Certamente foi sorte....
Vejam o que encontrei quando experimentava a nova funcionalidade do Google Maps...
Lisboa, PortugalHiperligação: <http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-PT&geocode=&q=Lisboa,+Portugal&sll=37.0625,-95.677068&sspn=42.310334,78.662109&ie=UTF8&split=0&ll=38.786083,-9.090604&spn=0.000575,0.002401&z=19&layer=c&cbll=38.786084,-9.090605&panoid=-5da7T1x98UHQsvxZXllrQ&cbp=11,134.65,,0,9.83>
A partir de hoje os cibernautas já podem passear virtualmente pelas ruas de Lisboa e do Porto através do Street View , uma funcionalidade do Google Maps que permite explorar locais através de imagens a 360º.
"A partir de hoje os utilizadores podem explorar as cidades de Lisboa e do Porto. Vão poder passear e ver tudo ao nível de rua, como os sítios se parecem por fora, como ir de 'A' a 'B' através das ruas e ter assim uma noção muito mais real daquilo que são as cidades", disse hoje em Lisboa a responsável de marketing da Google Portugal, Inês Gonçalves, durante a apresentação do Street View.
Numa primeira fase estão acessíveis para visitas virtuais a partir de qualquer ponto do globo apenas Lisboa e Porto, mas está já a ser preparada a disponibilização de outras cidades portuguesas.
A equipa do Google Portugal começou no início de Março a recolher as imagens das duas cidades com uns carros equipados com câmaras que tiram fotografias a 360º. Neste momento os veículos já circulam por outras cidades, como Aveiro, Braga, Évora, Portalegre e Setúbal. "Até ao final do ano esperamos já ter mais cidades disponíveis", afirmou.
Portugal é o 12º país com cidades disponíveis para visitas virtuais através do Street View. "É uma forma prática de ver como os sítios são, como ir de um local ao outro, qual é realmente o aspecto das cidades", explicou.
A responsável destacou durante a apresentação do Street View a importância dada pela Google à privacidade do utilizador, como tal "as imagens só são recolhidas em locais públicos e os rostos de pessoas e matrículas de carros aparecem desfocados".
A Google Portugal garantiu que manteve "desde o início uma relação estreita com a Comissão Nacional de Protecção de Dados".
Créditos: Google Maps.... no dia da estreia em Portugal e Expresso online..
terça-feira, 18 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Mini-Hídricas
afinal parece que não sou assim tão parvo.....
Água das condutas vai ser usada para produzir luz
Primeiros investimentos na nova solução energética arrancam no Algarve e em Aveiro
Condutas de água potável vão ser usadas para produzir energia. A primeira mini-hídrica arrancou no Algarve, a segunda será inaugurada no primeiro trimestre de 2010, em Aveiro. O que as distingue é a tecnologia utilizada.
Aveiro vai receber a primeira central de produção de energia a partir de uma rede de abastecimento de água potável. O projecto, ontem anunciado, tem uma capacidade de 0,085 Mw, o que equivale à potência instalada de 20 casas de habitação. Num ano, a empresa responsável estima que a instalação produza aproximadamente 550 Mw/hora.
O projecto está a ser desenvolvido e financiado pelo consórcio Spheraa/Luságua num investimento inicial de 200 mil euros, avançou João Pereira, sócio gerente da Spheraa, ao JN. Adona da estrutura é a Associação dos Municípios do Carvoeiro-Vouga, estando a gestão a cargo da Águas do Vouga.
A mini-hídrica vai ser instalada na central de abastecimento de água de Aveiro, mas o objectivo é avançar com o projecto para a generalidade da rede.
"Este é o pontapé de saída", disse o mesmo responsável, acrescentando que este é "um projecto com potências reduzidas, mas economicamente viável, em que o intuito é perceber se pode tornar-se num modelo de negócio". Trata-se então de uma mini-turbina instalada numa conduta de água. Ou seja, o consórcio detém uma conduta de entrada num dos reservatórios que abastecem a cidade e onde é instalado um "bypass". A energia é produzida através do movimento da água que faz girar as turbinas, sem comprometer a qualidade da água. Este sistema permite, em simultâneo, fazer o abastecimento da população e produzir electricidade.
As centrais de produção de energia a partir de uma rede de abastecimento de água potável não são novidade. Já em Março, a Águas de Portugal instalou uma central micro-hídrica na Estação de Tratamento de Águas (ETA) do Beliche, onde é aproveitada a energia cinética e potencial do caudal de água bruta para a produção eléctrica a utilizar naquela instalação. A diferença entre esta e a de Aveiro está na tecnologia utilizada. Em Beliche, o processo é feito através de uma bomba ao contrário que impulsiona água como uma turbina. A potência instalada é de 0,02Mw, sendo que anualmente a instalação produz 120Mw/hora. A Águas de Portugal prevê instalar a tecnologia em mais 70 locais, até 2014.
Créditos: CATARINA CRAVEIRO - JornaldeNoticiasonline
Água das condutas vai ser usada para produzir luz
Primeiros investimentos na nova solução energética arrancam no Algarve e em Aveiro
Condutas de água potável vão ser usadas para produzir energia. A primeira mini-hídrica arrancou no Algarve, a segunda será inaugurada no primeiro trimestre de 2010, em Aveiro. O que as distingue é a tecnologia utilizada.
Aveiro vai receber a primeira central de produção de energia a partir de uma rede de abastecimento de água potável. O projecto, ontem anunciado, tem uma capacidade de 0,085 Mw, o que equivale à potência instalada de 20 casas de habitação. Num ano, a empresa responsável estima que a instalação produza aproximadamente 550 Mw/hora.
O projecto está a ser desenvolvido e financiado pelo consórcio Spheraa/Luságua num investimento inicial de 200 mil euros, avançou João Pereira, sócio gerente da Spheraa, ao JN. Adona da estrutura é a Associação dos Municípios do Carvoeiro-Vouga, estando a gestão a cargo da Águas do Vouga.
A mini-hídrica vai ser instalada na central de abastecimento de água de Aveiro, mas o objectivo é avançar com o projecto para a generalidade da rede.
"Este é o pontapé de saída", disse o mesmo responsável, acrescentando que este é "um projecto com potências reduzidas, mas economicamente viável, em que o intuito é perceber se pode tornar-se num modelo de negócio". Trata-se então de uma mini-turbina instalada numa conduta de água. Ou seja, o consórcio detém uma conduta de entrada num dos reservatórios que abastecem a cidade e onde é instalado um "bypass". A energia é produzida através do movimento da água que faz girar as turbinas, sem comprometer a qualidade da água. Este sistema permite, em simultâneo, fazer o abastecimento da população e produzir electricidade.
As centrais de produção de energia a partir de uma rede de abastecimento de água potável não são novidade. Já em Março, a Águas de Portugal instalou uma central micro-hídrica na Estação de Tratamento de Águas (ETA) do Beliche, onde é aproveitada a energia cinética e potencial do caudal de água bruta para a produção eléctrica a utilizar naquela instalação. A diferença entre esta e a de Aveiro está na tecnologia utilizada. Em Beliche, o processo é feito através de uma bomba ao contrário que impulsiona água como uma turbina. A potência instalada é de 0,02Mw, sendo que anualmente a instalação produz 120Mw/hora. A Águas de Portugal prevê instalar a tecnologia em mais 70 locais, até 2014.
Créditos: CATARINA CRAVEIRO - JornaldeNoticiasonline
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
As Figuras da Terceira - Açores
Expresso...... sempre a surpreender
Gráfico animado Expresso: As figuras gigantes da ilha Terceira
Quer encontrar as figuras gigantes desenhadas no solo vulcânico da ilha Terceira por muros, estradas, árvores e acidentes do terreno? Então faça como a investigadora que as descobriu, Fernanda Durão: vá ao Google Earth, localize os Açores no meio do Atlântico Norte e voe pela Terceira em todas as direcções.
Infografia de Sofia Miguel Rosa Texto de Virgilio Azevedo
Créditos: Jornal Expresso Sábado, 8 de Ago de 2009
Gráfico animado Expresso: As figuras gigantes da ilha Terceira
Quer encontrar as figuras gigantes desenhadas no solo vulcânico da ilha Terceira por muros, estradas, árvores e acidentes do terreno? Então faça como a investigadora que as descobriu, Fernanda Durão: vá ao Google Earth, localize os Açores no meio do Atlântico Norte e voe pela Terceira em todas as direcções.
Créditos: Jornal Expresso Sábado, 8 de Ago de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Estou na Lua...
......................................................................................
Para animar um pouco... algo bem disposto
Créditos: net YouTube
Sufoco
A tua sina é a solidão,
que te deixa baralhado
ora indiferentes partidas
ora importância desmedida...
O cansaço que transportas
será vencedor, um dia
já tal é idoso o ânimo
já tal é frustada a crença
Existem guerras perdidas..
batalhas de suor e dor...
Conquistar o que não se sente
Tarefa ingrata, sem sabor..
que te deixa baralhado
ora indiferentes partidas
ora importância desmedida...
O cansaço que transportas
será vencedor, um dia
já tal é idoso o ânimo
já tal é frustada a crença
Existem guerras perdidas..
batalhas de suor e dor...
Conquistar o que não se sente
Tarefa ingrata, sem sabor..
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Saint-Exupéry....
A 31 de Julho de 1944...
Morre Saint-Exupéry, o aviador que criou “O Principezinho”
Nascido em 1900, na cidade francesa de Lyon, Antoine
de Saint-Exupéry cedo se apaixonou pela aviação,
tendo conseguido o seu “brevet” aos 22 anos, no Serviço
Militar Obrigatório.
Tornar-se-ia um dos pioneiros da aviação postal francesa,
aceitando empregos que o levaram a conhecer
o deserto do Sahara e a América do Sul. O seu primeiro
romance, “Correio do Sul”, refl ecte este período
da sua vida, tal como “Voo Nocturno”, que o lançou
verdadeiramente e venceu o prémio Femina.
Em 1935, Saint-Exupéry sofreu um acidente sobre o
deserto na Líbia. Juntamente com o seu co-piloto,
sobreviveu graças ao facto de terem sido encontrados
por um beduíno, após quatro dias a vaguear sem
água nem comida.
Este incidente serviria como ponto de partida para
aquele que se tornou o seu grande sucesso. “O Principezinho”,
editado em 1943, um ano antes da morte
de Exupéry, começa precisamente com a queda de
um avião no deserto, onde o piloto conhece o habitante
do asteróide B612. A conversa que os dois
têm tem sido sujeita a várias leituras, desde a crítica
social à espiritualidade, com a mensagem de que
o essencial é invisível aos olhos e apenas pode ser
apreendido pelo coração.
Alexandre Honrado, autor português com uma vasta
obra de literatura para a infância, destaca a importância
de um episódio em particular: “Lembro-me de
um diálogo com uma raposa, sobre o estabelecimento
de laços e a importância de se cativar
pessoas. Esse fascínio marcou-me
muito. Numa sociedade que se desumaniza
cada vez mais, Saint-Exupéry
consegue contrariar isso, apesar de ter
sido um homem muito terra-a-terra”.
Traduzido em mais de 180 línguas e
com mais de 80 milhões de exemplares
vendidos, “O Principezinho” é um
dos maiores best-sellers de sempre,
tendo marcado várias gerações.
A sua última aventura aérea, vivida no
contexto da Segunda Guerra Mundial,
deu-se a 31 de Julho de
1944. Não se sabe ao certo
a razão da queda, nem se
sabe se o cadáver retirado
das águas a 80 quilómetros
do local da queda é realmente
o seu.
Créditos: ONTEM E HOJE» Filipe d’Avillez
Morre Saint-Exupéry, o aviador que criou “O Principezinho”
Nascido em 1900, na cidade francesa de Lyon, Antoine
de Saint-Exupéry cedo se apaixonou pela aviação,
tendo conseguido o seu “brevet” aos 22 anos, no Serviço
Militar Obrigatório.
Tornar-se-ia um dos pioneiros da aviação postal francesa,
aceitando empregos que o levaram a conhecer
o deserto do Sahara e a América do Sul. O seu primeiro
romance, “Correio do Sul”, refl ecte este período
da sua vida, tal como “Voo Nocturno”, que o lançou
verdadeiramente e venceu o prémio Femina.
Em 1935, Saint-Exupéry sofreu um acidente sobre o
deserto na Líbia. Juntamente com o seu co-piloto,
sobreviveu graças ao facto de terem sido encontrados
por um beduíno, após quatro dias a vaguear sem
água nem comida.
Este incidente serviria como ponto de partida para
aquele que se tornou o seu grande sucesso. “O Principezinho”,
editado em 1943, um ano antes da morte
de Exupéry, começa precisamente com a queda de
um avião no deserto, onde o piloto conhece o habitante
do asteróide B612. A conversa que os dois
têm tem sido sujeita a várias leituras, desde a crítica
social à espiritualidade, com a mensagem de que
o essencial é invisível aos olhos e apenas pode ser
apreendido pelo coração.
Alexandre Honrado, autor português com uma vasta
obra de literatura para a infância, destaca a importância
de um episódio em particular: “Lembro-me de
um diálogo com uma raposa, sobre o estabelecimento
de laços e a importância de se cativar
pessoas. Esse fascínio marcou-me
muito. Numa sociedade que se desumaniza
cada vez mais, Saint-Exupéry
consegue contrariar isso, apesar de ter
sido um homem muito terra-a-terra”.
Traduzido em mais de 180 línguas e
com mais de 80 milhões de exemplares
vendidos, “O Principezinho” é um
dos maiores best-sellers de sempre,
tendo marcado várias gerações.
A sua última aventura aérea, vivida no
contexto da Segunda Guerra Mundial,
deu-se a 31 de Julho de
1944. Não se sabe ao certo
a razão da queda, nem se
sabe se o cadáver retirado
das águas a 80 quilómetros
do local da queda é realmente
o seu.
Créditos: ONTEM E HOJE» Filipe d’Avillez
terça-feira, 28 de julho de 2009
Terra de Fogo - As pessoas passam; os lugares ficam!!
A beleza de uma região que fica nos confins do MundoÉ um arquipélago quase do tamanho da Irlanda, partilhado pelo Chile e pela Argentina, lá bem no fundo do continente sul-americano, antes da Antárctida. É a natureza em estado puro, com paisagens de arrepiar.
Quem lhe deu o nome Terra do Fogo foi Fernão de Magalhães. Se quiser saber o porquê do nome, ler uma reportagem de viagem por esse território e, já agora, recolher algumas informações úteis para o caso de lá querer ir, vá primeiro ao artigo que publicamos na Revista Única.
A arder por mais
O território que nos leva ao fim do mundo foi baptizado pelo fogo. Mas o seu elemento é a água.
O território que nos leva ao fim do mundo foi baptizado pelo fogo. Mas o seu elemento é a água.
Vale a pena ler.. e ver...!!
Mais uma jóia do Jornal Expresso
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/528001
Créditos: Jornal Expresso
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
Júpiter - Choque no Espaço
As imagens foram obtidas ontem pelo telescópio de infra-vermelhos da NASA no HavaiReuters/NASA
O planeta Júpiter terá sido atingido por um objecto, possivelmente um cometa, indicaram astrónomos perante imagens da NASA que mostram um rasgão junto do pólo sul do gigante feito de gás.
As imagens, obtidas ontem pelo telescópio de infra-vermelhos da agência espacial norte-americana no Havai, surgem por ocasião do 15.º aniversário de outro choque com um cometa.
Em 1994, Júpiter foi bombardeado por fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9.
Cientistas do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, em Pasadena, Califórnia, captaram as imagens após receberem uma indicação de um astrónomo amador na noite anterior.
Créditos: Expresso Online
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Fútil
Pouco a pouco, sem se notar
a tarde quente acende a noite
pintando escuro cirros laranja
que tornam luz, eternos sóis...
Que pontos luz trazeis de novo??
Ó nebulosa de São Tiago...
Dá-me o meu Halley.... o meu farol
Dá-me uma estrada.... o meu sentido.
Olhar as estrelas.. tão cintilantes
sempre com vida.. com anos luz
tornam pequeno o deus Odin
lança certeira... cultos do Norte
E quando partir, cá ficarão...
outros olhares as vão citar,
somos uns nada no firmamento,
somos uns tudo no sofrimento.
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a tarde quente acende a noite
pintando escuro cirros laranja
que tornam luz, eternos sóis...
Que pontos luz trazeis de novo??
Ó nebulosa de São Tiago...
Dá-me o meu Halley.... o meu farol
Dá-me uma estrada.... o meu sentido.
Olhar as estrelas.. tão cintilantes
sempre com vida.. com anos luz
tornam pequeno o deus Odin
lança certeira... cultos do Norte
E quando partir, cá ficarão...
outros olhares as vão citar,
somos uns nada no firmamento,
somos uns tudo no sofrimento.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
O maior eclipse solar do século XXI
Sombra da Lua projectada na Terra durante um eclipse solar em 1999. A fotografia foi tirada do espaço, da Estação Espacial Mir.
Cortesia: CNES
A natureza é cheia de coincidências surpreendentes, como aquela que nos permite desfrutar da beleza quase mística que é um eclipse solar. A Lua, com um raio de aproximadamente 1.738 km, encontra-se a uma distância média da Terra de 384 403 km. Incrivelmente, a esta distância o seu tamanho aparente no céu é praticamente igual ao do Sol.
Esta coincidência faz com que, quando os três corpos estão alinhados (Terra, Lua e Sol) possamos desfrutar de um eclipse. No próximo dia 22 de Julho, a lua vai interpor-se novamente entre a Terra e o Sol criando mais um espectacular eclipse solar.
Infelizmente para nós, este eclipse não será visto em Portugal uma vez que a sombra da lua será projectada sobre o Pacífico Norte e sobre países como a China, Índia, Nepal, Bangladesh e Myanmar.
Em Portugal serão 3h35m da madrugada quando o eclipse atingir o seu auge sobre o Pacífico. Se estiver de férias no oriente, pode consultar um destes mapas detalhados sobre o caminho de totalidade do eclipse (trajectória do eclipse total).
De acordo com os especialistas este será o eclipse mais longo do século XXI, com uma duração esperada de 6 minutos e 39 segundos.
Texto: Dário Passos
CENTRA, Instituto Superior Técnico
Saber mais
O eclipse solar de 22 de Julho de 2009 (página da Wikipédia)
Página da NASA sobre o eclipse de 22 de Julho (em inglês)
Página da ESA sobre eclipses solares
Agenda do Ano Internacional da Astronomia em Portugal
Créditos: Sapo
terça-feira, 14 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Lugares Mágicos.. a visitar
Mais um exclente apontamento do Jornal Expresso
Sítios de excepção que atravessaram a história até aos nossos dias: Da Arquitectura do megalítico à excêntrica Quinta da Regaleira, traçamos um mapa de nove lugares, com a colaboração do historiador de arte Paulo Pereira.
http://clix.expresso.pt/fotogaleria-lugares-magicos=f525239
Créditos: Jornal Expresso Online
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Sítios de excepção que atravessaram a história até aos nossos dias: Da Arquitectura do megalítico à excêntrica Quinta da Regaleira, traçamos um mapa de nove lugares, com a colaboração do historiador de arte Paulo Pereira.
http://clix.expresso.pt/fotogaleria-lugares-magicos=f525239
Créditos: Jornal Expresso Online
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Olhar Turvo
Os olhos jazem atordoados
apelo à luz que traga alívio
quero esqueçer que é madrugada
quero morrer sem ambição..
A mão aberta sob o meu queixo
afaga a mente de tanta insónia
velas queimadas clamando sorte
são um desejo, são uma fonte..
Distância longa a percorrer
distancia triste, que nos engole
tudo se esbate, tudo se imola
sei-te de cor, que sina a minha!!!
Rolam os corpos em convulsão
encontram nada, triste agonia
sobra a raiva, indesejada
faltam palavras, compreensão...
Fecha-se a porta e o tempo avança
avança a bala, flecha de requiem
solta-se a vida que será pó
escreve-se a voz.... na pedra fria.
apelo à luz que traga alívio
quero esqueçer que é madrugada
quero morrer sem ambição..
A mão aberta sob o meu queixo
afaga a mente de tanta insónia
velas queimadas clamando sorte
são um desejo, são uma fonte..
Distância longa a percorrer
distancia triste, que nos engole
tudo se esbate, tudo se imola
sei-te de cor, que sina a minha!!!
Rolam os corpos em convulsão
encontram nada, triste agonia
sobra a raiva, indesejada
faltam palavras, compreensão...
Fecha-se a porta e o tempo avança
avança a bala, flecha de requiem
solta-se a vida que será pó
escreve-se a voz.... na pedra fria.
sábado, 4 de julho de 2009
Uma delícia.... Simplesmente uma delícia!!
A Flor
1º Prémio de Cinema Ecológico... de José Saramago
http://flocos.tv/curta/a-flor-mais-grande-do-mundo/
Créditos: ViaMail - RRaimundo
_________________________
1º Prémio de Cinema Ecológico... de José Saramago
http://flocos.tv/curta/a-flor-mais-grande-do-mundo/
Créditos: ViaMail - RRaimundo
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
Uma vez na nossa vida
CURIOSIDADE numérica...
12h34'56"do dia 7.8.9 temos que FESTEJAR!!!
No Dia 7 de Agosto de 2009
às 12 horas 34 minutos e 56 segundos, em 7 de Agosto deste ano, a data e a hora serão
12:34:56 07/08/09
1 2 3 4 5 6 7 8 9
Isto nunca vai acontecer de novo na Tua vida!!!!
Créditos: Via Mail RR
12h34'56"do dia 7.8.9 temos que FESTEJAR!!!
No Dia 7 de Agosto de 2009
às 12 horas 34 minutos e 56 segundos, em 7 de Agosto deste ano, a data e a hora serão
12:34:56 07/08/09
1 2 3 4 5 6 7 8 9
Isto nunca vai acontecer de novo na Tua vida!!!!
Créditos: Via Mail RR
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Arrogância no limite
ARROGÂNCIA
O diálogo abaixo é verídico e foi travado em Outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na conversa:
- Favor alterar seu rumo 15 graus para norte para evitar uma colisão com a nossa embarcação.
Os canadenses responderamde pronto:
- Recomendo mudar o SEU rumo 15 graus para sul.
O americano ficou mordido:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana.
Repito, mude o SEU rumo.
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU rumo actual.
A conversa começou a ficar desagradável.
O capitão americano berrou ao microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOSA COMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM A VOSSA ROTA 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRA-MEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
- Aqui é um farol, câmbio!
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... quantas vezes criticamos a acção dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...
Créditos: Mail
O diálogo abaixo é verídico e foi travado em Outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na conversa:
- Favor alterar seu rumo 15 graus para norte para evitar uma colisão com a nossa embarcação.
Os canadenses responderamde pronto:
- Recomendo mudar o SEU rumo 15 graus para sul.
O americano ficou mordido:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana.
Repito, mude o SEU rumo.
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU rumo actual.
A conversa começou a ficar desagradável.
O capitão americano berrou ao microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOSA COMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM A VOSSA ROTA 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRA-MEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
- Aqui é um farol, câmbio!
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... quantas vezes criticamos a acção dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...
Créditos: Mail
Alimentos (que) deVerão
O que deve comer no Verão
Vegetais na grelha e outros menus. Saiba quais!!
Vegetais na grelha e outros menus. Saiba quais!!
Verão é sinónimo de grelhados.
As churrascadas, equivalem, normalmente, à ingestão de grandes quantidades de carne e/ou peixe.
A fisiologista do controlo de peso Teresa Branco esclarece que «a dose diária recomendada de carne ou peixe não ultrapassa uma peça do tamanho da palma da mão».
Substitua estas refeições por legumes na chapa.
A fisiologista do controlo de peso Teresa Branco esclarece que «a dose diária recomendada de carne ou peixe não ultrapassa uma peça do tamanho da palma da mão».
Substitua estas refeições por legumes na chapa.
Pimentos, espargos verdes, courgettes, cebola, couve roxa... todos estes vegetais são pouco calóricos quando não lhes adicionamos gordura e têm um óptimo sabor quando temperados com azeite virgem, vinagre balsâmico e ervas aromáticas.
Pedro Queiroz, da Clínica de Nutrição do Porto, também tem sugestões verdes para este Verão: tomate recheado no forno com cogumelos e beringela grelhada com rebentos de soja.
Pedro Queiroz, da Clínica de Nutrição do Porto, também tem sugestões verdes para este Verão: tomate recheado no forno com cogumelos e beringela grelhada com rebentos de soja.
Quanto à sobremesa, o nutricionista aconselha a opção por gelados confeccionados à base de fruta fresca e iogurte e sem adição de açúcar.
«Experimente juntar iogurte líquido, alguns morangos e cubos de gelo num liquidificador. Depois de algumas horas no congelador, sirva com pedaços de maracujá», recomenda ainda.
«Experimente juntar iogurte líquido, alguns morangos e cubos de gelo num liquidificador. Depois de algumas horas no congelador, sirva com pedaços de maracujá», recomenda ainda.
PImentos Recheados à Espanhola

Pimentos Recheados
_________________
4 Pessoas
Ingredientes
4 pimentos verdes ou vermelhos
2 cebolas
2 cebolas
1 cabeça de alho
1 kg carne vaca (vazia)
1 tomate maduro
Polpa de tomate
1/2 l vinho branco
200 g arroz branco
100 g de azeitonas descaroçadas
Preparação
Lava-se o arroz em água corrente, passa-se no estrugido de azeite uma cebola e alho e junta-se água. O arroz deve ficar solto.
Lava-se o arroz em água corrente, passa-se no estrugido de azeite uma cebola e alho e junta-se água. O arroz deve ficar solto.
Carne: Passe a carne no estrugido de azeite com cebola picada e alho, junte o tomate picado (bem maduro) e a polpa de tomate. Tempere a gosto e junte o vinho branco.Tape e vá mexendo durante cerca de 1 hora.
Pimentos:Retire a coroa aos pimentos e todo o interior (grainhas, etc.) até ficar completamento oco. Lave os pimentos.
Misture o arroz à carne e junte na mistura as azeitonas descaroçadas. Encha os pimentos com a mistura.
Leve os pimentos ao forno bem quente cerca de 15 minutos.
Sugestões
Acompanhar com um bom pão e um vinho maduro branco
Créditos: SapoSabores/EduardoFranco
Créditos: SapoSabores/EduardoFranco
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O Dragão das nove e trinta...

Leva uma rica vida o dragão da minha história.
É verde, como dizem que são os dragões, tem escamas que o cobrem de cima a baixo e uma espinha eriçada em dentes de serra, do pescoço ao rabo.
Como se vê, é um dragão vulgar.
Agora imaginem-no, como eu imagino, carregado de meninos.
Imaginar não custa nada.
Nestes dias de Verão, por volta das nove e trinta, passa pela minha rua, deitando muito fumo pelas ventas, o dragão de que vos falo.
Pára nas paragens dos autocarros e para ele sobem os meninos em férias.
Quando estão todos instalados, o dragão buzina alegremente e põe-se a andar.
Não sabiam que os dragões buzinavam?
Pois buzinam, mas só quando estão bem-dispostos.
Com o seu carregamento de meninos, o dragão toma o caminho da praia.
Corre ao lado do comboio, que também leva o mesmo sentido, e quase sempre chega primeiro. Na praia, assim que o último menino salta para a areia, o dragão mete-se dentro de água, faz-se pequenino e transforma-se num hipocampo, isto é, num cavalo-marinho, para poder nadar sem chamar a atenção.
Perder a banhoca é que nunca!
Ao fim da tarde, volta a crescer e a apresentar-se como um dragão aprumado e responsável, que nunca se esquece de que tem de trazer os meninos de volta para casa.
À noite, trabalha na Feira Popular.
Como tem uma bocarra lança-chamas, ocupa-se a assar frangos ou sardinhas.
E, sempre que pode, vai dar uma voltinha no carrossel.
Rica vida!
Créditos: SapoKid
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Ninho com 2.500 Anos

Encontrado ninho de falcão activo há mais de 2500 anos
O ninho pertence a um casal de falcões gerifalte e situa-se num penhasco na Gronelândia, tendo sido também encontrados dois outros ninhos com 1000 anos e um terceiro com mais de 600 anos.
Os falcões gerifalte (Falco rusticolus), a espécie de falcão de maior dimensão, habitam o Árctico e não constroem ninhos com ramos e paus, pondo os ovos em depressões em forma de taça que escavam em saliências na rocha, ou em ninhos feitos por outras aves, como por exemplo os corvos.
A descoberta do ninho com 2500 anos foi realizada por uma equipa da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e foi publicada na revista Ibis. Os investigadores pretendiam determinar por quanto tempo os falcões gerifalte utilizam o mesmo local de nidificação e para isso dataram o guano e outros resíduos encontrados em vários locais de nidificação da Gronelândia. O frio e seco clima local abranda o processo de decomposição dos dejectos dos animais e nalguns dos locais de nidificação os depósitos de guano tinham quase 2m de profundidade.
A datação através do carbono revelou que um ninho em Kangerlussuaq no centro-oeste da Gronelândia tem entre 2360 e 2740 anos. Outros 3 ninhos da área têm mais de 1000 anos e o mais recente foi ocupado pela primeira vez há 520 a 650 anos atrás. “Embora soubesse que muitas espécies de falcão reutilizam os locais de nidificação ano após ano, nunca imaginei que estaríamos a falar de ninhos que têm sido utilizados intermitentemente por mais de 2000 anos”, refere Burnham, que liderou a investigação.
“Esta descoberta enfatizam o quão importantes são as características dos locais de nifidicação para as rapinas, em particular as de maiores dimensões” refere Burnham que acrescentou “Alguma coisa, seja a profundidade da saliência a porção de penhasco suspensa sobre o ninho, atrai de tal modo os falcões gerifalte que os faz reutilizá-los durante milhares de anos”.
No entanto, o facto de os falcões permanecerem fiéis a certos locais de nidificação por centenas de gerações sugere que podem ser especialmente vulneráveis às Alterações Climáticas, alerta o investigador. Com o aquecimento do clima outras espécies como falcões peregrinos estão a deslocar-se para o norte, sendo previsível que compitam com os falcões gerifalte por locais de nidificação. Se os animais forem obrigados a encontrar localizações alternativas estas podem não estar tão protegidos do duro clima da Gronelândia.
Créditos : BBC Earth News/Sapo/FilipaAlves
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Saudades cansadas...
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Todo o meu sonho é dor
deslumbrado que foi na ilusão
como um restolho sofrido pela ceifeira
a quem a sorte no verde seco não poupou...
Como ser forte tanto mal faz
onde imperativo é resistir
onde a palavra basta, não tem sentido
e as forças são pura ficção...
Já não me sinto régua nem esquadro
nem vento norte ou verde anil
já sou a portagem no auto-estrada,
simples palito numa parada
sou grão de areia no mar Aral,
risco pisado num salto nulo,
balão sem ar no fim de festa...
A mão que estende mas não alcança
a voz que soa mas não se ouve
são a estrutura, não resistente
são a saudade já indiferente....
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Todo o meu sonho é dor
deslumbrado que foi na ilusão
como um restolho sofrido pela ceifeira
a quem a sorte no verde seco não poupou...
Como ser forte tanto mal faz
onde imperativo é resistir
onde a palavra basta, não tem sentido
e as forças são pura ficção...
Já não me sinto régua nem esquadro
nem vento norte ou verde anil
já sou a portagem no auto-estrada,
simples palito numa parada
sou grão de areia no mar Aral,
risco pisado num salto nulo,
balão sem ar no fim de festa...
A mão que estende mas não alcança
a voz que soa mas não se ouve
são a estrutura, não resistente
são a saudade já indiferente....
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Então..
Hoje, miserável dia...
não quero mais ecos do pensamento..
não quero mais o vazio da companhia..
não quero mais forçar o sorriso só porque estou triste..
hoje, ficas sózinho...
Agarrado á tua sombra.... ao teu passado...
Hoje precisas do par dos pares..
Sem medos.. sem dó... sem estrelas, sem norte...
Então..
que a solidão não te prenda o passo
e vai procurar a luz na imensa escuridão..
onde jamais alguém ousará encontrar...
E por osmose, serás nevoeiro sem farol
serás barco sem quilha nem leme
serás naufrágo sem oceano..
serás vento sem condor...
serás tempestades de calmaria..
serás a dor no prazer....
Serás feliz?
Talvez sim.. ou então, talvez não.
Miserável dia...
não quero mais ecos do pensamento..
não quero mais o vazio da companhia..
não quero mais forçar o sorriso só porque estou triste..
hoje, ficas sózinho...
Agarrado á tua sombra.... ao teu passado...
Hoje precisas do par dos pares..
Sem medos.. sem dó... sem estrelas, sem norte...
Então..
que a solidão não te prenda o passo
e vai procurar a luz na imensa escuridão..
onde jamais alguém ousará encontrar...
E por osmose, serás nevoeiro sem farol
serás barco sem quilha nem leme
serás naufrágo sem oceano..
serás vento sem condor...
serás tempestades de calmaria..
serás a dor no prazer....
Serás feliz?
Talvez sim.. ou então, talvez não.
Miserável dia...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Fotos do Google Earth
Mais uma pequena maravilha...
è sempre bom saber como se faz....
Saiba como são feitas as fotos do Google Earth
Sites como o norte-americano Google Earth e o francês Pagesjaunes vivem das fotografias aéreas captadas por empresas como a InterAtlas, que recorrem a tecnologia de ponta.
http://aeiou.expresso.pt/video-saiba-como-sao-feitas-as-fotos-do-google-earth=f523429
Sabia que a tecnologia a actual permite reconhecer pessoas e ler matrículas ainda que fotografadas a partir de um avião a centenas de metros de altitude?
Ainda que seja tecnicamente possível, as empresas que se dedicam à fotografia aérea, como a francesa InterAtlas , garantem que não o fazem.
Numa altura em que as imagens aéreas fazem as delícias de milhões de cibernautas em todo o mundo, sites como o norte-americano Google Earth ou o francês Pagesjaunes , estão entre os seus principais clientes.
Créditos: ExpressoTV Online
è sempre bom saber como se faz....
Saiba como são feitas as fotos do Google Earth
Sites como o norte-americano Google Earth e o francês Pagesjaunes vivem das fotografias aéreas captadas por empresas como a InterAtlas, que recorrem a tecnologia de ponta.
http://aeiou.expresso.pt/video-saiba-como-sao-feitas-as-fotos-do-google-earth=f523429
Sabia que a tecnologia a actual permite reconhecer pessoas e ler matrículas ainda que fotografadas a partir de um avião a centenas de metros de altitude?
Ainda que seja tecnicamente possível, as empresas que se dedicam à fotografia aérea, como a francesa InterAtlas , garantem que não o fazem.
Numa altura em que as imagens aéreas fazem as delícias de milhões de cibernautas em todo o mundo, sites como o norte-americano Google Earth ou o francês Pagesjaunes , estão entre os seus principais clientes.
Créditos: ExpressoTV Online
Dançar..
domingo, 28 de junho de 2009
Rumo
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É tempo, companheiro!
Caminhemos ...
Longe, a Terra chama por nós,
e ninguém resiste à voz
Da Terra ...
Nela,
O mesmo sol ardente nos queimou
a mesma lua triste nos acariciou,
e se tu és negro e eu sou branco,
a mesma Terra nos gerou!
Vamos, companheiro ...
É tempo!
Que o meu coração
se abra à mágoa das tuas mágoas
e ao prazer dos teus prazeres
Irmão
Que as minhas mãos brancas se estendam
para estreitar com amor
as tuas longas mãos negras ...
E o meu suor
se junte ao teu suor,
quando rasgarmos os trilhos
de um mundo melhor!
Vamos!
que outro oceano nos inflama.. .
Ouves?
É a Terra que nos chama ...
É tempo, companheiro!
Caminhemos ...
Alda Lara
É tempo, companheiro!
Caminhemos ...
Longe, a Terra chama por nós,
e ninguém resiste à voz
Da Terra ...
Nela,
O mesmo sol ardente nos queimou
a mesma lua triste nos acariciou,
e se tu és negro e eu sou branco,
a mesma Terra nos gerou!
Vamos, companheiro ...
É tempo!
Que o meu coração
se abra à mágoa das tuas mágoas
e ao prazer dos teus prazeres
Irmão
Que as minhas mãos brancas se estendam
para estreitar com amor
as tuas longas mãos negras ...
E o meu suor
se junte ao teu suor,
quando rasgarmos os trilhos
de um mundo melhor!
Vamos!
que outro oceano nos inflama.. .
Ouves?
É a Terra que nos chama ...
É tempo, companheiro!
Caminhemos ...
Alda Lara
Forças...
Ser Poeta
Ser Poeta..
Ser Poeta é ser mais alto,
é ser maior Do que os homens!
Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda gente!
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
http://www.youtube.com/watch?v=8E775P5HQRU
Trovante - Ao Vivo no Campo Pequeno em 1988.
Ser Poeta é ser mais alto,
é ser maior Do que os homens!
Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda gente!
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
http://www.youtube.com/watch?v=8E775P5HQRU
Trovante - Ao Vivo no Campo Pequeno em 1988.
O Lago dos Cisnes
Gravacao da famosa obra de Tchaikovsky - O Lago dos Cisnes
http://www.youtube.com/watch?v=vreGAPSMbVU
O Lago dos Cisnes (em russo: Лебединое Озеро, Lebedinoye Ozero) é um balé dramático em quatro atos do compositor russo Tchaikovsky e com o libreto de Vladimir Begitchev e Vasily Geltzer. Sua estréia ocorreu no Teatro Bolshoi em Moscou no dia 20 de fevereiro de 1877, mas a sua estréia foi um fracasso não por causa da música, e sim, pela má interpretação da orquestra e dos bailarinos, assim como a coreografia e a cenografia. O balé foi encomendado pelo Teatro Bolshoi em 1876 e o compositor começou a escrevê-lo logo em seguida.
O balé estreiou no ano seguinte.
Créditos: Net/Youtube
Orquestra Filarmonica de Londres, conduzida pelo maestro Adrian Boult.
Gravacao do disco de vinil Victor Japan, ano de 1967.
Sir Adrian Cedric Boult (8 de Abril 1889 22 Fevereiro 1983) foi um maestro inglês. Já atuou como Diretor de música da BBC e também regeu a BBC Symphony Orchestra.(Wikipédia)
http://www.youtube.com/watch?v=vreGAPSMbVU
O Lago dos Cisnes (em russo: Лебединое Озеро, Lebedinoye Ozero) é um balé dramático em quatro atos do compositor russo Tchaikovsky e com o libreto de Vladimir Begitchev e Vasily Geltzer. Sua estréia ocorreu no Teatro Bolshoi em Moscou no dia 20 de fevereiro de 1877, mas a sua estréia foi um fracasso não por causa da música, e sim, pela má interpretação da orquestra e dos bailarinos, assim como a coreografia e a cenografia. O balé foi encomendado pelo Teatro Bolshoi em 1876 e o compositor começou a escrevê-lo logo em seguida.
O balé estreiou no ano seguinte.
Créditos: Net/Youtube
Also Sprach Zarathustra
ASSIM FALAVA ZARATHUSTRA
Nada, Vazio,Vácuo, Tempo, Espaço, Ausência, Trevas, Abismo, Silêncio, Eco,Oco
Ar
Som
Luz
Ação
Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba
Céu
Mar
Sol
Terra
Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba
Eu
Tu
Nós
Ninguém
Lágrimas ,Dor
Tudo ao pó retornará
Adeus Deus
Vão
Breu
FIM
http://www.youtube.com/watch?v=3yM9tW-jjEA
Créditos - Texto: Flávio Patrocínio
Musica: R.Strauss - Also Sprach Zarathustra Royal Concertgebouw Orchestra Amsterdam
Nada, Vazio,Vácuo, Tempo, Espaço, Ausência, Trevas, Abismo, Silêncio, Eco,Oco
Ar
Som
Luz
Ação
Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba
Céu
Mar
Sol
Terra
Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba Bomba
Eu
Tu
Nós
Ninguém
Lágrimas ,Dor
Tudo ao pó retornará
Adeus Deus
Vão
Breu
FIM
http://www.youtube.com/watch?v=3yM9tW-jjEA
Créditos - Texto: Flávio Patrocínio
Musica: R.Strauss - Also Sprach Zarathustra Royal Concertgebouw Orchestra Amsterdam
Zorba... aprenda a dançar!!!
Sirtaki Original
e para descontrair....
Créditos: YouTube
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Procurando sossego...
Un punto de vista sobre lo que tenemos, lo bueno que hemos hecho y lo malo que hemos construido, una llamada de atención para poner en orden nuestra casa.
White Wings es interpretada por la Filarmonica de Londres.
"Is this the world We created?" escrita por Brian May y Freddie Mercury del Album de 1984 titulado Works.
Créditos: Youtube
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sábado, 27 de junho de 2009
Dá-me música....
Alguns Edifícios mais estranhos do mundo...
Ripley's Building ( Ontario , Canada )
Wooden Gagster House ( Archangelsk , Russia )
Nakagin Capsule Tower ( Tokyo , Japan )
Erwin Wurm: House Attack ( Viena , Austria )BERLENGA.. aqui tão perto!!
BERLENGA




Baptismos de mergulho na Berlenga
Cerca de cem estreantes na Berlenga
“É como se estivéssemos dentro de um aquário”, descreve José Parreira, 39 anos, no final do seu baptismo de mergulho, que teve como cenário as azuis e cristalinas águas da ilha da Berlenga.
“É como se estivéssemos dentro de um aquário”, descreve José Parreira, 39 anos, no final do seu baptismo de mergulho, que teve como cenário as azuis e cristalinas águas da ilha da Berlenga.
António Monteiro, 49 anos, foi outro ‘caloiro’ que não podia ter aceite melhor desafio para a sua primeira experiência de contacto com o fascinante mundo subaquático. “Ver os peixinhos à nossa volta e a natureza debaixo de água é algo único e inesquecível”, comenta, ao mesmo tempo que garante ter reconhecido “dois polvos e um sargo” nos dez minutos que mergulhou a cinco metros de profundidade.
José e António foram dois dos cerca de cem estreantes que participaram na iniciativa “Sensações Subaquáticas”, organizada pela Associação de Operadores de Mergulho do Oeste e Município de Peniche, e inserida no Festival Sabores do Mar de Peniche.
A proposta era aliciante: Viajar na réplica de uma caravela dos Descobrimentos até à “ilha de sonho”, como é referenciada, e nas suas águas tranquilas e transparentes, abundantes em fauna e flora, bem como em destroços de barcos afundados, fazer o baptismo de mergulho.
As águas da Berlenga constituem um ‘oceanário’ selvagem, que só numa Reserva Natural protegida se pode encontrar. A vontade de mergulhar na Berlenga é alimentada por descrições de vários entusiastas e artigos publicados em revistas da especialidade, que dão conta de um local idílico e ponto de mergulho obrigatório. E como se não bastasse a aventura de uma primeira vez, nada como um cenário destes para tornar a experiência ainda mais memorável.
A data é 13 de Junho. O ponto de partida para a Berlenga é o cais de embarque de Peniche. Alguns mergulhadores seguem em semi-rígidos a alta velocidade em direcção à ilha, enquanto outros irão gastar mais de duas horas a lá chegar. Mas a demora compensa, porque as emoções começam logo pelo prazer de viajar na “Vera Cruz”, réplica aproximada de uma caravela dos Descobrimentos.
Foi construída por especialistas de construção naval em madeira, de acordo com o que se sabe das técnicas utilizadas no séc. XV. Tem quase 24 metros de comprimento e o mastro grande atinge 18 metros.
A brisa enche as velas e o barco avança. Lentamente. De vez em quando, um salpico de água salgada. Começa aqui a aventura. O barco inclina-se entre cada refrega e sofrem os ‘marinheiros’ que não aguentam o enjoo do balanço. A maioria sai incólume e chega à Berlenga cheia de vontade de mergulhar.
No final da experiência é altura de cada um contar a sua história. “É uma paisagem totalmente diferente da piscina e aqui vamos sempre com os olhos abertos porque levamos a máscara e a garrafa de oxigénio. Superou as minhas expectativas, porque debaixo da água do mar tudo é diferente e estamos noutra dimensão. Só pensamos em pesquisar”, relata António Monteiro.“Foi fascinante. Fiquei fã e vou fazer um curso de mergulho”, revela Lígia Ribeiro, 43 anos. “A água estava nítida e andei por meio dos peixes. Perdi completamente a noção do tempo e quando me fizeram sinal para subir senti pena”, conta, entusiasmada.
Ana Monteiro, 18 anos, também quer repetir a experiência. “Tornámo-nos peixinhos”, exclama. “É um mundo aparte. Lá em baixo não se pensa, simplesmente vive-se o momento”, manifesta.
O presidente da Câmara de Peniche, António José Correia, ressalta um dos objectivos do evento: “Quem pratica mergulho é desde logo o primeiro defensor da fauna e flora subaquáticas, o que vem aumentar a consciência da necessidade de preservação da biodiversidade”.
Turismo de naufrágios
A hora é de regresso à caravela “Vera Cruz”, que vai transportar de volta a Peniche os mergulhadores estreantes. A bordo é assinado um protocolo de colaboração entre o Laboratório Nacional de Energia e Geologia e o Município de Peniche para, entre outras acções, tornar a Berlenga auto-sustentável do ponto de vista energético. O presidente da Câmara aproveita para anunciar que o Município de Peniche vai apresentar a candidatura da Berlenga a uma das “7 Maravilhas da Natureza de Portugal”. “Estamos conscientes da importância que a ilha da Berlenga assume em termos de património natural, histórico e arqueológico”, afirma António José Correia, que no último trimestre deste ano vai também candidatar a Berlenga a Reserva da Biosfera da UNESCO.
Depois dos anúncios, altura para Armando Ribeiro, especialista em mergulho, aguçar o apetite dos ‘caloiros’. “Há uma série de barcos naufragados à volta das Berlengas, como o ‘Agios Nikolaus’, que foi descoberto por mim e alguns amigos, com dicas de pescadores. É um cargueiro grego que naufragou na década de 60 do século passado e está a 66 metros de profundidade. Ou então o ‘SS Dago’, um cargueiro inglês afundado por um bombardeiro alemão, na década de 40, e que está a 50 metros debaixo do mar”, descreve.
“Há uma mística de ver o estado dos barcos”, reconhece, adiantando que “há outros barcos muito partidos e degradados entre 20 a 40 metros de profundidade”. No seu entender, “há um mercado potencial para o turismo, sobretudo de ingleses, suecos e dinamarqueses, mas é preciso descobrir mais coisas para cativar as pessoas”.
Francisco Gomes
À descoberta da ilha
Gruta na Berlenga
Após o mergulho é tempo de recuperar forças. Depois de uma caldeirada, há quem aproveite para descobrir os recantos da ilha, a pé ou de barco.
Após o mergulho é tempo de recuperar forças. Depois de uma caldeirada, há quem aproveite para descobrir os recantos da ilha, a pé ou de barco.
Mário Garcia é operador da embarcação “Pardela”, um dos vários barqueiros que efectua um circuito pela ilha, levando os visitantes às grutas, uma das quais navegável de uma ponta a outra. “Todas as partes da Berlenga são bonitas”, considera. Filho de um antigo pescador, conhece todos os cantos da ilha. “Estou cá quatro meses por ano mas conheço a Berlenga praticamente desde que nasci. O meu pai vivia aqui e também tinha este trabalho de guiar os turistas”, refere.
É com orgulho que conta a história de cada rochedo, como o que tem a forma de uma baleia ou da cabeça de um elefante. E na gruta azul partilha o segredo: “Ponham a mão dentro de água e vejam como fica azul. É um efeito de luminosidade”.Na Fortaleza de S. João Baptista, datada do séc. XVII, a Casa-Abrigo é explorada pela Associação Amigos das Berlengas. Entre 15 de Maio e 15 de Setembro está aberta e normalmente fica lotada em Julho e Agosto. Tem 23 quartos. Cada diária custa 12 euros. “Há pessoas que chegam aqui e ficam logo maravilhadas e outras pensavam que vinham para um hotel de cinco estrelas, só que temos algumas coisas primitivas, como ser necessário trazer roupa de cama e restrições de água e luz”, avança Nuno Costa, um dos encarregados.
Para além dos trilhos e caminhos marcados por entre a vegetação e a fauna, com predominância das gaivotas, outras atracções da ilha são o farol e a pequena praia, mas é no Bairro dos Pescadores que se encontram as histórias mais curiosas, como o chá para o enjoo da viagem de barco. Maria Otília é a autora do chá apresentado como ‘milagreiro’, mas que afinal não passa de um momento de boa disposição proporcionado aos mais indispostos, porque o termo onde supostamente leva o líquido, ao abrir mostra um pénis gigante. “Há pessoas que vêm tão mal-encaradas da viagem e matam-se a rir depois de lhes mostrar o ‘chá da Berlenga’. Ficam logo boas”, indica Maria Otília.
Mariete Soares, mãe do cantor Beto, é funcionária da Câmara e permanece dez meses na Berlenga, e só vai para Peniche em Dezembro e Janeiro. “Acabamos por ficar quase sozinhos quando acaba o Verão mas é uma ilha de sonho e é tão bom estar no meio da tranquilidade”, declara.José Rodrigo também ocupa uma das casas do bairro e adora o ambiente. Já a esposa não aguenta tanta acalmia. “Ao fim de dois dias de estar na Berlenga, diz que até lhe faz falta o cheiro do fumo dos carros”, confessa o marido, que não se farta de contar a história de quando as gaivotas o roubaram. “Tinha duas costeletas a grelhar e as gaivotas levaram”, assegura.
Créditos: Oeste Online, Net
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Comentário...

Por vezes apetecia ter raiva de quem tanto mal nos fez ou faz....
Ter raiva no sentido mais cruel que o vocábulo possa transmitir..
Ter tanta raiva e tanto ódio que nos obrigasse a mudar de passeio, estrada ou cidade, só para não encontrar quem nós "queremos"...
O grande problema é que simplesmente quem gosta, quem ama, quem partilha...
jamais consegue transformar estes sentimentos nos "outros" sentimentos..
è como querer misturar a agua e azeite.... a Natureza não o permite!
Aquele que ama, jamais prenderá o seu amado: deixa-lo-á ir..se essa for a sua vontade..
se esse acto for a porta para a liberdade e para a busca da felicidade...
Por vezes, o amor não é entendido e pessoas existem que partem das nossas vidas e nunca saberão o quanto foram amadas.
Trocar a liberdade de quem amamos pela nossa dor, é escolher consentidamente a pior parte.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
PROT - Plano Regional Ordenamento Território
PROT do Oeste e Vale Tejo - aprovado em conselho de ministros sob críticas dos autarcas
Torres Vedras, Lisboa, 25 JUN (Lusa)- O Governo aprovou hoje em conselho de ministros o Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROT-OVT), apesar das críticas dos autarcas às limitações impostas à construção fora das áreas urbanas.
O documento define que a construção fora das áreas urbanas vai ser restringida e só será possível em terrenos com pelo menos uma área de quatro hectares, (40.000 m2) estabelecendo pela primeira vez uma norma transversal aos 33 concelhos abrangidos pelo plano.
"São normas rígidas demais", reagiu à agência Lusa o presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Corvelo de Sousa, segundo o qual as novas normas impostas pelo PROT-OVT sobre os planos municipais "não vêm dar saídas a quem queira construir".
Créditos: Agência Lusa/Net
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E é mesmo assim que NÂO deve ser.
Quem tem 4 ha de terreno?
Os donos das quintas e herdades, certamente.. que por acaso também tem casas e apartamentos em todo o lado.
E que herdou dos pais ou avós pequenas parcelas e vê nelas a única oportunidade de construir uma habitação, não se desaraizando nem da familia nem do local onde nasceu??
Seremos todos obrigados a habitar na urbe, a andarmos tristes e cansados, a respirar smog e a nem conhecer o vizinho do lado?? Terei eu que ser carrasco dos meus filhos e obriga-los a abandonar a aldeia só porque não existem propriedades com 40.000 m2???? Retiro-lhe o ar saudável, o silêncio da noite, o cheiro da terra, o espaço para correr e sorrir??
Mais uma vez promove-se a desertificação, a litoralidade e a ideia que "gente" é aquele que habita num 4º esquerdo ou 12º direito. O resto, são uma cambada de selvagens....
O povo português não é todo administrador da Galp ou da PT, nem tão pouco banqueiro ou menino do papá a quem tudo é dado.. se for necessário, adquirem-se 40 ha e não 4 ha... Dinheiro não é problema. Eles irão construir onde bem querem e sózinhos, sem vizinhos selvagens... pois estes foram metidos em autocarros e levados para a cidade para se tornarem gente...
Será que quem decide estas coisas nunca ouviu falar que se deve pensar antes de fazer barbaridades??? Certamente tem um gabinete bem grande, motorista à porta e sabe que existe crise pois disseram-lhe numa partida de golfe...
E os outros??
O português comum que luta todo o dia pela sobrevivência??
Aquele que é obrigado a pensar quanto ganha e quanto pode gastar??
Á cerca de 30 anos, as Forças Armadas fizeram uma revolução... Parece que hoje é preciso fazer uma outra revolução para aparecer quem defenda novamente o cidadão..!!
Espero sinceramente que lá para Dezembro, o Pai Natal se lembre de oferecer quintas e herdades bem grandes a todos os portugueses do Oeste e Vale Tejo.
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Torres Vedras, Lisboa, 25 JUN (Lusa)- O Governo aprovou hoje em conselho de ministros o Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROT-OVT), apesar das críticas dos autarcas às limitações impostas à construção fora das áreas urbanas.
O documento define que a construção fora das áreas urbanas vai ser restringida e só será possível em terrenos com pelo menos uma área de quatro hectares, (40.000 m2) estabelecendo pela primeira vez uma norma transversal aos 33 concelhos abrangidos pelo plano.
"São normas rígidas demais", reagiu à agência Lusa o presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Corvelo de Sousa, segundo o qual as novas normas impostas pelo PROT-OVT sobre os planos municipais "não vêm dar saídas a quem queira construir".
Créditos: Agência Lusa/Net
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E é mesmo assim que NÂO deve ser.
Quem tem 4 ha de terreno?
Os donos das quintas e herdades, certamente.. que por acaso também tem casas e apartamentos em todo o lado.
E que herdou dos pais ou avós pequenas parcelas e vê nelas a única oportunidade de construir uma habitação, não se desaraizando nem da familia nem do local onde nasceu??
Seremos todos obrigados a habitar na urbe, a andarmos tristes e cansados, a respirar smog e a nem conhecer o vizinho do lado?? Terei eu que ser carrasco dos meus filhos e obriga-los a abandonar a aldeia só porque não existem propriedades com 40.000 m2???? Retiro-lhe o ar saudável, o silêncio da noite, o cheiro da terra, o espaço para correr e sorrir??
Mais uma vez promove-se a desertificação, a litoralidade e a ideia que "gente" é aquele que habita num 4º esquerdo ou 12º direito. O resto, são uma cambada de selvagens....
O povo português não é todo administrador da Galp ou da PT, nem tão pouco banqueiro ou menino do papá a quem tudo é dado.. se for necessário, adquirem-se 40 ha e não 4 ha... Dinheiro não é problema. Eles irão construir onde bem querem e sózinhos, sem vizinhos selvagens... pois estes foram metidos em autocarros e levados para a cidade para se tornarem gente...
Será que quem decide estas coisas nunca ouviu falar que se deve pensar antes de fazer barbaridades??? Certamente tem um gabinete bem grande, motorista à porta e sabe que existe crise pois disseram-lhe numa partida de golfe...
E os outros??
O português comum que luta todo o dia pela sobrevivência??
Aquele que é obrigado a pensar quanto ganha e quanto pode gastar??
Á cerca de 30 anos, as Forças Armadas fizeram uma revolução... Parece que hoje é preciso fazer uma outra revolução para aparecer quem defenda novamente o cidadão..!!
Espero sinceramente que lá para Dezembro, o Pai Natal se lembre de oferecer quintas e herdades bem grandes a todos os portugueses do Oeste e Vale Tejo.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Com Muito Prazer...
VESTIR A CAMISOLA
NUNCA pesquei patavina de futebol e demorei mais de um ano a perceber o que é um fora de jogo, mas há uma regra de ouro que nunca me escapou da magia do astro rei: o espírito de equipa. Uma equipa é constituída por diferentes elementos com características próprias que os fazem exercer funções diferenciadas. E à parte dos jogadores superstar – Eusébio, Pelé, Figo ou Ronaldo – e dos seus talentos específicos, a verdade é que o espírito de equipa é que faz a vitória, e que, já agora, como também se diz sobre esta e outras modalidades desportivas, em equipa vencedora não se mexe.
UMA RELAÇÃO também pode – e deve – ser vista seguindo o espírito dumasiano de um por todos, todos por um, embora mandem as regras do bom senso que todos sejam apenas dois, e que outros elementos de equipa que a ela se juntem apareçam sob a forma de descendentes. Três foi a conta que Deus fez, mas não para casais, apesar do próprio Dumas também ter afirmado que o casamento é um fardo tão pesado que precisa de duas pessoas, por vezes três para carregá-lo.
A questão do número é, mesmo assim, menos basilar do que a do género, já que nas últimas décadas as grandes mudanças que se operaram na sociedade serviram para diluir o papel do homem e para fortalecer o papel da mulher enquanto indivíduos, o que resultou em algumas indefinições, ambiguidades e confusões para ambos os lados do campo de jogos.
O HOMEM ainda gosta de se sentir o provider, mas respira de alívio se a mulher também trouxer algum dinheiro para casa; e a mulher apregoa a sua independência alto e bom som mas, no fundo, gosta de ter alguém que a proteja e a apoie. E se qualquer um vai às reuniões da escola ou sabe mudar uma fralda, ainda são as mulheres que amamentam e ainda são os homens que vão para o jardim jogar à bola com filhos.
O ESPÍRITO de equipa é como tudo na vida, exige treino e concentração. É preciso ser humilde, bom ouvinte e ter capacidade para desenvolver empatia pelo outro. Perceber o que é importante para ele, o que o faz feliz e o que mais o incomoda, ao mesmo tempo que temos a obrigação de lhe transmitir o que é importante para nós. Tal como no ténis, há sempre uma rede pelo meio. É preciso deixar que o outro faça os seus serviços e marque alguns pontos, e depois trocar de lado no campo e fora dele, dar espaço e tempo e dar a mão à palmatória se for caso disso, sem nunca perder a mão nem a dignidade.
GOSTO de pensar que uma relação envolve mais amor do que poder, mais generosidade do que egoísmo, mais tempo do que dinheiro. Gosto de pensar que uma relação é como uma ponte: a pouco e pouco, os dois lados vão--se aproximando cada vez mais, até àquele momento mágico em que o tabuleiro se une no centro, entre os dois pilares. E, já agora, sem portagens nem cobranças em nenhuma das extremidades. Ou se veste a camisola para o bem e para o mal ou então o melhor é ir a nado.
Créditos: Margarida Rebelo Pinto Sol - net
NUNCA pesquei patavina de futebol e demorei mais de um ano a perceber o que é um fora de jogo, mas há uma regra de ouro que nunca me escapou da magia do astro rei: o espírito de equipa. Uma equipa é constituída por diferentes elementos com características próprias que os fazem exercer funções diferenciadas. E à parte dos jogadores superstar – Eusébio, Pelé, Figo ou Ronaldo – e dos seus talentos específicos, a verdade é que o espírito de equipa é que faz a vitória, e que, já agora, como também se diz sobre esta e outras modalidades desportivas, em equipa vencedora não se mexe.
UMA RELAÇÃO também pode – e deve – ser vista seguindo o espírito dumasiano de um por todos, todos por um, embora mandem as regras do bom senso que todos sejam apenas dois, e que outros elementos de equipa que a ela se juntem apareçam sob a forma de descendentes. Três foi a conta que Deus fez, mas não para casais, apesar do próprio Dumas também ter afirmado que o casamento é um fardo tão pesado que precisa de duas pessoas, por vezes três para carregá-lo.
A questão do número é, mesmo assim, menos basilar do que a do género, já que nas últimas décadas as grandes mudanças que se operaram na sociedade serviram para diluir o papel do homem e para fortalecer o papel da mulher enquanto indivíduos, o que resultou em algumas indefinições, ambiguidades e confusões para ambos os lados do campo de jogos.
O HOMEM ainda gosta de se sentir o provider, mas respira de alívio se a mulher também trouxer algum dinheiro para casa; e a mulher apregoa a sua independência alto e bom som mas, no fundo, gosta de ter alguém que a proteja e a apoie. E se qualquer um vai às reuniões da escola ou sabe mudar uma fralda, ainda são as mulheres que amamentam e ainda são os homens que vão para o jardim jogar à bola com filhos.
O ESPÍRITO de equipa é como tudo na vida, exige treino e concentração. É preciso ser humilde, bom ouvinte e ter capacidade para desenvolver empatia pelo outro. Perceber o que é importante para ele, o que o faz feliz e o que mais o incomoda, ao mesmo tempo que temos a obrigação de lhe transmitir o que é importante para nós. Tal como no ténis, há sempre uma rede pelo meio. É preciso deixar que o outro faça os seus serviços e marque alguns pontos, e depois trocar de lado no campo e fora dele, dar espaço e tempo e dar a mão à palmatória se for caso disso, sem nunca perder a mão nem a dignidade.
GOSTO de pensar que uma relação envolve mais amor do que poder, mais generosidade do que egoísmo, mais tempo do que dinheiro. Gosto de pensar que uma relação é como uma ponte: a pouco e pouco, os dois lados vão--se aproximando cada vez mais, até àquele momento mágico em que o tabuleiro se une no centro, entre os dois pilares. E, já agora, sem portagens nem cobranças em nenhuma das extremidades. Ou se veste a camisola para o bem e para o mal ou então o melhor é ir a nado.
Créditos: Margarida Rebelo Pinto Sol - net
terça-feira, 23 de junho de 2009
Propósitos na vida dão saúde

Ter um propósito na vida está associado a menores taxas de mortalidade entre os idosos, segundo um estudo norte-americano. A investigadora Patricia A. Boyle, da Centro Médico Universitário Rush, destaca que "um propósito na vida reflecte a tendência de aferir significado das experiências de vida e ser focado e planeado".
A análise de mais de 1.200 idosos que não tinham demência indicou que aqueles que relatavam terem propósitos maiores na vida tinham metade do risco de morte, comparados aos voluntários com menos propósitos. E os resultados persistiam após os investigadores considerarem o rendimento, sintomas depressivos, incapacidade, neuroticismo e número de condições médicas. Segundo os autores, a mortalidade foi mais significativamente associada a três itens do questionário de propósito na vida, que mediu a concordância dos participantes às seguintes questões: "algumas vezes, sinto como se eu já tivesse feito tudo que há a fazer na vida"; "eu costumava propor metas para mim mesmo, mas que agora parecem perda de tempo"; "as minhas actividades diárias frequentemente parecem triviais e sem importância para mim".
"Estamos animados com essas descobertas, porque sugere que factores positivos, como ter um sentido de propósito na vida, contribuam para a saúde", destacaram os autores. Porém, os investigadores admitem que mais estudos são necessários para avaliar se outras características demográficas podem modificar a relação entre propósitos de vida e mortalidade e para observar se isso pode ser modificado.
Créditos: SapoSaúde
domingo, 21 de junho de 2009
Solstício...
Quando os babilónios dividiram a passagem do Sol pelo céu nos doze signos do Zodíaco, o Sol encontrava-se na constelação de Touro por altura do solstício de Junho, data que marca o início do Verão. Quando os gregos adaptaram os signos dos babilónios, o solstício registava-se com o Sol em Caranguejo. Os solstícios e equinócios são marcados pela posição do Sol. Nos momentos dos equinócios, que se registam em Março e em Setembro, o Sol do meio-dia atinge a vertical sobre o equador. À medida que os meses passam, há latitudes diferentes que passam a ver o Sol do meio-dia na vertical. É no solstício de Junho que o Sol aparece mais perto do norte celeste. Nessa altura, o Sol do meio-dia encontra-se na vertical nos lugares de latitude 23 graus e meio norte (O solstício é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador..) Essa latitude constitui o Trópico de Câncer, que toma o nome da constelação Cancer (caranguejo em latim), onde no tempo dos gregos o Sol se encontrava no princípio do Verão. O solstício que marca o princípio do nosso Inverno corresponde à data em que o Sol se encontra mais a sul, atingindo a vertical nos lugares de latitude 23 graus e meio sul. Em tempos recuados, o Sol passava então por Capricórnio, pelo que essa latitude recebe o nome desta constelação.
Desta forma, hoje é o maior dia de luz solar, isto é, o dia em que o Sol nasce mais cedo e tem o ocaso mais tarde.
Solstício de Verão celebrado em Stonehenge por 30 mil pessoas
Uma multidão de cerca de 30 mil pessoas juntou-se hoje de madrugada em frente do conjunto megalítico de Stonehenge, no sudoeste de Inglaterra, para celebrar o solstício de Verão, informou a English Heritage, entidade responsável pelo monumento. A heterogénea multidão, que incluía druidas, hippies, adoradores do Sol e curiosos, cumpriu a tradição e acampou junto dos enormes blocos de pedras que compõem o círculo pré-histórico para assistir aos primeiros raios solares do dia mais longo do ano. Eram 3h58 TMG em Inglaterra (4h58 em Lisboa) quando o Sol surgiu no horizonte, um acontecimento que foi recebido pelos presentes com danças, enquanto alguns deambulavam nus ou apenas observavam o céu saboreando uma cerveja. Apesar da chuva ter ameaçado ensombrar o solstício, a multidão que passou a noite acampada em Stonehenge foi a mais numerosa dos últimos cinco anos, segundo a English Heritage. A celebração decorreu de forma pacífica, informou a polícia, que apesar de tudo efectuou 15 detenções por pequenos delitos de ordem pública. «É uma grande experiência. Trata-se de celebrar a natureza, a vida e o que faz funcionar o mundo, que é o Sol», comentou um dos presentes. O famoso sítio pré-histórico, com cerca de 5000 anos de antiguidade e também chamado Templo do Sol, é desde há várias décadas o lugar eleito para festejar a chegada do Verão boreal à Inglaterra.
Créditos: Net
sábado, 20 de junho de 2009
Sorriso
A importância do sorriso
O sorriso não é o mesmo que o riso. Separa-os um fosso tão grande como o que separa as lágrimas silenciosas, diante de um desgosto, dos gritos histéricos e lancinantes de quem não sabe dominar-se. Bergson escreveu: "O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri.
O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele".
O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe vai no íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas corram menos bem - tudo se resume na harmonia interior.
O sorriso é o que primeiro acontece quando um rapaz e uma rapariga se olham e se enamoram. Não sabem explicar por que se enamoram, mas é-lhes impossível deixar de sorrir um para o outro, num sorriso cúmplice de quem não precisa de palavras para dizer o que sente. Se o enamoramento continua vem a fase em que, juntos, acham graça a tudo, sem prestarem atenção a nada do que os rodeia. Então, por vezes o seu sorriso muda-se em riso estrondoso, mas cristalino manifestando toda a força da sua juventude. Se o enamoramento leva ao namoro e este ao amor que conduz ao casamento estável, então saber sorrir é fundamental para vencer o desgaste da rotina do dia a dia e para evitar o afastamento de dois seres que, vivendo muito perto, estão interiormente afastados - não estão em sintonia.
É pois muito importante saber sorrir. Um sorriso pode dissipar uma angústia, se for simpático, ou aumentá-la se for sarcástico; pode estimular um trabalho, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha se for cínico; pode criar uma amizade, se for sincero e transparente, ou um afastamento se for hipócrita; pode humilhar de modo irreversível se não for autêntico e espontâneo.
O sorriso pode ser um grande auxiliar na educação. Não o sorriso que pactua com a asneira, mas o sorriso que acompanha uma repreensão justa e que mostra ao visado que, apesar da dureza e firmeza da repreensão, há amizade e compreensão.
Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. (....)
O sorriso não é o mesmo que o riso. Separa-os um fosso tão grande como o que separa as lágrimas silenciosas, diante de um desgosto, dos gritos histéricos e lancinantes de quem não sabe dominar-se. Bergson escreveu: "O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri.
O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele".
O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe vai no íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas corram menos bem - tudo se resume na harmonia interior.
O sorriso é o que primeiro acontece quando um rapaz e uma rapariga se olham e se enamoram. Não sabem explicar por que se enamoram, mas é-lhes impossível deixar de sorrir um para o outro, num sorriso cúmplice de quem não precisa de palavras para dizer o que sente. Se o enamoramento continua vem a fase em que, juntos, acham graça a tudo, sem prestarem atenção a nada do que os rodeia. Então, por vezes o seu sorriso muda-se em riso estrondoso, mas cristalino manifestando toda a força da sua juventude. Se o enamoramento leva ao namoro e este ao amor que conduz ao casamento estável, então saber sorrir é fundamental para vencer o desgaste da rotina do dia a dia e para evitar o afastamento de dois seres que, vivendo muito perto, estão interiormente afastados - não estão em sintonia.
É pois muito importante saber sorrir. Um sorriso pode dissipar uma angústia, se for simpático, ou aumentá-la se for sarcástico; pode estimular um trabalho, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha se for cínico; pode criar uma amizade, se for sincero e transparente, ou um afastamento se for hipócrita; pode humilhar de modo irreversível se não for autêntico e espontâneo.
O sorriso pode ser um grande auxiliar na educação. Não o sorriso que pactua com a asneira, mas o sorriso que acompanha uma repreensão justa e que mostra ao visado que, apesar da dureza e firmeza da repreensão, há amizade e compreensão.
Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. (....)
Termino com uma frase que vinha num calendário de bolso que me deram: "Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e... não se irrite, sorria".
(Maria Fernanda Barroca)
(Maria Fernanda Barroca)
terça-feira, 16 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Moussssseeeeeeeee.........
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Mousse de chocolate com pimenta rosa, flor de sal e azeite
Ingrediente Principal: Chocolate
Ingredientes
170 g de chocolate amargo cortado em pequenos cubos
Ingrediente Principal: ChocolateIngredientes
170 g de chocolate amargo cortado em pequenos cubos
75 g de leite gordo
1 gema
4 a 5 claras
2 colheres de sopa de açúcar
pimenta rosa q.b.
flor de sal q.b.
azeite q.b.
Preparação
Derreta o chocolate em banho-maria ou no microondas.
Preparação
Derreta o chocolate em banho-maria ou no microondas.
Deixe o chocolate em cima da bancada.
Quando necessitar de o usar ainda deve estar morno.
Ferva o leite e deite-o por cima do chocolate.
Utilizando umas varas de cozinha pequenas envolva suavemente o leite no chocolate.
Adicione a gema e envolva-a no chocolate sempre com suavidade.
Pare assim que a gema for incorporada.
Bata as claras numa batedeira em velocidade média até estarem montadas mas não completamente.
Aumente a velocidade e adicione o açúcar gradualmente.
Continue a bater as claras até estarem muito firmes mas ainda brilhantes.
Adicione um terço das claras ao chocolate.
Misture com a ajuda de uma espátula de borracha.
Adicione então o resto das claras e envolva-as cuidadosamente até serem completamente incorporadas.
Coloque a mousse numa taça grande e refrigere durante uma hora.
Na altura de servir tempere com o azeite, a flor de sal e a pimenta rosa ligeiramente esmagada. Para dar um toque especial, com a ajuda de duas colheres, dê-lhe a forma de quenelle, a forma típica dos pasteis de bacalhau.
Então BOM APETITE!!
Créditos: Chefe José Avillez/SapoSabores
Nota: A flor de sal é a fina flor de sal marinho, também chamada de nata ou coalho de sal – por ser recolhido à superfície das pequenas peças, tal como a nata do leite.
A cristalização é completamente feita à superfície das salinas. O cristal tem a forma de delgadíssimas palhetas que facilmente se desagregam por pressão entre os dedos...
A cristalização é completamente feita à superfície das salinas. O cristal tem a forma de delgadíssimas palhetas que facilmente se desagregam por pressão entre os dedos...
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sábado, 13 de junho de 2009
JET STREAM

O Jet stream ou corrente do jacto é uma corrente de ar muito veloz que ocorre na estratosfera ou na alta troposfera. Os Jet Streams ocorrem em torno da Terra envolvendo-a e seguindo um curso ondulante. Estes jactos de ar foram descobertos durante as incursões aéreas na segunda guerra mundial.
Ocorrendo nos níveis superiores da atmosfera, essa corrente é de grande importância à aviação, podendo ser aproveitada para proporcionar economia de combustível nas aeronaves que as penetram aproveitando o impulso proporcionado por seus intensos ventos. Existem dois tipos de Jet stream: o jacto subtropical, com altitude mais elevada e o jacto polar, de menor altitude.
Ocorrendo nos níveis superiores da atmosfera, essa corrente é de grande importância à aviação, podendo ser aproveitada para proporcionar economia de combustível nas aeronaves que as penetram aproveitando o impulso proporcionado por seus intensos ventos. Existem dois tipos de Jet stream: o jacto subtropical, com altitude mais elevada e o jacto polar, de menor altitude.
A relação entre o Jet Stream e a situação sinóptica é directa ou seja, uma determinada configuração do Jet reflecte-se no posicionamento dos anticiclones e das depressões frontais. Vou explicar qual a relação entre a convergência/divergência do ar com as depressões ou altas pressões à superfície. Quando em níveis altos o ar converge ou seja se acumula a tendência é o ar ser forçado a descer (subsidiência). Ao chegar ao solo o ar como obviamente não pode continuar a descer “espalha-se” para os lados. A este fenómeno chama-se de divergência a nível do solo. Esta situação trás, geralmente, tempo estável pois a divergência do ar impede que hajam movimentos ascendentes que, como é sabido provocam o arrefecimento do ar e posterior condensação. Quando em níveis altos o ar diverge ou seja, o ar afasta-se de um ponto existe um défice de ar. Esse défice de ar é colmatado com a ascendência de ar desde o solo (convecção). Junto ao solo como nesta situação o ar está em permanente ascendência há uma acumulação e convergência do ar vindo das regiões vizinhas. Esta situação trás tempo instável pois, ao contrário da situação anterior, a ascendência do ar provoca o seu arrefecimento e condensação logo formação de nuvens…
Como é que isto se relacionar com o Jet Stream?
O Jet Stream tem fases de maior e menor ondulação. Quando existem ondulações do Jet Stream ocorrem dois processos de aceleração/desaceleração da velocidade do ar em altura. Quando o ar se dirige em direcção ao equador sofre uma desaceleração (lei da conservação do movimento), quando o ar se dirige em direcção aos pólos sofre uma aceleração. São estes dois processos que se verificam nas ondulações do Jet Stream.
Quando o ar se dirige para o equador e depois curva de novo para os pólos formando um U existe o tal processo de desacelaração/aceleração. A velocidade do ar que chega ao vértice do U é menor do que o ar que vai em direcção ao pólo e isto provoca um défice de ar em altura (há mais quantidade de ar a partir em direcção ao pólo do que o ar que chega vindo do pólo). Este facto relaciona-se com um défice de ar em altitude provoca convergência á superfície. Por isso sempre que o Jet Stream tenha a configuração de um U terás sempre a formação de uma depressão à superfície. Também podemos assistir a um processo em que o Jet Stream tem uma ondulação de um U invertido. Nesta situação temos o inverso da anterior. O ar velocidade do ar que se dirige para o pólo é maior do que a velocidade do ar que se dirige ao equador. Consequência directa? Acumulação do ar em altura a ser obrigado a descer. Ao descer provoca o seu aquecimento (devido à compressão do ar), ao aquecer diminui o ponto de condensação. A descida do ar conduz a uma acumulação do mesmo à superfície originando o aparecimento de um anticiclone. É isso que podemos verificar nos mapas do Jet Stream, quando vemos uma ondulação do Jet em que tem a configuração de um U invertido temos sempre reflectido à superfície um anticiclone.
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
A Borboleta Azul

Sabiam que as borboletas azuis ajudam a adormecer????
Sabiam que contar carneiros e ovelhas cheias de lã a saltar obstáculos já faz parte da história e que apenas adormeçemos de cansaço de ter contado tanto rebanho???
Pois é... as borboletas azuis fazem sonhar e para que isso aconteça, precisam de nos por a dormir...Sabiam que contar carneiros e ovelhas cheias de lã a saltar obstáculos já faz parte da história e que apenas adormeçemos de cansaço de ter contado tanto rebanho???
Tenho um sonho de criança: ser maestro de uma grande orquestra.
Sei que comandar uma orquestra é como pilotar um Airbus A380 ou um F17 e neste caso saber a diferença entre um dó e um ré.... coisa que eu não sei...
Mas sonho é sonho e isso é que conta!!
A imaginação não tem limites mesmo quando nos rótulam de sonhadores e líricos...
Por essa razão é que sonho comandar de batuta em risque uma música tipicamente circence onde o público fizesse coro, batendo com as mãos uma na outra.
As borboletas azuis são mágicas, acreditam... e enquanto dormimos elas encarregam-se de concretizar todos os nossos sonhos, por muito impossíveis que sejam.
Dizem que os sonhos são incolores... eu direi que são Anil!!
Pedra Filosofal
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
António Gedeão- In Movimento Perpétuo, 1956
Tarde p'ra partir... cedo p'ra chegar!!!
E aí está....
Pela rua mais estreita, levo o meu partir!
Na despedida, apenas um frio e denso nevoeiro que que comprime o peito sempre que respiro...
O amanhecer não quer despedidas e ainda permanece para oriente. A estrela do norte também já deixou a esfera celeste, certamente por ciúmes, pois o cruzeiro do sul vai reinar por uns tempos.
A Lua, essa, há muito que desapareceu... Certamente a espalhar luar noutras latitudes e a procurar o brilho que lhe tiraram! Sempre pensei que aparecesse para o último olhar, mas.......
Um gato castanho claro, pousa sobre um muro e olha intrigado, acompanhado o meu passar. Na volta da estrada reparo pelo canto do olho que já não lhe causo mais atenção pois limpa as patas com a língua enquanto espera pacientemente pela primeira presa da manhã.
Concentro-me nas horas e no peso do saco que me vinca o ombro... Parece que transporto num simples saco o peso de todo o mundo ... mas pensando bem, levo a minha vida comigo e por muito leve que seja, deixa marcas onde passa. Só que evitava era esta agora no ombro...
Inspiro mais uma vez e avanço.... Não olharei para trás, pois sei que atrás ninguém está... Sei de cor a paisagem que não quero rever; sei a paisagem que quero levar e essa está bem gravada.
Escuto o eco dos meus passos, cada vez mais convictos e determinados em sair deste lugar. Nestas ocasiões o coração fraqueja e a coragem inicial foi corroída pelo tempo de espera. È pois tempo de provar que ainda te resta um pingo de valentia e abrir trilhos que o nevoeiro teima em esconder.
Quando alguém se torna fado, é sempre um alívio saber que partiu: é mais fácil conviver com a distância do que tropeçar com a sombra em cada esquina do dia.
Por outro lado é bastante aborrecido, (chato, diria mesmo utilizando o calão) ter que se mudar os hábitos e proferir conversa de circunstância sempre que alguém que já não pertence à nossa rua, se atravessa à frente transportando teimosamente crenças que já nada nos dizem.
Cada passo em frente, aumenta a distância e encurta a dor. A distância, para além de fomentar o esquecimento, justificará sem qualquer dificuldade decisões préviamente tomadas e ausências assumidas.
Tenho a certeza que já é tarde demais para partir.... e a certeza também que é demasiado cedo para voltar.
Quer parta, quer não parta, será sempre tarde e sempre cedo!!
Pela rua mais estreita, levo o meu partir!
Na despedida, apenas um frio e denso nevoeiro que que comprime o peito sempre que respiro...
O amanhecer não quer despedidas e ainda permanece para oriente. A estrela do norte também já deixou a esfera celeste, certamente por ciúmes, pois o cruzeiro do sul vai reinar por uns tempos.
A Lua, essa, há muito que desapareceu... Certamente a espalhar luar noutras latitudes e a procurar o brilho que lhe tiraram! Sempre pensei que aparecesse para o último olhar, mas.......
Um gato castanho claro, pousa sobre um muro e olha intrigado, acompanhado o meu passar. Na volta da estrada reparo pelo canto do olho que já não lhe causo mais atenção pois limpa as patas com a língua enquanto espera pacientemente pela primeira presa da manhã.
Concentro-me nas horas e no peso do saco que me vinca o ombro... Parece que transporto num simples saco o peso de todo o mundo ... mas pensando bem, levo a minha vida comigo e por muito leve que seja, deixa marcas onde passa. Só que evitava era esta agora no ombro...
Inspiro mais uma vez e avanço.... Não olharei para trás, pois sei que atrás ninguém está... Sei de cor a paisagem que não quero rever; sei a paisagem que quero levar e essa está bem gravada.
Escuto o eco dos meus passos, cada vez mais convictos e determinados em sair deste lugar. Nestas ocasiões o coração fraqueja e a coragem inicial foi corroída pelo tempo de espera. È pois tempo de provar que ainda te resta um pingo de valentia e abrir trilhos que o nevoeiro teima em esconder.
Quando alguém se torna fado, é sempre um alívio saber que partiu: é mais fácil conviver com a distância do que tropeçar com a sombra em cada esquina do dia.
Por outro lado é bastante aborrecido, (chato, diria mesmo utilizando o calão) ter que se mudar os hábitos e proferir conversa de circunstância sempre que alguém que já não pertence à nossa rua, se atravessa à frente transportando teimosamente crenças que já nada nos dizem.
Cada passo em frente, aumenta a distância e encurta a dor. A distância, para além de fomentar o esquecimento, justificará sem qualquer dificuldade decisões préviamente tomadas e ausências assumidas.
Tenho a certeza que já é tarde demais para partir.... e a certeza também que é demasiado cedo para voltar.
Quer parta, quer não parta, será sempre tarde e sempre cedo!!
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