quinta-feira, 14 de maio de 2009

A cor dos Alimentos


Amarelo - Contém betacarotenos, vitamina C, ferro e vitamina do grupo B, proporcionam energia e devem ser consumidos diariamente. Exemplos: milho, gérmen de trigo, ovo, mel, alperces, pêssegos, maças, massas e batata. Aumentam a criatividade. A presença da cor amarela numa mesa facilita a digestão e regulariza o intestino.
Caso seja guloso utilize os que contenham baixas calorias.

Verde - Contém clorofila e são ricos em magnésio, beneficia o sistema nervoso, a falta de alimentos desta cor pode provocar uma diminuição de glóbulos vermelhos, estes encontram-se em espinafres, alface, agriões, brócolos, kiwi.
Promove a tranquilidade e equilíbrio, é útil para acalmar os estados de espírito muito agitados.

Vermelho - Ricos em licopeno com uma forte acção antioxidante e protectora contra alguns tipos de tumores, estes encontram-se nos pimentos, melancia, morangos, maçãs e sobretudo no tomate.
Esta cor combate a tristeza e depressão.
Violeta - Contem substâncias antocianinas que lhes dá a sua característica de cor violeta, protectora contra as doenças coronárias e tumores. Melhora a capacidade visual e reforça os vasos sanguíneos. Efeitos desinfectantes no tracto urinário. Útil para a memória e processos de envelhecimento, encontram-se na beringela, couve lombarda, uvas pretas, mirtilo, amoras. Indicado para pessoas muito nervosas e que se cansam com frequência.
Laranja - Indica a presença da provitamina Existe em abundância nas laranjas, damascos, nêsperas, cenouras, pêssegos e ajuda a obter um bom bronzeado e protege do mau colesterol. Ajuda a melhorar os estados depressivos e dão ânimo à mente.
Evite esta cor se sofre de fome compulsiva.

Branco - Contém substâncias sulfuradas que possuem propriedades antibióticas e antioxidantes. Aumentam o colesterol bom e melhoram a circulação; encontram-se no alho e cebola.
São altamente depurativos.


ALIMENTOS COM PROPRIEDADES ANTICANCERÍGENAS
Está demonstrado que existem substâncias que causam o cancro. O contacto ou inalação de determinados produtos químicos afecta as células ou pelo menos enfraquece-lhes as suas defesas. A dieta alimentar possui um papel muito importante no que se refere ao cancro. Quase 30% dos cancros resulta de uma má alimentação (por exemplo, está provado que a gordura favorece os cancros da mama, do útero, da próstata, do cólon e do recto). É por isso conveniente variar a alimentação e comer com moderação. Para além disso, existem diversos estudos que apontam para o facto de existirem alguns alimentos que ajudam a prevenir o cancro. Embora nem todos estejam comprovados cientificamente, vejam-se os seguintes exemplos:
Agrião - O agrião é um vegetal muito nutritivo e pouco calórico. Tem virtudes anti-cancerígenas e previne sobretudo os cancros da bexiga, esófago, estômago, intestino, laringe, próstata, pulmão e útero.
Aloé Vera - O Aloé Vera é uma das melhores plantas medicinais. A folha desta planta permite uma óptima cicatrização de diversos problemas de pele como o cancro da pele, lesões e queimaduras. Investigações com células sanguíneas humanas in vitro evidenciaram que esta planta estimula a libertação dos factores cancerígenos das necroses e produz outras actividades anti-cancerígenas.
Ananás - Cientistas australianos anunciaram a descoberta de um poderoso agente anti-cancerígeno nas moléculas do ananás. Uma das moléculas (CCZ) estimula o nosso sistema imunitário a eliminar as células cancerosas, enquanto que a outra (CCS) bloqueia uma proteína (RAS) que é deliberante em 30% de todos os tipos de cancro. Em conjunto, bloqueiam o crescimento de uma série de tumores, entre os quais os da mama, pulmão, cólon, ovário e melanoma.
Cacau - Um estudo divulgado em Londres, resultante de uma investigação liderada por Norman Hollenberg, professor da Faculdade de Medicina da Harvard University, revelou que um composto do cacau natural, muito consumido pelos índios Kuna, do Panamá, é eficaz na prevenção do cancro e de outras doenças mortais comuns: AVC, enfarte do Miocárdio e Diabetes.
Espinafres - As folhas dos espinafres contêm nutrientes importantes, antioxidantes e biflavonóides que ajudam a bloquear as substâncias desencadeadoras do cancro. Por exemplo, é rico em carotenóides, entre os quais está o beta-caroteno, fonte de vitamina A da planta, e a luteína. Ambos parecem ajudar a prevenir o cancro do pulmão e da próstata.
Kiwi - Investigadores da Nova Zelândia e da Itália afirmam ter descoberto que uma nova variedade de kiwis de polpa vermelha contém um poderoso antioxidante (antocianina) que protege o organismo contra o cancro e contra doenças cardíacas. Dado os seus benefícios medicinais, vale a pena consumi-lo.
Laranja - A laranja, rica em vitamina C, reduz o risco de certos tipos de cancro. No entanto, não devem ser consumidas à noite pois podem causar efeitos secundários, tais como, atrasar a digestão e provocar insónias.
Piripiri - Investigadores do Instituto de Oncologia do Hospital Cedars-Sinai e da Universidade da Califórnia em Los Angeles descobriram uma nova arma de defesa contra o cancro - o "piripiri". A capsaicina (o alcalóide existente no piripiri) provoca a destruição de aproximadamente 80% das células cancerosas da próstata. Segundo um dos autores do estudo, Soeren Lehmann, "a capsaicina tem um efeito anti-proliferante profundo nas culturas das células humanas de cancro da próstata". Estes estudo foi publicado na revista "Cancer Research".
Salsa - A salsa é muito rica em próvitamina A e vitamina C, sendo, por isso, um anti-cancerígeno importante. No entanto, não deve ser consumida em excesso pois pode provocar efeitos secundários tais como excitação, irritação do estômago e diminuição brusca da tensão arterial.
Tomate - Homens que consomem alimentos com tomates cozidos tendem a apresentar índices inferiores de cancro da próstata. Para além disso, um estudo divulgado durante o encontro da “Associação Americana para Pesquisa do Cancro” revelou que doses diárias de licopeno - um antioxidante que faz com que os tomates amadureçam e se tornem mais vermelhos - podem não apenas prevenir o cancro da próstata, mas também diminuir o tamanho dos tumores já existentes. Homens que ingeriram 30 mg do suplemento (quantidade encontrada em cerca de 1,5 kg de tomates) apresentaram níveis mais baixos do antigénio prostático específico - uma substância que indica o crescimento celular - e tumores menores.
Brócolos, Couve-Flor e Repolho - Os brócolos, a couve-flor e o repolho destacam-se na prevenção do cancro da bexiga. Segundo um relatório publicado na revista do National Cancer Institute (Instituto Nacional do Cancro), num grupo de 48 mil homens voluntários, apenas os que consumiram brócolos e hortaliças da mesma família apresentaram menor risco de cancro da bexiga. Esse tipo de verdura elimina organismos presentes no sistema digestivo que poderiam desencadear o aparecimento de tumores na bexiga.
Frutos silvestres - Um estudo recente afirma que os morangos, amoras silvestres, framboesas e mirtilos inibem o crescimento do cancro e estimulam a apoptose de células cancerígenas.
Nota: Certos alimentos reduzem o risco de cancro mas podem ser prejudiciais em outros aspectos. Desta forma, procure descobrir mais sobre os produtos referidos e procure pedir a opinião de peritos na matéria

Fonte: [Alimentos que podem salvar vidas - Mulher da classe] - Net (adaptado)

Click's.....

Palavras para quê??!!!


Créditos: Net

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Convicção..

Quase....

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Sarah Westphal

Créditos: Pensador/Jorge Ferreira

sábado, 9 de maio de 2009

Liberdade....

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa
Créditos: Foto: Clark Little

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Saudade......

"Saudade é a solidão acompanhada,

é quando o amor ainda não se foi embora mas o amado já...

Saudades é amar um passado, que ainda não passou e recusar um presente que nos machuca,

é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é o inferno dos que perderam,

é a dor dos que ficaram para trás,

é o gosto de morte na boca dos que continuam.

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudades...

Aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos,

não ter por quem sentir saudades,

passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido."


Pablo Neruda

http://www.youtube.com/watch?v=KWZ0g0_HNyw

domingo, 3 de maio de 2009

ÓPERA - VERDI

AIDA

DRAMA, AMOR TRÁGICO e GRANDE MÚSICA


A magistral AIDA composta e estreada em 1871, é indubitavelmente uma das mais extraordinárias criações de Verdi e continua a ser um exemplo da “grande ópera” sendo até hoje uma das mais apelativas para o grande público. Além da sua grandiosidade cénica , nunca os elementos de cerimonial e teatralidade e a tragédia individual foram tão sábia e ricamente combinados numa obra musical. É a história do cativeiro de uma princesa Etíope - Aida, e do seu amor retribuído pelo general guerreiro egípcio Radamés. Tudo se passa no tempo dos Faraós cheio de pompa e grande espectáculo com cenas no Palácio Real,nas margens do Nilo, e finalmente no Túmulo onde os dois se encontram para morrer juntos ,num ambiente de guerra e intriga política.
Aida é uma ópera em quatro atos com música de Giuseppe Verdi e libreto de Antonio Ghislazoni, com estréia mundial na Casa da Ópera, Cairo, aos 24 Dezembro de 1871. Esta obra foi composta por encomenda do governo egípcio para a inauguração e em comemoração da abertura do canal de Suez.

Sinopse
Acto I
O sumo-sacerdote Ramfis faz saber a Radamés, capitão da guarda egípcia, que os etíopes cobiçam o Egito. Depois acrescenta que a deusa Ísis decidiu que deve comandar os exércitos egípcios para defender o seu território e vai ter com o faraó para informar do divino desígnio. Radamés sonha ser o escolhido e idealiza uma volta vitoriosa da batalha para oferecer o seu triunfo à sua amada Aida,escrava da filha do faraó e filha do rei etíope Amonasro. Entra Amneris,filha do faraó, que ao perceber a alegria do general,suspeita que o motivo do estado de ânimo não se dava apenas aos sonhos de glória no campo de batalha. A chegada de Aida, muito afeta pelos rumores de guerra,só faz aumentar as suas dúvidas e alimentar os seus ciúmes: Amneris sabe que o coração de Radamés pertence a outra mulher que, provavelmente, é a sua escrava. No entanto, finge um grande carinho pela jovem escrava etíope quando, na realidade, está cheia de desejos de vingança. Precedido pela sua guarda entra o faraó com Ramfis, os sacerdotes e um grupo de cortesãos. Logo em seguida, aparece um mensageiro que relata como as tropas etíopes , sob comando do rei Amonasro, devastam tudo o que encontram no seu caminho e avançam para a capital, Tebas. Ao ouvir o nome do seu pai, Aida deixa escapar uma exclamação que não é ouvida pelos presentes, que ignoram a sua linhagem. O faraó anuncia que a deusa Ísis decidiu que Radamés é o escolhido para comandar as tropas contra o exército invasor. Todos os presentes encorajam o militar e gritam gritos de guerra. Amneris entrega-lhe um estandarte e deseja-lhe uma volta vitoriosa. Saem todos menos Aida que,repetindo as palavras de Amneris, luta entre os seus sentimentos amorosos por Radamés e por seu pai e os seus compatriotas,os quais irão se enfrentar na batalha. Numa sala do templo de Vulcano: Ouvem-se ao longe cânticos e rituais das sacerdotisas, que invocam a proteção dos deuses. Em cena, Ramfis e a assembléia de sacerdotes vestem Radamés com as armas abençoadas pelos deuses. Todos os presentes pedem ao deus do fogo que proteja o jovem guerreiro.

Acto II
Numa sala nos aposentos de Amneris: A filha do faraó, rodeada pelas suas escravas, prepara-se para uma festa que festejará a volta triunfal de Radamés, vencedor da batalha contra os etíopes. Um grupo de escravos dançam à sua volta. Depois saem todos, menos Amneris que, na sua ânsia de saber a verdade sobre os sentimentos de Aida, submete a escrava etíope a um maquiavélico plano: quando a escrava entrar nos seus aposentos, ela a engana dizendo que Radamés venceu os etíopes mas morreu em combate. Ao saber da “terrível notícia”, Aida é incapaz de esconder o seu luto e manifesta na frente de sua patroa o seu amor por Radamés. A princesa egípcia então diz a verdade que Radamés continua vivo e que ela também o ama. Além disso, Aida jamais poderá desfrutar do amor do jovem guerreiro porque não passa de uma simples escrava. A princesa etíope consegue dominar-se depois de sentir a tentação de revelar a sua verdadeira linhagem e reconhece que só vive para esse amor. Amneris ameaça-a com uma terrível vingança não prestando atenção às súplicas da sua escrava. Então, ouvem-se os cânticos guerreiros dos soldados egípcios que voltaram da batalha. Sozinha em cena, Aida implora a piedade dos deuses. Na entrada da cidade egípcia de Tebas, junto o templo do deus Amon, uma multidão espera a volta dos guerreiros egípcios. Aparece o faraó com o seu cortejo e os sacerdotes. Atrás deles, Amneris com Aida e as suas escravas. O faraó senta-se no seu trono tendo, à sua direita, a sua filha. Depois de um coro de louvor em honra aos deuses e do soberano, uma grande marcha abre a procissão na qual participam os soldados egípcios, seguidos por bailarinos, carros de guerra, estandartes e ídolos. Por fim, Radamés entra em cena. O faraó recebe o jovem e ordena a Amneris que coloque a coroa ao vencedor. Depois diz a Radamés para pedir o que desejar. O militar pede a presença dos prisioneiros, entre os quais encontra-se Amonasro. Ao ver seu pai, Aida não consegue se conter e abraça-o dizendo que é o seu pai. O rei pede para não revelar a sua identidade aos seus inimigos e, às perguntas do faraó, responde que o imperador dos etíopes morreu no campo de batalha. Depois suplica clemência para os vencidos com a ajuda de Aida, das escravas, do povo e do próprio Radamés, que faz saber ao faraó que é a graça que pede pela sua vitória. Apesar da oposição de Amneris, de Ramfis e dos sacerdotes, o faraó concede a vida e a liberdade aos vencidos, mas, por conselho do sumo-sacerdote Ramfis , mantém em seu poder Aida e o seu pai Amonasro. Em seguida, o faraó concede a Radamés, como prêmio pela sua vitória, a mão de Amnéris e num futuro próximo a coroa, surpreendendo o militar e Aida, que ficam consternados.

Acto III
Nas margens do rio Nilo, onde se encontra o templo de Ísis: Ao longe ouvem-se os cânticos das sacerdotisas, que estão no templo. Aparecem em cena Ramfis e Amneris, que descem de uma barca e entram no templo sagrado para rezar pelo futuro casamento, cuja cerimônia ocorrerá no dia seguinte. Então entra em cena Aida, que se encontrou com Radamés, lamentando-se de que nunca mais voltará a ver a sua pátria. Aparece então Amonasro que, ciente dos sentimentos de sua filha para com Radamés, lhe faz saber que poderão voltar ao seu país se conseguir que o seu amado lhe diga o caminho secreto que o exército egípcio tomará no seu ataque. Aida nega-se inicialmente, mas a terrível reação de seu pai faz ela mudar de opinião. À chegada de Radamés, Amonasro esconde-se por detrás de umas palmeiras. Acontece então o feliz reencontro dos amantes. Radamés comunica a Aida que rapidamente estará, outra vez, à frente dos seus exércitos, uma vez que a luta com os etíopes reacendeu. Certo da sua vitória, o militar declara a sua intenção de pedir como recompensa a liberdade e a mão de Aida. A escrava manifesta a sua desconfiança em que semelhante plano possa acontecer e convence o amado de que a fuga para a Etiópia é a melhor solução pros dois. Depois pergunta-lhe qual é o caminho que terão de tomar para evitar o exército egípcio. O seu amante, confiante, revela-lhe que as tropas atacarão a Etiópia na garganta de Nápata. Subitamente, Amonasro abandona o seu esconderijo e aparece diante Radamés, que ele percebe que traiu a sua pátria involuntariamente, pelo amor de Aida. Amonasro e a sua filha tentam convencê-lo de que não é o culpado e tentam convence-lo a fugir com eles. Sai então do templo Amneris, seguida por Ramfis e pelos guardas do templo, que acusa Radamés de traição. O rei etíope tenta matar Amneris com um punhal,mas Radamés interpõe-se. Amonasro e Aida conseguem fugir, enquanto o militar egípcio se entrega ao sumo-sacerdote.

Acto IV
Numa sala do palácio do faraó perto da cela de Radamés e da sala de julgamento: Amneris, ainda apaixonada por Radamés apesar de este ter tentado fugir com a escrava,ordena que o preso seja conduzido à sua presença. A filha do faraó tenta convencê-lo a pedir clemência das acusações que lhe são imputadas, mas o militar nega-se. A princesa egípcia comunica-lhe então que Aida ainda está viva, ao que Radamés responde que está confiante de que sua amada consiga voltar à sua pátria. Desesperada, Amneris faz-lhe uma última proposta: promete liberta-lo se ele jurar que nunca mais verá Aida, mas Radamés sai, sendo levado para a sala do jugalmento. A partir de um local distante, assiste desesperada ao interrogatório. Radamés não responde às acusações proferidas por Ramfis e pelos sacerdotes, e é condenado à pena de morte reservada aos traidores da pátria: ser enterrado vivo. A princesa egípcia, louca de desespero, amaldiçoa os sacerdotes. O cenário aparece agora dividido em dois planos. No superior aparece o interior do templo de Vulcano. Em baixo, a cripta onde Radamés aparece vivo. Radamés se despede da vida e da sua amada para sempre, e então aparece Aida, que conseguiu entrar no túmulo para morrer ao seu lado. A escrava encontra a morte nos braços do seu amado enquanto Amneris reza por Radamés no templo. Ao longe soam os cânticos dos sacerdotes.

Orquestração
1 corne inglês
1 clarinete baixo
2 clarinetes
2 fagotes
2 harpas
2 trompetes
2 oboés
3 flautas
3 flautins
3 trombones
4 trompas
Instr. de cordas: violinos (primeiros e segundos), violas, violoncelos e contrabaixos.
Instr. de percussão: gongo, par de pratos, tambor, timbale e triângulo.

Passagens musicais famosas
Acto I
Celeste Aida, romanza Radamès
Ritorna vincitor!, romanza di Aida
Nume, custode e vindice, finale concertato

Acto II
Danza dei piccoli schiavi mori, ballo degli schiavi di Amneris
Fu la sorte dell'armi, scena e duetto di Amneris e Aida
Gloria all'Egitto, coro, marcia trionfale e ballabile

Acto III

Qui Radamès verrà!... O cieli azzurri, romanza di Aida
Rivedrai le foreste imbalsamate, duetto di Amonasro e Aida
Pur ti riveggo, mia dolce Aida, duetto di Radamès e Aida

Acto IV

L'abborrita rivale a me sfuggìa... Già i sacerdoti adunansi, scena e duetto di Amneris e Radamès
Ohimè, morir mi sento, scena del giudizio: Amneris, Ramfis e Sacerdoti
La fatal pietra sovra me si chiuse... O terra, addio, scena e duetto di Radamès e Aida

Créditos: Net (adaptação pessoal)

Dá-me música....

Tem alguns anos... mas é sempre bom recordar!!

http://www.youtube.com/watch?v=n7CuJ8cR9sg

http://www.youtube.com/watch?v=Sq2vl99iIEc

http://www.youtube.com/watch?v=mXPUkrz7Uow

http://www.youtube.com/watch?v=szIx2hOiVWs

http://www.youtube.com/watch?v=g1JucxiOpyw

http://www.youtube.com/watch?v=Qav2U0Ohb6U

http://www.youtube.com/watch?v=WfjxHEy-QpI

http://www.youtube.com/watch?v=NsxMRz477jM

Créditos: YouTube - net (escolha pessoal)

O Fantasma da Ópera

Imperdivel, mesmo para quem não gosta de ópera


http://www.youtube.com/watch?v=7cLa8B8MuT4

´"Lágrimas caem pelo rosto... sinto em apoteose total... se hoje tivesse que escolher o filme da minha vida "O Fantasma da Ópera" seria o tal..... magnífico, belo, transcendental.... os cenários... a música... as personagens, a história.... simbiose perfeita... sómente comparado com dois seres que se amam quando se fundem num só..."

http://www.youtube.com/watch?v=BVsQq2krlhc


http://www.youtube.com/watch?v=xudOSrt72VY




(Phantom of the Opera)
Elenco: Gerard Butler, Emmy Rossum, Patrick Wilson, Minnie Driver, Miranda Richardson.
Direção: Joel Schumacher
Gênero: Musical
Distribuidora: UIP
Estreia: 25 de Fevereiro de 2005

Sinopse:

A voz dele chama o nome dela, alimentando o seu talento extraordinário pelas sombras do teatro que a ingênua garota do coro, Christine Daae, fez de lar. Somente a mestra de balé Madame Giry sabe que o misterioso “Anjo da Música” de Christine é, na verdade, o Fantasma, um gênio musical desfigurado que assombra as catacumbas do teatro aterrorizando todos os artistas que vivem e trabalham ali.
Quando a diva temperamental La Carlotta abandona o ensaio da mais recente produção da companhia, os novos gerentes do teatro não têm outra escolha, se não colocar Christine sob a luz dos holofotes. Sua noite de Estreia encanta o público e também o Fantasma, que se empenha em transformar a sua protégé na próxima estrela da ópera. Mas ele não é o único homem poderoso a ficar impressionado pela jovem soprano. Christine logo se vê cortejada pelo rico patrono do teatro, o Visconde Raoul de Chagny. Apesar de sentir-se enfeitiçada por seu carismático mentor, Christine fica inegavelmente atraída pelo elegante Raoul, provocando a ira do Fantasma e preparando o palco para um crescente dramático onde paixões arrojadas, ciúme violento e amor obsessivo ameaçam deixar os predestinados amantes — como diz a música — “num ponto sem volta”.

Passarino – vá embora!
Pela armadilha acertada não tem erro...Você veio aqui
Em busca do seu impulso mais profundo,
Em busca desse desejo que até agora
Estava em silêncio, silêncio...
Eu trouxe-a, essas nossas paixões
Que pode fundir e apagar-se - em sua mente
Você já sucumbiu a mim
Deixou cair todas as defesas
Completamente sucumbida por mim
Agora você está aqui comigo:
Sem segundas intenções, você decidiu,
Decidiu...
A partir desse ponto não tem mais volta
– Sem olhares de relance inversos:
Os jogos que nós jogamos agora terão que acabar...
Acima de todo pensamento de “se” ou “quando”
Não adianta resistir:
Abandone os pensamentos
E deixe os sonhos entrarem...
Que o fogo violento inundará a alma
Que rico desejo destrava sua porta
Que doce sedução se encontra diante de nós?
A partir desse ponto não tem mais volta
O último limiar
Que calorosos segredos não ditos
Nós vamos aprender
Além do ponto que não tem retorno?
Você trouxe-me
Para esse momento quando as palavras não funcionam
Para esse momento quando o discurso desaparece
No silêncio
Silêncio
Eu vim aqui
Mal sabendo o motivo
Em minha mente eu tenho imaginado
Nossos corpos se entrelaçando
Sem defesas e silenciosos,
Agora eu estou aqui com você
Sem segundas intenções
Eu decidi
Decidi
A partir desse ponto não tem mais volta
Não pode voltar agora
Nosso jogo da paixão finalmente começou.
A partir desse ponto não tem mais volta
Uma última pergunta
Até quando teremos que esperar para nos tornar um só?
Quando o sangue começar a correr
Do botão adormecido nasceu a flor
Quando as chamas da paixão nos consumirão?
A partir desse ponto não tem mais volta
O último limiar
A ponte foi cruzada
Então espere e a veja queimar.
Nós passamos do ponto que não tem volta. "

(excerto de letra traduzido de uma das música)

Créditos: net, pessoal

sábado, 2 de maio de 2009

Papoila.... a bela flor selvagem!!

As papoilas das fotos pertencem ao género Papaver. Não são cultivadas nem enfeitam um jardim; em vez disso, regressam em cada Primavera, sem serem convidadas, ao mesmo terreno expectante, e voltarão enquanto a expectativa não se consumar.

Este animismo típico da nossa modernidade bem poderia traduzir-se num desejo de flores e árvores, mas o que o terreno espera é de facto um prédio com muitos andares.

http://www.youtube.com/watch?v=vt9imevrvOY

Chegados a esta época do ano é habitual encontrar um pouco por todo o país, nas margens das estradas ou em campos de cereais, uma das nossas mais belas flores silvestres: a papoila.

Beneficiando notavelmente da menor utilização actual de pesticidas esta flor de grandes pétalas vermelhas prospera em vários locais onde até há pouco se encontrava ausente.

Embora se trate de uma espécie delicada que por vezes perde as suas pétalas num único dia por acção, por exemplo, de um vento mais forte nem por isso é presa fácil. De facto encontra-se provida de um eficaz sistema de defesa que impede o seu consumo por animais de pasto: as suas folhas produzem uma seiva leitosa com várias substâncias venenosas o que se traduz num sabor amargo e repulsivo. Essa mesma seiva contém um alcalóide de reconhecidas propriedades sedativas.
Papoila, ou papoula, também conhecida como dormideira.
Planta herbácea da família das Papaveráceas com propriedades narcóticas.
Do latim papaura.
Nome científico: Papaver rhoeas.

http://www.youtube.com/watch?v=zkwiQjpiaAI

A Papoila significa fertilidade, ressurreição e sonho !!

Créditos: Net, adapatado

Gruta de Alcobertas - Parque Natural Serra Aire e Candeeiros

Já foi considerada «uma das mais belas grutas da Europa», mas a incúria ditou a destruição de um lugar de interesse arqueológico que a Cooperativa Terra Chã quer agora recuperar e tornar visitável para pessoas com mobilidade reduzida

Visita à Gruta de Alcobertas - Rio Maior

O projecto da Terra Chã visa não só a recuperação dos danos que a Gruta de Alcobertas foi sofrendo ao longo dos anos - de tal forma que teve de ser encerrada ao público só sendo possíveis as visitas com marcação prévia -, mas também permitir que ela seja visitada por pessoas com mobilidade reduzida e invisuais (com recurso ao tacto).
Júlio Ricardo, da direcção da Cooperativa Terra Chã, disse à agência Lusa que o projecto foi alvo de uma primeira candidatura ao Programa de Cooperação Territorial do Espaço Sudoeste - Interreg Sudoe - em parceria com grutas do Sul de França e de Espanha, em 2008, mas não foi aprovado, estando em preparação nova candidatura.
Além da acessibilidade, o projecto prevê a recuperação com o objectivo de tornar a gruta num «espaço de interpretação subterrâneo», quer na vertente da espeleologia, quer ambiental, quer arqueológica, adiantou.
A Gruta de Alcobertas, com uma extensão de 210 metros e, em alguns locais, uma altura de nove metros, foi habitada pelo Homem do Paleolítico Superior (há cerca de 15 mil anos) e nela foram encontradas ossadas relativas a possíveis enterramentos no Neolítico, disse Júlio Ricardo à Lusa.
Em 1878, na obra 'Portugal Antigo e Moderno', Pinho Leal dedica três páginas à Gruta de Alcobertas, considerando-a das mais belas da Europa.
Um projecto privado, que visava explorar a gruta mas nunca foi concluído, deu os primeiros golpes na beleza natural do lugar, ao destruir elementos para traçar um percurso de visita, destruição que se acentuou com o acesso ao local de pessoas que simplesmente arrancaram estalactites e estalagmites «para levar como recordação».
Desde que a Cooperativa Terra Chã assumiu a responsabilidade da Gruta (com o acordo do Parque Natural das Serras d'Aire e Candeeiros), inserindo-a nos percursos na natureza que realiza na zona, a porta de acesso passou a estar fechada a cadeado.
A porta de ferro é agora aberta apenas quando se realizam visitas marcadas, essencialmente de alunos do primeiro ciclo e idosos (dada a boa acessibilidade), mas também de estudantes universitários no âmbito de projectos de investigação ou ainda inseridas em percursos temáticos, como as rotas dos Pastores e das Orquídeas, ou de simples passeio pela serra, organizadas pela Terra Chã.
Segundo Júlio Ricardo, o processo de destruição que a gruta tem sofrido é usado «numa perspectiva pedagógica, quer do que não se deve fazer numa gruta - que foi a tentativa de a transformar em local de visita para turismo de massas -, quer pelas pessoas que vinham visitar sem qualquer enquadramento e que queriam levar pequenas recordações, partindo pequenas estalactites ou estalagmites, sem qualquer sentido, porque elas são bonitas lá dentro e não têm qualquer interesse cá fora».
A ideia do projecto é associar a componente ambiental e de preservação da natureza a uma componente de «criação de riqueza, na perspectiva de uma economia centrada nas pessoas da região e que permita continuarem a viver no espaço rural, nas suas aldeias, e não a partirem todos em debandada para as cidades, como se aí estivesse o fulcro da civilização», disse.
Créditos: Lusa / SOL online 2/05/2009

Farol é mais que luz...

Ser Farol é.......
Poder contemplar o sol, o vento, a tempestade e o luar.
Contemplar a imensidão do mar à sua frente, cumprir o seu destino iluminando a escuridão.
Ser farol é ser solitário mas nunca estar só...
Penedo da Saudade - São Pedro de Muel
Créditos: Foto- Ilidio Pires - Olhares/Net

Voa....mesmo que não levantes um pé do chão...



Tim dos Xutos & Pontapés
Voar



Eu queria ser astronauta, o meu país não deixou.
Depois quis ir jogar à bola, a minha mãe não deixou.
Tive vontade de voltar à escola, mas o doutor não deixou.
Fechei os olhos e tentei dormir, aquela dor não deixou.
Ó meu anjo da guarda, faz-me voltar a sonhar
Faz-me ser astronauta, e voar
O me quarto é o meu mundo, o ecrã e a janela.
Não choro em frente à minha mãe, eu que gosto tanto dela.
Mas esta dor não quer desaparecer, vai-me levar com ela
Ó meu anjo da guarda, faz-me voltar a sonhar
Faz-me ser astronauta, e voar
Acordar, meter os pés no chão
Levantar pegar no que tens mais à mão.
Voltar a rir. Voltar a andar.
Voltar... Voltar...
Voltarei... Voltarei...
Voltarei... Voltarei...


Creditos: Net, Nasa, Xutos & Pontapés, pessoal

Solidão...


A Liberdade é a Possibilidade do Isolamento
A liberdade é a possibilidade do isolamento. És livre se podes afastar-te dos homens, sem que te obrigue a procurá-los a necessidade do dinheiro, ou a necessidade gregária, ou o amor, ou a glória, ou a curiosidade, que no silêncio e na solidão não podem ter alimento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo. Podes ter todas as grandezas do espírito, todas da alma: és um escravo nobre, ou um servo inteligente: não és livre. E não está contigo a tragédia, porque a tragédia de nasceres assim não é contigo, mas do Destino para si somente. Ai de ti, porém, se a opressão da vida, ela própria, te força a seres escravo. Ai de ti, se, tendo nascido liberto, capaz de te bastares e de te separares, a penúria te força a conviveres. Essa sim, é a tua tragédia, e a que trazes contigo. Nascer liberto é a maior grandeza do homem, o que faz o ermitão humilde superior aos reis, e aos deuses mesmo, que se bastam pela força, mas não pelo desprezo dela.

Fernando Pessoa, in 'Livro do Desassossego'


A Voz do Silêncio
A pessoa que sou é única, limitada a um nascer e a um morrer, presente a si mesma e que só à sua face é verdadeira, é autêntica, decide em verdade a autenticidade de tudo quanto realizar. Assim a sua solidão, que persiste sempre talvez como pano de fundo em toda a comunicação, em toda a comunhão, não é 'isolamento'. Porque o isolamento implica um corte com os outros; a solidão implica apenas que toda a voz que a exprima não é puramente uma voz da rua, mas uma voz que ressoa no silêncio final, uma voz que fala do mais fundo de si, que está certa entre os homens como em face do homem só. O isolamento corta com os homens: a solidão não corta com o homem. A voz da solidão difere da voz fácil da fraternidade fácil em ser mais profunda e em estar prevenida.

Vergílio Ferreira, in 'Espaço do Invisivel I'

Ondas de Solidão
Se possuísse uma canoa e um papagaio, podia considerar-me realmente como um Robinson Crusoé, desamparado na sua ilha. Há, é verdade, em roda de mim uns quatro ou cinco milhões de seres humanos. Mas, que é isso? As pessoas que nos não interessam e que se não interessam por nós, são apenas uma outra forma da paisagem, um mero arvoredo um pouco mais agitado. São, verdadeiramente como as ondas do mar, que crescem e morrem, sem que se tornem diferenciáveis uma das outras, sem que nenhuma atraia mais particularmente a nossa simpatia enquanto rola, sem que nenhuma, ao desaparecer, nos deixe uma mais especial recordação. Ora estas ondas, com o seu tumulto, não faltavam decerto em torno do rochedo de Robinson - e ele continua a ser, nos colégios e conventos, o modelo lamentável e clássico da solidão.


Eça de Queirós, in 'Correspondência'

A Dúvida, a Solidão, logo... a Escrita
Na vida, chega um momento - e penso que ele é fatal - ao qual não é possível escapar, em que tudo é posto em causa: o casamento, os amigos, sobretudo os amigos do casal. Tudo menos a criança. A criança nunca é posta em dúvida. E essa dúvida cresce à sua volta. Essa dúvida, está só, é a da solidão. Nasce dela, da solidão. Podemos já nomear a palavra. Creio que há muita gente que não poderia suportar o que aqui digo, que fugiria. Talvez seja por essa razão que nem todos os homens são escritores. Sim. Essa é a diferença. Essa é a verdade. Mais nada. A dúvida é escrever. É, portanto, também, o escritor. E com o escritor todo o mundo escreve. É algo que sempre se soube. Creio também que sem esta dúvida primeira do gesto em direcção à escrita não existe solidão. Nunca ninguém escreveu a duas vozes. Foi possível cantar a duas vozes, ou fazer música também, e jogar ténis, mas escrever, não.

Nunca.

Marguerite Duras, in "Escrever"
Créditos: Citador-Net

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mãos que fazem a Obra

1º de Maio

Homenagem a quem trabalha....
Homenagem a quem o País despreza!!

"São a força de trabalho que constrói o país mas que raramente sai do anonimato.
No dia do Trabalhador elegemos nove operários para protagonistas."

http://aeiou.expresso.pt/1-de-maio-maos-que-fazem-a-obra-=f511915

Com a qualidade que o Jornal Expresso nos habituou..... vale a pena!!

Créditos: Expresso Online
Alexandra Simões de Abreu e Isabel Lopes
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Snifffff.......!!!!!!

A alegria de uns é a tristeza de outros

http://www.youtube.com/watch?v=zXl-Xk7fevA

Créditos: YouTube

O Nosso Mundo.... Fotos

Katrina - 28 de Agosto de 2005
Paisagem Rural da China
Agricultura Tradicional na Indonésia
Vida no Ártico
Desflorestação - Mato Grosso / Brasil
Créditos: National Science Foundation, Net

Benedita - 25 anos de elevação a vila

Um mês a comemorar

É com um vasto programa de actividades que a Benedita vai comemorar, ao longo de todo o mês de Maio, um quarto de século sobre a elevação da localidade a vila.
O arranque das comemorações aconteceu hoje, 1 de Maio, às 10h00, com um jogo de futebol entre a Vila da Benedita e a GNR da Benedita, a realizar no Parque de Jogos Fonte da Senhora.
À noite, o grupo “Os Lords” actua junto à Casa da Vila, num espectáculo com entrada livre.
As iniciativas desportivas e os espectáculos compõem um programa de animação que a presidente da Junta de Freguesia da Benedita, Maria José Filipe, diz ter sido pensado “para abranger vários gostos e todas as idades”.
Ainda durante este fim-de-semana há matraquilhos humanos na zona envolvente da Casa da Vila e a estreia de mais uma peça dos Gambuzinos – Grupo de Teatro do Externato Cooperativo da Benedita, que leva ao palco do Centro Cultural Gonçalves Sapinho um original do norueguês Henrik Ibsen, o famoso “Peer Gynt”.
Das propostas para o mês de Maio, destaque ainda para as tasquinhas nos dias 9 e 10, fim-de-semana em que há vacada e tourada, com Ana Batista, Luís Rouxinol e António Brito Paes.
As pegas vão estar a cargo dos Grupos de Forcados de Tomar, Coimbra e Alenquer.
Também no dia 10, a Avenida Padre Inácio Antunes volta a estar fechada ao trânsito para acolher a iniciativa “Benedita em Movimento”, que se tem repetido nos últimos anos.
Ao longo de toda a manhã, os participantes vão ter a oportunidade de praticar várias actividades desportivas ao ar livre, numa iniciativa que tem ganho cada vez mais adeptos e que conta com o apoio de uma turma do 12º ano de Desporto do Externato Cooperativo da Benedita.
No dia 16 de Maio, data em que a Benedita foi elevada a vila, há uma sessão solene na Casa da Vila, que à noite acolhe o espectáculo com os “Função Publika”.
Um rally paper, um festival de fanfarras e uma prova de BTT a favor da Unicef são outras propostas de um programa que termina a 31 de Maio com uma caminhada pela “Rota das Fontes” e um almoço convívio, onde o prato principal será porco no espeto e que é aberto a toda a gente.
As comemorações na Benedita têm o patrocínio de várias empresas locais e o apoio da autarquia, com um subsídio de 22.500 euros que, de acordo com Maria José Filipe, se destinam a pagar parte da logística dos festejos.


Programa das comemorações

1 de Maio, sexta-feira10h00 – Jogo de Futebol: Vila da Benedita x GNR da Benedita
Parque de Jogos Fonte da Senhora
22h00 – Actuação LordsCasa da Vila. Entrada Livre.
2 de Maio, sábado
Matraquilhos Humanos
Casa da Vila21h00 – Estreia Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
3 de Maio, domingo
Matraquilhos Humanos Casa da Vila
21h00 – Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
7 de Maio, quinta-feira
21h00 – Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
9 de Maio, sábado
Tasquinhas Junto à Praça de Touros, recinto da Feira do Gado
24h00 – Vacada
Praça de Touros
10 de Maio, domingo
Manhã – Benedita em Movimento
Av. Padre Inácio Antunes
14h00 – Actuação de Rancho Folclórico
15h00 – Actuação da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Benedita
17h00 – Tourada
Praça de Touros
16 de Maio, sábado
16h00 – Sessão solene do 25º aniversário da Elevação a Vila
Casa da Vila
22h00 – Actuação “Função Publika”Casa da Vila. Entrada Livre.
17 de Maio, domingo
09h00 – BTT Unicef
Junto aos Bombeiros
15h00 – Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
23 de Maio, sábado
14h00 – Rally PaperParque Estacionamento Mercado. Inscrição Grátis.
21h00 – Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
24 de Maio, domingo
14h00 – Festival de Fanfarras
Praça Damasceno Campos
15h00 – Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
30 de Maio, sábado
Torneio de Futsal Intercolectividades
Centro Recreativo e Popular, Ribafria
21h00 – Teatro “Peer Gynt”Centro Cultural Gonçalves Sapinho
31 de Maio, domingo
09h00 – Recolha de Sangue / RastreiosBombeiros Voluntários Benedita
09h00 – Caminhada “Rota das Fontes”Partida e chegada da Casa da Vila
13h00 – Almoço Convívio e encerramento das comemoraçõesCasa da Vila

Créditos: Joana Fialho Oeste onLine

quinta-feira, 30 de abril de 2009

A "nossa" Lua

A Lua

http://www.youtube.com/watch?v=bYJ4Cu2sSCQ

A Lua é o “nosso” satélite, um pouco a nossa segunda casa no espaço. É o segundo objecto mais brilhante nos céus. As suas dimensões (diâmetro 3474 km - maior que Plutão), e composição (densidade 3.34 - da mesma ordem que Marte) principalmente se comparadas com as da Terra, permitem-nos considerá-la um planeta telúrico de pleno direito.


Até há pouco tempo, havia três teorias para a formação da Lua: a co-acreção, que supunha ter-se a Lua formado ao mesmo tempo que a Terra a partir da Nebulosa Protoplanetária Solar; a fissão, que supunha que a Lua se separou de uma Terra ainda em fusão por efeito da rotação; a captura, que supunha que a Lua era um pequeno planeta capturado pelo campo gravitacional da Terra. Os dados mais recentes, obtidos pela análise das rochas lunares, conduziram-nos à teoria hoje mais geralmente aceite: a do impacto, que supõe ter a Terra chocado com um objecto pelo menos tão grande como Marte e ter-se a Lua formado a partir do material então ejectado da Terra.

O Limbo Lunar e o Sol
Uma das características mais notáveis desde sempre na Lua é apresentar fases (nova, falcadas, quartos, gibosas e cheia) consoante o ângulo Sol-Terra-Lua. Só no séc. XVI Galileu observou as mesmas fases em Vénus, primeiro, e depois em Mercúrio, o que confirmou ser o Sistema Solar heliocêntrico. Os planetas exteriores também apresentam fases, mas só gibosas e cheia. O luar é, claro, a luz solar reflectida na Lua, que nem é muito reflectora (albedo 0.12). O albedo da Terra é muito maior (0.30) o que tem como consequência que podemos por vezes ver a parte não iluminada da lua, principalmente nas fases falcada até quarto: é a luz cendrada, ou luz cinzenta, reflectida da Terra.

A mais famosa foto de uma pegada - Apolo 11

A sua proximidade da Terra (em média 384 400 km) fez com que fosse o primeiro objecto da exploração planetária. Foi o primeiro objecto extraterrestre onde pousou uma sonda (a sonda soviética Luna 2, em 1959) e, claro, o único a ter sido visitado por seres humanos (Apolo 11, em 1969, e mais cinco missões Apolo, até 1972). Foi também o único objecto extraterrestre onde se colheram amostras de solos e rochas (um total de 382 kg), depois trazidas para análise para a Terra, onde, 30 anos depois, continuam a ser estudadas. Temos outras amostras lunares - colhidas na Terra. Trata-se dos meteoritos lunares, rochas lunares arrancadas aquando de grandes impactos na Lua, tal como acontece com Marte.

A Lua é o único planeta que tem uma influência directa sobre a Terra, sensível à escala humana (apesar do que possam pensar os fazedores de horóscopos...). De facto, como se sabe, as marés são provocadas pela atracção da Lua sobre os oceanos; menos conhecido é que a Terra sólida também sofre o efeito de maré, com variações de altura que atingem dezenas de centímetros.
A interacção gravitacional Terra-Lua tem outras consequências interessantes: o efeito de maré atrasa a rotação da Terra cerca de 1.5 milissegundo por século e afasta a Lua da Terra cerca de 3.8 cm por ano; além disso, é esta interacção gravitacional a responsável por a rotação da Lua ser síncrona com a sua translacção.

Imagem da primeira expedição lunar - Apolo 11

Isto tem como consequência que vemos sempre a mesma face do nosso satélite. Na verdade, os complexos efeitos gravitacionais levam a que a Lua oscile um pouco na sua órbita (movimento de libração), o que nos permite ver cerca de 53% da sua superfície ao longo do ano.
A fraca gravidade lunar levou a que a Lua perdesse toda a atmosfera. Apesar disso, dados recentes das sondas Clementine e Lunar Prospector mostraram a existência de gelo de água em crateras profundas próximas dos pólos.
A quase total inexistência de atmosfera, junto com a ausência actual de um campo magnético dipolar (que já deve ter existido, dado que as rochas lunares apresentam magnetizações remanescentes, embora não ordenadas como na Terra e, em menor grau, em Marte), faz com que a superfície lunar esteja exposta ao bombardeamento por objectos de todas as dimensões, provenientes do exterior, desde as partículas do vento solar, que por vezes interagem e são mesmo capturadas pelos solos, até aos meteoritos que conferem à Lua o seu aspecto característico.
A superfície da Lua não é uniformemente craterizada. Há dois tipos de terrenos predominantes: as “Terras Altas”, muito antigas (da ordem dos 4500 MA) e muito craterizadas, e os “Maria” (mares), mais jovens (da ordem dos 3000 MA), que correspondem a enormes crateras de impacto, posteriormente preenchidas por escoadas de lavas basálticas. Note-se que as rochas terrestres com mais de 3000 MA são raríssimas, pelo que a Lua nos dá informações preciosas sobre a história geológica do Sistema Solar.

Não existem Maria no lado escondido da Lua. Isto deve-se provavelmente ao efeito gravitacional da Terra, que fez do lado próximo da Lua a localização preferencial para as erupções vulcânicas. A maior cratera do Sistema Solar é Aitken, junto ao pólo sul lunar, com 2250 km de diâmetro e 12 km de profundidade.
Tal como na Terra, a estrutura interna da Lua não é uniforme. A crosta, de composição essencialmente basáltica, pode ter espessuras entre os cerca de 107 km, a norte da cratera Korolev, no lado escondido, até ser quase inexistente sob o Mare Crisium. Segue-se o manto que, ao contrário do da Terra, é quase completamente sólido, e o núcleo metálico, com cerca de 680 km de diâmetro.
O efeito gravitacional da Terra sobre a Lua tem outra consequência interessante: o núcleo lunar está descentrado cerca de 2 km no sentido da Terra.

A Lua - Dados Astronómicos
Orbita - Terra
Distância média à Terra (km) - 384 400
Excentricidade orbital - 0.0549
Período sideral (dias) - 27.3217
Inclinação orbital - 5.145º
Velocidade orbital média (km/s) - 29.78
Período de rotação (dias) - 27.3217
Inclinação do eixo de rotação - 6.68º
Magnitude visual máxima -12.74
Número de Satélites - 0

Dados Físicos
Raio equatorial (km) - 1738.1
Massa (kg) - 0.07349 X 1024
Volume (km3) - 2.1958 X 1010
Densidade média (g/cm3) - 3.350
Gravidade à superfície no equador (m/s2) - 1.62
Velocidade de escape equatorial (km/s) - 2.38
Temperatura média à superfície (K) - ~100 - 400
Albedo normal - 0.12
Momento magnético dipolar (Gauss R3) - 0
Pressão atmosférica à superfície (mbar) - 3 X 10-12
Composição da atmosfera - He, Ne, H2, Ar

Dados Históricos
Descobridor -
Data -
Missões espaciais
Luna 1-24; Pioneer 4; Ranger 4-9; Zond 3-8; Surveyor 1-7; Lunar Orbiter 1-5; Apollo 8-17; Muses-A; Galileo; Clementine; Lunar Prospector; SMART 1; Lunar-A (2003); Selene (2003)

Créditos: net
Sites com interesse:
http://sweet.ua.pt/~a37868/fases.htm

Clicar em "aqui" nas tarefas.... bem elucidativo

http://freixeda.no.sapo.pt/lua%20hoje.htm
(a Lua Hoje)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Casas tradicionais portuguesas

Não há um modelo único que possa caracterizar a casa tradicional portuguesa. São muitos os formatos e materiais utilizados, com tradições pelo país fora, que o tijolo e o cimento vão fazendo desaparecer.

Visite Portugal.. de Norte a Sul.....
Vale a pena

Mais uma "jóia" do Jornal Expresso
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/501518

Créditos: Gráfico animado: Casas tradicionais portuguesas
Infografia de Carlos Esteves e Jaime Figueiredo
Expresso on-line

Sexta-feira, 6 de Mar de 2009

Nascer..... todos os dias!!

E esse sol só pode nascer dentro de nós...

(Mia Couto, O Último Voo do Flamingo)

Nascer do Sol - Serra dos Candeeeiros / Portugal

Costuma-se nomear o Sol sempre que do astro os olhos se abeiram, como se nesse instante ele fosse tão próximo como uma mão, uma árvore ou a rebentação de ondas na praia... Costuma-se falar do pôr-do-sol cor de fogo quando de África se fala... Enfim, costumamos deixar que algo se nomeie ou fale dentro de nós, como se a linguagem fosse um mundo que se abre naturalmente e independentemente de nós.

Mas não é habitual que o astro-rei faça a sua alvorada dentro de nós, fora do céu onde diariamente se pinta. E quando tal acontece, é como se a natureza cuidasse em guardar dentro de nós as suas raízes...... (...)

Enfim, qualquer sol é sol que amanhece, irrompe e deseja ardentemente fazer a luz brilhar. (...)

Bem-haja o teu sol, que em ti amanhecia como sóis de inúmeros lugares; é esse sol que são sóis que nascem dentro de nós...

Créditos Texto: Daniela Gonçalves e João Hespanhol

(Voluntariado em Lichinga, Moçambique, Verão 2008)

Histórias de crianças para adultos.....

A TESE DO COELHO
Era um dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca com o notbook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali a raposa, e, viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar.
No entanto, ficou intrigada com a actividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
- Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
- Estou redigindo a minha tese de doutorado - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da sua tese?
- Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.
A raposa ficou indignada:
- Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
- Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouve-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
- Olá, jovem coelhinho! O que o faz trabalhar tão arduamente?
- Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve e farfalha de risos com a petulância do coelho.
- Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
- Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca?
O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte.
Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouve-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redacção da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.

MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese;
2. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se as suas experiências nunca cheguem a provar sua teoria;
4. Não importa nem mesmo se suas ideias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
5. O que importa é QUEM É O SEU PADRINHO.......

Créditos: net - http://paginas.fe.up.pt/fsilva/port/coelho.

Amigo....

Ó Kamarada, olha p'ra esta figura!

Vai mas é drumir, karago!

Boa noite

Créditos: Via e-mail, por AR

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O que vale um AMIGO!

Autor: desconhecido

O que é um verdadeiro amigo:

Disse um soldado ao seu comandante:-"O meu amigo não voltou do campo de batalha. Meu comandante, solicito autorização para ir buscá-lo."
Respondeu o oficial:-"Autorização negada!" "Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, está morto!"
O soldado ignorando a proibição saiu e uma hora mais tarde voltou mortalmente ferido, transportando o cadáver do seu amigo.
O oficial estava furioso:-"Eu não lhe disse que ele estava morto?!"
-"Diga - me, valia a pena ir até lá para trazer um cadáver?"
E o soldado, moribundo, respondeu:
-"Claro que sim, meu comandante!
Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me:
- Tinha a certeza que virias!"

"Um amigo é aquele que chega quando todos já se foram."

Humanos + Aves + Suínos = H1N1


FAO:
Nova gripe é mistura de humana, aviária e suína

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) assegurou, esta terça-feira, 28 de Abril, que as autoridades sanitárias mundiais estavam há cinco anos à espera de um surto de gripe das aves e finalmente chegou uma mistura de gripe humana, suína e aviária.
A FAO decidiu ainda enviar especialistas em saúde animal para o México.
Em entrevista à agência espanhola EFE, o veterinário chefe da FA0 disse que se trata de um «vírus novo» (vírus H1N1), com material genético do vírus da gripe humana, suína e aviária, pelo que os especialistas estão «no terreno» a estudar o vírus para obter mais informação sobre o potencial do surto. «Trata-se de um tipo de vírus que tem uma grande capacidade para mudar», adiantou Joseph Domenech, acrescentando que, para já, não há respostas sobre o potencial alcance do vírus. «O núcleo do problema está no México. É certo que nos últimos dias, parecia que avançava rápido, mas hoje parece que se deteve», comentou.
A FAO anunciou que esta semana irá enviar ao México um grupo de especialistas em saúde animal para ajudar o Governo mexicano a «avaliar a situação epidemiológica no sector da produção suína», disse. Apesar das garantias de que comer carne de porco não representa qualquer risco, a FAO decidiu enviar, ainda esta semana, especialistas em saúde animal para o México, com vista a avaliar a situação no sector da produção suína.
Entretanto, na Cidade do México, as autoridades locais anunciaram, esta terça-feira, o encerramento de restaurantes, bares, cafés e discotecas, sendo que também a Federação Mexicana de Futebol impôs que todos os jogos passem a acontecer à porta fechada.

2,5 milhões é o número de doses individuais que as autoridades portuguesas têm em stock do Tamiflu, (oseltamivir) o antiviral reconhecido pela OMS como eficaz para o tratamento da gripe mexicana.

Créditos: TSF on-line + Público

terça-feira, 28 de abril de 2009

Há morangos e "fragarias"....


Nome Científico: Fragaria vesca
Sinonímia: Fragaria chinensis, Fragaria concolor, Potentilla vesca
Espécies e híbridos importantes: Fragaria daltoniana, Fragaria iinumae, Fragaria nilgerrensis, Fragaria nipponica, Fragaria nubicola, Fragaria vesca, Fragaria viridis, Fragaria yezoensis, Fragaria moupinensis, Fragaria orientalis, Fragaria moschata, Fragaria x ananassa, Fragaria chiloensis, Fragaria iturupensis, Fragaria virginiana, Fragaria × Potentilla, Fragaria × vescana
Nome Popular: Morango, morangueiro, morango-silvestre, morangueiro-bravo, fragária, frutilha

Morangueiro é o nome comum de um conjunto de espécies, com seus híbridos e cultivares, do género Fragaria L., que produz o morango, incluindo um conjunto alargado de espécies e variedades silvestres.


Fragaria vesca (o morango silvestre europeu)

Existem mais de 20 espécies do género Fragaria que recebem a designação comum de morangueiro, com ampla distribuição nas zonas temperadas e sub-tropicais.
Apesar de algumas diferenças anatómicas típicas, a classificação das espécies assenta essencialmente sobre o número de cromossomas, sendo que existem sete tipos básicos de cromossomas que todas as espécies e seus híbridos possuem em comum. A grande distinção resulta do grau de poliploidia que as espécies exibem.
Algumas espécies são diploides, isto é têm dois conjuntos dos sete cromossomas básicos (14 cromossomas no total), outras são tetraploides (quatro conjuntos, 28 cromossomas), hexaploides (seis conjuntos, 42 cromossomas), octoploides (oito conjuntos, 56 cromossomas) ou decaploides (dez conjuntos, 70 cromossomas).
Como regra geral, embora com algumas excepções notáveis, as espécies de morangueiro com mais cromossomas tendem a ser mais robustas e maiores, produzindo também em geral morangos maiores.

Distribuição do Morangueiro Silvestre em Portugal

Distribuição Geral - Grande parte Europa, Cáucaso, N Irão; W e C Ásia, Macaronésia e N África; subespontâneo em regiões de clima temperado
Habitat - Matos
Época de Floração - Março a Maio

Embora não tenha as dimensões do morango "tradicional", o morango silvestre é bastante saboroso e não exige qualquer cuidado especial; é espontaneo, resistente ás variações climáticas anuais e é bastante produtivo.

Morangueiro agrícola mais comum

Família: Rosaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa e Américas
Ciclo de Vida: Anual
O morangueiro é uma planta rasteira, estolonífera, da mesma família das macieiras e pessegueiros.
O morango actual que conhecemos é resultante de um intenso trabalho de melhoramento genético e cruzamento de algumas espécies do gênero Fragaria, oriundas da Europa e das Américas.
Estes cruzamentos propiciaram a obtenção de morangos maiores, mais vermelhos e mais saborosos que diferem muito das espécies originais.
As espécies comercialmente importantes são as européias Fragaria vesca (diplóide), F. moschata (hexaplóide) e F. viridis (diplóide), as americanas F. virginiana (octoplóide) e F. chiloensis (octoplóides), as híbridas F. ananassa (octoplóide) e as remontantes F. ananassa x F. vesca.
O morangueiro apresenta folhas compostas por três folíolos verdes, pilosos e de margens denteadas. As suas flores são simples, hermafroditas e geralmente brancas, mas podem ser rosadas. Após a polinização, realizada principalmente por abelhas, as flores dão origem ao que chamamos de morango, que é um receptáculo floral desenvolvido, que apresenta superficialmente pequenos pontos verdes ou pretos, estes sim são os frutos verdadeiros.
Os morangos são muito versáteis na culinária e não há quem não os aprecie.
O seu sabor e aroma delicados, combinados com uma polpa macia, levemente ácida, suculenta e vermelha torna-os um prato cheio para as mais criativas receitas.
Servem tanto para o consumo in natura, como para o preparo de saladas de frutas, doces com chantilly, compotas, tortas, geléias, shakes, gelados, bolos de festa, etc.
O morangueiro é também uma planta ornamental, utilizado em canteiros ou em vasos e floreiras. Deve ser cultivado sob sol pleno ou em estufas, em solo fértil, leve, bem drenável, convenientemente preparado com matéria orgânica, calagem e adubações e irrigado regularmente.
O morangueiro aprecia o clima ameno, frutificando por períodos mais longos durante o outono e o inverno; no entanto já há cultivos adaptados ao clima tropical, com óptima produtividade.
Multiplica-se comercialmente por divisão dos estolões enraizados e é habitual a propagação por sementes em hortas domésticas.

Aplicações Medicinais
Indicações: Afecções renais e respiratórias, ferimentos e úlcerações, escorbuto, inflamações na boca e garganta, reumatismo, úlceras.
Propriedades: Adstringente, analgésica, antiinflamatória, antiescorbútica, calmante, cicatrizante, diurética.
Partes usadas: Toda a planta.

Créditos: Wikipédia, Jardim Botânico da UTAD / Flora Digital de Portugal , Jardineiro.net ( adaptado)

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House Cat'ssssssss


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Bom, "comó" Milho....

Cientistas criam milho vitaminado

Um grupo internacional de investigadores conseguiu pela primeira vez produzir um alimento transgénico com mais de um tipo de vitamina e em quantidades maiores.

O milho transgénico contém tanto do pigmento alaranjado betacaroteno -substância que dá origem à vitamina A – que ficou até da cor de cenoura.

Os investigadores são académicos sem vínculos a empresas de biotecnologia, e o seu trabalho, dizem, visa diminuir a carência de vitaminas das populações mais pobres.

Num artigo na revista científica PNAS, eles lembram que quase metade da população mundial sofre com falta de vitaminas. «Nós estimamos que, se uma pessoa comer de 100 a 200 gramas de milho por dia, terá a dose recomendada completa de quatro vitaminas carotenogénicas -betacaroteno, licopeno, zeaxantina e luteína -, níveis adequados de folato e cerca de 20% da vitamina C», disse à Folha Online o líder da pesquisa, Paul Christou, da Universidade de Lleida e do Instituto Catalão de Pesquisa e Estudos Avançados, de Barcelona, Espanha.

«Pela primeira vez, nós demonstramos que se pode usar a engenharia genética e plantas transgénicas para melhorar múltiplos traços nutricionais numa mesma cultura simultaneamente. Até muito recentemente, mesmo vários cientistas duvidavam de que isso seria possível», afirmou Christou.

O caso do betacaroteno foi o mais dramático: a equipa conseguiu aumentar em 169 vezes a quantidade natural do milho. A criação do «supermilho» envolveu bombardear embriões da planta de 10 a 14 dias com partículas metálicas cobertas com cinco genes - dois envolvidos na síntese do betacaroteno, um para vitamina C, um para folato (vitamina B9) e um para servir de «marcador».

O milho desenvolvido também apresentou nível de vitamina C seis vezes maior que o natural e duas vezes mais folatos. O betacaroteno é importante para a visão. A vitamina B9 é fundamental para a formação de proteínas e da hemoglobina do sangue, e importante para evitar anemias. Já a vitamina C é importante para a formação do colágenio, a proteína que dá resistência aos ossos e dentes. Ainda é preciso estudar melhor a capacidade de absorção dessas vitaminas do milho pelo organismo humano.
O processo de cozedura também poderia destruí-las. Mas Christou é optimista. «Lembre-se de que nós comemos vegetais cozidos e ainda assim obtemos uma boa dose de vitaminas», diz.

Ele rebate as críticas feitas por grupos ambientalistas, que não admitem nenhuma forma de cultura transgénica. «A comercialização e a liberação de plantas transgénicas são governadas por regras draconianas e sem paralelo em qualquer outro sector.

A União Europeia, após um estudo de 15 anos envolvendo 400 instituições públicas de pesquisa, a um custo de 70 milhões, declarou que plantas e produtos derivados geneticamente modificados não apresentam risco para a saúde ou para o ambiente».

Créditos: Sapo Saúde

Televisão Digital Terrestre

TDT
Arranque oficial em Portugal está marcado para amanhã

A Televisão Digital Terrestre (TDT) vai arrancar amanhã oficialmente e vai abranger, nesta primeira fase, dez concelhos de Portugal Continental.
Uma melhor qualidade na recepção de programas televisivos, funcionalidades avançadas de utilização da televisão, serviços avançados de informação, gravação e Pausa TV vão ser as principais alterações que os telespectadores da TDT vão sentir a partir desta quarta-feira.

A TDT vai disponibilizar, igualmente, para além da RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTP Madeira e RTP Açores, um canal em alta-definição, partilhado pelos operadores.

Está previsto para 26 de Abril de 2012 o swich-off (desligamento do sinal analógico), imposto pela Comissão Europeia e todas as pessoas vão poder desfrutar de melhor qualidade de som e imagem e outras funcionalidades. No entanto, a PT afirma ter pronta a rede TDT já em 2010.

Caberá, assim, ao Governo a decisão final, se antecipa em dois anos o fim do sinal analógico.

O evento vai contar com a presença do Presidente Executivo da Portugal Telecom, Zeinal Bava e do Ministro das Obras Públicas e Transportes e Comunicações, Mário Lino.

Créditos: Sapo Noticias
28 de Abril de 2009

Histórias de crianças para adultos.....

O CAVALO REAL



Era uma vez um rei.
Era uma vez um cavalo.
O rei era um rei que andava a cavalo.
O cavalo era o cavalo do rei.
Não lhe chamavam cavalo do rei, mas cavalo real, porque andava sempre com o rei às costas.
Era muito vaidoso o cavalo real.
Quando se via, nos desfiles, à frente da restante cavalaria dos lanceiros, dos arqueiros, dos alabardeiros, julgava-se não só o rei de todos os cavalos, que o seguiam medindo o trote pelo trote dele, como o comandante em chefe de toda aquela tropa.
Que presunção!
O rei a cavalo passava revista à guarda real e a banda tocava o hino e os soldados apresentavam armas. Nessa altura, o cavalo levantava o pescoço, muito importante, com o rei às cavalitas.
Lá na sua vaidade, julgava que era a ele e só a ele que os soldados, os capitães, os majores, os coronéis, os generais, os músicos e os porta-bandeiras prestavam homenagem.
Já viram tolice assim?
No pátio do palácio, diante da corte reunida, dos condes e das condessas, dos marqueses e das marquesas, dos duques e das duquesas, dos embaixadores, dos ministros e dos conselheiros, o rei passeava-se em cima do cavalo. Também nessas alturas, o tonto do cavalo supunha que todos aqueles salamaleques, todas aquelas vénias, lhe eram destinadas, a ele e só a ele, cavalo real.
Já imaginaram cavalo mais burro?
Mas, um dia, numa caçada, o cavalo real tropeçou num tronco e deixou cair o rei, que se estatelou no chão, com a coroa à banda.
Não lhe perdoou o rei o trambolhão.
Deixar cair o rei é cair em desgraça.
Foi o que aconteceu.
Expulso das cavalariças reais, o cavalo percebeu finalmente que não lhe tinham respeito nenhum.
Acabaram-se as paradas, as vénias, os desfiles.
É agora um cavalo de carroça.
Nem tudo se perdeu, afinal.
Depois do que se passou, o cavalo ganhou juízo.

Créditos:
Autor: António Torrado
Ilustrador: Cristina Malaquias
Sapo Kids

Dá-me música....

http://www.youtube.com/watch?v=vctJdcTB2hA&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=BfK7vrVb8E8&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=nzv9R5kFnLk

http://www.youtube.com/watch?v=Vz36YtA32e0

http://www.youtube.com/watch?v=beG7TP3TwXk

http://www.youtube.com/watch?v=6zByb57Lr90

http://www.youtube.com/watch?v=9ocC_HUyhwk

http://www.youtube.com/watch?v=Kbeg7DBp1z4