Natal....
Há mais alegria em dar do que em receber.
Que presente vamos oferecer a Cristo neste Natal?
BOAS FESTAS
http://www.youtube.com/watch?v=pSLOnR1s74o&feature=youtube_gdata_player
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Créditos: YTube/ECosta
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Abraçe......mal não faz!!!
http://www.youtube.com/watch_popup?v=hN8CKwdosjE
Apetecia muito um sorriso, um abraço e um miminho teu.....
Apetecia muito um sorriso, um abraço e um miminho teu.....
sexta-feira, 22 de abril de 2011
A Páscoa atrasou-se....
Este ano vivemos uma Páscoa invulgarmente tardia porque houve uma Lua cheia antes do equinócio da Primavera. Ora o que têm a ver o equinócio, a Lua e a Páscoa?
Em primeiro lugar, o equinócio da Primavera é o dia em que a Terra, na sua movimentação de 365 dias à volta do Sol, se alinha com ele de uma forma que o dia tem as mesmas horas de luz e de escuridão.
Esse movimento altera a inclinação dos raios solares em relação à Terra e as novas estações do ano começam, Primavera no hemisfério Norte e Outono no hemisfério Sul.
Ora, a Páscoa, que marca a ressurreição de Cristo e que é festejada na maior parte do mundo como um feriado católico, foi marcada em função da astronomia.
Quando em 325 d.C. um grupo de bispos cristãos de todo o mundo se juntou para definir os cânones e dogmas fundadores da Igreja Católica, ficou decidido que a ressurreição de Jesus Cristo deveria festejar-se no primeiro domingo depois da Lua Cheia que sobe no céu a seguir ao equinócio da Primavera.
Este ano, houve uma Lua Cheia a 19 de Março, ou seja, imediatamente antes do equinócio de dia 20 desse mês. Assim, a celebração da Páscoa atrasou-se até à Lua Cheia seguinte, que só chegou no início desta semana, a 16 de Abril.
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Créditos: Sol online
Em primeiro lugar, o equinócio da Primavera é o dia em que a Terra, na sua movimentação de 365 dias à volta do Sol, se alinha com ele de uma forma que o dia tem as mesmas horas de luz e de escuridão.
Esse movimento altera a inclinação dos raios solares em relação à Terra e as novas estações do ano começam, Primavera no hemisfério Norte e Outono no hemisfério Sul.
Ora, a Páscoa, que marca a ressurreição de Cristo e que é festejada na maior parte do mundo como um feriado católico, foi marcada em função da astronomia.
Quando em 325 d.C. um grupo de bispos cristãos de todo o mundo se juntou para definir os cânones e dogmas fundadores da Igreja Católica, ficou decidido que a ressurreição de Jesus Cristo deveria festejar-se no primeiro domingo depois da Lua Cheia que sobe no céu a seguir ao equinócio da Primavera.
Este ano, houve uma Lua Cheia a 19 de Março, ou seja, imediatamente antes do equinócio de dia 20 desse mês. Assim, a celebração da Páscoa atrasou-se até à Lua Cheia seguinte, que só chegou no início desta semana, a 16 de Abril.
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Créditos: Sol online
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
NATAL
BOAS FESTAS
Feliz Natal
"Adorai, montanhas, o Deus das alturas, também das verduras.
Adorai, desertos e serras floridas, o Deus dos secretos, o Senhor das vidas.
Ribeiras crescidas, louvai nas alturas o Deus das criaturas..."
Gil Vicente "Breve sumário da História de Deus"
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Créditos: Foto Net
sábado, 11 de dezembro de 2010
Manoel de Oliveira - 102 anos
Manoel de Oliveira faz hoje 102 anos
O decano dos cineastas mundiais completa hoje 102 anos de vida e apresentará, já amanhã, em Santa Maria da Feira, o seu mais recente filme, «O Estranho Caso de Angélica». Para o futuro estão dois projectos com a produtora O Som e a Fúria.
Desenvolvimento
Primeiro foi a apresentação, na última quinta-feira, da média-metragem «Painéis de São Vicente de Fora, visão poética» na Fundação Serralves, no Porto, uma película encomendada por aquela instituição. Segue-se, amanhã, em Santa Maria da Feira, a antestreia nacional de «O Estranho Caso de Angélica», a mais recente longa-metragem do cineasta, que já passou por festivais de cinema de todo o mundo, incluindo Cannes, Toronto, Nova Iorque, São Paulo e Viena. Tudo provas de que Manoel de Oliveira, no dia em que faz 102 anos de vida, continua a dar mostras de uma vitalidade inusitada até mesmo em realizadores com metade da sua idade.
Nascido a 11 de Dezembro de 1908, Oliveira filmou relativamente pouco nas primeiras décadas de vida, fruto de um modernismo e de um nervosismo criativo que o Estado Novo não soube compreender nem acarinhar. Até meados dos anos 50, Oliveira filmou muito pouco e depois começou a ganhar embalo com documentários muito elogiados e algumas longas-metragens que à época provocaram celeuma. Depois do 25 de Abril a produção aumentou, mas foi a partir dos anos 80 que Oliveira carregou no acelerador e começou a aproveitar o tempo perdido com filme atrás de filme, ritmo que aumentou ainda mais a partir da década de 90, com uma longa-metragem por ano durante os 20 anos seguintes, porventura a maior produtividade de sempre de um cineasta com mais de 80 Primaveras.
Hoje, com «O Estranho Caso de Angélica» ainda sem data de estreia confirmada em Portugal, Oliveira trabalha já nos seus filmes seguintes, dois deles com a produtora O Som e a Fúria, responsável por películas como «Aquele Querido Mês de Agosto», de Miguel Gomes, e «A Espada e a Rosa», de João Nicolau. Luís Urbano, responsável pela produtora, não avança ainda de que projectos se tratam, mas afirmou ao SAPO que «na verdade o Manoel tem para aí quatro ou cinco projectos, e nós estamos com dois projectos com ele, sendo que estamos a ver qual o mais indicado para começarmos. Ele anda sempre com três ou quatro projectos à frente do filme que está a fazer. É um homem muito prolífico».
O primeiro deles poderá estar pronto «já no final de 2011. Depende muito agora do ciclo de financiamento, que o filme está a iniciar. Mas o Manoel é muito rápido a filmar, portanto, se o projecto avançar já em Maio ou Junho, estaremos a trabalhar para lançar o filme no fim do ano. A partir do momento em que o ciclo de financiamento esteja garantido, é para arrancar logo», conclui o produtor.
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Créditos: Sapo Vida
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
John Lennon continua lendário 30 anos depois da morte
Depois do seu assassinato, na noite de 8 de Dezembro de 1980, em Nova Iorque, John Lennon tornou-se lenda e símbolo de uma época. E até hoje, continua a inspirar livros e filmes e a ter a sua música na memória colectiva.
O ex-Beatle, casado pela segunda vez com a artista plástica japonesa Yoko Ono e pai cuidadoso do filho mais velho, Sean, tinha-se tornado pacifista quando foi baleado nas costas em frente ao edifício Dakota, situado no bairro residencial onde vivia, no Central Park. O músico acabara de completar 40 anos, e se estivesse vivo teria completado 70 no passado dia 9 de Outubro.
http://www.youtube.com/watch?v=VM0Z75KEd_o
O assassino, Mark Chapman, um jovem instável de 25 anos, admitiu a autoria do homicídio e afirmou que fez o que fez para chamar a atenção. Condenado à prisão perpétua, cumpriu pena na prisão de Attica, no norte de Nova Iorque. Chapman teve a liberdade condicional negada seis vezes, a última em Setembro passado.
A viúva opôs-se à libertação do assassino do seu marido por temer por sua própria segurança e pela do filho, Sean Lennon, hoje com 35 anos.
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Créditos: Sapo Vida
O ex-Beatle, casado pela segunda vez com a artista plástica japonesa Yoko Ono e pai cuidadoso do filho mais velho, Sean, tinha-se tornado pacifista quando foi baleado nas costas em frente ao edifício Dakota, situado no bairro residencial onde vivia, no Central Park. O músico acabara de completar 40 anos, e se estivesse vivo teria completado 70 no passado dia 9 de Outubro.
http://www.youtube.com/watch?v=VM0Z75KEd_o
O assassino, Mark Chapman, um jovem instável de 25 anos, admitiu a autoria do homicídio e afirmou que fez o que fez para chamar a atenção. Condenado à prisão perpétua, cumpriu pena na prisão de Attica, no norte de Nova Iorque. Chapman teve a liberdade condicional negada seis vezes, a última em Setembro passado.
A viúva opôs-se à libertação do assassino do seu marido por temer por sua própria segurança e pela do filho, Sean Lennon, hoje com 35 anos.
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Créditos: Sapo Vida
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Dia internacional das pessoas portadoras de deficiência
3 de Dezembro de 2010 - Dia internacional das pessoas portadoras de deficiência
"Mantendo a promessa: integração da deficiência nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio para 2015 e depois"
http://www.un.org/disabilities/default.asp?id=1540
"A integração das pessoas com deficiência em todos os aspectos da sociedade é crucial para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). No entanto, devido ao estigma e discriminação, muitas pessoas com deficiência vivem em situação de pobreza e exclusão. Trabalhando juntos, poderemos atingir os nossos objectivos comuns: o desenvolvimento humano, para todos, em todos os lugares, e manter a promessa dos ODM com inclusão das pessoas portadoras de deficiência, para 2015 e depois."
http://www.facebook.com/mcampaign?v=wall
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Créditos: MailFace
"Mantendo a promessa: integração da deficiência nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio para 2015 e depois"
http://www.un.org/disabilities/default.asp?id=1540
"A integração das pessoas com deficiência em todos os aspectos da sociedade é crucial para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). No entanto, devido ao estigma e discriminação, muitas pessoas com deficiência vivem em situação de pobreza e exclusão. Trabalhando juntos, poderemos atingir os nossos objectivos comuns: o desenvolvimento humano, para todos, em todos os lugares, e manter a promessa dos ODM com inclusão das pessoas portadoras de deficiência, para 2015 e depois."
http://www.facebook.com/mcampaign?v=wall
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Créditos: MailFace
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Pessoa...
Os 75 anos sobre a morte de Fernando Pessoa vão ser assinalados hoje com a exibição do 'Filme do desassossego', obra de João Botelho inspirada no poeta, que decorrerá no Teatro Nacional São Carlos, em Lisboa.
O filme de João Botelho é uma interpretação para cinema de O livro do desassossego, de Bernardo Soares, um dos heterónimos do escritor.
Fernando António Nogueira Pessoa, um dos maiores poetas de língua portuguesa de sempre, faleceu em 1935, em Lisboa, com 47 anos.
Aos sete anos foi viver com a mãe para Durban, na África do Sul, onde fez os estudos, o que lhe proporcionou dominar a língua inglesa, na qual escreveu três dos quatro livros que publicou em vida. Regressou a Portugal com 17 anos.
Além de tradutor e correspondente comercial, foi empresário, editor, crítico literário, tradutor, jornalista, inventor e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária. Mensagem e Livro do Desassossego.
A longa-metragem inspirada na obra do poeta estreou-se no dia 29 de Setembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e está a fazer um circuito de exibição pela rede de cineteatros, teatros municipais e nacionais até, pelo menos, Janeiro.
João Botelho decidiu não estrear Filme do desassossego no circuito normal das salas de cinema, por considerar que não se enquadra na lógica do cinema comercial, por querer privilegiar a palavra original de Fernando Pessoa.
Do elenco fazem parte Cláudio Silva, no papel de Bernardo Soares, e mais de quarenta atores em curtas participações, como Rita Blanco, Alexandra Lencastre, Miguel Guilherme, Catarina Wallenstein, Laura Soveral, Margarida Vilanova, Ricardo Aibéo, Manuel João Vieira e Marcelo Urghege.
Nos primeiros dias de exibição, o filme somou mais de três mil espectadores.
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Créditos: Lusa / SOL
O filme de João Botelho é uma interpretação para cinema de O livro do desassossego, de Bernardo Soares, um dos heterónimos do escritor.
Fernando António Nogueira Pessoa, um dos maiores poetas de língua portuguesa de sempre, faleceu em 1935, em Lisboa, com 47 anos.
Aos sete anos foi viver com a mãe para Durban, na África do Sul, onde fez os estudos, o que lhe proporcionou dominar a língua inglesa, na qual escreveu três dos quatro livros que publicou em vida. Regressou a Portugal com 17 anos.
Além de tradutor e correspondente comercial, foi empresário, editor, crítico literário, tradutor, jornalista, inventor e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária. Mensagem e Livro do Desassossego.
A longa-metragem inspirada na obra do poeta estreou-se no dia 29 de Setembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e está a fazer um circuito de exibição pela rede de cineteatros, teatros municipais e nacionais até, pelo menos, Janeiro.
João Botelho decidiu não estrear Filme do desassossego no circuito normal das salas de cinema, por considerar que não se enquadra na lógica do cinema comercial, por querer privilegiar a palavra original de Fernando Pessoa.
Do elenco fazem parte Cláudio Silva, no papel de Bernardo Soares, e mais de quarenta atores em curtas participações, como Rita Blanco, Alexandra Lencastre, Miguel Guilherme, Catarina Wallenstein, Laura Soveral, Margarida Vilanova, Ricardo Aibéo, Manuel João Vieira e Marcelo Urghege.
Nos primeiros dias de exibição, o filme somou mais de três mil espectadores.
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Créditos: Lusa / SOL
terça-feira, 13 de abril de 2010
Beijo também tem dia......
Um beijo por dia dá saúde e alegria
Um beijo apaixonado "é o teletransporte para o paraíso", dizem os especialistas. No Dia Mundial do Beijo, que hoje se assinala, fique a saber os benefícios de beijar. (Ver vídeo no fim do texto)
O famoso beijo em Paris, fotografado por Robert Doisneau's
Exercitar dezenas de músculos, libertar endorfinas, combater a depressão, diminuir o stress, queimar calorias: tudo isto resulta de um beijo apaixonado: "É o teletransporte para um paraíso", segundo especialistas ouvidos pela Lusa.
"Estudos indicam que o beijo ajuda a combater a depressão", acrescentou, em declarações à Lusa, lembrando ainda que também baixa os níveis de cortisol, uma hormona envolvida na resposta ao stress: "Ou seja, vai fazer com que a pessoa fique menos stressada, mais calma".
A linha pode também sair beneficiada: investigações indicam que um beijo ajuda a queimar cerca de 12 calorias e ativa 29 músculos. O aumento da tensão arterial e da temperatura da pele são outras das consequências benéficas.
O urologista e mestre em sexologia Nuno Monteiro Pereira lembra ainda que beijar "faz aumentar a autoestima, já que há uma outra parte que aceita o ato".
"É de facto um fator importante para a saúde individual, pessoal, mental de cada um", resume, contrapondo que também pode ocorrer o "contrário" porque se o beijo for "repudiado pode diminuir extremamente a autoestima".
As doenças do beijo
Se não houver cuidados, beijar pode porém fazer mal à saúde. "Estima-se que através da saliva, o beijo pode ser o veículo de 250 bactérias", nota Rute Reizinho. E, por isso, origem de doenças como constipação, hepatite, tuberculose, herpes labial, mononucleose infecciosa e, se houver sangue ou feridas, sífilis.
Mas os dois especialistas ouvidos pela Lusa preferem que no Dia do Beijo se lembre o melhor que ele tem. "O beijo dá informações gustativas, olfativas, por se estar mais próximo da pessoa, táteis, pela sensação que nos deixa, visuais, quando se beija com os olhos abertos', comenta a psicóloga.
Rute Reizinho lamenta que o beijo esteja "muito esquecido e negligenciado" numa sociedade que está a dar "muito mais valor ao sexo": "O beijo dá tanto bem-estar e prazer como um bom sexo, além de que é muito mais fácil de fazer, tanto em público, como na intimidade".
Nuno Monteiro Pereira lembrou, por seu lado, "aspetos essenciais" como o lado "sensual, que tem a ver com os estímulos sensitivos, já que os lábios são um órgão particularmente sensível a estímulos".
"Há também o aspeto cultural porque o beijo está instituído como um dos mecanismos eróticos mais importantes e que faz parte dos mecanismos de transmitir uma mensagem", o que é depois incorporado no cérebro como mensagens relacionadas com "estados da paixão e do amor", segundo o especialista.
E o que é um bom beijo? "Será com a pessoa de que se gosta, que faz ir numa viagem para uma ilha deserta e que parece que todas as pessoas desaparecem. É o teletransporte para um paraíso", responde a psicóloga.
A filematologia é a ciência que estuda o beijo.
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Créditos: Expresso onLine
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
120 anos da Torre Eiffel
"Cidade da luz" celebra aniversário do ícone de França
Paris celebra 120 anos da Torre EiffelConstruída para a Exposição Universal de 1889, a Torre Eiffel começou a ser erguida dois anos antes, pela equipa do então notável engenheiro Gustave Eiffel. França vivia, um século depois da Revolução Francesa, a "era de ouro" nos campos científico, cultural e artístico. Era a "era" de Freud, Zola, Júlio Verne e Rodin.
A pensar na Exposição Universal de 1889, o Journal Officiel abriu um concurso para "estudar a possibilidade de erguer uma torre de ferro no Champ-de-Mars". A estrutura teria uma base quadrada com 125 metros de cada lado e 300 metros de altura.
Acabaria por vencer o projecto do prestigiado engenheiro Gustave Eiffel, notável construtor de pontes e mestre nas construções metálicas, e da sua equipa - Maurice Koechlin, Emile Nouguier e Stephen Sauvestre -, de entre um total de 107 candidaturas.

Os trabalhos começaram em 1887, mas só em Março de 1889 a obra ficou concluída. Na inauguração, o próprio Eiffel escalou os 1,710 degraus da torre para cravar a bandeira francesa no topo.
Com 317 metros de altura, a Torre Eiffel era, então, o edifício mais alto do Mundo. Em 1929, foi porém destronada pelos 319 metros do Chrysler Building, em Nova Iorque.

A torre tinha sido inicialmente pensada para durar 20 anos, período após o qual seria destruída. A perseverança de Eiffel conseguiu, no entanto, evitar a morte da estrutura. Eiffel invocou os seus potenciais usos: na meteorologia, na observação astronómica, experimentação na Fìsica, como posto de observação estratégica, e até como base para estudos sobre ventos e electricidade.
"Será um observatório e um laboratório como a CIência nunca teve à sua disposição. É por isso que, desde o Dia1, todos os nossos cientistas me encorajaram com tamanho sentimento de camaradagem".
Gustave Eiffel
A partir de 1889, a estrutura acabaria, na realidade, por ser usada como laboratório de experiências científicas. Barómetros, condutores de electricidade e instrumentos de medição de vento foram instalados. O próprio Eiffel construiu o seu gabinete no terceiro andar, para observações astronómicas.
Ao longos dos anos, a estrutura de Eiffel conquistou o estatuto de ícone, como um dos mais proeminentes símbolos de Paris e de França. Cenário de incontáveis obras literárias e cinematográficas, é visitada anualmente por cerca de 7 milhões de pessoas.
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Créditos: Sic Noticias Online - Catarina van der Kellen / Jornalista
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Sydney Opera House - 36 anos de vida
A 20 de Outubro de 1973...É inaugurada a Sydney Opera House
É o cartão de visita australiano por excelência. A Sydney Opera House completa hoje 36 anos.
A Ópera de Sidney é um trabalho arquitectónico caracterizado, visto do exterior, por um “efeitoconchas” que levou quase quinze anos a ser concluído.
O obreiro ter-se-á inspirado no facto de o edifício, construído no local de uma antiga estação de eléctricos, ficar na Baía de Sidney, onde o centro financeiro da maior cidade australiana convive com famosas praias nas imediações.
A obra foi idealizada pelo dinamarquês Jørn Utzon, que afirmou um dia que gostava de estar “no
limite do possível”, mas finalizada por australianos devido a interferências políticas no projecto inicial e críticas por causa dos avultados custos da obra, que ultrapassaram em mais de 1000% o orçamento previsto inicialmente.
O arquitecto deixou o projecto a meio da sua construção, altura em que arquitectos australianos tomaram conta dos trabalhos que deixaram de ser fiéis aos traços de Utzon em vários espaços do interior.
A maior sala de espectáculos da Opera House, o Concert Hall, tem lugar para quase 2700 pessoas sentadas, mas há mais quatro teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios e vários espaços de lazer.
Ainda que no fim da década de 1990, a animosidade entre australianos e o arquitecto tenha sido suavizada com uma aproximação do governo que gostaria de ter o arquitecto como responsável pela renovação do edifício, Utzon sempre se recusou a visitar a sua maior obra de arte.
A Ópera de Sidney é um trabalho arquitectónico caracterizado, visto do exterior, por um “efeitoconchas” que levou quase quinze anos a ser concluído.
O obreiro ter-se-á inspirado no facto de o edifício, construído no local de uma antiga estação de eléctricos, ficar na Baía de Sidney, onde o centro financeiro da maior cidade australiana convive com famosas praias nas imediações.
A obra foi idealizada pelo dinamarquês Jørn Utzon, que afirmou um dia que gostava de estar “no
limite do possível”, mas finalizada por australianos devido a interferências políticas no projecto inicial e críticas por causa dos avultados custos da obra, que ultrapassaram em mais de 1000% o orçamento previsto inicialmente.
O arquitecto deixou o projecto a meio da sua construção, altura em que arquitectos australianos tomaram conta dos trabalhos que deixaram de ser fiéis aos traços de Utzon em vários espaços do interior.
A maior sala de espectáculos da Opera House, o Concert Hall, tem lugar para quase 2700 pessoas sentadas, mas há mais quatro teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios e vários espaços de lazer.
Ainda que no fim da década de 1990, a animosidade entre australianos e o arquitecto tenha sido suavizada com uma aproximação do governo que gostaria de ter o arquitecto como responsável pela renovação do edifício, Utzon sempre se recusou a visitar a sua maior obra de arte.
Morreu a 29 de Novembro de 2008, com 90 anos de idade e depois de ter proposto a renovação da segunda maior sala da Opera House, a Opera Theatre, e de ter contribuído para o redesenho de uma sala, em 2004, que foi baptizada com o seu nome.
Em 2003, Utzon venceu o Prémio Pritzker, considerado o “Nobel da arquitectura”. O júri considerou a Sydney Opera House a sua obra-prima. “É um dos grandes edifícios icónicos do século XX, uma imagem de tamanha beleza que se tornou conhecido em todo o mundo – um símbolo não apenas para a cidade, mas para todo um país e um continente”, escreveu o júri.
-----------------------------------------------Créditos: Letícia Amorim - Página 1 Online
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Mãos que fazem a Obra
1º de Maio
Homenagem a quem trabalha....
Homenagem a quem o País despreza!!
"São a força de trabalho que constrói o país mas que raramente sai do anonimato.
No dia do Trabalhador elegemos nove operários para protagonistas."
http://aeiou.expresso.pt/1-de-maio-maos-que-fazem-a-obra-=f511915
Com a qualidade que o Jornal Expresso nos habituou..... vale a pena!!
Créditos: Expresso Online
Alexandra Simões de Abreu e Isabel Lopes
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009
Homenagem a quem trabalha....
Homenagem a quem o País despreza!!
"São a força de trabalho que constrói o país mas que raramente sai do anonimato.
No dia do Trabalhador elegemos nove operários para protagonistas."
http://aeiou.expresso.pt/1-de-maio-maos-que-fazem-a-obra-=f511915
Com a qualidade que o Jornal Expresso nos habituou..... vale a pena!!
Créditos: Expresso Online
Alexandra Simões de Abreu e Isabel Lopes
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009
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