Mostrar mensagens com a etiqueta Sentimento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sentimento. Mostrar todas as mensagens
domingo, 15 de setembro de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
reLembrar..
"Escrevo aqui no presente para que no futuro os teus olhos se possam lembrar de mim, quando a tua mente me esquecer."
Bob Marley
Bob Marley
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Destino
Quero, terei;
Se não aqui;
Noutro lugar que ainda não sei.
Nada perdi;
Tudo serei.
Fernando Pessoa
Se não aqui;
Noutro lugar que ainda não sei.
Nada perdi;
Tudo serei.
Fernando Pessoa
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Dinamite
"Mas amar apaixonadamente nos faz sofrer porque esperamos muito mais do que podemos receber"
---------------------------
Créditos: NOliveira
---------------------------
Créditos: NOliveira
sábado, 19 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
O poema
Um poema como um gole dágua bebido no escuro.
Como um pobre animal palpitando ferido.
Como pequenina moeda de prata perdida para sempre na floresta noturna.
Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição de poema.
Triste.
Solitário.
Único.
Ferido de beleza mortal.
Mário Quintana
(1906-1994)
Como um pobre animal palpitando ferido.
Como pequenina moeda de prata perdida para sempre na floresta noturna.
Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição de poema.
Triste.
Solitário.
Único.
Ferido de beleza mortal.
Mário Quintana
(1906-1994)
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Sonhos sem magia...
"Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... E descobrimos que GRANDES mesmo eram os sonhos, e as pessoas PEQUENAS demais para torná-los reais!"
-------------------------
Bob Marley
-------------------------
Bob Marley
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Morrer lentamente.....
"Morre lentamente,
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
... quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente ,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar."
Pablo Neruda
Um texto que é um mar de verdades: Áos que morrem resta-lhes a lápide e o esquecimento... Para os que lutam, jamais tratarão por tu a cobardia pois no incerto, pode ser a felicidade que tanto procuram.
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
... quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente ,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar."
Pablo Neruda
Um texto que é um mar de verdades: Áos que morrem resta-lhes a lápide e o esquecimento... Para os que lutam, jamais tratarão por tu a cobardia pois no incerto, pode ser a felicidade que tanto procuram.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
DiversusCa
Depois de oito meses constantes, desesperantes e penosos de luta… depois de terem confirmado uma perda insubstituível…..depois de me terem fragilizado a saúde ….Eis que me chegam “uns papéis” assinados!!!
O que poderia ser um dia de eterna grandeza, será mais uma noite de imensa tristeza e angústia..!!!
--------------------------------------------------------
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Disponibilidades
"Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é?
O sorriso um do outro. Não é?"
Caio Fernando Abreu
O sorriso um do outro. Não é?"
Caio Fernando Abreu
sábado, 24 de setembro de 2011
Amanhã...
''Aprenda: Quem te ama, mesmo tendo motivos não te abandona.''
-----------------------------------
Créditos: Net (Bob Marley)
-----------------------------------
Créditos: Net (Bob Marley)
terça-feira, 7 de junho de 2011
Imensidão do só
O meu quintal é o mundo,
que a todos pertence mas é de ninguém.....
E a chuva um cumprimento que,
de quando em vez,
nos acena....
lembrando que a vida é o mundo
e este o nosso quintal.
que a todos pertence mas é de ninguém.....
E a chuva um cumprimento que,
de quando em vez,
nos acena....
lembrando que a vida é o mundo
e este o nosso quintal.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Mordi
..e o teu sorriso é o meu ar,
olhar fascínio, que nem a sorte..
sempre serei do teu vestir....
sempre serei do verbo amar
todo e só todo, tal como a morte,
mas é da vida o teu sentir!
------------------------------------
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Certamente.....
Se me esqueceres, só uma coisa: esquece-me bem devagarinho...
"Mário Quintana"
---------------------------
Créditos: Face IRazões
"Mário Quintana"
---------------------------
Créditos: Face IRazões
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Sonho, fraca ilusão?
Torcida em vela acabada
triste hôrreo..... não verás pão;
vulto mirrado sem sol nem sono,
sonho acabado, mito, ilusão..!
Pigmento que marcou estrada
nora sedenta..... dia de verão;
jovem Calígula vento sem dono,
alvorada escura, frio, decepção..!
Será o sonho, fraca ilusão??
Será o abraço, um apertão??
E respirar???? É tradição???
Homem cinzento, toca aguarela,
bebe cor pura, sisal que ata...
Agarra o passo, sorri e luta!!!
triste hôrreo..... não verás pão;
vulto mirrado sem sol nem sono,
sonho acabado, mito, ilusão..!
Pigmento que marcou estrada
nora sedenta..... dia de verão;
jovem Calígula vento sem dono,
alvorada escura, frio, decepção..!
Será o sonho, fraca ilusão??
Será o abraço, um apertão??
E respirar???? É tradição???
Homem cinzento, toca aguarela,
bebe cor pura, sisal que ata...
Agarra o passo, sorri e luta!!!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Bucólica saudade
Da rua, escuto os grilos
numa desgarrada de canto....
A meia-lua, encontra-se pendurada num salpico de escuras nuvens,
que, apressadas, passam, conduzidas pela brisa do norte.
O ar, já mais fresco, anuncia um Setembro de transição.
O falar da noite é de quando em vez, cortado pelo latir distante dos guardadores do medo...
Acabado de deitar, sei que o meu lugar não é aqui:
algures, no palco dos corvos, a Lua sonha comigo!
numa desgarrada de canto....
A meia-lua, encontra-se pendurada num salpico de escuras nuvens,
que, apressadas, passam, conduzidas pela brisa do norte.
O ar, já mais fresco, anuncia um Setembro de transição.
O falar da noite é de quando em vez, cortado pelo latir distante dos guardadores do medo...
Acabado de deitar, sei que o meu lugar não é aqui:
algures, no palco dos corvos, a Lua sonha comigo!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





