do Plano de Pormenor de Salvaguarda das Marinhas do Sal.

Para a presidente da autarquia, Isaura Morais, o património e o desporto são «âncoras» do desenvolvimento local, pelo que tudo fará para fazer das salinas «uma zona de excelência turística no concelho».

O documento mais antigo conhecido com referência às marinhas de Rio Maior data de 1177, mas os historiadores acreditam que o seu aproveitamento seria feito desde a Pré-História.
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Créditos:Sol / Lusa

segunda-feira, 8 de março de 2010

Preso por ter lucros, preso por não ter!

PT, EDP, Jerónimo Martins, Cimpor. Quatro das maiores empresas portuguesas. Apresentaram resultados anuais nos últimos dois dias. Quase sete mil milhões de ganho operacional. E quase vergonha em mostrar tanto lucro. Porque poucos perceberão...

PT, EDP, Jerónimo Martins, Cimpor. Quatro das maiores empresas portuguesas. Apresentaram resultados anuais nos últimos dois dias. Quase sete mil milhões de ganho operacional. E quase vergonha em mostrar tanto lucro. Porque poucos perceberão porquê: é que estas empresas já não são portuguesas.

Portugal perdeu a última década de crescimento económico e ameaça perder a próxima. Quem quer crescer investe lá fora. Aquelas quatro empresas cotadas - como outras - têm hoje mais de metade da facturação fora de Portugal. E quase metade dos lucros.

Sim, quase sete mil milhões de euros de EBITDA conjunto parece ofensivo para um País gangrenado por um desemprego assustador, sem esperanças de crescimento, sob ameaça de radicalismo orçamental. Mas destes sete mil milhões, quase metade é dinheiro estrangeiro. São reais na PT e na Cimpor, dólares na EDP, zlotys na Jerónimo. E a lista alarga-se aos dólares na Portucel e na Altri, aos kwanzas no BPI. E quando olhamos para empresas que estão a valorizar em bolsa não à conta do negócio de hoje mas da expectativa do negócio de amanhã, são kwanzas da Zon ou petro-dólares da Galp que pesam.

Portugal sempre teve um problema de consciência com os lucros: como se fosse mal tê-los. Quando, há dias, a Caixa Geral de Depósitos apresentou os piores lucros dos últimos anos, revelou-os quase mostrando alívio. Como a Galp, que os viu cair para metade. A EDP, a campeã dos resultados líquidos (mais de mil milhões), repetiu ontem à exaustão que em Portugal os lucros não cresceram, só no estrangeiro. A própria Jerónimo Martins, que alcançou os maiores lucros da sua história (apesar da desvalorização do zloty, que lhe obliterou 10% da facturação), diluiu esse choque com um cheque de 12,5 milhões de euros em prémios aos trabalhadores.

Estas empresas já não são portuguesas, são multinacionais. Colheram os proveitos dos seus investimentos internacionais e de ultrapassarem o medo do risco. Como disse ontem Zeinal Bava na apresentação dos resultados da PT, a diversificação de negócios (e a internacionalização também é uma diversificação, mas geográfica) "é o único almoço grátis".

Este sucesso exterior tem como lado B a desolação que é o mercado português. Sem perspectivas de crescimento, logo, com pouco investimento (e PT e EDP estão até no topo das empresas que mais investem em Portugal). Logo, com pouca dinâmica de crescer e aumentar emprego.

Perguntem a um analista de bolsa em que empresas portuguesas se deve investir. Perguntaram há dois dias a João Pereira Leite, do Banco Carregosa.
Resposta: nas empresas que estão noutros países. Em Portugal não há mais lucro.

Muitas empresas já preferem pagar impostos noutros países, mudando sedes. A Jerónimo já o admitiu, a Mota já o ameaçou, a Sonae já o estudou, a EDP Renováveis já é uma empresa espanhola.

Os contribuintes têm menos dinheiro no bolso que queixas de empresas e bancos. Mas o definhamento do lucro em Portugal não é um acto de justiça social, é uma condenação do futuro. A saída para outros países está a ser a oportunidade, a aventura, mas também o escape. Haja lucro, concorrência, investimento, e haverá economia e emprego. Daqui toda a gente sai viva. O pior é quem fica.
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Créditos: Pedro Santos Guerreiro/Jornal de Negócios

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Frases com sentido..

"A última crise demonstrou que a economia tem muito pouco de ciência exacta e que os economistas são mais alquimistas amadores. Ou seja, no que toca a previsões acertam mais por acaso do que por sabedoria."

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Créditos: Público onLine / Bruno Proença, "Diário Económico", 13-1-2010

Sardinha "biológica"

Sardinha portuguesa certificada 
 indústria conserveira está optimista


A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que sexta-feira vai ser atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e avança que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.


“O que se pretende é valorizar o produto do ponto de vista do preço a que é vendido junto do consumidor final”, afirma à Lusa Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, que espera que o consumidor saiba valorizar as conservas certificadas das não certificadas no acto da compra.

O responsável adiantou que das 14 indústrias conserveiras a nível nacional a transformar sardinha, 11 já foram sujeitas a auditorias e deverão em breve ter conservas de sardinha com o rótulo azul de qualidade atribuído da “Marine Stewardhip Council” (MSC).

Narciso Castro e Melo revelou que as conserveiras modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha.

Para o secretário-geral da associação, a certificação era aliás “indispensável para aumentar a competitividade” da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha. Mais de metade da conserva é exportada

“É um sector que exporta 60 por cento da sua produção e tem clientes estrangeiros nomeadamente do mercado inglês que exigem a certificação”, justificou, sendo esperada uma maior valorização do preço de venda das conservas certificadas.

“A sardinha certificada só traz benefícios para o consumidor porque é uma garantia de qualidade e o consumidor dá resposta ao aumento de qualidade”, assegurou António Pinhal, administrador da conserveira “Pinhais e Companhia Lda”, indústria com 89 anos que continua a adoptar métodos de fabrico artesanais nas conservas de sardinha.


Uma estratégia que permite à conserveira de Matosinhos ter um produto de maior qualidade, reconhecido sobretudo no mercado externo ou em lojas gourmet portuguesas.

“As pessoas estão a valorizar a qualidade e não se importam de pagar mais caro”, acrescentou.

Por ano, são comercializadas em todo o país 25 mil toneladas de sardinha em conserva, 60 por cento das quais destina-se à exportação, o que permite facturar 250 milhões de euros.

O processo de certificação da sardinha foi requerido pela Associação Nacional das Organizações da Pesca do Cerco e pela Associação Nacional das Indústrias das Conservas de Peixe e é atribuído pela MSC, a organização internacional sem fins lucrativos responsável pelo único programa de certificação mundial do pescado.
Em todo o mundo, mais de 1500 organizações e sete milhões de toneladas de pescado (12 por cento do total de capturas) estão envolvidas em processos de certificação da MSC, sendo que quatro milhões de toneladas de peixe já são certificadas.
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Créditos: Público online / Lusa
12.01.2010

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Alcobaça..... sempre na linha da frente, claro !!!

Há 38 autarquias no país que têm um peso excessivo dos impostos sobre o património (IMI e IMT) nas suas receitas.
O aviso é deixado pelo grupo de trabalho para a revisão do sistema fiscal português, e abrange concelhos como os de Cascais, Sintra, Lisboa, Porto e Loulé.
Apesar de serem só 38 casos num total de 308 autarquias, "a situação "aproxima-se do limiar crítico", na medida em que estes municípios são os mais populosos, albergando 3,87 milhões habitantes, que correspondem a 39% da população do país", diz o relatório elaborado pelos peritos, e apresentado publicamente na terça-feira.

Receita de IMI e IMT (em milhares de euros)
Peso do IMI e do IMT no total de receitas do municipio (em %)

Loulé ------127.906------- 62
Albufeira-------- 75.354------- 58
Cascais --------145.141 ---------55
Lagos---------- 44.841----------- 51
Lagoa (Algarve) -------32.890 ----------49
Óbidos ------16.636 --------44
Benavente-------- 19.455------- 44
Portimão -------42.158 --------43
Mafra -------62.254 -------43
Sintra --------303.347------- 42
Silves-------- 33.258 --------40
Tavira ------30.817--------- 40
Loures--------- 121.735----- 40
Matosinhos -------96.332---------- 40
Almada-------- 79.357 ----------40
Vila do Bispo-------- 10.811 --------39
Nazaré -------10.760-------- 39
Lisboa -------617.477-------- 38
Odivelas------- 39.911-------- 38
Alcochete --------13.147 -------38
Setúbal -------64.442 -------38
Montijo --------27.956----------- 37
Palmela ---------36.697 ---------37
Coimbra --------87.482 ----------36
Faro --------36.853 ---------36
Vila Nova Gaia -----149.934-------- 36
Porto Santo -------5.382-------- 36
Maia --------78.620------- 35
Porto ------198.622------- 35
Valongo -------34.765------- 35
Sesimbra ---------39.462----- 35
Vila Franca Xira -------74.268-------- 34
Grândola------- 15.102--------- 34
Alcobaça --------32.809-------- 33
Caldas da Raínha --------30.062-------- 33
Guimarães -------70.971-------- 31
Olhão -------27.726 ---------31
Viseu-------- 52.567--------- 31

Fonte: RELATÓRIO DO GRUPO PARA O ESTUDO DA POLÍTICA FISCAL COMPETITIVIDADE, EFICIÊNCIA E JUSTIÇA DO SISTEMA FISCAL, Outubro de 2009

Créditos: Negócios onLine - Elisabete Miranda - elisabetemiranda@negocios.pt