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sábado, 6 de julho de 2013

Frescura


Local para um
bom almoço!

Cidade Sustentável

Dubai Sustainable City será la primera comunidad residencial verde de Dubai. Se trata de un planeamiento desarrollado por Stringa Planning Studio, que ocupa una extensión de 46 hectáreas, tendrá la capacidad de producir casi el 50% de la energía que necesita (proporcionada por paneles solares), y que además compensará su huella de carbono con determinados sistemas de transporte.

Para el año 2014 se espera estén acabadas las primeras 100 villas y adosadas (primera fase), de un total de 550, estando prevista la finalización de toda la ciudad para el 2016.
 
Dubai Sustainable City será la primera comunidad residencial verde de Dubai. Se trata de un planeamiento desarrollado por Stringa Planning Studio, que ocupa una extensión de 46 hectáreas, tendrá la capacidad de producir casi el 50% de la energía que necesita (proporcionada por paneles solares), y que además compensará su huella de carbono con determinados sistemas de transporte.

Para el año 2014 se espera estén acabadas las primeras 100 villas y adosadas (primera fase), de un total de 550, estando prevista la finalización de toda la ciudad para el 2016.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Machi Picchu... Sempre Belo

Local a visitar!
Machu Picchu
 
 



DesertDubai

The sun setting over the Dubai desert

Calor.. praia.. água... relax :) :) :)



terça-feira, 21 de maio de 2013

idades e TAMANHOS

A história de uma arvore pode ser medida pelos seus anéis de crescimento.. Neste caso paradigmático,não é só a historia da árvore com também um pouco da história da Humanidade.
Já agora, não é uma árvore...
é uma
ÁRVORE!!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

vistaS

Almería. España.
 
Invernaderos en Las Norias de Daza. Almería. España. Foto tomada de Google Earth por ©David Thomas Smith
Foto:Google Earth por ©David Thomas Smith

domingo, 31 de março de 2013

limiteS



A água demarca e promove a união!

sábado, 30 de março de 2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

placAS

Esta impressionante fotografia mostra um mergulhador na brecha entre duas placas tectônicas.  Alex Mustar mergulhou 80 pés na fenda entre a América do Norte e da Eurásia. A área é perto da Islândia e é cheio de falhas, vulcões e fontes termais causada pelas placas.
Estas, vão-se afastando gradualmente (cerca de 1 polegada por ano).

This amazing photograph shows a diver in the gap between two tectonic plates. Scuba diver Alex Mustar dived 80 feet into the crevice between North America and Eurasia. The area is near Iceland and it's full of faults, volcanoes and hot springs caused by the plates gradually separating at a rate of about 1 inch a year.
 
Créditos: Museu do Côa in FB
 

sábado, 23 de abril de 2011

Northwest Greenland Canyons

noroeste da costa da Groenlândia - 29Março2011

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Créditos: Nasa

domingo, 12 de dezembro de 2010

Vulcão Kawah Ijen

O complexo vulcão Ijen é um grupo de estratovulcões , em Java Oriental , Indonésia . É dentro de uma maior caldeira Ijen, que é cerca de 20 quilômetros de largura. O vulcão Gunung Merapi é o ponto mais alto do que o complexo. (Não confundir com o Monte Merapi, Java Central aka Gunung Merapi )


Oeste de Gunung Merapi é o vulcão Ijen, que tem um quilômetro de largura de cor turquesa ácido lago da cratera . O lago é o site de um trabalho intensivo de enxofre operação de mineração, em que as cestas carregadas de enxofre são realizadas pela mão do chão da cratera. Muitas caldera pós-cones e outras crateras estão situadas dentro da caldeira ou ao longo de sua borda. A maior concentração de cones caldeira pós-faz-de tendências zona EW em todo o lado sul da caldeira. A cratera ativa na Kawah Ijen tem um raio equivalente a 361 metros, uma superfície de 41 × 106 metros quadrados. Fica a 200 metros de profundidade e tem um volume de 36 × 106 metros cúbicos.
                                                    
                                                      Algumas fotos do vulcão à noite...








 
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Créditos: Wikipédia/Sapo Fotos
(tradução automática)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Lisboa pré 1755

Visite a cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755

Imagens em três dimensões, geradas pela SWD Agency, mostram como eram algumas zonas de Lisboa antes do grande terramoto de 1755.
O sistema multimédia 3D de interpretação da maqueta da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755, desenvolvido pela SWD Agency e brevemente em exposição no Museu da Cidade, foi elogiado pelo professor de História de Arte na Universidade de Virgínia e director do Virtual World Heritage Laboratory, Bernard Frischer.

Para este professor, o modelo digital de Lisboa é "um projecto de nível mundial" e "um belo produto de uma profunda pesquisa histórica".
O director do Virtual World Heritage Laboratory refere que este tipo de projectos têm uma importância cultural fundamental e aplicações práticas na educação, investigação e na economia, sendo por isso "monumentos da nossa era, a era digital". E esta é uma área em que Lisboa se pode vir a tornar "líder mundial".
Bernard Fischer é o responsável pelo projecto Rome Reborn, um modelo 3D de Roma no auge da sua expansão em 320 a.C., e esteve recentemente em Lisboa, onde viu o modelo digital 3D da cidade de Lisboa pré-terramoto. Este projecto, liderado por uma equipa científica do Museu da Cidade, da Câmara Municipal de Lisboa, envolveu a pesquisa e análise de centenas de fontes: cartográficas, iconográficas, arqueológicas e bibliográficas (manuscritas e impressas), tendo por base a Maqueta da Cidade do Museu da Cidade.
A partir de todos estes elementos, a SWD desenvolveu a modelação 3D, texturas e renders fotorealistas com interactividade a 360º, animações 3D com diversos percursos pela cidade de Lisboa, edição e pós-produção de vídeo, para além do design e programação de interface multimédia com vários níveis de informação sobre a cidade antes e pós terramoto de 1755.
Esta reconstituição virtual com 21 pontos notáveis inclui conteúdos sobre o Paço da Ribeira, Terreiro do Paço, Rossio, Rua Nova dos Ferros, Convento do Carmo, Palácio das Necessidades, entre outros, e estará patente ao público no final de Novembro, no Museu da Cidade, em Lisboa.


http://aeiou.expresso.pt/visite-a-cidade-de-lisboa-antes-do-terramoto-de-1755=f616199

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Créditos: Expresso Online

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Património Mundial

29 novas pérolas do Património Mundial

UNESCO acrescentou 21 novos sítios à lista de Património Cultural e Natural da Humanidade, que agora tem 911 itens. Outros oito locais foram classificados como bens mistos ou extensões de bens anteriormente distinguidos.
A 34ª sessão do Comité do Património Mundial decorreu em Brasília, capital brasileira, de 25 de julho a 3 de agosto. A lista da UNESCO aprovada na reunião contemplou 15 sítios culturais, cinco naturais e um misto, o Papahanaumokuakea, nos EUA.

Foram ainda classificadas algumas extensões, tais como a Estação Rupreste de Siega Verde, Espanha, inscrita na contiguidade com o Parque Arqueológico de Foz Côa, Portugal. Também o Monte San Giorgio, Itália, foi classificado em continuidade com a parte suíça já classificada em 2003.

Vale a pena espreitar a galeria de fotografias....

http://aeiou.expresso.pt/29-novas-perolas-do-patrimonio-mundial=f598034

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Créditos: Expresso onLine

Azibo, a praia mais “azul” da Europa

A Albufeira do Azibo é um dos locais turísticos mais procurados no Nordeste Transmontano, pese embora, a nível nacional, ainda sejam poucos aqueles que conhecem este verdadeiro “oásis” nascido pela mão do homem num local que já foi uma espécie de “deserto”.

Construída nos anos 70, a barragem foi pensada para suprir as carências de água do concelho macedense e para servir a agricultura, através da rega por gravidade para todo o vale de Macedo de Cavaleiros, Brinço, Cortiços e Chacim. Mas quando o empreendimento foi concluído, rapidamente as populações locais começaram a acorrer ao local, atraídas pelo enorme espelho de água.
Com a criação das praias fluviais, a construção dos acessos, de um cais de embarcação e de um parque de merendas, a Albufeira tornou-se num sítio verdadeiramente atractivo e que convida ao descanso.
Ao local já lhe chamaram até um “manual do ambiente por si só”, a que acresce ainda o facto de ter disponíveis, hoje em dia, duas praias com bandeira azul, uma delas galardoada consecutivamente desde 2003, sendo a praia que, até hoje, mais bandeiras azuis teve atribuídas em Portugal e na Europa. Factores que atraem ao local milhares de visitantes, todos os Verões, e que levam a câmara municipal a apostar no desenvolvimento turístico daquele local.

Em volta do grande lago foram depositadas toneladas de areia e construídos equipamentos públicos para fruição e lazer. Vários nadadores-salvadores asseguram a segurança das praias, promovendo as boas práticas e fornecendo conselhos e informações aos veraneantes.
Assinala-se que nas praias do Azibo nunca se registou nenhum incidente grave, motivo que, este ano, levou a que ali arrancasse, oficialmente, a nível nacional, a campanha “Verão de Campeão”, uma iniciativa da do Instituto de Socorro a Náufragos (ISN) e da Fundação Vodafone, que visa a sensibilização e o incremento da cultura de segurança nas praias.

Uma nova praia, do outro lado da margem poderá nascer, no próximo ano, de forma a possibilitar um melhor acesso a partir da cidade de Macedo de Cavaleiros e a garantir a qualidade de excelência do local.
O alojamento continua a ser uma lacuna que a autarquia pretende suprimir. Os visitantes podem ficar nas muitas unidades de turismo de habitação existentes no concelho bem como nas unidades de alojamento da cidade. Na cidade está ainda em construção um novo hotel, mas o presidente da câmara, Beraldino Pinto, confessa que ainda há “dificuldades em corresponder a toda a procura”.

O alargamento da oferta pode passar pela construção de um parque de campismo, uma infra-estrutura que poderá vir a ser construída por privados, desde que autorizada pelas entidades que gerem a Paisagem Protegida.
Este desenvolvimento terá que seguir os regulamentos que vierem a ser ditados pelo Plano de Ordenamento da Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, um documento que se encontra actualmente em apreciação e discussão e que a autarquia espera que venha a compatibilizar as diferentes utilizações que têm sido dadas àquele espaço.
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Créditos: Sapo/Net

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dagze Co

Esta paisagem é realmente do "outro mundo"



Dagze Co, um dos muitos lagos interiores, no Tibete. ´

No tempo glacial, a região foi consideravelmente mais húmida e os lagos eram bastante maiores como é evidenciado pelos numerosos fósseis existentes nas margens do lago. Esta situação atesta a anterior presença de um grande lago mais profundo. Durante milénios,  as mudanças no clima têm resultado numa maior aridez do planalto tibetano.
(tradução automática adaptada)
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Crédito da imagem: NASA / GSFC / METI / ERSDAC / Jaros e US / Japan ASTER Science Team


Onde está localizado o Tibete?

Tibete é uma área de planalto na região da Ásia Central, a maior área do mundo. Com uma altitude média de 4,9 km  (16.000 pés), é a região mais alta do planeta e é normalmente referido como o "Teto do Mundo".


A maioria dos cordilheira do Himalaia, um dos mais cadeias de montanhas no mundo, apenas quatro milhões de anos, encontra-se dentro do Tibete. Seu pico mais famoso, o Monte. Everest, está na fronteira do Nepal com o Tibete. A altitude média é de cerca de 3 km no sul e 4 km ao norte.

Geograficamente, a UNESCO e 'contar Encyclopedia Britannica "Tibete para fazer parte da Ásia Central, enquanto algumas organizações acadêmico contá-la parte do sul da Ásia. Tibete era antigamente um reino independente, mas hoje em dia é uma parte da República Popular da China, com uma pequena parte, dependendo de definições, regulamentada pela Índia.

Alguns dos principais rios têm sua origem no planalto tibetano, incluem Yangtze, Mekong, Yellow River, do Rio Indo, do Ganges, o Brahmaputra River, Salween e Yarlung Tsangpo River. O Brahmaputra, Indus primavera rios acima de um lago (Tib: Tso Mapham) no oeste do Tibete, perto do monte Kailash. Essa montanha é uma peregrinação sagrada para os hindus e os tibetanos. Os hindus acreditam que a montanha para ser a residência de Lord Shiva. O nome tibetano para o Monte Kailash é Khang Rinpoche. Tibete tem muitos lagos de altitude chamado em tibetano como TSO ou co. Estes incluem o Lago Manasarovar, Pangong Tso, Namtso, Yamdrok Lake, Lhamo La tso, Siling Co, Co Lumajangdong, Rakshastal Lake, Lake Puma Yumco, Lake Paiku, Dagze Co e Dong Co.
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Créditos: mapoftibet.info

Dia da Terra

Terra: as melhores imagens de sempre

A NASA presenteou os amantes do espaço com as melhores imagens do planeta feitas por satélite

A agência espacial americana NASA compilou as suas melhores fotografias de satélite e disponibilizou-as online. Uma «oferta» para os amantes do espaço na celebração do 40º aniversário do Dia da Terra, que se festeja esta quinta-feira em todo o mundo.

As 50 fotografias seleccionadas pelos especialistas da NASA mostram imagens únicas da Terra e os mais ínfimos lugares do planeta.
Veja aqui algumas das melhores imagens:

http://www.tvi24.iol.pt/artmedia.html?id=1156890&pagina_actual=1&tipo=1&mul_id=13248919

Mas para além de lugares especiais, a agência espacial americana presenteia os visitantes do seu site com imagens de momentos únicos vividos nas últimas décadas, como o furacão Katrina, o terramoto no Haiti, a entrada em erupção do Vulcão Alaska, a queda das Torres Gémeas, em Nova Iorque entre outros.
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Créditos: Tvi 24 net

domingo, 7 de março de 2010

7 Maravilhas Naturais de Portugal

Revelados os 21 finalistas do concurso Sete Maravilhas Naturais de Portugal


Uma lista que começou com 323 candidatos ficou hoje reduzida a 21. São estes os locais que representam as maiores maravilhas naturais do país. A selecção de um júri constituído por 21 pessoas deu, assim, início à votação pública do concurso Sete Maravilhas Naturais de Portugal.
Vale Glaciar do Zêzere - Serra da Estrela

Buçaco, Arrábida, Pico, Ria Formosa e Portas de Ródão são apenas alguns dos 21 finalistas. Este grupo representa a eleição de três sítios em cada uma das sete categorias a concurso: “Grutas e Cavernas”, “Praias e Falésias”, “Grandes Relevos”, “Zonas Aquáticas não Marinhas”, “Zonas Protegidas” e “Zonas Marinhas”. Além disso, a lista de finalistas tem, no mínimo, um finalista de cada uma das sete regiões do país para assegurar a representatividade geográfica: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.

A escolha foi realizada através da Internet com um sistema de votação monitorizado pela PricewaterhouseCoopers e baseou-se nos critérios de beleza, diversidade, importância ecológica, significado histórico e cultural, distribuição geográfica, estado de conservação e ausência de intervenções humanas por razões estéticas.

No início de Janeiro foram apresentadas 323 candidaturas. Um painel de especialistas seleccionou 77 pré-finalistas e hoje foram conhecidas as 21 finalistas. A votação começa hoje e poderá ser feita através do site do projecto, por telechamada e sms. As vencedoras serão conhecidas a 11 de Setembro.

“Este é um momento determinante da iniciativa, em que os portugueses conhecem as 21 belezas naturais mais emblemáticas de Portugal”, comentou Luís Segadães, presidente da New 7 Wonders Portugal. “São os portugueses que votam e que vão contribuir para preservar o nosso património natural”.

Tito Rosa, presidente do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) considera esta uma “excelente oportunidade de levar ao conhecimento da população a riqueza e diversidade do património natural”. A iniciativa não podia acontecer em melhor momento. “Num ano em que se procura a nível mundial chamar a atenção que a perda da biodiversidade é um dos factores de maior ameaça do nosso futuro e da sua sustentabilidade, focalizar-se a atenção dos cidadãos para os valores naturais e para o património natural só pode ser uma oportunidade que ainda dá maior significado à mensagem inerente ao 2010 Ano Internacional da Biodiversidade”, acrescentou.

Organizações pedem maior atenção para locais candidatos

Carlos Teixeira, da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), lembrou que “muitos dos sítios candidatos são locais relativamente vulneráveis e que mereciam maior atenção em termos de vigilância e cuidado por parte das autoridades responsáveis”.

A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, pela voz do dirigente Francisco Ferreira, também sublinhou que o património natural e a conservação da natureza são áreas que “em termos de prioridade têm sido esquecidas por sucessivos governos e também pela população”. A associação espera que esta iniciativa aproxime as pessoas do território, “permitindo-lhes perceber as características únicas de habitats e o serviço que eles prestam”.

Nuno Domingues, do GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e do Ambiente) junta-se às outras duas associações e lembra que o país tem “uma longa lista de espécies que se extinguiram ou que estão em perigo” e os “habitats destruídos ou com um impacto provocado irreversível”. Este representante ambientalista considera que a iniciativa vai ajudar a criar um “sentimento de pertença e de conhecimento” junto das populações. “Há que criar no público a percepção de que a Natureza merece ser protegida”.

Lista dos 21 finalistas:

“Florestas e Matas”:
Floresta Laurissilva
Mata Nacional do Buçaco
Paisagem Cultural de Sintra – Património da Humanidade

“Grandes Relevos”:
Paisagem vulcânica da ilha do Pico
Parque Natural da Arrábida
Vale Glaciar do Zêzere

”Grutas e cavernas”:
Algar do Carvão
Furna do Enxofre
Grutas de Mira de Aire

”Praias e Falésias”:
Pontal da Carrapateira
Portinho da Arrábida
Praia do Porto Santo

”Zonas Marinhas”:
Arquipélago das Berlengas
Ponta de Sagres
Ria Formosa

”Zonas Não Marinhas”:
Lagoa das Sete Cidades
Portas de Ródão
Vale do Douro

”Zonas Protegidas”:
Parque Nacional da Peneda-Gerês
Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
Reserva Natural da Lagoa do Fogo
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Créditos: Público online 07.03.2010 - Helena Geraldes

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Deserto do Pó

Atacama, o deserto do pó




No deserto de Atacama, o mais árido do planeta, há séculos que não cai uma gota de água. Só há rochas, pedras, cactos, pó... E uma estranha beleza, que inexplicavelmente se entranha.

Para trás, a Argentina e o sul do Chile. Para a frente, Monsieur de la Palisse e o norte, depois o Peru, o Equador, a Colômbia, o Panamá, a Costa Rica, a Nicarágua, as Honduras, El Salvador, a Guatemala, o México, os Estados Unidos da América e o Canadá, ponto final no Alasca. Neste preciso ponto, próximo da cidade de Vallenar, III Região do Chile, uns 140 quilómetros a sul de Copiápo - a maior das três províncias da região de Atacama -, 660 quilómetros a norte de Santiago, capital chilena, debaixo de um sol tórrido, por cima do Trópico de Capricórnio, não havia maneira de o carro pegar. Não era um carro qualquer. Era um Ford, modelo Falcon, distinto exemplar da indústria de Detroit, casta de 82, ainda assim com menos anos que os seus três mil de cilindrada, motor musculado, estrutura em V, engolidor de óleo e de água, um puro-sangue, transfusionado para nos servir, se a ignição ajudasse. Só assim seria possível retomar o norte na imensa auto-estrada Pan-Americana, em direcção à boca enorme do deserto de Atacama, mortinho para nos engolir de um fôlego junto com a lata velha, que desatou a cuspir fumo pelas traseiras, dispensando a vigésima ida ao mecânico, mais coisa, menos coisa.



É preciso ter cuidado, muito respeito, quando se está prestes a enfrentar um monstro de rara beleza como este deserto, como um animal indomável, que é a sua própria lei, cuja imensidão é maior do que parece. Do tempo, não havia que esperar grande coisa, a não ser os aspectos científicos da sua previsibilidade: quase de certeza que não ia chover.

No deserto de Atacama não chove há mais de 400 anos, mas já houve períodos de mais de mil anos em que não caiu uma gota de água. Informação preciosa, inversamente proporcional às litradas engarrafadas, a aquecer no banco de trás. A viatura não dispunha de ar condicionado, airbags ou direcção assistida, pedaços foram caindo desde a cidade de Buenos Aires, pneus morreram na travessia da Patagónia, que em dureza não é comparável ao Atacama, floresciam fios eléctricos por todos os recantos do tablier, quase tudo o que era para funcionar não funcionava, mas tinha junto ao rádio avariado, presa por um íman, a Virgem da Guadalupe, santinha em traje alvo e celeste, cores da grande nação argentina e a mensagem tranquilizadora: "Buena Viaje!"

Sempre seco
O deserto de Atacama é o mais árido e o mais alto do planeta, já que fica a uma média de mil metros acima da linha de água. É evidente que uma coisa está ligada à outra. O fenómeno climático global, que na sua latitude cria desertos nas costas ocidentais em todos os continentes do hemisfério sul, faz a sua parte neste enorme pedaço do Chile. Os anticiclones do Pacífico, os grandes sistemas estáveis de alta pressão continuavam a criar os ventos alísios, mas nunca causando índices pluviométricos no deserto de Atacama, a salvo destes pela sua altitude, que por isso impede a sua passagem. A corrente de Humboldt, que transporta uma maré imparável de águas frias da Antárctida a norte e ao longo da costa chilena, que torna gélidas as brisas marítimas do oeste, continuava a reduzir a evaporação, a estimular o fenómeno de inversão térmica, a impedir a formação de nuvens altas e, por sua vez, de chuva. E, já agora, também não convém esquecer o gigante, a imensa cordilheira dos Andes, que forma uma planície vulcânica, altíssima e em forma de concha - a famigerada região altiplana andina -, que impede a passagem das tempestades de humidade que derivam da Amazónia brasileira. Sendo assim, também era melhor levar umas bolachas, pois a parte inicial era precisamente através das regiões onde durante mais tempo se registaram os mais longos períodos sem água, o que pode gerar fome. O primeiro objectivo era passar a cidade de Copiápo, onde estava a única estação de serviço num raio de 150 quilómetros, com sorte chegar à II Região, Antofagasta. Com mesmo muita sorte, chegar a Calama, a escassos quilómetros de San Pedro de Atacama, o oásis de Atacama.


Sem mais, a cidade de Vallenar, um depósito de solidão, mochileros de passagem e mineiros desempregados, ficou para trás, sorvendo lentamente o depósito que antes de sair atestámos, o que é de vital importância. Aliás, qualquer nativo aconselhará a atestar o depósito sempre que pelo caminho se verifique que não é miragem uma estação de abastecimento de 'nafta', que é como encontrar ouro onde não existe filão. Transposta com grande confiança a primeira parte do trajecto, por entre montes e vales, passando primeiro por uma região costeira onde a vista se perde no Pacífico, a uma velocidade média de 60, 70 quilómetros/hora, fomos encontrando o âmago, rocha, pedra, cactos de westerns gastos pelo tempo, pó, esqueletos de automóveis no meio do nada absoluto e magnífico, onde não havia um vestígio de vida que não fosse víbora ou presa. O ar é sequíssimo, parecia que o deserto se esticava à nossa frente, hipnotizando, lançando o seu feitiço, colando os lábios, apertando a garganta, dificultando a respiração.

Até à próxima estação, só havia recta, sob um sol intenso. A temperatura durante o dia excede os 40 graus. Durante a noite, é negativa. É importante não parar. Só a estrada parecia serpentear nas cores do sol na areia, nos múltiplos reflexos na rocha, no castanho da aridez, nas ilusões que criava, enquanto se acumulava o cansaço, distraído por altares ocasionais, muito comuns na América do Sul, quase esculpidos na rocha, que cada vez mais apertava o cerco à estrada. Muito de vez em quando, um camião cruzava-se connosco ou éramos ultrapassados por carrinhas de caixa aberta, tracção 4x4, a velocidade estonteante.

Em marcha lenta
Quilómetros e quilómetros passaram muito mais lentamente. Impossível dizer quantos, pois o conta ditos também estava avariado. Até chegar às imediações de Copiápo, que parece uma cidade fantasma, à paisana no deserto, cercada por furacões de alta e baixa intensidade que ao longe se viam a dançar em seu redor. E onde havia uma estação de serviço. Depósito cheio, dez litros de água fresca, que em meia hora ficava à temperatura ambiente, numa hora em chá, e umas daquelas sandocas universais das estações de serviço que se colam ao céu da boca, pois não havia mais nada que isso para além do tradicional choripan (chouriço em pão de cachorro), que é de enjoo fulminante. Daqui em diante, disse o gasolineiro, era rezar, parar de vez em quando para regar o motor e nem pensar em passar a noite no carro, muchachos.


Percebemos porquê mal nos fizemos de novo à estrada, atirados para um tumulto gigantesco de pó, desaparecendo Copiápo no retrovisor, desaparecendo a estrada por completo no horizonte, obrigando-nos a fechar as janelas do nosso forno ambulante, que ainda assim resistia, em marcha lenta para o epicentro de qualquer coisa ainda pior. O deserto de Atacama não gosta de nós. Não é para ser atravessado. E, decididamente, não é sítio para se ter uma avaria. E não é para acelerar mesmo que se tenha pressa de chegar ou, simplesmente, de sair dali. "Passito, passito, muchachos!" Devagar.

Devagar, nunca chegaríamos a Antofagasta, a maior cidade da região atacamanha. Depressa chegou o pôr-do-sol, o que não eram boas notícias para quem tinha as luzes do carro avariadas. Por outro lado, não havia vivalma, a coisa de 100 quilómetros de Antofagasta, a meio caminho e muito deserto de Calama, que era o objectivo do dia seguinte.

Ainda bem que sacudimos o pó do mapa, descobrindo um ponto minúsculo naquela geografia, a pouco mais de 40 quilómetros, virando em direcção à costa: Taltal outrora era um enclave boliviano, actualmente é um povoado de férias para muitos brasileiros, que adoram as praias um pouco mais afastadas de Pan de Azucar. Taltal era uma cidade tal que mal podíamos esperar para sair de lá, o que fizemos à primeira luz do dia, já que do carro não era expectável. Partimos em direcção a Calama, apenas passando ao largo de Antofagasta, na mais dura etapa deste deserto. Nas imediações de Antofagasta, visto de longe, ganha forma uma 'alucinação": a Mano del Desierto, um dos últimos legados do ditador Augusto Pinochet. Uma mão gigante que se ergue no nada, como se estivesse a impedir o céu de cair. É território inóspito, duro, petrificado, que parece sem fim, que parece o fim do fim, de novo sob um sol inclemente.


A cidade de Calama, a mais de dois mil metros de altitude, é como avistar o paraíso. Sendo chilena, é na verdade uma cidade de bolivianos. E o cansaço, pela viagem e pela altitude, é indescritível. É preciso um esforço titânico para procurar um sítio para dormir, embora o alojamento seja abundante, nem todos à prova de engano.
E, no dia seguinte, se a santinha e o motor quisessem, dormiríamos em San Pedro de Atacama, a jóia do deserto. Cansados chegámos, cansados abandonámos Calama, uma daquelas cidades em que só os poucos que estão não estão de passagem. Se o carro andasse, sempre uma incógnita matinal, o verdadeiro teste seria aos travões, que, em harmonia com o resto do carro, não andavam grande coisa. Através da região montanhosa, a descida para San Pedro de Atacama é de troços longos e íngremes, curvas e contracurvas perigosíssimas, ganchos à esquerda e à direita, cada qual com o seu penhasco, alternando com extensas planícies de sal, que espelham o céu, unindo-se com ele ao longe. Não sei se foi a santa, mas foi um milagre chegarmos a San Pedro de Atacama, já próximo das confluências da Bolívia e do extremo norte da Argentina. E logo para conhecer o mecânico local, que se mexia como se estivesse em Calama e que também já começava a acreditar no poder da Virgem de Guadalupe.
 "De Buenos Aires? Han venido con este coche, carajo?"
 Não digam mais: "Gringos!"


Mal sabia o senhor oleado que o carro precisava de uma vela para o motor e que não havia uma vela como aquela em todo o San Pedro de Atacama. É mais fácil encontrar ali uma rosa.

(Texto publicado na Revista Única da edição do Expresso de 28 de Novembro de 2009)
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Créditos: Jornal Expresso Online

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Rotundas????? Rotundas para quê??!!

Rotundas para quê quando os condutores são bons ?

Se repararem bem, pode-se ver que a imagem está acelarada, mas mesmo assim...

http://www.youtube.com/watch?v=h5_akg167CQ

http://www.youtube.com/watch?v=ebkogYErN3Y

Dá para pensar.... somos mesmo péssimos condutores!!