Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de julho de 2013

verdAdes


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

ATITUDE

http://www.youtube.com/embed/FDA41c6SGb0

Depois de ver..... concluo que só não sou feliz porque não quero!!!!..
------------------------------------------
Créditos: Mail PRibeiro

sábado, 19 de novembro de 2011

Homem

Pouco é um homem e, no entanto, nele
cabe tudo o que existe e fica ainda
espaço bastante para poder negá-lo.

Armindo Rodrigues - Beleza Prometida XC
in Poemas Portugueses Antologia da Poesia Portuguesa do Séc.XIII ao Séc. XXI

sábado, 5 de novembro de 2011

Luz&Som

"A luz é mais rápida que o som.
É por isso que algumas pessoas parecem ser brilhantes até as ouvirmos falar."
-----------------------------------------------------
Créditos: Net

domingo, 4 de abril de 2010

Beijo dá prisão... Cuidado!!!

Emirados: Tribunal confirma pena de prisão de casal britânico que se beijou em público


Dubai, Emirados Árabes Unidos, 04 abr (Lusa) - Um tribunal de recurso do Dubai confirmou hoje a pena de um mês de prisão pronunciada contra um casal britânico por se ter beijado na boca em público no emirado, informou o seu advogado.

"O tribunal de apelo confirmou o veredicto" anunciado em janeiro pelo tribunal de primeira instância, disse o advogado, Khalaf al-Hosaini.

Os britânicos, que não são casados, foram acusados de ter cometido um "ato sexual em público" ao beijarem-se na boca" depois de em novembro uma cidadã dos Emirados ter apresentado queixa pelo "beijo longo e apaixonado" que deram num restaurante onde a queixosa almoçava com o filho.
---------------------------------------
Créditos: Sapo

Sempre ONeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee....

Gente que nunca desliga

Têm horários de trabalho alucinantes e estão sempre disponíveis. Histórias de quem está sempre "on"

Paulo Pinto, corretor da Bolsa
É mais forte do que ele. Sempre que vai jantar fora, Paulo Pinto, de 54 anos, corretor da Bolsa, faz vários cálculos. Não que precise de contar os trocos para saber se pode pedir o prato mais caro. As contas, aliás, não têm nada a ver com ele. É o negócio que lhe concentra todas as atenções. Olha à sua volta, vê quantas mesas estão ocupadas, calcula o número de pratos servidos nessa noite, multiplica pelo preço médio e subtrai o que estima serem os ordenados dos empregados, para perceber se o restaurante é ou não viável. A operação demora poucos segundos e já nem sequer é consciente. Não escolhe hora, nem local, e muito menos precisa de um pretexto. "Simplesmente está sempre a acontecer. Mesmo se eu estivesse numa ilha isolada das Caraíbas. Não consigo parar de pensar em termos financeiros", explica.

Administrador da sociedade corretora Dif Broker, Paulo Pinto assume que não é uma pessoa calma. Gosta de viver em tensão, sempre com o pé no acelerador. Funciona ao mesmo ritmo com que os índices de mercado sobem ou descem. Mal acorda, ainda o Sol está longe de nascer, por volta das 05h30, ouve as notícias, liga-se à Internet e consulta, no terminal da Bolsa que tem em casa, como anda o valor do ouro ou a negociação das moedas. Antes das 8h já está no escritório, de onde só sai pelo menos 12 horas depois. Sempre sem comer. O 'almoço' é às 20h30. Parece cansativo? Paulo Pinto garante que a sua vida nada tem de extraordinário. Nem mesmo o facto de não gostar de tirar férias ou de achar que "a reforma é uma coisa que não faz muito sentido". "Não é que eu não desejasse ser capaz de desligar, mas não é possível, porque o mundo também não pára."

Paulo Pinto não é o único a viver em alta voltagem. Por feitio ou dever profissional, são muitos os que, como ele, roubam horas ao sono para ganhar horas ao dia. Fazem horários alucinantes, desdobram-se em mil e uma tarefas, estão permanentemente disponíveis e já não concebem a vida sem a Internet por perto. Tal como os seus telemóveis, estão sempre ligados. E não param de tocar.

-------------------
Parar ou morrer
Gabriela Sobral é viciada na adrenalina

Gabriela Sobral, 44 anos, directora-adjunta da produção nacional da TVI, não tem coragem para contar quantos telefonemas e e-mails recebe por dia. Deprimiria, confessa. Antes das 08h30 chega-lhe o primeiro SMS com o relatório da véspera: as audiências televisivas são o seu despertador. A partir daí esperam-na pelo menos mais 12 horas de trabalho. Sem contar com os muitos jantares profissionais e os guiões de novelas e séries que tem de ler antes de se deitar. Ou com as noites perdidas a sonhar com o que ficou por fazer, o que tem acontecido cada vez mais frequentemente. "Se mais horas o dia tivesse, mais horas eu estaria a trabalhar, porque há sempre mais e mais coisas para fazer. A sensação que tenho é que estou sempre em défice com o trabalho ou com alguém, seja familiares ou amigos, porque pura e simplesmente não tenho tempo."

No seu gabinete na estação de Queluz não há um minuto de silêncio. Nem tempo para um minuto de pausa. As três televisões estão permanentemente sintonizadas. Vê os programas da casa e não perde os da concorrência, ao mesmo tempo que atende chamadas, responde a e-mails e deita uma vista de olhos a um novo guião. "É a minha natureza, a minha maneira de estar na vida. Nunca desligo. Sou uma pessoa stressada e um bocadinho viciada na adrenalina", confessa.

Como qualquer vício, também este tem consequências. "O cérebro adapta-se a tudo. Se for treinado para dispersar a atenção, acaba por ficar rotinado nessa capacidade. Mas pode ter custos. Perde-se a concentração e a atenção focada que permite, por exemplo, ficar três horas a ler um livro", explica Alexandre Castro Caldas, ex-presidente do Colégio de Neurologia da Ordem dos Médicos. No limite, se a cabeça nunca desligar, nomeadamente através do sono, podem surgir "quadros graves de perturbação mental, como a depressão e até delírios e alucinações".

Gabriela já sentiu que "a coisa estava a ficar grave". Há cinco anos, estava a atingir o limite das suas forças. Mas nem por isso abrandou o ritmo. Continua ligada à corrente, com a consciência de que um dia terá de parar. "Não é possível viver assim muito mais tempo sem que haja consequências sérias. É uma espécie de parar ou morrer. Acho que a meta é aos 50", diz. Talvez aí cumpra o "sonho romântico" de deixar tudo e montar um negócio à beira-mar, nas praias idílicas de Moçambique.

------------------------------------
Meio ano de férias por gozar
Francisco George trabalha mais de doze horas por dia

A promessa de Francisco George, director-geral de Saúde, parece bem mais simples, mas nem por isso é mais fácil de concretizar. Sempre que o chefe da divisão dos recursos humanos do organismo o repreende por nunca tirar férias e recorda que é a lei que o manda fazer, George, de 62 anos, jura que um dia as vai gozar. Mas a resolução é invariavelmente adiada. E os dias acumulam-se. Já lá vão 147 em atraso.

Não é que não queira fazê-lo, mas não é fácil para quem tem a responsabilidade de coordenar hospitais, serviços de saúde e a resposta de emergência a situações de alto risco, como a pandemia da gripe A. Por várias vezes, teve de abdicar de dias de descanso em nome do sentido de missão. Lembra-se bem da vez em que, já de malas feitas na véspera da sua partida para férias, recebeu um telefonema alarmado do director-geral de Saúde da Irlanda a avisar que um casal que tinha estado no Algarve adoecera com uma encefalite provocada pelo vírus do Nilo Ocidental. Pelo tempo de incubação, só poderiam ter sido infectados em Portugal. "Foi muito complicado gerir esse risco, porque o Algarve estava a abarrotar de turistas. Foi preciso saber se havia mosquitos infectados e proteger as pessoas sem ser alarmista e criar o pânico. Foram dias terríveis, e obviamente as férias que eu ia tirar acabaram por desaparecer", conta. A história repetiu-se muitas outras vezes e voltou a acontecer em 2009 com a emergência da gripe A. No ano inteiro só conseguiu parar dois dias.

Mesmo sem pandemias e estados de alerta, os dias de Francisco George são tudo menos calmos. Entra na Direcção-Geral de Saúde às 8h, perde pouco tempo a almoçar (ainda que nunca ceda ao fast-food, sublinha), e só sai depois das 20h. Apesar das longas jornadas, há sempre mais coisas para fazer. "O trabalho é intenso e exige muito tempo e grande dedicação. Há vários dias em que as horas simplesmente não chegam. O horário de trabalho nunca é o suficiente", explica. Por isso, está necessariamente disponível e contactável 24 horas por dia. E trabalhar aos fins-de-semana já se tornou banal. Mas não se queixa - e muito menos planeia abrandar. "Sempre dediquei a minha vida ao interesse público, e não me sinto cansado", diz.

------------------------------------------

Hiperactividade cerebral
João Moreira de Sá, mais conhecido no mundo virtual pela alcunha de «Arcebispo de Cantuária»

Já o ritmo louco de João Moreira de Sá, mais conhecido no mundo virtual pela alcunha de "Arcebispo de Cantuária", pouco se deve ao trabalho. "Comecei a acordar mais cedo há nove anos, quando tive filhos. Foi uma viragem na minha vida e senti que não tinha tempo para nada. Até que decidi 'fintar' os miúdos e acordar ainda mais cedo do que eles, porque é a única altura em que há sossego em casa", explica. O problema é que o 'estratagema' acabou por viciar o seu relógio biológico. Hoje não precisa de mais de quatro horas de descanso por dia, garante. Deita-se habitualmente pela meia-noite e pouco depois das 5h já está a transmitir saudações matinais aos 2752 seguidores que tem no Twitter e aos 791 'amigos' que mantém no Facebook.

A Internet é, aliás, o seu 'gabinete de trabalho'. Faz blogsitting, uma espécie de baby-sitting de blogues e contas de redes sociais criadas por empresas, instituições ou até personalidades, que o contratam para gerir em permanência a sua presença no mundo virtual. Além dos clientes, tem ainda de alimentar os cerca de 20 blogues que foi criando em áreas tão diferentes como o humor, a culinária ou a literatura e que contam já com um sem-número de fiéis seguidores. "Só desligo entre a meia-noite e as 4h, para dormir um bocadinho. De resto, é non-stop. Totalmente viciante", admite.

Tanto que bastou uma tarde de tempestade e quatro horas sem rede no telemóvel e sem electricidade em casa para que ficasse à beira do desespero. "Já me estava a preparar para sair de casa e correr à procura de Internet, desse por onde desse, quando finalmente a luz voltou. Não conseguia estar mais tempo desligado", relata.

Para conseguir ter ideias e criatividade suficientes para manter a 'produção', não dispensa as notícias da rádio, sintonizada o dia inteiro. Quase sempre na cozinha. Tal como o computador, onde está horas a fio a escrever, entre tachos e panelas. "Ouço as notícias enquanto escrevo na Internet, ao mesmo tempo que cozinho. Tudo isto com múltiplas personalidades na cabeça, tantas quantos os clientes para quem trabalho e para quem tenho de escrever em seu nome, em áreas que podem ir do ambiente às obras públicas ou até aos discursos políticos", explica. "É uma espécie de hiperactividade cerebral." Que nunca lhe permite premir o botão off.
----------------------------------------------------
Créditos: Joana Pereira Bastos (www.expresso.pt)
Publicado na Revista Única do Expresso de 27 de Março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Amizade

terça-feira, 2 de março de 2010

Tributo ao THST - Cidade Liz

É POSSIVEL A ÉTICA E A LIBERDADE?

Com base na definição de ética posso concluir que em contexto profissional a liberdade é limitada, sendo que são definidas normas a cumprir dentro da organização, existe por isso uma limitação à liberdade dos colaboradores. Enquanto colaboradores de uma determinada empresa estes têm que obrigatoriamente cumprir as respectivas normas, para se integrarem, e não estarem sujeitos a sanções. Os direitos e deveres do colaborador para com a entidade, bem como o seu funcionamento são transmitidos atempadamente pela entidade, sendo que existe nesta altura a liberdade total de se exprimirem em relação a essas mesmas condições, possuindo o direito e liberdade de não celebrarem qualquer contracto com a organização.

Para viver em sociedade, é fundamental a criação de leis, pois esta é a melhor forma de limitar a liberdade de cada um, para que seja possível viver de forma civilizada, sem colocar em perigo, e não prejudicar o outro. Existe na minha opinião, uma contradição quando se diz que as pessoas têm total liberdade de fazerem o que querem. Sendo que muitas vezes os cidadãos deixam de assumir determinadas condutas, pelo facto de poderem ser punidos, e é nesta altura que acaba a sua liberdade.

Sandrina Gomes
----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Considerando que, vivemos numa sociedade, dita organizada, somos regidos por regras ou leis;
Considerando que, a nossa liberdade termina onde começa a do outro;
Considerando que, todos devemos respeito para podermos exigi-lo;
Considerando que, ética tem por objectivo o juízo de apreciação que distingue o bem e o mal, o comportamento correcto e o incorrecto;
Considerando que, os princípios éticos constituem-se enquanto directrizes, pelas quais o homem rege o seu comportamento, tendo em vista uma filosofia moral dignificante;

É possível sim.... a ética caminhar lado a lado com a liberdade, sem que seja posta em causa a liberdade e os princípios éticos de cada indivíduo.

Luísa Sousa
----------------------------------------------------------------------------------------------------------

É claro que é possível, apesar de a ética estar sujeita a normas, costumes e determinados valores. Se nos sentirmos bem ao praticá-los e se acharmos que está correcto dentro dos parâmetros ditos normais da sociedade, independentemente do que as outras pessoas pensam. Considero que se estes não forem prejudiciais para com os outros, todos nós temos a dita liberdade. Estaríamos perdidos e sem rumo sem todos estes valores, normas e costumes, pois é sempre preciso que nos ensinem e mostrem as coordenadas da vida, para que saibamos viver em sociedade dentro da liberdade, que também esta é restrita.

Margarida Santos
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Existem certas coisas que nos convêm, e ao que nos convém costumamos chamar bom, porque nos cai bem; outras coisas caiem-nos muito mal, e a tudo isso chamamos mau. Sabermos o que nos convêm é por assim dizer distinguir entre o bom e o mal, é um conhecimento que todos tentamos adquirir pelos resultados que nos trás. Por exemplo: Será melhor dizer ao doente que sofre de um cancro incurável, a verdade sobre o seu estado, ou devemos enganá-lo, afim que ele passe sem angústia as suas últimas hora? A mentira não nos convém é má, mas às vezes parece tornar-se boa. O mau parece às vezes tornar-se mais ou menos bom e o bom tem em certas ocasiões as aparências de mau. Podemos dizer sim ou não, quero ou não quero. Por muito apertados que nos vejamos pelas circunstâncias, nunca temos um só caminho a seguir, mas sempre vários. Quando falo de liberdade é isto que me refiro, é em escolher dentro do possível.

Podemos inventar e escolher em parte a nossa forma de vida. Podemos optar pelo que nos parece bom, quer dizer, conveniente para nós, frente ao que nos parece mau e inconveniente. E como podemos inventar e escolher, podemos enganar-nos. Assim parece prudente estarmos atentos ao que fazemos e procurar adquirir um certo saber, ou melhor arte de viver.

“A liberdade não é uma filosofia e nem sequer é uma ideia: é o movimento da consciência que nos leva, em certos momentos a proferir dois monossílabos: Sim ou não.”
(Octávio Paz, A outra Voz)

Isabel Razões
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

No meu ponto de vista é possível sim, pois estes dois termos estão interligados. Se uma pessoa não for livre, em termos de ética, como se explica o seu ponto de vista?
Pois é, não se explica.
Para além do mais, só se pode proferir Ética quando falamos de pessoas (possuem consciência); só as pessoas têm a oportunidade ou a liberdade de escolher algo.
Existem sim, pessoas com ética e que possuem a liberdade na qual eu não concordo com a minha ética e a minha maneira de gerir a minha liberdade.
Todas as pessoas têm maneiras diferentes de agir e maneiras diferentes de pensar, pois nós (humanos) “somos todos iguais, mas diferentes”.
É assim que a Ética e a Liberdade se unem. Por vezes existem “coisas” que as pessoas deviam de fazer até para o próprio bem das mesmas, mas estas não fazem por não querem, (no entanto têm a liberdade para o fazer). Existem outras que fazem o que não devem e até se prejudicam, mas também têm a liberdade para o fazer.
Liberdade tem a ver com a Cidadania, liberdade de expressão e o direito de escolha.
Eu ao entrar neste curso, tive a consciência de que não seria fácil para mim começar a estudar de novo; contudo tive a liberdade de optar/escolher.
Eu quero, posso e devo fazê-lo com Ética e Liderdade.


Raquel Vieira
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Eles andam por aí..... a voar!

Perseguição nos céus

O Expresso passou um dia em missão com a Força Aérea, a bordo de um C-295. A aeronave não respondeu ao controlo aéreo e alterou a rota prevista, sendo escoltada por caças espanhóis, marroquinos e portugueses durante o voo. Tudo não passava de um exercício para testar os meios de prevenção de um possível cenário de pirataria aérea.

http://aeiou.expresso.pt/perseguicao-nos-ceus=f549209

Uma aeronave suspeita sobrevoou espaço aéreo português, espanhol e marroquino sem responder ao controlo de tráfego aéreo, desviando-se da rota prevista. O C-295 da Força Aérea Portuguesa (FAP) foi, por isso, escoltado por caças dos três países até à sua aterragem no Montijo.

O cenário não passava de um exercício coordenado pela FAP, que tinha como objectivo testar os meios de prevenção e resposta em caso de um avião civil ser utilizado como arma num ataque aéreo - exercícios que se passaram a realizar com maior frequência após o 11 de Setembro de 2001, explica o Tenente-Coronel Paulo Gonçalves.

O Expresso acompanhou a equipa da FAP que participou no exercício e observou os acontecimentos a bordo do C-295 que simulou uma aeronave civil. O aparelho descolou de Porto Santo, na ilha da Madeira, às 8 horas; 40 minutos depois abandonou a rota prevista - em vez de se dirigir a Tenerife, sobrevoou as Canárias em direcção à costa de Marrocos.

Avião 'renegade'
Por esta altura, a aeronave portuguesa era considerada de tipo 'renegade' - classificação que é atribuída a um aparelho civil que constitua uma potencial ameaça aérea terrorista. A resposta espanhola demorou cerca de dez minutos, quando um caça F-18 seguiu o avião português, na sua cauda, à distância.

Assim que entrámos em espaço aéreo marroquino, o C-295 passou de imediato a ser escoltado por dois caças F-5, pois os africanos já tinham sido avisados pelo controlo aéreo espanhol, procedimento aliás considerado normal numa situação como esta.

Continuámos a subir a costa marroquina em direcção a Gibraltar e os dois F-5 foram rendidos por dois Mirage F-1, que adoptaram sempre uma escolta de proximidade até a aeronave portuguesa abandonar o espaço aéreo marroquino.

Durante a viagem, que durou cerca de cinco horas e meia, tivemos sempre 'companhia'. À chegada a Gibraltar foi possível avistar, à distância, um caça Eurofighter espanhol. Assim que o C-295 começou a sobrevooar a zona de Faro, dois caças F-16 da FAP seguiram-nos até junto de Sines, onde o exercício foi dado por terminado.

Telefone 'vermelho'
Caso estes acontecimentos não tivessem sido parte de um exercício, a aeronave portuguesa teria sido, certamente, forçada a aterrar pelos caças que a escoltaram. No entanto, se continuasse o comportamento suspeito, seriam feitos os avisos estabelecidos um protocolo escrito entre as entidades aéreas que gerem o espaço aéreo nacional.

Se, mesmo assim, o comportamento suspeito se mantivesse, existe um 'telefone vermelho' na posse do primeiro-ministro de Portugal, e este seria contactado pelo Comando Aéreo da FAP e questionado sobre qual o destino a dar uma aeronave que tenha um comportamento hostil. Só ele, no nosso país, pode dar ordem de abate a uma aeronave civil, explica o Tenente-Coronel Paulo Gonçalves.

Iniciativa 5+5
O exercício foi realizado no dia 11 de Novembro, no âmbito da Iniciativa 5+5, que engloba os países da margem norte e sul do Mediterrâneo: Portugal, Espanha, Marrocos, França, Itália, Mauritânia, Tunísia, Argélia, Malta e Líbia.

A Força Aérea Portuguesa coordenou o cenário "Este" do exercício, sobre o Oceano Atlântico, enquanto ao mesmo tempo se realizava, sobre o Mar Mediterrâneo, o cenário "Oeste" da missão, com outros países envolvidos.
----------------------------------------
Créditos: Expresso Online

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

África pede respeito.... bem o merece!!

Sínodo dos Bispos Africanos
África pede respeito

A mensagem fi nal da II Assembleia especial para a África do Sínodo dos Bispos foi apresentada esta sexta-feira, no Vaticano, na presença do Papa Bento XVI. Uma longa salva de palmas sublinhou a leitura do texto, perante mais de 200 participantes.
O documento pede que a comunidade internacional trate o continente com “respeito” e altere as regras do jogo económico, com referência especial para a dívida externa. A exploração das multinacionais e a agenda escondida por detrás das ajudas às populações carenciadas estão também “na mira” dos padres sinodais.
A mensagem sublinha, em relação à pandemia da SIDA, a mensagem já afi rmada pelo Papa de que a questão não se resolve com distribuição de preservativos.
Uma palavra especial é dedicada às relações com o Islão, assegurando que diálogo é possível, sendo importante, contudo, dizer “não” ao fanatismo.

“África, levanta-te e anda!” é a forte interpelação deixada pelos Bispos, que repetem apelos: aos sacerdotes, para que respeitem o celibato, às famílias, aos jovens e às crianças. Em comum, o pedido de que todos se empenhem em favor da reconciliação e que exista discernimento no confronto com o mundo ocidental.

A experiência de Moçambique
O Bispo da Beira, D. Jaime Gonçalves, levou aos trabalhos do Sínodo a experiência de reconciliação de Moçambique. Em entrevista à Renascença, D. Jaime explicou que
destacou, na sua intervenção, a importância da reconciliação “num continente onde ainda há violência, em forma de guerras, e em termos de pessoas que estão a sofrer”.
“Dentro do processo que fi zemos, que nos levou aos acordos de paz, as partes, logo na assinatura do acordo geral, propuseram a reconciliação. Cada uma ficaria responsável, daí em diante, pelos seus próprios actos, mas o passado fi cou perdoado. Isso viveu-se até hoje, foi um processo singular, este de Moçambique. E no sínodo pudemos partilhar isso com os nossos colegas.
Propondo-o como uma via para a reconciliação”, disse o Bispo da Beira.

A ideia, explica, é levar essa experiência para as regiões que ainda vivem em confl ito. “Agora vamos tentar iniciar em África, onde ainda não foi iniciado, o processo de reconciliação. É essa missão que a Igreja assume com este sínodo”, explica D. Jaime, nesta entrevista em que fala, ainda, da relação económica entre África, o Ocidente e a China: “Não podemos supor que vamos
continuar neste jogo assim. Vai-se chegar a uma situação em que a economia vai ter que contar com o progresso de África”.
-------------------------------
Créditos: Página 1 Online

As mulheres adoram CHEFES homens... !!


Estudo diz que mulheres com chefes homens são as menos stressadas


O bem-estar físico e mental dos trabalhadores pode ser influenciado pelo sexo do chefe, de acordo com um estudo que analisou como o impacto do género nas relações de trabalho podem influenciar na saúde.

Usando dados colectados por um questionário de abrangência nacional feito nos EUA, Scott Scheiman e Taralyn McMullen, da Universidade de Toronto, pesquisaram o stress psicológico e sintomas físicos (como fadiga e dores de cabeça) em três grupos diferentes de trabalhadores: os que tinham dois gerentes (um do sexo masculino e outro do sexo feminino), trabalhadores com gerências do mesmo sexo e outros chefiados por pessoas do sexo oposto.

Os resultados, publicados no Journal of Health and Social Behavior, revelaram que mulheres que trabalham com chefias do mesmo sexo tinham mais sintomas de stress do que mulheres com gerentes homens. Nas mulheres chefiadas por duplas de gerentes o nível de stress foi ainda muito mais intenso.

Os investigadores também descobriram que os homens com apenas um supervisor tinham também um nível elevado de stress, com resultados pendendo positivamente para as chefias femininas. Ao dividir a atenção entre dois gerentes de géneros diferentes esses homens também demonstraram uma diminuição desses sintomas. Isso poderia sugerir uma tendência: chefias de géneros diferentes dos subordinados seriam mais saudáveis para o ambiente de trabalho, pois contribuiriam para diminuir o nível de stress.

O estudo mostrou também que com o tempo essas situações tendem a diminuir. Os casos de hostilidade reportados no primeiro ano de trabalho (considerando os números totais) eram mais de 6 vezes maior que no segundo ano.

-----------------------------------------

Créditos: Sapo Saúde

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Sondagem para a Câmara Municipal Alcobaça

PSD vai manter maioria absoluta em Alcobaça

O PSD vai manter a maioria absoluta na Câmara de Alcobaça, segundo uma sondagem IPOM - Instituto de Pesquisa de Opinião e Mercado Lda para o REGIÃO DE CISTER.O estudo de opinião revela que o candidato social-democrata Paulo Inácio recebe a intenção de voto de 42,8% dos eleitores, contra 21,4% do PS e 16% da CDU.

Estes valores já incluem a distribuição aritmética dos eleitores não votantes e dos indecisos, situação que pode alargar um pouco a margem de erro. Caso se confirmem estes resultados, o PSD elegerá quatro vereadores, o que lhe permitirá manter a maioria absoluta no executivo. Contudo, os social-democratas terão um resultado inferior ao registado há quatro anos, perdendo um vereador para o PS.
Depois de em 2005 terem registado o pior resultado de sempre em Alcobaça, os socialistas vão subir a votação, mas ficam muito de longe de ameaçar a supremacia do PSD.
A CDU surge no terceiro lugar, com 16% das intenções de voto, valores que apenas permitirão a reeleição de Rogério Raimundo para o executivo municipal.
O Movimento Cívico Independente de Alcobaça, liderado por José Pedrosa, deve quedar-se pelos 7,5%, não sendo suficiente para a eleição de um vereador, tal como BE e CDS, com 6,6% e 2,2%, respectivamente.
O IPOM é uma empresa acreditada para a realização de estudos de opinião, tendo vindo a efectuar, há mais de uma década, vários sondagens para o "Jornal de Leiria".

Créditos: Net - Blogs RR

terça-feira, 19 de maio de 2009

Quem consome os nossos produtos????

A NOSSA ECONOMIA PRECISA DESTA REFLEXÃO!

"O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in ChechRepublic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made inSingapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

Portugal não produz ou só é bom se vier de fora??

Créditos: Mail AM