Mostrar mensagens com a etiqueta Astronomia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Astronomia. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Entender os eclipses lunares e a "Lua de Sangue"

Uma rara série de quatro eclipses lunares seguidos irá ocorrer nos dias 14-15/04/2014, 08/10/2014, 04/04/2015 e 28/09/2015 (Hora do Brasil).
Para perceber melhor o que são e como se processam os eclipses da Lua, consultar

http://geografiavisual.com.br/?p=1001

Vale a pena!!

é(c)PLISE TOTAL

Eclipse lunar total esta madrugada
O eclipse total da Lua será visível a partir do leste da Ásia, Austrália, Oceânia, América do Norte, América do Sul, Antártica, África ocidental, extremo da Europa ocidental, Oceano Pacífico e Oceano Atlântico, a Lua entrará na sombra penumbral da Terra às 4:54 (UTC) e na sombra umbral às 5:58. A fase de totalidade durará 1 hora e 18 minutos, das 7:07 às 8:25. O pico do eclipse acontecerá às 7:47. A Lua deixará a umbra da Terra às 9:33 e a penumbra às 10:38.
Em Portugal continental, a lua entra na sombra quase ao amanhecer, numa altura em que está já baixa no horizonte e próxima da estrela Espiga na constelação da Virgem. Os planetas Marte e Saturno estarão à direita e à esquerda da lua, respectivamente. 
Pode seguir o evento via net pelo site da NASA. Aqui fica o link


in Astronomia Astrofísica

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Luas... da Lua

Eclipse lunar da próxima semana será a primeira de quatro «luas de sangue»

Eclipse lunar da próxima semana será a primeira de quatro «luas de sangue»

Na madrugada da próxima terça-feira poderá observar um eclipse lunar, o primeiro de quatro «luas de sangue» que ocorrerá aproximadamente a cada seis meses e que se repetirá apenas sete vezes neste século, informou a Nasa.

Os eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes e o último ocorreu a 10 de Dezembro de 2011.
A última vez que aconteceu uma série de quatro eclipses lunares totais ocorreu entre 2003 e 2004.
O fenómeno esteve rodeado ao longo da história de muitas superstições e referências a profecias sobre desastres naturais de grande magnitude.
A agência aeroespacial americana explicou que o eclipse começará no dia 15 de Abril às 8:00 (horário GMT)) quando a beira da Lua entrar no centro da sombra da Terra, que é de cor âmbar.
É durante esse período que a Lua é vista da Terra com uma cor avermelhada causada pela luz do Sol e matizada pela sua passagem através da atmosfera terrestre, algo similar à coloração que adquire a luz solar nos crepúsculos.
A totalidade do eclipse vai acontecer durante um período de 78 minutos, que começará aproximadamente uma hora mais tarde.
----------------------------------------------------------
in DiárioDigital

terça-feira, 8 de abril de 2014

oPosToS

Alinhamento cósmico entre Sol, Terra e Marte ocorrerá hoje 

Por conta dessa configuração entre Terra e Marte, o "planeta vermelho"  estará visualmente maior para os observadores, principalmente para quem  tiver um telescópio (AP/ Arquivo)

Marte vai ocupar o centro do palco espacial  hoje quando se alinhar com a Terra e o Sol, numa espécie de antecipação  da sua maior aproximação à Terra durante o eclipse lunar total no dia 14  de abril. 

 

Segundo o sítio na Internet especializado em astronomia space.com, o  alinhamento entre Marte, a Terra e o Sol é chamado de "oposição", porque  Marte e o Sol são opostos um ao outro no 'nosso' céu. 
O "planeta vermelho" aparece de dois em dois anos no céu terrestre,  quando a órbita o coloca num alinhamento perfeito entre a Terra e o Sol.
Entre a Terra e Marte as oposições acontecem a cada 26 meses porque  os planetas são relativamente próximos um do outro. 
Por conta dessa configuração entre Terra e Marte, o "planeta vermelho"  estará visualmente maior para os observadores, principalmente para quem  tiver um telescópio. 
in Sapo online 

domingo, 23 de junho de 2013

23Junho2013

Veja a maior Lua cheia do ano a partir das 21h06 de hoje

Hoje à noite vamos ver a Lua cheia maior e mais brilhante de 2013, um espectáculo que se deve ao facto de o nosso satélite natural estar mais próximo da Terra.
 
É uma surpresa agradável para começar o verão em grande. A maior e mais brilhante lua cheia do ano vai surgir hoje à noite a partir das 21h06, sendo visível até às 6h14 de segunda-feira.
Os astrónomos calculam que o único satélite natural da Terra estará apenas a 357.000 km de distância dos nossos olhos (em média costuma estar a 384.405 km) e será 14% maior e 30% mais brilhante para quem o observar, desde que o céu esteja limpo.
As previsões para hoje do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontam para céu limpo no distrito de Bragança, Beira Interior e todo o sul do território de Portugal Continental.

Ponto da órbita mais próximo da Terra

Este espectáculo acontece uma vez por ano quando a Lua cheia surge perto do perigeu, o ponto da sua órbita mais próximo da Terra, que pode estar a uma distância de apenas 356.577 km - o chamado perigeu máximo.
Em contrapartida, o ponto da órbita em que a Lua está mais longe do nosso planeta chama-se apogeu. O apogeu máximo é de 406.655 km. O tamanho aparente da Lua é hoje 14% maior e 30% mais brilhante em comparação com a sua situação no apogeu.
Segundo o sítio na internet do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), em 2014 será a 10 de agosto que a Lua cheia estará próxima do perigeu. "No entanto, uma Superlua com as mesmas características desta de 2013, tão favoráveis à observação, só voltará a acontecer daqui a 18 anos".

Um órbita excêntrica

A Lua está mais perto ou mais longe da Terra em cada mês lunar (27,3 dias) porque a sua órbita não é circular mas tem a forma de uma elipse com uma excentricidade média de 5,5%.
O OAL explica que o tamanho aparente de Lua, o maior satélite natural do Sistema Solar, é classificado como Superlua "quando o intervalo temporal entre a Lua cheia e o perigeu é menor do que 1 dia e 8 horas".
Quando a Lua está em quarto crescente ou em quarto minguante o seu brilho, ou luar, não diminui 50%, como seria de esperar, mas bastante mais - cerca de 90%.
Tudo porque as áreas de maior altitude da sua superfície fazem sombra sobre as regiões mais baixas, reduzindo a quantidade de luz solar refletida para a Terra.
------------------------------
Créditos: Expresso OnLine

quinta-feira, 18 de abril de 2013

meiaLUA

Nesta noite a nossa Lua equilibrará a luz com as trevas. (50% iluminada)
 
----------------------------
Créditos: Astronomia Astrofisica FB 

fÁbrica de esTrelAs

«Grande fábrica de estrelas» em galáxia distante


«Grande fábrica de estrelas» em galáxia distante

O observatório espacial Herschel da ESA (Agência Espacial Europeia) anunciou hoje a descoberta de uma galáxia com uma capacidade de criação de estrelas duas mil vezes mais rápida do que a Via Láctea.

Segundo um comunicado colocado na página online da ESA, "a galáxia [é] muito distante e produz estrelas mais de duas mil vezes mais rapidamente do que a nossa Via Láctea".
A galáxia HFLS3 é assim uma grande fábrica de construção de estrelas, que transforma gás e poeira cósmica em novos corpos. Por estar a quase 13 mil milhões de anos-luz de distância, as imagens que dela hoje captamos demoraram quase 13 mil milhões de anos a chegar até nós.
Assim, quando a luz partiu da HFLS3, o Universo tinha apenas cerca de 800 milhões de anos de idade (cerca de 6,5% da idade que hoje tem).
Os cosmólogos não esperavam que houvesse galáxias a produzir estrelas na quantidade que observam na HFLS3 tão no início da história do Universo. Só por isso, "a sua mera existência desafia as teorias da evolução galáxia", acrescenta o comunicado.
Através de observações obtidas pela câmara SPIRE Observatório Herschel da Agência Espacial Europeia, e no âmbito do projeto Herschel Pesquisa Extragalática Multicamadas (Hermes, na sigla em Inglês), os pesquisadores detetaram uma mancha vermelha que despertou curiosidade.
Seguiram-se observações posteriores, com alguns dos maiores telescópios do mundo, incluindo o GTC e o William Herschel, ambos localizados no Observatório del Roque de los Muchachos do Instituto da Astrofísica das Canárias.
Goran Pilbratt, cientista do projeto, realça a importância desta descoberta: "Sublinha o caráter pioneiro de Herschel e sua capacidade de revelar um universo previamente escondida, melhorando nossa compreensão de como formar galáxias".
A equipa, composta por 64 astrónomos e 32 centros, chegou à conclusão que com o seu ritmo de crescimento a HFLS3 "rapidamente" se vai tornar numa galáxia de massa similar às mais conhecidas hoje.
---------------------------------------
Créditos: Diário Digital/Lusa

domingo, 24 de março de 2013

o Sol da meia-noite...


Fenómeno que pode observar-se entre as latitudes de 66º 33' e 90º norte e entre 66º 33' e 90º sul.
À latitude dos círculos polares, quando o Sol parece descrever, no seu movimento diurno aparente, o trópico do hemisfério do observador, não há noite; o dia natural é de 24 horas podendo então observar-se o Sol da meia-noite. O Sol não se põe - rasa o horizonte com uma altura mínima de 0º e volta a subir na sua órbita diurna.
Às latitudes dos polos (90º norte e 90º sul), o Sol da meia-noite é observável aproximadamente durante 6 meses, dependendo do hemisfério.
O Sol da meia-noite...

Fenómeno que pode observar-se entre as latitudes de 66º 33' e 90º norte e entre 66º 33' e 90º sul. 
À latitude dos círculos polares, quando o Sol parece descrever, no seu movimento diurno aparente, o trópico do hemisfério do observador, não há noite; o dia natural é de 24 horas podendo então observar-se o Sol da meia-noite. O Sol não se põe - rasa o horizonte com uma altura mínima de 0º e volta a subir na sua órbita diurna.
Às latitudes dos polos (90º norte e 90º sul), o Sol da meia-noite é observável aproximadamente durante 6 meses, dependendo do hemisfério.


Créditos: Astronomia Astrofisica

quinta-feira, 21 de março de 2013

Viajar até ao fim do principio....

Humanidade sai do sistema solar pela primeira vez

35 anos após ter sido lançado em órbita, o satélite Voyager é o primeiro objeto construído pelo homem a ultrapassar os limites do sistema solar.

 


Voyager inclui uma placa dourada com informação sobre a humanidade
Voyager inclui uma placa dourada com informação sobre a humanidade
NASA
É um marco assinalado a estrelas e anos luz que a humanidade acaba de atingir. Milhões de anos após os primeiros homens olharem para o céu e tentarem perceber o que estava além daqueles pontos distantes, o ser humano conseguiu finalmente ultrapassar algo aparentemente inatingível.
O satélite Voyager tornou-se o primeiro objeto construído pelas nossas mãos a ultrapassar os limites do Sistema Solar e a sair completamente da influência dos raios solares, de acordo com a "American Geophysical Union".
O marco chega 35 anos após o lançamento do satélite, que ultrapassou todas as expectativas de durabilidade e foi alimentando as expectativas dos especialistas relativamente
 à possibilidade de atingir esta meta.

Placa dourada

"Num espaço de poucos dias, a intensidade heliosférica da radiação do satélite diminuiu e a intensidade dos raios cósmicos aumentou, dados que demonstram que o objeto abandonou a heliosfera. Estamos numa nova região. E tudo o que estamos a analisar é diferente e excitante", afirmou Bill Webber, professor emérito de Astronomia na Universidade estadual do Novo México, em declarações reproduzidas pela revista "Time".
De acordo com o "Huffington Post", desde que entrou em órbita, a 5 de setembro de 1977, que o Voyager já viajou mais 17 mil milhões de quilómetros e trouxe-nos imagens nunca antes vistas dos planetas do sistema solar. O satélite foi construído com uma placa dourada que contém dados da civilização humana, caso o objeto seja encontrado por algum ser extra-terrestre.
Agora, o satélite tem como destino a estrela AC +793888, à qual, em principio nunca chegará porque as suas reservas de plutónio irão acabar dentro de 15 anos. Quando tal acontecer, o transmissor deixará de funcionar o Voyager vagueará sem rumo pelo Universo.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/humanidade-sai-do-sistema-solar-pela-primeira-vez=f795009#ixzz2O8FO7h7W

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

chegou o .. Inverno!!!


Spotted this rainbow today on the way back,shot down a leafy lane to move the rainbow into the right location.Will dig for gold later
Irlanda.
Serra da Estrela
Serra da Estrela - Portugal
 
Chega ás 11:12h, hora de Lisboa, o SOLSTÍCIO de Inverno

"O Solstício de Inverno ocorre hoje, pelas 11:12, no hemisfério norte.
Este instante assinala o inicío da estação mais fria do ano, uma estação que se prolongará por 88,99 dias, até ao próximo Equinócio, no dia 20 de Março de 2013.
Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre hoje á mesma hora. Os momentos exatos dos solstícios marcam as mudanças de estação.
Em Astronomia, os Solstícios correspondem aos momentos em que o Sol atinge declinações extremas, ou seja, as posições máxima e mínima no céu em relação ao equador."
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Astronomia Astrofisica

Olhando estas paisagens tudo parece tranquilo e calmo, quase parado, mas...

Estamos num planeta que orbita a sua estrela a 30Kms/s
Essa estrela orbita o centro da galáxia a 250kms/s
A galáxia move-se pelo universo a 600Kms/s

Desde que começou a ler isto já viajou 3000Kms e nem deu por isso ... :))

 
 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

LuAzUL

"Hoje é dia de olhar para o céu e apreciar a Lua azul pela última vez em 2012. O fenómeno só irá acontecer em 2015, mas que não se espere ver o satélite natural da terra colorido de azul.
De facto, o termo Lua azul não se refere a cor, mas à raridade do fenómeno. Lua azul é a definição para a quarta Lua cheia de uma estação, ou, mais concretamente, a segunda Lua cheia num mês. Este mês, a primeira lua cheia foi a 1 de agosto.


 As luas azuis acontecem devido ao facto de o calendário não ser exatamente sincronizado com a órbita lunar. A Lua leva 29,5 dias a ficar cheia e o mesmo tempo a diminuir para lua nova. Com a excepção de fevereiro, os meses são mais longos do que isso, o que significa que de vez em quando a sincronia é perfeita para que ocorram duas Luas cheias num único mês.
O fenómeno é tão raro – em intervalos médios de 2,7 anos - que os ingleses usam até uma expressão, «once in a blue moon» (uma vez na Lua azul), para significar algo que acontece esporadicamente.
A última lua azul foi registada a 31 de dezembro de 2009, que coincidiu na ocasião com um eclipse lunar parcial para quem vive na Europa, Ásia, África e partes do Alasca.
Mais raro ainda é um único ano com duas Luas azuis. Aconteceu em 1999, e deverá ocorrer novamente em 2018."

terça-feira, 28 de agosto de 2012

mARTE

Robô já envia imagens de Marte em alta resolução

Primeiras fotografias em alta resolução tiradas pelo robô 'Curiosity' identificam zonas rochosas que os geólogos querem ver analisadas pelo laboratório espacial.

Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt), com agências e NASA
11:37 Terça feira, 28 de agosto de 2012
Laboratório espacial da NASA vai analisar superfície rochosa de Marte
Laboratório espacial da NASA vai analisar superfície rochosa de Marte - NASA/JPL-Caltech/MSSS
 
 
Fotografia em alta resolução de Marte
Fotografia em alta resolução de Marte
NASA/JPL-Caltech/MSSS
Por enquanto, pelas imagens até aqui captadas pelo 'Curiosity' em Marte, o que se depara é uma paisagem desértica. Mas através das fotografias, agora já em alta resolução, veem-se ao pormenor uma profusão de zonas rochosas e franjas de areia de cores variadas, "o que indica que têm diferente composição".
O robô começou a enviar ontem (hora dos EUA) as primeiras imagens em alta resolução do planeta vermelho. O panorama que se observa em primeiro plano é o da cratera Gale, onde se encontra o 'Curiosity', vendo-se ao fundo as elevações com franjas de areia.

"Cor mais caqui"

Mike Malin, responsável pelas câmaras do robô, adverte que a areia "na realidade, tem uma cor mais caqui". No entanto, as fotografias foram tratadas de modo a ficarem mais brilhantes, para facilitar a identificação dos sulcos geológicos.
Numa das fotografias pode-se determinar as distâncias, que vão desde os 125 metros no plano mais próximo até aos 16,2 quilómetros nas elevações ao fundo. Na outra imagem, observam-se claramente diferentes estratos geológicos à distância, mas, de acordo com Mike Malin, para chegar até lá o robô levará pelo menos 100 dias. "Este será o objetivo do 'Curiosity' ao longo do próximo ano e meio", disse.
"É verdade que temos informação das naves em órbita, e através dela elegemos a cratera Gale para a aterragem do 'Curiosity'. Mas não podemos saber exatamente como é o lugar até aterrar e ver o solo", explicou John Grotzinger, chefe da missão, numa sessão de informação, no Jet Propulsion Laboratory, na Califórnia.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/robo-ja-envia-imagens-de-marte-em-alta-resolucao=f749386#ixzz24rTmO3rF

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Chuva de estrelas: esta noite, olhe para o céu....

Fenómeno terá o momento mais visível na noite de 12 de agosto de 2012.
Programa alternativo para uma noite de Verão
 
Chuva de estrelas: lá estão elas
Chamam-lhe chuva de estrelas. É um fenómeno cíclico, que terá o momento mais visível do ano na noite deste domingo, 12 de agosto. Alguns conselhos para quem quiser tentar aproveitar o momento: esta noite afaste-se da luz, vá para um lugar escuro, deite-se a olhar para o céu e espere. Elas andam ali.

Na verdade não são estrelas, são meteoros. João Retrê, do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), explica: «Chamam-lhe chuva de estrelas porque os antigos olhavam para aqueles rastos e parecia que as estrelas estavam a cair. Mas o fenómeno que dá origem a isto são os meteoróides, pequenas rochas que estão no espaço e, ao entrarem na atmosfera, devido ao atrito que sofrem, aquecem e entram em combustão. Essa combustão emite a luz que nós vemos, que é o rasto. Essa luz chama-se meteoro.» Já agora, para completar a informação, fique a saber também que temos um meteorito «se o meoteoróide for grande o suficiente para resistir à combustão e chegar à superfície da terra». E, como já deu para perceber, quando falamos de estrelas cadentes falamos igualmente de meteoros.

Esta «chuva», que acontece de 17 de julho a 24 de agosto e tem a 12 de agosto o dia máximo de atividade, é também conhecida por Perseidas, porque os meteoros são mais visíveis na constelação de Perseus. «Esta chuva de meteros em especial é causada pelo cometa Swift Tuttle. O cometa na sua órbita em torno do Sol vai deixando um rasto. A Terra acaba por cruzar a órbita do cometa e apanhar com esses meteoróides. Daí esta chuva de meteoros», explica ainda João Retrê, em declarações ao tvi24.pt.

A Perseidas é mesmo das que tem maior intensidade. Calcula-se que o número de meteoros que caem seja de «110 por hora, em média». «Conseguiríamos observar em média 100 por hora numa zona escura, longe das cidades», estima João Retrê, que no entanto alerta para o risco do excesso de expectativas: «É observável, pode é não ser tanto como as pessoas esperam. Uma pessoa só não consegue olhar ao mesmo tempo para todo o céu. Se forem visíveis em simultâneo três, quatro, conseguiremos apanhar um ou dois. Até pode não se ver nenhum, como se pode ver mais.»

Para melhorar as hipóteses de sucesso, algumas dicas. Antes de mais procurar uma zona longe das cidades, onde haja pouca luz a competir com a luminosidade dos meteoros. Depois, observar a olho nu, não ajuda recorrer a um qualquer aparelho: «Abrange maior campo de visão, a olho nu apanhamos mais área.» Pela mesma ordem de ideias, fotografar o momento é um desafio ainda maior.

À partida as condições este ano são favoráveis, a começar pelo facto de não estar Lua cheia, que ilumina mais o céu e portanto perturba a observação. Depois, resta esperar que o céu não esteja nublado. E preparar-se para uma noite diferente.

«Não deixa de ser um programa fantástico, se a noite estiver agradável e a frequência for boa, é um espectáculo muito bonito», diz João Retrê. Mesmo que as estrelas joguem às escondidas consigo, o mais que lhe terá acontecido foi passar uma noite de Verão ao ar livre. Há coisas piores.
---------------------------
Créditos: IOL

terça-feira, 24 de julho de 2012

tempEsTAde


Uma tempestade de cometas

Esta concepção artística ilustra uma tempestade de cometas em torno de uma estrela perto da nossa própria, chamada Eta Corvi. Evidência para esta barragem vem de Spitzer da NASA Space Telescope, cujo infravermelho detectores pegou indicações de que os cometas foram recentemente rasgados em pedaços depois de colidir com um corpo rochoso. Na concepção deste artista, um cometa gigante como é mostrado quebrando em um planeta rochoso, atirando poeira gelada e rica em carbono para o espaço, ao mesmo tempo, quebrando água e compostos orgânicos na superfície do planeta. Um flash vermelho incandescente capta o momento de impacto sobre o planeta. Amarelo-branco Eta Corvi é mostrada à esquerda, com os cometas ainda mais fluxo em direção a ela. Spitzer detectou assinaturas espectrais de gelo de água, compostos orgânicos e rocha ao redor Eta Corvi - ingredientes fundamentais de cometas. Esta é a primeira vez que a evidência para tal uma tempestade cometa tem sido visto em torno de outra estrela. Eta Corvi é a idade certa, cerca de um bilhão de anos, ao experimentar um bombardeio de cometas semelhantes ao que ocorreu em nosso próprio sistema solar em 600 a 800 milhões de anos de idade, denominado o Bombardeio Pesado Tardio. Cientistas dizem que o Bombardeio Pesado Tardio foi desencadeada em nosso sistema solar, a migração dos nossos planetas exteriores, que se acotovelavam cometas gelados sobre, enviando alguns deles voando para dentro. Os cometas marcado a nossa lua e pummeled nossos planetas interiores. Eles podem ter até trouxe materiais para a Terra que ajudou a vida pontapé inicial.

Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech

terça-feira, 20 de março de 2012

PRImavera já cá está..

Neste ano de 2012, o Equinócio que marca o início da Primavera no Hemisfério Norte ocorreu às 5h14m desta terça-feira, dia 20 de Março (hora continental Portuguesa) e esta estação prolongar-se-á até às 0h09m do dia 21 de Junho, altura em que ocorrerá o Solstício de Verão.
Até lá....

sábado, 17 de março de 2012

mOOn

A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) divulgou um vídeo onde mostra a evolução da lua ao longo de 4,5 mil milhões de anos. As imagens, que dão conta de como a lua mudou para parecer o que é hoje, foram divulgadas no âmbito da celebração do milésimo dia do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO, Orbitador de Reconhecimento Lunar) da NASA.

«De ano para ano, a lua parece nunca mudar», afirma a agência espacial. «As crateras e outras formações [da lua] parecem ser permanentes, mas a lua nem sempre teve este aspecto».

«Graças ao LRO da NASA, hoje em dia temos um melhor entendimento da História da Lua», sublinha a NASA.
De acordo com o vídeo, as crateras explicam-se tendo em conta que o satélite natural da Terra foi atingido por vários asteróides de diferentes tamanhos.
Recorde-se que o LRO, que foi lançado para o Espaço em 2009, recolhe informações detalhadas sobre o ambiente lunar. A missão é parte de um projecto para expandir a presença humana no sistema solar, segundo o The Telegraph.

terça-feira, 13 de março de 2012

aLINHAmento

Alinhamento de Vénus e Júpiter visível a olho nu

Conjunção dos dois planetas acontece ao início da noite.
Ambos serão visíveis a poente.
Fenómeno é raro e foi observado pela última vez em Maio de 2000.

 
Parecem duas estrelas mais brilhantes do que todas as outras mas, na verdade, são planetas. Vénus e Júpiter entram em alinhamento perfeito a partir das 18h50 desta terça-feira (13 de Março de 2012 e, por serem os dois planetas mais brilhantes do sistema solar, serão visíveis a poente.

"Quem não sabe, pode pensar que são apenas duas estrelas mas, habitualmente os astros mais brilhantes no céu são planetas", esclarece José Augusto Matos, do departamento de física da Universidade de Aveiro que acrescenta que "este fenómeno é observável há vários, mas atinge o seu auge precisamente esta terça-feira".

O fenómeno é raro e não tem periodicidade regular. Os registos de astronomia indicam que a última vez foi em Maio de 2000.

Como não se sabe quando volta a acontecer, José Augusto Matos sugere aos curiosos que aproveitem a oportunidade esta terça-feira, porque "é um fenómeno bonito e, como temos tido bom tempo e noites de céu limpo, vale a pena observar".

Este alinhamento é apenas aparente. Vistos da Terra, ambos os planetas distarão apenas 3 graus, mas na verdade Vénus é o mais próximo de nós. Júpiter está a centenas de milhões de quilómetros daqui.
-----------------------------
Créditos: Renascença Infor

quinta-feira, 8 de março de 2012

Erupção Solar

A mais forte erupção solar em cinco anos atinge hoje a Terra

O impacto na Terra da tempestade solar, que começou na terça-feira, deverá começar a sentir-se a partir das 12:00 de hoje, prologando-se até sexta-feira, segundo as previsões da Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera, nos Estados Unidos, citada pela agência AFP.
A explosão de partículas, que atingirão a superfície do "Planeta Azul" a uma velocidade de 6,44 milhões de km/h, poderá, eventualmente, afetar a distribuição de eletricidade, as comunicações por satélite, os sistemas GPS, a atividade dos astronautas da Estação Espacial Internacional e obrigar as companhias aéreas a alterarem as rotas para evitar as regiões polares.
----------------------------------
Fonte: Agência Lusa

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Retrato de um asteróide Doomed



 Um novo estudo oferece uma possível explicação de misteriosas explosões de raios-X detectada pelo K-ray Observatório Chandra por vários anos na região de Sagitário A *, ou Sgr A *.
O estudo sugere uma nuvem em torno de Sgr A *, um buraco negro supermassivo no centro da nossa galáxia Via Láctea, que contém centenas de trilhões de asteróides e cometas que foram despojados de suas estrelas-mãe. As chamas ocorrem quando os asteróides de seis quilômetros de raio ou maiores são consumidos pelo buraco negro.
 Um asteróide que passa por um encontro íntimo com outro objeto, como uma estrela ou planeta, pode ser lançado em uma órbita caminhando para Sgr A *. Se o asteróide passa dentro de cerca de 100 milhões de quilômetros de buraco negro, aproximadamente a distância entre a Terra eo Sol, está em pedaços pelas forças de maré do buraco negro. Estes fragmentos seriam então vaporizada por fricção à medida que passam através do gás quente, fina que flui para Sgr A *, semelhante a um meteoro aquecendo e brilhante à medida que cai através da atmosfera terrestre.
 Um reflexo é produzido e, eventualmente, os restos do asteróide são engolidas pelo buraco negro.
Crédito da imagem: Ilustração: NASA / CXC / M.Weiss