Morrer é simplesmente deixar de aparecer.....
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Fazer falta...
"Vive de modo a que a tua presença não seja notada, mas que a tua ausência seja sentida..."
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Eles andam por aí..... a voar!
Perseguição nos céus
O Expresso passou um dia em missão com a Força Aérea, a bordo de um C-295. A aeronave não respondeu ao controlo aéreo e alterou a rota prevista, sendo escoltada por caças espanhóis, marroquinos e portugueses durante o voo. Tudo não passava de um exercício para testar os meios de prevenção de um possível cenário de pirataria aérea.
http://aeiou.expresso.pt/perseguicao-nos-ceus=f549209
Uma aeronave suspeita sobrevoou espaço aéreo português, espanhol e marroquino sem responder ao controlo de tráfego aéreo, desviando-se da rota prevista. O C-295 da Força Aérea Portuguesa (FAP) foi, por isso, escoltado por caças dos três países até à sua aterragem no Montijo.
O cenário não passava de um exercício coordenado pela FAP, que tinha como objectivo testar os meios de prevenção e resposta em caso de um avião civil ser utilizado como arma num ataque aéreo - exercícios que se passaram a realizar com maior frequência após o 11 de Setembro de 2001, explica o Tenente-Coronel Paulo Gonçalves.
O Expresso acompanhou a equipa da FAP que participou no exercício e observou os acontecimentos a bordo do C-295 que simulou uma aeronave civil. O aparelho descolou de Porto Santo, na ilha da Madeira, às 8 horas; 40 minutos depois abandonou a rota prevista - em vez de se dirigir a Tenerife, sobrevoou as Canárias em direcção à costa de Marrocos.
Avião 'renegade'
Por esta altura, a aeronave portuguesa era considerada de tipo 'renegade' - classificação que é atribuída a um aparelho civil que constitua uma potencial ameaça aérea terrorista. A resposta espanhola demorou cerca de dez minutos, quando um caça F-18 seguiu o avião português, na sua cauda, à distância.
Assim que entrámos em espaço aéreo marroquino, o C-295 passou de imediato a ser escoltado por dois caças F-5, pois os africanos já tinham sido avisados pelo controlo aéreo espanhol, procedimento aliás considerado normal numa situação como esta.
Continuámos a subir a costa marroquina em direcção a Gibraltar e os dois F-5 foram rendidos por dois Mirage F-1, que adoptaram sempre uma escolta de proximidade até a aeronave portuguesa abandonar o espaço aéreo marroquino.
Durante a viagem, que durou cerca de cinco horas e meia, tivemos sempre 'companhia'. À chegada a Gibraltar foi possível avistar, à distância, um caça Eurofighter espanhol. Assim que o C-295 começou a sobrevooar a zona de Faro, dois caças F-16 da FAP seguiram-nos até junto de Sines, onde o exercício foi dado por terminado.
Telefone 'vermelho'
Caso estes acontecimentos não tivessem sido parte de um exercício, a aeronave portuguesa teria sido, certamente, forçada a aterrar pelos caças que a escoltaram. No entanto, se continuasse o comportamento suspeito, seriam feitos os avisos estabelecidos um protocolo escrito entre as entidades aéreas que gerem o espaço aéreo nacional.
Se, mesmo assim, o comportamento suspeito se mantivesse, existe um 'telefone vermelho' na posse do primeiro-ministro de Portugal, e este seria contactado pelo Comando Aéreo da FAP e questionado sobre qual o destino a dar uma aeronave que tenha um comportamento hostil. Só ele, no nosso país, pode dar ordem de abate a uma aeronave civil, explica o Tenente-Coronel Paulo Gonçalves.
Iniciativa 5+5
O exercício foi realizado no dia 11 de Novembro, no âmbito da Iniciativa 5+5, que engloba os países da margem norte e sul do Mediterrâneo: Portugal, Espanha, Marrocos, França, Itália, Mauritânia, Tunísia, Argélia, Malta e Líbia.
A Força Aérea Portuguesa coordenou o cenário "Este" do exercício, sobre o Oceano Atlântico, enquanto ao mesmo tempo se realizava, sobre o Mar Mediterrâneo, o cenário "Oeste" da missão, com outros países envolvidos.
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Créditos: Expresso Online
O Expresso passou um dia em missão com a Força Aérea, a bordo de um C-295. A aeronave não respondeu ao controlo aéreo e alterou a rota prevista, sendo escoltada por caças espanhóis, marroquinos e portugueses durante o voo. Tudo não passava de um exercício para testar os meios de prevenção de um possível cenário de pirataria aérea.
http://aeiou.expresso.pt/perseguicao-nos-ceus=f549209
Uma aeronave suspeita sobrevoou espaço aéreo português, espanhol e marroquino sem responder ao controlo de tráfego aéreo, desviando-se da rota prevista. O C-295 da Força Aérea Portuguesa (FAP) foi, por isso, escoltado por caças dos três países até à sua aterragem no Montijo.
O cenário não passava de um exercício coordenado pela FAP, que tinha como objectivo testar os meios de prevenção e resposta em caso de um avião civil ser utilizado como arma num ataque aéreo - exercícios que se passaram a realizar com maior frequência após o 11 de Setembro de 2001, explica o Tenente-Coronel Paulo Gonçalves.
O Expresso acompanhou a equipa da FAP que participou no exercício e observou os acontecimentos a bordo do C-295 que simulou uma aeronave civil. O aparelho descolou de Porto Santo, na ilha da Madeira, às 8 horas; 40 minutos depois abandonou a rota prevista - em vez de se dirigir a Tenerife, sobrevoou as Canárias em direcção à costa de Marrocos.
Avião 'renegade'
Por esta altura, a aeronave portuguesa era considerada de tipo 'renegade' - classificação que é atribuída a um aparelho civil que constitua uma potencial ameaça aérea terrorista. A resposta espanhola demorou cerca de dez minutos, quando um caça F-18 seguiu o avião português, na sua cauda, à distância.
Assim que entrámos em espaço aéreo marroquino, o C-295 passou de imediato a ser escoltado por dois caças F-5, pois os africanos já tinham sido avisados pelo controlo aéreo espanhol, procedimento aliás considerado normal numa situação como esta.
Continuámos a subir a costa marroquina em direcção a Gibraltar e os dois F-5 foram rendidos por dois Mirage F-1, que adoptaram sempre uma escolta de proximidade até a aeronave portuguesa abandonar o espaço aéreo marroquino.
Durante a viagem, que durou cerca de cinco horas e meia, tivemos sempre 'companhia'. À chegada a Gibraltar foi possível avistar, à distância, um caça Eurofighter espanhol. Assim que o C-295 começou a sobrevooar a zona de Faro, dois caças F-16 da FAP seguiram-nos até junto de Sines, onde o exercício foi dado por terminado.
Telefone 'vermelho'
Caso estes acontecimentos não tivessem sido parte de um exercício, a aeronave portuguesa teria sido, certamente, forçada a aterrar pelos caças que a escoltaram. No entanto, se continuasse o comportamento suspeito, seriam feitos os avisos estabelecidos um protocolo escrito entre as entidades aéreas que gerem o espaço aéreo nacional.
Se, mesmo assim, o comportamento suspeito se mantivesse, existe um 'telefone vermelho' na posse do primeiro-ministro de Portugal, e este seria contactado pelo Comando Aéreo da FAP e questionado sobre qual o destino a dar uma aeronave que tenha um comportamento hostil. Só ele, no nosso país, pode dar ordem de abate a uma aeronave civil, explica o Tenente-Coronel Paulo Gonçalves.
Iniciativa 5+5
O exercício foi realizado no dia 11 de Novembro, no âmbito da Iniciativa 5+5, que engloba os países da margem norte e sul do Mediterrâneo: Portugal, Espanha, Marrocos, França, Itália, Mauritânia, Tunísia, Argélia, Malta e Líbia.
A Força Aérea Portuguesa coordenou o cenário "Este" do exercício, sobre o Oceano Atlântico, enquanto ao mesmo tempo se realizava, sobre o Mar Mediterrâneo, o cenário "Oeste" da missão, com outros países envolvidos.
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Créditos: Expresso Online
Rotundas????? Rotundas para quê??!!
Rotundas para quê quando os condutores são bons ?
Se repararem bem, pode-se ver que a imagem está acelarada, mas mesmo assim...
http://www.youtube.com/watch?v=h5_akg167CQ
http://www.youtube.com/watch?v=ebkogYErN3Y
Dá para pensar.... somos mesmo péssimos condutores!!
Se repararem bem, pode-se ver que a imagem está acelarada, mas mesmo assim...
http://www.youtube.com/watch?v=h5_akg167CQ
http://www.youtube.com/watch?v=ebkogYErN3Y
Dá para pensar.... somos mesmo péssimos condutores!!
Florbela Espanca ---- Trocando Olhares
Trocando Olhares
Traço de luz… lá vai! Lá vai! Morreu.
Do nosso amor me lembra a suavidade…
Da estrela não ficou nada no céu
Do nosso sonho em ti nem a saudade!
Pra onde iria a ’strela? Flor fugida
Ao ramalhete atado no infinito…
Que ilusão seguiria entontecida
A linda estrela de fulgir bendito?…
Aonde iria, aonde iria a flor?
(Talvez, quem sabe?… ai quem soubesse, amor!)
Se tu o vires minha bendita estrela
Alguma noite… Deves conhecê-lo!
Falo-te tanto nele!… Pois ao vê-lo
Dize-lhe assim: “Por que não pensas nela?”
Florbela Espanca - Trocando olhares - 29/07/1916
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Créditos: Net
Traço de luz… lá vai! Lá vai! Morreu.
Do nosso amor me lembra a suavidade…
Da estrela não ficou nada no céu
Do nosso sonho em ti nem a saudade!
Pra onde iria a ’strela? Flor fugida
Ao ramalhete atado no infinito…
Que ilusão seguiria entontecida
A linda estrela de fulgir bendito?…
Aonde iria, aonde iria a flor?
(Talvez, quem sabe?… ai quem soubesse, amor!)
Se tu o vires minha bendita estrela
Alguma noite… Deves conhecê-lo!
Falo-te tanto nele!… Pois ao vê-lo
Dize-lhe assim: “Por que não pensas nela?”
Florbela Espanca - Trocando olhares - 29/07/1916
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Créditos: Net
Vulto na sombra
No alto da minha janela..
Janela ninho, triste prisão,
Circula a Lua, a outra Lua...
Sulcando órbitas na escuridão!!
Estrela pequena, porque a persegues??
É meia Lua... que está presente,
Sentes o frio da solidão??
Sentes os dedos na tua mente??
Quando partires dá-me a razão
Sossega a dor... sê compaixão,
Solta um adeus, a ilusão....
Olha de fora.... olha a prisão!!
No alto da minha vidraça
É tudo negro, estrela farol....
Brilhas no breu.. já sem mordaça...
Lua perdida... Lua sem Sol
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Água na Lua - 2
LCROSS NASA Impactos Confirme Água no Lunar Crater Moffett Field, Califórnia - Os dados preliminares da NASA Lunar Crater Observation e de satélite, ou LCROSS, indica a missão com sucesso descobriram água em uma cratera lunar permanentemente sombreadas. A descoberta abre um novo capítulo na nossa compreensão da lua.
A nave espacial LCROSS e um estágio de foguete feito companheiro impactos gêmeos na cratera Cabeus 9 de outubro, que criou uma nuvem de material do fundo de uma cratera que não viu a luz solar em bilhões de anos. A pluma viajou em um ângulo alto para além da borda do Cabeus e na luz do sol, enquanto uma cortina suplementar de detritos foi ejetado mais lateralmente.
"Estamos destravando os mistérios do nosso vizinho mais próximo e, por extensão, o sistema solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da NASA em Washington. "A lua abriga muitos segredos, e LCROSS não adicionou uma nova camada para a nossa compreensão."
Os cientistas têm especulado muito sobre a origem de quantidades significativas de hidrogênio que foram observadas nos pólos lunares. Os resultados LCROSS estão lançando nova luz sobre a questão com a descoberta de água, que poderia ser mais difundido e em maior quantidade do que se suspeitava anteriormente. Se a água que se formou ou depositados há bilhões de anos, estas armadilhas frio polar poderia ser a chave para a história ea evolução do sistema solar, assim como uma amostra do núcleo de gelo na Terra tomadas revela dados antigos. Além disso, água e outros compostos representam recursos potenciais que poderiam sustentar a exploração lunar futura.
Desde que os impactos, a equipe da ciência LCROSS foi analisar a enorme quantidade de dados coletados a nave espacial. A equipa concentrou-se em dados dos espectrômetros do satélite, que fornecem as informações mais definitivas sobre a presença de água. Um espectrômetro de ajuda a identificar a composição dos materiais, examinando a luz que emitem ou absorvem.
"Estamos muito satisfeitos", disse Anthony Colaprete, LCROSS cientista do projeto e principal investigador do Ames Research Center da NASA em Moffett Field, Califórnia "várias linhas de água mostram evidência esteve presente em ambos os pluma de vapor de alto ângulo e da cortina ejecta criado pelo LCROSS impacto Centauro. A concentração e distribuição de água e outras substâncias requer uma análise mais aprofundada, mas é seguro dizer Cabeus prende a água. "
A equipe tomou o conhecido de quase-infravermelho espectral da água e outros materiais e os compararam com os espectros de perto o impacto LCROSS espectrômetro infravermelho recolhidos.
"Fomos capazes de igualar os espectros a partir de dados LCROSS só quando inseridos os espectros de água", disse Colaprete. "Nenhuma outra combinação razoável de outros compostos que nós tentamos condiziam com as observações. A possibilidade de contaminação da Centauro também foi descartada."
A confirmação adicional veio de uma emissão no espectro ultravioleta que foi atribuído a hidroxila, um produto a partir do desmembramento da água pela luz solar. Quando os átomos e moléculas são animado, eles liberam energia em comprimentos de onda específico que pode ser detectado pelo espectrômetros. Um processo similar é utilizado em letreiros de néon. Quando eletrificada, um gás específico irá produzir uma cor distinta. Logo após o impacto, o espectrômetro ultravioleta LCROSS visível detectado assinaturas hidroxila que são consistentes com uma nuvem de vapor de água na luz solar.
Dados do LCROSS outros instrumentos estão sendo analisados em busca de pistas adicionais sobre o estado ea distribuição do material no local do impacto. A equipe da ciência LCROSS e os colegas estão debruçados sobre os dados para compreender o evento de impacto inteiro, desde flash a cratera. O objetivo é entender a distribuição de todos os materiais dentro do solo no local do impacto.
"A compreensão completa dos dados LCROSS pode levar algum tempo. Os dados são de que rico", disse Colaprete. "Junto com a água em Cabeus, há indícios de outras substâncias intrigante. As regiões permanentemente sombreadas da lua são verdadeiramente criogénicos, coleta e preservação de material ao longo de bilhões de anos."
LCROSS foi lançado 18 de junho de Kennedy Space Center, na Flórida como uma missão que acompanha o Lunar Reconnaissance Orbiter ou LRO. Movendo a uma velocidade de mais de 1,5 quilômetros por segundo, o estádio passou superior do seu veículo de lançamento atingiu a superfície lunar, logo após 4h31 PDT 9 de outubro, criando um impacto que os instrumentos a bordo LCROSS observadas durante aproximadamente quatro minutos. LCROSS e depois caiu a superfície em cerca de 4h36
LRO observado o impacto e continua a passar no local para dar à equipe LCROSS esclarecimentos adicionais sobre a mecânica do impacto e suas crateras resultantes. A equipe da ciência LCROSS está trabalhando em estreita colaboração com cientistas da LRO e outros observatórios visto que o impacto para analisar e compreender o escopo completo dos dados LCROSS.
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Tradução automática
Créditos: Nasa
A nave espacial LCROSS e um estágio de foguete feito companheiro impactos gêmeos na cratera Cabeus 9 de outubro, que criou uma nuvem de material do fundo de uma cratera que não viu a luz solar em bilhões de anos. A pluma viajou em um ângulo alto para além da borda do Cabeus e na luz do sol, enquanto uma cortina suplementar de detritos foi ejetado mais lateralmente.
"Estamos destravando os mistérios do nosso vizinho mais próximo e, por extensão, o sistema solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da NASA em Washington. "A lua abriga muitos segredos, e LCROSS não adicionou uma nova camada para a nossa compreensão."
Os cientistas têm especulado muito sobre a origem de quantidades significativas de hidrogênio que foram observadas nos pólos lunares. Os resultados LCROSS estão lançando nova luz sobre a questão com a descoberta de água, que poderia ser mais difundido e em maior quantidade do que se suspeitava anteriormente. Se a água que se formou ou depositados há bilhões de anos, estas armadilhas frio polar poderia ser a chave para a história ea evolução do sistema solar, assim como uma amostra do núcleo de gelo na Terra tomadas revela dados antigos. Além disso, água e outros compostos representam recursos potenciais que poderiam sustentar a exploração lunar futura.
Desde que os impactos, a equipe da ciência LCROSS foi analisar a enorme quantidade de dados coletados a nave espacial. A equipa concentrou-se em dados dos espectrômetros do satélite, que fornecem as informações mais definitivas sobre a presença de água. Um espectrômetro de ajuda a identificar a composição dos materiais, examinando a luz que emitem ou absorvem.
"Estamos muito satisfeitos", disse Anthony Colaprete, LCROSS cientista do projeto e principal investigador do Ames Research Center da NASA em Moffett Field, Califórnia "várias linhas de água mostram evidência esteve presente em ambos os pluma de vapor de alto ângulo e da cortina ejecta criado pelo LCROSS impacto Centauro. A concentração e distribuição de água e outras substâncias requer uma análise mais aprofundada, mas é seguro dizer Cabeus prende a água. "
A equipe tomou o conhecido de quase-infravermelho espectral da água e outros materiais e os compararam com os espectros de perto o impacto LCROSS espectrômetro infravermelho recolhidos.
"Fomos capazes de igualar os espectros a partir de dados LCROSS só quando inseridos os espectros de água", disse Colaprete. "Nenhuma outra combinação razoável de outros compostos que nós tentamos condiziam com as observações. A possibilidade de contaminação da Centauro também foi descartada."
A confirmação adicional veio de uma emissão no espectro ultravioleta que foi atribuído a hidroxila, um produto a partir do desmembramento da água pela luz solar. Quando os átomos e moléculas são animado, eles liberam energia em comprimentos de onda específico que pode ser detectado pelo espectrômetros. Um processo similar é utilizado em letreiros de néon. Quando eletrificada, um gás específico irá produzir uma cor distinta. Logo após o impacto, o espectrômetro ultravioleta LCROSS visível detectado assinaturas hidroxila que são consistentes com uma nuvem de vapor de água na luz solar.
Dados do LCROSS outros instrumentos estão sendo analisados em busca de pistas adicionais sobre o estado ea distribuição do material no local do impacto. A equipe da ciência LCROSS e os colegas estão debruçados sobre os dados para compreender o evento de impacto inteiro, desde flash a cratera. O objetivo é entender a distribuição de todos os materiais dentro do solo no local do impacto.
"A compreensão completa dos dados LCROSS pode levar algum tempo. Os dados são de que rico", disse Colaprete. "Junto com a água em Cabeus, há indícios de outras substâncias intrigante. As regiões permanentemente sombreadas da lua são verdadeiramente criogénicos, coleta e preservação de material ao longo de bilhões de anos."
LCROSS foi lançado 18 de junho de Kennedy Space Center, na Flórida como uma missão que acompanha o Lunar Reconnaissance Orbiter ou LRO. Movendo a uma velocidade de mais de 1,5 quilômetros por segundo, o estádio passou superior do seu veículo de lançamento atingiu a superfície lunar, logo após 4h31 PDT 9 de outubro, criando um impacto que os instrumentos a bordo LCROSS observadas durante aproximadamente quatro minutos. LCROSS e depois caiu a superfície em cerca de 4h36
LRO observado o impacto e continua a passar no local para dar à equipe LCROSS esclarecimentos adicionais sobre a mecânica do impacto e suas crateras resultantes. A equipe da ciência LCROSS está trabalhando em estreita colaboração com cientistas da LRO e outros observatórios visto que o impacto para analisar e compreender o escopo completo dos dados LCROSS.
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Tradução automática
Créditos: Nasa
domingo, 15 de novembro de 2009
Dormir faz bem...
Durma (muito) melhor
Todas as estratégias para um sono perfeito
Apesar de as necessidades específicas de cada indivíduo serem variáveis consoante a idade e a genética, sabe-se que a maioria dos adultos precisa de dormir, em média, oito horas por noite.
No entanto, muitas pessoas pensam que não precisam de tantas horas de repouso e só se apercebem que não estão a descansar o suficiente quando começam... a dormir mais.
Este dado foi comprovado por Stanley Coren, psicólogo da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá, quando reuniu um grupo de pessoas a quem chamou declared short sleepers, ou seja, indivíduos que assumiam dormir apenas cinco horas por noite com a convicção de que era o suficiente para se sentirem bem (privação crónica do sono).
Durante a experiência, o grupo foi convidado a descansar num laboratório à prova de som, sem janelas, nem relógios ou televisão. No final, o investigador constatou que todos os participantes, ao não terem contacto com esses indicadores do tempo, dormiam afinal entre nove a dez horas por noite.
Diagnóstico do sono
É provável que, neste momento, se esteja a interrogar se estará ou não a dormir o suficiente. Serene, pois não precisa de pôr em prática a experiência de Stanley Coren para o saber. David Posen, médico e autor de «O Pequeno Livro do Stress» (Lua de Papel) reuniu cinco sintomas que indiciam falta de sono:
Sintoma nº 1: Precisa de despertador para acordar de manhã.
Sintoma nº 2: Acorda cansada, adiando constantemente a hora de se levantar.
Sintoma nº 3: Sente-se ensonada durante o dia ou no caminho para casa.
Sintoma nº 4: Dorme mais quando não tem de acordar cedo na manhã seguinte.
Sintoma nº 5: Adormece em apenas cinco ou dez minutos.
Consequências negativas
O facto de ter identificado um ou mais sintomas apontados anteriormente na sua vida diária significa que muito provavelmente precisa de rever a sua rotina de sono. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a privação do sono provoca cansaço diurno e problemas de concentração, que conduzem a um baixo rendimento escolar e profissional.
Além disso, provoca também sintomas de ansiedade, stress, irritabilidade, depressão e sonolência diurna, responsável por acidentes de trabalho e de viação. O descanso inadequado afecta ainda o sistema imunitário e conduz à hipertensão. A boa notícia é que os problemas de sono têm solução e estão ao alcance de todos.
O papel da melatononina
Provavelmente já ouviu falar deste neurotransmissor que nos ajuda a regular o sono. Os seus níveis elevam-se ao máximo à noite e durante os meses de Inverno. Quando se apagam as luzes, a glândula pineal (existente no cérebro) começa a produzir melatonina, mas à medida que envelhecemos a sua produção diminui.
Esta atinge o seu máximo por volta dos cinco anos, perdendo cerca de 80 por cento dos seus níveis originais ao chegamos aos 60 anos.
Essa é uma das razões por que quando nascemos dormimos 11 a 12 horas por dia e apenas cinco a seis horas a partir dos 60 anos.
Turno da noite
O nosso relógio biológico está preparado para dormir à noite, mas 20 por cento da população dos países industrializados trabalha durante esse período. Se se insere neste grupo, saiba como minimizar os efeitos negativos dos turnos.
No trabalho
- Ouça rádio e exija uma luz brilhante.
- Não permaneça na mesma posição muito tempo, ande e faça alongamentos periodicamente.
- Faça refeições leves e evite bebidas estimulantes.
Depois do trabalho
- Use transportes públicos, tente manter-se acordada e coloque óculos de sol.
- Quando chegar, não se deite logo, descontraia e faça as rotinas pré-sono tal como se fosse o final do dia.
- Feche as portas e as janelas para criar uma escuridão completa e peça para que não a acordem.
- Tente dormir as mesmas horas que dormiria durante a noite.
As condições que deve criar no quarto
Conseguir um quarto que garanta um bom descanso não é, segundo Eduard Estivill e Mirta Averbuch, autores de «Receitas Para Dormir Bem», uma questão de dinheiro ou, pelo menos, este não é o único factor.
«Há quartos de luxo que são frios e pouco acolhedores. E há aqueles que, pela sua simples calidez, convidam a deitar». Com a ajuda destes autores e de Alexandre Saldanha da Gama, consultor de feng shui, tradição milenar chinesa ligada à organização harmoniosa do espaço, ajudamo-la agora a criar um quarto onde vai querer dormir.
A cama ideal
Deve estar a mais de 30 centímetros do chão para assegurar uma ventilação adequada. Quanto ao colchão, encontra modelos de látex, que duram mais tempo sem perder a firmeza, mas são mais caros; os de molas, mais em conta, mas que duram menos; e os de espuma, os mais baratos, mas que são quentes e deformam-se muito antes dos anteriores. A almofada não deve ser muito alta, permitindo-lhe ter o pescoço estendido.
O que diz o feng shui
«Quando estamos deitados devemos controlar todo o espaço. A cama deve estar numa zona resguardada, mas posicionada de forma a vermos a porta», refere Alexandre Saldanha da Gama.
Mobiliário & decoração
Reduza o mobiliário ao indispensável, isto é, cama, mesa-de-cabeceira, um candeeiro pequeno, cómoda e roupeiro. Retire do quarto o televisor, a aparelhagem, os aparelhos de ginástica e todos os objectos que a ligam ao escritório e que a distraem.
«Prefira os materiais naturais, como a madeira (que têm um padrão energético parecido com o nosso) e as formas horizontais e arredondadas, de modo a promover a tranquilidade», diz o especialista.
Luz e cor
Para dormir é recomendável haver escuridão completa. Uma cortina grossa ou uma persiana mitigam a claridade. As pessoas mais sensíveis à luz podem ainda recorrer a uma venda para os olhos.
«As cores da parede devem ser suaves, dentro dos tons terra (beges, amarelados, cor de pêssego, salmão) ou em verdes suaves para promover o conforto e a segurança», afirma Alexandre Saldanha da Gama.
Temperatura e som ambiente
A temperatura ideal para o quarto situa-se entre os 18 e os 22 graus. A ausência de barulho ajuda a conciliar e a manter um sono reparador. Para reduzir o ruído existem várias soluções, desde os tampões para os ouvidos, até ao uso de cortinas e tapetes grossos, vidros duplos e placas anti-ruído nas paredes.
«O ideal é não precisar de aparelhos electromagnéticos para regular a temperatura do quarto, apostando na boa qualidade de construção.
O ar condicionado seca o ar e torna-o artificial ao produzir iões positivos, algo que nos cansa imenso. Por seu lado, as plantas e a roupa lavada promovem os iões negativos, muito agradáveis e saudáveis para nós», assegura o consultor.
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Créditos: Vanda Oliveira e Rita Caetano – SapoMulher Online
Outras formas de acordar..... com agenda!!!!
Fotos: Net
sábado, 14 de novembro de 2009
Icebergues de viagem...
Vinte icebergues da Antárctida a caminho da Nova Zelândia
Os cientistas da pequena ilha Macquarie estão com os olhos postos no oceano Pacífico. Pelo menos 20 icebergues, com extensões entre os 50 metros e os dois quilómetros, dirigem-se do Norte da Antárctida para a Nova Zelândia.
Há uma semana, os cientistas do programa polar australiano nem queriam acreditar no que viam, quando um bloco de gelo foi avistado a oito quilómetros da ilha. Tinha 50 metros de altura e 500 de comprimento.
Dean Miller, biólogo australiano do programa polar, foi o primeiro a avistar o icebergue. "Nunca tinha visto nada igual. Olhei para o horizonte e vi uma enorme ilha de gelo a fluturar", contou ao jornal "The Guardian".
Desde então, mais icebergues têm-se aproximado da ilha, flutuando ao sabor das correntes. Nas últimas 24 horas foram avistados pelo menos quatro, com extensões entre os 50 metros e os dois quilómetros.
O glaciologista daquele programa, Neal Young, afirma que existem pelo menos 20 icebergues em redor da ilha. É raro que estes blocos de gelo subam tanto para Norte e entrem em águas menos frias, salienta. "Das imagens de satélite podemos observar um grupo de icebergues, abrangendo uma área com cerca de mil por 700 quilómetros, distanciando-se da Antárctida com a corrente oceânica", lê-se num comunicado. O especialista acredita que estes icebergues são fragmentos recentes de um enorme bloco que se separou há nove anos da plataforma de gelo Ross.
O responsável pela estação na ilha, Cyril Munro, diz que esta tem sido uma semana excitante para os cientistas. "Todos têm os olhos postos no horizonte". Os cientistas que trabalham na ponta mais a Sul da ilha "ficaram espantados por verem aqui um icebergue com dois quilómetros", acrescentou. Os blocos de gelo deverão continuar para Norte e Este, em direcção à Nova Zelândia.
Gelos na Gronelândia também trazem novidades
Icebergues a caminho da Nova Zelândia são um cenário que poderá dar novos argumentos para as negociações climáticas na cimeira de Copenhaga, em Dezembro. Mas a verdade é que a Antárctida não tem a exclusividade nestas questões.
Ontem, a revista "Science" revela que o gelo da Gronelândia está a desaparecer mais depressa do que nunca. De 2006 a 2008, Verões mais quentes do que o costume elevaram o degelo a um ritmo sem precedentes, com uma perda anual de 273 quilómetros cúbicos, concluiu a investigação, que recorreu a imagens de satélite e a um modelo atmosférico regional.
A camada de gelo da Gronelândia contém água suficiente para causar uma subida média do nível do mar de sete metros, afirma aquela universidade. Desde 2000, a camada de gelo perdeu cerca de 1500 quilómetros cúbicos, o que representa uma subida de cinco milímetros.
"A perda de massa na Gronelândia tem vindo a acelerar desde o final da década de 90 e as causas do fenómeno sugerem que esta seja uma tendência para continuar num futuro próximo", lê-se num comunicado assinado por Jonathan Bamber, um investigador da Universidade de Bristol que participou no estudo.
Segundo os investigadores (das universidades de Utrecht, Delf e Bristol; do Instituto de Investigação Marinha e Atmosférica; do Real Instituto de Meteorologia da Holanda; e o Jet Propulsion Laboratory), esta perda de massa gelada explica-se com o aumento do degelo à superfície e com o facto de os glaciares estarem a dirigir-se mais rapidamente para o oceano.
Até 2100, o nível médio do mar deverá subir entre 28 e 43 centímetros, estima o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas.
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Créditos: Publico online -Helena Geraldes
Água na Lua
NASA: há água na Lua!
Sonda encontrou quantidades «significativas» de água congelada
A NASA descobriu quantidades «significativas» de água congelada na Lua, anunciou esta sexta-feira um responsável da agência espacial norte-americana, citado pela Lusa.
No passado dia 9 de Outubro, a NASA lançou uma sonda para procurar vestígios de água na superfície lunar.
A sonda LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) embateu próximo da cratera Cabeus, situada no pólo sul da Lua, local que os cientistas julgavam com mais hipóteses de conter vestígios de água.
Antes da sonda, a agência espacial lançou um projéctil com cerca de duas toneladas contra a Lua.
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Créditos: IOL net
Sonda encontrou quantidades «significativas» de água congelada
A NASA descobriu quantidades «significativas» de água congelada na Lua, anunciou esta sexta-feira um responsável da agência espacial norte-americana, citado pela Lusa.
No passado dia 9 de Outubro, a NASA lançou uma sonda para procurar vestígios de água na superfície lunar.
A sonda LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) embateu próximo da cratera Cabeus, situada no pólo sul da Lua, local que os cientistas julgavam com mais hipóteses de conter vestígios de água.
Antes da sonda, a agência espacial lançou um projéctil com cerca de duas toneladas contra a Lua.
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Créditos: IOL net
Veneza de luto.....
Foto@EPA/Andrea Merola
Os cidadãos de Veneza simulam um funeral para a cidade, para destacar a diminuição drástica da população. Três gôndolas escoltaram um caixão ao longo dos canais mais famosos num lamento simbólico para o declínio de uma cidade próspera. Na década de 1950 havia cerca de 300.000 venezianos, mas os estudos mais recentes dizem que a população diminuiu para 60.000.
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Créditos: Sapo net
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
OVNIS EM PORTUGAL
Extraterrestres
Cientistas revelam tudo sobre óvnis em Portugal
Nova antologia nacional sobre óvnis é apresentada hoje no Porto e desvenda casos e mitos em 19 artigos científicos
Alfena, Valongo, 10 de Setembro de 1990. Eram 08h30. Um grupo de crianças vê um "balão" no céu. Uma testemunha fala de uma "tartaruga com pernas". Um fotógrafo profissional, morador no local, tira quatro fotos ao objecto. Chamam-lhe óvni. As imagens são analisadas por especialistas europeus e chegam aos Estados Unidos. Nunca se conseguiu perceber o que cruzou os céus da pequena vila no distrito do Porto. Dos 700 relatos de óvnis e extraterrestres em Portugal no século xx, são menos de 20 os que continuam sem explicação. O de Alfena é um deles.
A antologia portuguesa sobre o trabalho de investigação em torno de avistamentos é apresentada hoje no simpósio "A Humanidade e o Cosmos", na Universidade Fernando Pessoa (UFP), no Porto. Joaquim Fernandes, do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da UFP, organizou o livro, que reúne 19 artigos científicos de áreas como a física, a psicologia e a antropologia. "Mito em progresso" é a expressão utilizada para descrever um fenómeno em que muitas vezes as testemunhas garantem sofrer efeitos físicos, como suores e perturbações de visão, mas também sentimentos tão díspares como terror e alegria.
"Até à década de 1970, a investigação era feita por reconstituição de experiências e memórias passadas publicadas, ou então por contacto voluntário das testemunhas com os investigadores. A partir dessa época, com o aparecimento de grupos de estudo no nosso país, foi possível fazer uma intervenção no local e tempo imediatos", explica Joaquim Fernandes.
Nas últimas décadas foram criados no país quatros centros de investigação dedicados ao estudo dos fenómenos de óvnis ou insólitos. À margem da ciência habitual, os grupos de investigadores procuravam testemunhas de avistamentos e pediam esboços das visões, além do preenchimento de um questionário.
No novo livro são relatadas algumas das investigações que desmancharam mitos locais. Um avistamento em Marvão terá sido confundido com uma embalagem de plástico levada pelo vento, explica um dos artigos, que mostra como é feita a análise fotográfica de "objectos aéreos insólitos". Porém, há imagens que mesmo depois de analisadas não permitem chegar a qualquer conclusão.
Segundo Joaquim Fernandes, apesar de alguns desenhos apontarem para imagens religiosas, as crenças raramente são referidas como tendo ligação com as experiências relatadas. "Já crenças noutras formas de vida no universo aparecem com bastante frequência associadas aos comentários das testemunhas." Para avaliar a relação entre as crenças e os avistamentos está a ser preparado um inquérito exclusivamente entre a população estudantil. A análise cruza dados de 1908 a 2000.
Joaquim Fernandes diz que o observador é, regra geral, do sexo masculino e tem em média 30 anos. Porto e Lisboa registam a maioria dos avistamentos - 22,5% e 14,8% respectivamente. Faro é o terceiro distrito, com 8,2%. A maioria acontece à noite, entre as 19 e as 23 horas.
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Créditos: Jornal I - Marta F. Reis, Publicado em 13 de Novembro de 2009
Cientistas revelam tudo sobre óvnis em Portugal
Nova antologia nacional sobre óvnis é apresentada hoje no Porto e desvenda casos e mitos em 19 artigos científicos
Alfena, Valongo, 10 de Setembro de 1990. Eram 08h30. Um grupo de crianças vê um "balão" no céu. Uma testemunha fala de uma "tartaruga com pernas". Um fotógrafo profissional, morador no local, tira quatro fotos ao objecto. Chamam-lhe óvni. As imagens são analisadas por especialistas europeus e chegam aos Estados Unidos. Nunca se conseguiu perceber o que cruzou os céus da pequena vila no distrito do Porto. Dos 700 relatos de óvnis e extraterrestres em Portugal no século xx, são menos de 20 os que continuam sem explicação. O de Alfena é um deles.
A antologia portuguesa sobre o trabalho de investigação em torno de avistamentos é apresentada hoje no simpósio "A Humanidade e o Cosmos", na Universidade Fernando Pessoa (UFP), no Porto. Joaquim Fernandes, do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da UFP, organizou o livro, que reúne 19 artigos científicos de áreas como a física, a psicologia e a antropologia. "Mito em progresso" é a expressão utilizada para descrever um fenómeno em que muitas vezes as testemunhas garantem sofrer efeitos físicos, como suores e perturbações de visão, mas também sentimentos tão díspares como terror e alegria.
"Até à década de 1970, a investigação era feita por reconstituição de experiências e memórias passadas publicadas, ou então por contacto voluntário das testemunhas com os investigadores. A partir dessa época, com o aparecimento de grupos de estudo no nosso país, foi possível fazer uma intervenção no local e tempo imediatos", explica Joaquim Fernandes.
Nas últimas décadas foram criados no país quatros centros de investigação dedicados ao estudo dos fenómenos de óvnis ou insólitos. À margem da ciência habitual, os grupos de investigadores procuravam testemunhas de avistamentos e pediam esboços das visões, além do preenchimento de um questionário.
No novo livro são relatadas algumas das investigações que desmancharam mitos locais. Um avistamento em Marvão terá sido confundido com uma embalagem de plástico levada pelo vento, explica um dos artigos, que mostra como é feita a análise fotográfica de "objectos aéreos insólitos". Porém, há imagens que mesmo depois de analisadas não permitem chegar a qualquer conclusão.
Segundo Joaquim Fernandes, apesar de alguns desenhos apontarem para imagens religiosas, as crenças raramente são referidas como tendo ligação com as experiências relatadas. "Já crenças noutras formas de vida no universo aparecem com bastante frequência associadas aos comentários das testemunhas." Para avaliar a relação entre as crenças e os avistamentos está a ser preparado um inquérito exclusivamente entre a população estudantil. A análise cruza dados de 1908 a 2000.
Joaquim Fernandes diz que o observador é, regra geral, do sexo masculino e tem em média 30 anos. Porto e Lisboa registam a maioria dos avistamentos - 22,5% e 14,8% respectivamente. Faro é o terceiro distrito, com 8,2%. A maioria acontece à noite, entre as 19 e as 23 horas.
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Créditos: Jornal I - Marta F. Reis, Publicado em 13 de Novembro de 2009
Universal, mas com débitos vocabulares..
Dez palavras que fazem muita falta à língua inglesa
Um site americano compilou as dez palavras estrangeiras que fazem falta à língua inglesa. A primeira é bem portuguesa: desenrascanço. Mais do que uma palavra, é toda uma cultura.
"Dar uma de MacGyver". Quando pensam nessa arte de desencantar uma solução de última hora até para o problema mais previsível, os americanos lembram essa mítica personagem dos anos 1980/90, capaz de enfrentar o mundo com o seu canivete suíço.
Olhando para o dicionário, não encontram uma palavra que melhor defina essa habilidade de desafiar a preparação prévia. Mas se pudessem socorrer-se de outra língua, encontrá-la-iam no Português: desenrascanço. A capacidade de se desembaraçar, de se livrar de apuros. A arte da solução de último minuto. Mais que uma palavra, toda uma cultura.
Se os americanos pudessem escolher, o desenrascanço português seria a próxima palavra a entrar para o vocabulário da língua inglesa. Isso pelo menos a acreditar no site humorístico cracked.com , que compilou as "10 Palavras Estrangeiras Mais Fixes Que a Língua Inglesa Precisa".
A lista foi elaborada com base na leitura de algumas obras sobre as palavras mais intrigantes do planeta, incluindo "The Meaning of Tingo: And Other Extraordinaire Words From Around the World" ("O Significado de Tingo: E Outras Palavras Extraordinárias de Todo o Mundo", numa tradução literal), um livro inspirado talvez na excentricidade do nome do próprio autor: Adam Jacot de Boinod.
"Tingo", a palavra escolhida para o título, ocupa o 2.º lugar da lista do cracked.com. No idioma rapa nui da Ilha de Páscoa significa "pedir emprestados a um amigo todos os objectos que lhe cobiçamos até não lhe sobrar mais nenhum". Em português seria uma espécie de "dá-se-lhe uma mão, quer logo o braço". Um amigo da onça.
"Shlimazl" ou uma vida que dava um filme indiano
Outro hábito irritante é o de sermos interrompidos quando estamos a meio de uma refeição, seja pela empresa de sondagens que nos liga para o telemóvel, pelo vizinho que bate à porta para pedir algo emprestado ou pelo indiano que, no restaurante, insiste que compremos uma flor para a companhia de ocasião. Um hábito tão irritante merece uma palavra à altura e os escoceses não fizeram por menos: chamam-lhe "sgiomlaireachd" em gaélico escocês. Se os americanos não a conseguirem pronunciar (alguém conseguirá?) emprestamos-lhes o nosso "empata".
Claro que a maioria de nós, colocados perante uma destas situações, dificilmente verbalizaríamos essa palavra, fosse em português, inglês ou gaélico escocês. É o filtro do politicamente correcto. Os japoneses têm para isso duas palavras, "honne" e "tatemae", que representam a diferença entre aquilo em que realmente pensamos e aquilo que dizemos.
Lembram-se do famoso sketch dos Gato Fedorento em que o Sr. Aniceto, criado por Ricardo Araújo Pereira, conta um episódio da sua vida que dava um filme indiano? É a história de um homem que, após sair de casa de manhã, é raptado por quatro indivíduos encapuzados que o espancam numa mata, mais tarde violado por três lenhadores e depois por um urso, perde uma perna numa armadilha e, de regresso a casa, descobre que o "maricas" do filho se inscreveu nos escuteiros.
Uma sucessão épica de azares que a língua ídiche resume numa palavra: "shlimazl". Ocupa o 5.º lugar das palavras de língua estrangeira mais cobiçadas pelos americanos.
"Bakku-shan" ou a bela que afinal é um monstro
Esta sucessão épica de azares poderia incluir conhecer uma rapariga que, vista de costas, nos desperta todas as fantasias mas que, mal lhe conhecemos a cara, nos lembra um cruel pesadelo. Os japoneses chamam-lhe "Bakku-shan".
Claro que, mesmo nestes casos, aconselha a boa educação que não verbalizemos a nossa desilusão. Caso contrário, podemos ser acusados pelos coreanos de ter falta de "nunchi", ou seja, o sentido do socialmente correcto. Estaríamos então a meio caminho de nos tornar um "backpfeifengesicht", que na língua alemã significa alguém a precisar de levar um murro na cara.
Para quem recusa a violência, as palavras podem ser a melhor arma. Mas quantas vezes não tivemos a resposta pronta debaixo da língua para só nos lembramos dela quando o alvo já ia longe? Os franceses chamam a isso "espirit d'escalier".
Se acha que isso é mau, imagine estar perante alguém que o atrai e não ter coragem de lhe dizer? E imagine que do outro lado está alguém tímido e inseguro como você. Desejando-se mutuamente mas sem conseguirem arriscar. A isso se chama "mamihlapinatapai" na língua dos índios Yamana, da Terra do Fogo (Chile e Argentina).
A palavra é complexa e difícil de traduzir, mas é também, segundo o Livro de Recordes do Guiness, a palavra mais sucinta do mundo. Define "um olhar partilhado por duas pessoas em que ambas desejam que a outra inicie algo que ambos querem mas que nenhum quer começar". Falta-lhes...desenrascanço, é o que é.
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Créditos: Nelson Marques (www.expresso.pt)
Um site americano compilou as dez palavras estrangeiras que fazem falta à língua inglesa. A primeira é bem portuguesa: desenrascanço. Mais do que uma palavra, é toda uma cultura.
"Dar uma de MacGyver". Quando pensam nessa arte de desencantar uma solução de última hora até para o problema mais previsível, os americanos lembram essa mítica personagem dos anos 1980/90, capaz de enfrentar o mundo com o seu canivete suíço.
Olhando para o dicionário, não encontram uma palavra que melhor defina essa habilidade de desafiar a preparação prévia. Mas se pudessem socorrer-se de outra língua, encontrá-la-iam no Português: desenrascanço. A capacidade de se desembaraçar, de se livrar de apuros. A arte da solução de último minuto. Mais que uma palavra, toda uma cultura.
Se os americanos pudessem escolher, o desenrascanço português seria a próxima palavra a entrar para o vocabulário da língua inglesa. Isso pelo menos a acreditar no site humorístico cracked.com , que compilou as "10 Palavras Estrangeiras Mais Fixes Que a Língua Inglesa Precisa".
A lista foi elaborada com base na leitura de algumas obras sobre as palavras mais intrigantes do planeta, incluindo "The Meaning of Tingo: And Other Extraordinaire Words From Around the World" ("O Significado de Tingo: E Outras Palavras Extraordinárias de Todo o Mundo", numa tradução literal), um livro inspirado talvez na excentricidade do nome do próprio autor: Adam Jacot de Boinod.
"Tingo", a palavra escolhida para o título, ocupa o 2.º lugar da lista do cracked.com. No idioma rapa nui da Ilha de Páscoa significa "pedir emprestados a um amigo todos os objectos que lhe cobiçamos até não lhe sobrar mais nenhum". Em português seria uma espécie de "dá-se-lhe uma mão, quer logo o braço". Um amigo da onça.
"Shlimazl" ou uma vida que dava um filme indiano
Outro hábito irritante é o de sermos interrompidos quando estamos a meio de uma refeição, seja pela empresa de sondagens que nos liga para o telemóvel, pelo vizinho que bate à porta para pedir algo emprestado ou pelo indiano que, no restaurante, insiste que compremos uma flor para a companhia de ocasião. Um hábito tão irritante merece uma palavra à altura e os escoceses não fizeram por menos: chamam-lhe "sgiomlaireachd" em gaélico escocês. Se os americanos não a conseguirem pronunciar (alguém conseguirá?) emprestamos-lhes o nosso "empata".
Claro que a maioria de nós, colocados perante uma destas situações, dificilmente verbalizaríamos essa palavra, fosse em português, inglês ou gaélico escocês. É o filtro do politicamente correcto. Os japoneses têm para isso duas palavras, "honne" e "tatemae", que representam a diferença entre aquilo em que realmente pensamos e aquilo que dizemos.
Lembram-se do famoso sketch dos Gato Fedorento em que o Sr. Aniceto, criado por Ricardo Araújo Pereira, conta um episódio da sua vida que dava um filme indiano? É a história de um homem que, após sair de casa de manhã, é raptado por quatro indivíduos encapuzados que o espancam numa mata, mais tarde violado por três lenhadores e depois por um urso, perde uma perna numa armadilha e, de regresso a casa, descobre que o "maricas" do filho se inscreveu nos escuteiros.
Uma sucessão épica de azares que a língua ídiche resume numa palavra: "shlimazl". Ocupa o 5.º lugar das palavras de língua estrangeira mais cobiçadas pelos americanos.
"Bakku-shan" ou a bela que afinal é um monstro
Esta sucessão épica de azares poderia incluir conhecer uma rapariga que, vista de costas, nos desperta todas as fantasias mas que, mal lhe conhecemos a cara, nos lembra um cruel pesadelo. Os japoneses chamam-lhe "Bakku-shan".
Claro que, mesmo nestes casos, aconselha a boa educação que não verbalizemos a nossa desilusão. Caso contrário, podemos ser acusados pelos coreanos de ter falta de "nunchi", ou seja, o sentido do socialmente correcto. Estaríamos então a meio caminho de nos tornar um "backpfeifengesicht", que na língua alemã significa alguém a precisar de levar um murro na cara.
Para quem recusa a violência, as palavras podem ser a melhor arma. Mas quantas vezes não tivemos a resposta pronta debaixo da língua para só nos lembramos dela quando o alvo já ia longe? Os franceses chamam a isso "espirit d'escalier".
Se acha que isso é mau, imagine estar perante alguém que o atrai e não ter coragem de lhe dizer? E imagine que do outro lado está alguém tímido e inseguro como você. Desejando-se mutuamente mas sem conseguirem arriscar. A isso se chama "mamihlapinatapai" na língua dos índios Yamana, da Terra do Fogo (Chile e Argentina).
A palavra é complexa e difícil de traduzir, mas é também, segundo o Livro de Recordes do Guiness, a palavra mais sucinta do mundo. Define "um olhar partilhado por duas pessoas em que ambas desejam que a outra inicie algo que ambos querem mas que nenhum quer começar". Falta-lhes...desenrascanço, é o que é.
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Créditos: Nelson Marques (www.expresso.pt)
Eólica no mar
Eólica flutuante vai ser testada em Portugal
Assenta numa estrutura metálica triangular gigantesca, construída segundo os princípios usados nas plataformas petrolíferas. É arrastada para o alto mar, estabilizada e ancorada para ficar totalmente segura. Vai ser testada na costa portuguesa.
http://aeiou.expresso.pt/eolica-flutuante-vai-ser-testada-em-portugal=f547101
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Créditos: Vitor Andrade (www.expresso.pt)
Assenta numa estrutura metálica triangular gigantesca, construída segundo os princípios usados nas plataformas petrolíferas. É arrastada para o alto mar, estabilizada e ancorada para ficar totalmente segura. Vai ser testada na costa portuguesa.
http://aeiou.expresso.pt/eolica-flutuante-vai-ser-testada-em-portugal=f547101
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Créditos: Vitor Andrade (www.expresso.pt)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Energia Positiva.... o respirar da alma
Rir é o melhor remédio
Juntámos um improvável grupo de conselheiros para nos ajudar (e a si também) a potenciar a energia positiva. Deixamos-lhe uma dezena de ideias
Rir aumenta a nossa energia física e a nossa energia emocional, que ninguém duvide disto! "O homem é o único animal que ri, temos uma ferramenta poderosa que nos ajuda a viver bem, a trabalhar melhor, a sermos mais criativos e flexíveis. O riso mata o medo, propicia a generosidade e quando rimos temos mais entusiasmo de seguir nossos caminhos", garante o actor/formador Raul de Orofino, que há 30 anos vem trabalhando, em bem humoradas acções de formação, a consciência do riso. "Casamentos onde os parceiros riem juntos, durarão muito mais do que outros em que as pessoas não riem", sublinha. O humorista conta ainda que muitos hospitais no mundo aplicam terapias de humor para pacientes com cancro e com sida e a sobrevida deles aumenta." É por isso que rir é "muito mais sério do que todos pensamos." E ter bom humor não significa ter de contar uma piada todos os dias. "Começa pelo facto de se valorizar o facto de estar vivo hoje." As crianças, segundo a medicina, riem de 300 a 400 vezes por dia, os adultos de 15 a 30 vezes, no máximo. Temos muito que trabalhar! Raul de Orofino (humorista/formador)
Fé e a alegria de viver
"A fé é a energia mais positiva que me revelou o sentido do meu viver". Numa frase, curta em dimensão, longa em alcance, o padre Borga diz como a fé é a fonte da maior energia: a do Amor. Esta energia é a alegria de viver, "não só quando a vida nos corre ao jeito mas quando caminhamos ao jeito próprio da vida - mesmo que, muitas vezes, não entendamos tudo de forma fácil." "Não haverá energia mais positiva do que aquela que brota de nos sabermos amados para aprendermos a amar. Só que esta energia só se recebe na justa medida em que se oferece a quem dela mais precisa." José Borga garante que, pode até parecer, mas, "ter fé" não é difícil: "Começa por uma pequena dose. Mas se a alimentamos ela cresce e fortalece-se, deixando de ser um entusiasmo superficial, uma memória longínqua (infantil), ou um apelo vago e difuso." Aumentamos a nossa fé, desde logo, "identificando e assumindo muitos dos nossos limites, pessoais e comunitários, para, por eles e com eles, aprendermos a caminhar mais e melhor!" Padre José Borga
Ioga, a bem aventurança
Quem pensa praticar ioga (uma filosofia, não uma terapia) não espere que lhe seja apresentada uma lista de benefícios à cabeça. No entanto, "eles ocorrem, consequências da vivência dessa prática", explica Sónia Monteiro, profissional desta área e que leva nove anos de ioga. Através, sobretudo, da meditação, "conseguimos um estado expandido de consciência, um autoconhecimento, associado a um bem-estar, alegria sincera, energia positiva." Pois... a questão é que fomos treinados a pensar e parece improvável parar de pensar. Basta disciplina e constância para que a técnica funcione: temos que saturar o pensamento com um mesmo estímulo (uma imagem, um som) até que a mente pare. Ela dispersará várias vezes. O trabalho é retomar o estímulo as vezes que for necessário. Chegará um momento em que já se meditará. É que a mente dá significado a tudo o que os sentidos percepcionam. Quando olhamos uma flor, a memória categoriza tudo: cor, formato, cheiro, etc. Mas se a mente pára, a percepção do objecto no qual se concentra não é baseada na experiência sensorial mas noutro tipo de percepção mais abrangente sem limites de tempo, espaço ou memória. Essa existência pode ser percebida por um outro órgão perceptivo que nos humanos está pouco desenvolvido e que, uma vez em funcionamento, permite perceber a "existência" daquilo que nos cerca e de nós mesmos sem a influência dos sentidos, lógica e razão. Isso é meditar. "O estado da bem-aventurança." Sónia Monteiro (profissional de Ioga, Método DeRose)
A força das cores
Roupa vermelha estimula a vitalidade - "infuencia o sistema circulatório e transmite energia" -, enquanto o amarelo influencia o sistema nervoso e favorece a boa disposição - "ajuda a ultrapassar problemas de fadiga e stresse". Já o verde "ajuda a encontrar equilíbrio emocional, fomentando a sociabilidade." Estas são algumas convicções da cromoterapia, terapêutica que usa as propriedades das cores para alcançar o equilíbrio energético da mente e das emoções. Esta terapia tem como base as sete cores do arco-íris, sendo que cada cor tem características específicas e funções distintas a exercer no corpo humano. Também os cristais têm poder sobre a nossa vida, porque possuem "uma energia vibracional tão forte que, ao serem colocados num determinado ambiente, transmitem um raio que é absorvido pelo organismo, desbloqueiam os chakras (os sete centros de energia existentes no corpo humano) e harmonizam as energias", garante a especialista. Cada cristal tem uma função de acordo com o seu tamanho e cor. O ónix, por exemplo, é um poderoso escudo protector que afasta as energias negativas e promove a paz interior. Convém trazer sempre um connosco, até porque no emprego também fará falta: os locais de trabalho apresentam uma maior concentração de energia negativa, já que lá se encontram personalidades diversas. Com as tensões e o stresse presentes há um desequilíbrio de energias criador de conflitos. Os cristais contribuem para equilibrar o ambiente e manter a energia positiva "num padrão vibracional elevado." Maria Helena (especialista em temas esotéricos)
Organizar a casa segundo feng shui
Está a ver aquele cabide atrás da porta impedindo-a de abrir totalmente? Tire-o já dali! As portas de uma casa têm de abrir livremente, defende o Feng Shui - filosofia oriental milenar segundo a qual a forma como decoramos o lar pode (ou não) ajudar a atrair energia positiva. Maria Helena, especialista em temas esotéricos, lembra que "há pessoas que se sentem desmotivadas e isto pode acontecer porque alguma coisa está a impedir a energia de circular em casa, o que provoca bloqueios energéticos". No Feng Shui existe o Chi, a energia positiva e o Shar a energia negativa e, para ambientes saudáveis, é necessário que haja equilíbrio e que o Chi circule livremente. Limpar os cantos da casa, deitar fora o que estiver partido, não acumulando mais do que é necessário, usar um candeeiro para iluminar um canto escuro aumenta a energia positiva. Mas ter televisão no quarto é proibido, a menos que lhe coloque um pano por cima antes de dormir. Assim, "não terá efeitos tão negativos". Maria Helena (socióloga e especialista em temas esotéricos)
Música na alma
"Música, eu nasci prà música, para te ver sorrir e a sonhar, e se escutares com atenção tens o bater do teu coração, na minha música..." É da música que vem boa parte da nossa energia positiva. O poder da música é "o de alienar as pessoas, sugerir-lhes o sonho". Quando escreve, toca ou canta, José Cid sabe que estes sons melodiosos "vão directamente dos nossos ouvidos para dentro da nossa alma", essa entidade abstracta, grande criadora de energia. Uma melodia ajuda a "recarregar baterias, a esquecer e a apagar as chatices do trabalho, as péssimas notícias do jornal e, desse ponto de vista, cria a energia positiva que nos ajuda a enfrentar o que há de menos bom, areja a cabeça e as ideias". Pop, rock, de fusão, clássica, ao estilo de quem a ouve, trauteia, toca ou dança, funciona como "um fantástico escape ao dia-a-dia", sendo, por isso, "louvável e recomendável", consumi-la em todos os lugares, a qualquer hora, diariamente. José Cid (músico)
Nos caminhos do Oriente
Atingir o bem-estar de corpo e alma são o fim comum de terapias orientais como o Reiki, o Shiatsu, a Tui Na, procuradas de forma crescente porque num curto espaço de tempo (60 minutos) oferecem sensações de leveza, tranquilidade, paz interior e de boa energia. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, para além dos órgãos e todos os sistemas, o corpo é percorrido por canais chamados meridianos, onde circula a energia (Qi). Estas terapias visam ultrapassar as perturbações na circulação do Qi, baseando-se, sobretudo, na pressão do toque nos pontos energéticos (os sete chakras). Com mais de 3000 mil anos, a massagem Tui Na é "um poderoso método para restabelecer o equilíbrio, manter longe a doença e assim podermos estar bem connosco e com os outros", garante o terapeuta Telmo Esteves. O Reiki, ou Energia Universal, repõe as energias onde faltam (nos chakras), retira as energias negativas, o stresse, o cansaço físico e emocional, sublinha Flávia Corrêa. Já o Shiatsu, "ajuda a regular as funções do sistema nervoso, dando uma sensação de espírito renovado, retirando o stresse e a baixa auto-estima". Flávia Corrêa garante que, no final de uma destas sessões, "as pessoas estão mais leves, tranquilas e sem a sensação de 'peso' nas costas." Flávia Corrêa (Intuition Chiado) e Telmo Esteves (Clínica Meihua)
Agradecer as bençãos de cada dia
Talvez a falta de prática nos impossibilite saber como a gratidão proporciona um enorme incremento de bem-estar. Ser-se grato é um conceito recentemente estudado pela Psicologia Positiva, corrente da Psicologia que se interessa não apenas pelos aspectos negativos do funcionamento humano, mas também pela forma de potenciar os positivos. Gabriela de Abreu, fundadora da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva, aconselha vivamente o exercício das três bênçãos diárias. No fim de cada dia, registarmos três coisas pelas quais estamos gratos. Não precisam de ser grandes acontecimentos ou conquistas, podem ser as mais pequenas coisas: o olhar a linha do horizonte à beira-mar e respirar fundo, o sorriso dos filhos, um almoço agradável com um amigo. Robert Emmons, especialista norte-americano na área, chama a isto "querer-se aquilo que se tem". Num mundo dominado pelo querer sempre mais, é incrível que se possa aumentar os níveis de bem-estar (e da tal energia positiva) com o simples reconhecimento do que já se tem. "Quando peço este exercício nas conferências que dou pelo país, muitas pessoas parecem verdadeiramente destreinadas, mas é fascinante ver a transformação que se opera passados alguns minutos: muitas, em vez de agradecerem três coisas, agradecem oito, dez! E quando se comprometem a fazer o exercício em casa, diariamente, mais tarde vêm revelar que isso as ajudou a ver a quantidade de bênçãos que o seu dia-a-dia contém, não obstante o muito que ainda possam querer conquistar." Gabriela de Abreu (fundadora da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva)
Mexa-se pela sua felicidade
O desporto em sentido lato, e o de competição em particular, cria paixão, disciplina, coragem e resiliência. É por isso que a energia positiva que o desporto gera - para além dos evidentes benefícios para a saúde - têm também uma influência extradesporto: "A maioria dos atletas formados no Algés têm tido carreiras profissionais assinaláveis nas mais variadas áreas", conta Isabel Ribeiro, presidente do Sport Algés e Dafundo (fundado em 1915). Exemplifica: na equipa sénior feminina de basquetebol (uma das melhores do país) há uma professora, uma advogada e uma médica. Daí que a primeira mulher presidente do SAD, jurista de formação e há anos praticante de natação, lembre que encontrar tempo para praticar desporto é "absolutamente vital e deveria ser facilitado através de horários flexíveis no trabalho e na escola". Isabel Ribeiro (presidente do SAD)
Saber dar
"Tudo o que não se dá, perde-se." A frase pertence a Madre Teresa de Calcutá e há quem acrescente que poucas coisas na vida darão mais energia positiva do que dar: "dar-se, ou seja, dar-mo-nos", garante Isabel Jonet, responsável pelo Banco Alimentar. A economista, que fala por experiência própria, diz que a tal energia positiva é um estado de espírito que se alcança dando porque, "ao sairmos de nós próprios e indo ao encontro dos outros, dando aquilo que eles querem e precisam de receber - e não aquilo que nós estamos dispostos a dar -, ficamos melhor e fazemos outros acreditarem que é possível." Dar permite, então, "descentrarmo-nos de nós mesmos, podendo voltar a atribuir valor absoluto a coisas que haviam passado apenas a ter um valor relativo". É possível e essencial dar, no nosso dia-a-dia e mais do que coisas é recompensador dar tempo, companhia, sorrisos, bom viver. "Dar gera energia positiva para a sociedade como um todo." Isabel Jonet (presidente do Banco Alimentar)
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Créditos: Texto publicado na edição Revista Única/Expresso 7 Novembro 2009)
Juntámos um improvável grupo de conselheiros para nos ajudar (e a si também) a potenciar a energia positiva. Deixamos-lhe uma dezena de ideias
Rir aumenta a nossa energia física e a nossa energia emocional, que ninguém duvide disto! "O homem é o único animal que ri, temos uma ferramenta poderosa que nos ajuda a viver bem, a trabalhar melhor, a sermos mais criativos e flexíveis. O riso mata o medo, propicia a generosidade e quando rimos temos mais entusiasmo de seguir nossos caminhos", garante o actor/formador Raul de Orofino, que há 30 anos vem trabalhando, em bem humoradas acções de formação, a consciência do riso. "Casamentos onde os parceiros riem juntos, durarão muito mais do que outros em que as pessoas não riem", sublinha. O humorista conta ainda que muitos hospitais no mundo aplicam terapias de humor para pacientes com cancro e com sida e a sobrevida deles aumenta." É por isso que rir é "muito mais sério do que todos pensamos." E ter bom humor não significa ter de contar uma piada todos os dias. "Começa pelo facto de se valorizar o facto de estar vivo hoje." As crianças, segundo a medicina, riem de 300 a 400 vezes por dia, os adultos de 15 a 30 vezes, no máximo. Temos muito que trabalhar! Raul de Orofino (humorista/formador)
Fé e a alegria de viver
"A fé é a energia mais positiva que me revelou o sentido do meu viver". Numa frase, curta em dimensão, longa em alcance, o padre Borga diz como a fé é a fonte da maior energia: a do Amor. Esta energia é a alegria de viver, "não só quando a vida nos corre ao jeito mas quando caminhamos ao jeito próprio da vida - mesmo que, muitas vezes, não entendamos tudo de forma fácil." "Não haverá energia mais positiva do que aquela que brota de nos sabermos amados para aprendermos a amar. Só que esta energia só se recebe na justa medida em que se oferece a quem dela mais precisa." José Borga garante que, pode até parecer, mas, "ter fé" não é difícil: "Começa por uma pequena dose. Mas se a alimentamos ela cresce e fortalece-se, deixando de ser um entusiasmo superficial, uma memória longínqua (infantil), ou um apelo vago e difuso." Aumentamos a nossa fé, desde logo, "identificando e assumindo muitos dos nossos limites, pessoais e comunitários, para, por eles e com eles, aprendermos a caminhar mais e melhor!" Padre José Borga
Ioga, a bem aventurança
Quem pensa praticar ioga (uma filosofia, não uma terapia) não espere que lhe seja apresentada uma lista de benefícios à cabeça. No entanto, "eles ocorrem, consequências da vivência dessa prática", explica Sónia Monteiro, profissional desta área e que leva nove anos de ioga. Através, sobretudo, da meditação, "conseguimos um estado expandido de consciência, um autoconhecimento, associado a um bem-estar, alegria sincera, energia positiva." Pois... a questão é que fomos treinados a pensar e parece improvável parar de pensar. Basta disciplina e constância para que a técnica funcione: temos que saturar o pensamento com um mesmo estímulo (uma imagem, um som) até que a mente pare. Ela dispersará várias vezes. O trabalho é retomar o estímulo as vezes que for necessário. Chegará um momento em que já se meditará. É que a mente dá significado a tudo o que os sentidos percepcionam. Quando olhamos uma flor, a memória categoriza tudo: cor, formato, cheiro, etc. Mas se a mente pára, a percepção do objecto no qual se concentra não é baseada na experiência sensorial mas noutro tipo de percepção mais abrangente sem limites de tempo, espaço ou memória. Essa existência pode ser percebida por um outro órgão perceptivo que nos humanos está pouco desenvolvido e que, uma vez em funcionamento, permite perceber a "existência" daquilo que nos cerca e de nós mesmos sem a influência dos sentidos, lógica e razão. Isso é meditar. "O estado da bem-aventurança." Sónia Monteiro (profissional de Ioga, Método DeRose)
A força das cores
Roupa vermelha estimula a vitalidade - "infuencia o sistema circulatório e transmite energia" -, enquanto o amarelo influencia o sistema nervoso e favorece a boa disposição - "ajuda a ultrapassar problemas de fadiga e stresse". Já o verde "ajuda a encontrar equilíbrio emocional, fomentando a sociabilidade." Estas são algumas convicções da cromoterapia, terapêutica que usa as propriedades das cores para alcançar o equilíbrio energético da mente e das emoções. Esta terapia tem como base as sete cores do arco-íris, sendo que cada cor tem características específicas e funções distintas a exercer no corpo humano. Também os cristais têm poder sobre a nossa vida, porque possuem "uma energia vibracional tão forte que, ao serem colocados num determinado ambiente, transmitem um raio que é absorvido pelo organismo, desbloqueiam os chakras (os sete centros de energia existentes no corpo humano) e harmonizam as energias", garante a especialista. Cada cristal tem uma função de acordo com o seu tamanho e cor. O ónix, por exemplo, é um poderoso escudo protector que afasta as energias negativas e promove a paz interior. Convém trazer sempre um connosco, até porque no emprego também fará falta: os locais de trabalho apresentam uma maior concentração de energia negativa, já que lá se encontram personalidades diversas. Com as tensões e o stresse presentes há um desequilíbrio de energias criador de conflitos. Os cristais contribuem para equilibrar o ambiente e manter a energia positiva "num padrão vibracional elevado." Maria Helena (especialista em temas esotéricos)
Organizar a casa segundo feng shui
Está a ver aquele cabide atrás da porta impedindo-a de abrir totalmente? Tire-o já dali! As portas de uma casa têm de abrir livremente, defende o Feng Shui - filosofia oriental milenar segundo a qual a forma como decoramos o lar pode (ou não) ajudar a atrair energia positiva. Maria Helena, especialista em temas esotéricos, lembra que "há pessoas que se sentem desmotivadas e isto pode acontecer porque alguma coisa está a impedir a energia de circular em casa, o que provoca bloqueios energéticos". No Feng Shui existe o Chi, a energia positiva e o Shar a energia negativa e, para ambientes saudáveis, é necessário que haja equilíbrio e que o Chi circule livremente. Limpar os cantos da casa, deitar fora o que estiver partido, não acumulando mais do que é necessário, usar um candeeiro para iluminar um canto escuro aumenta a energia positiva. Mas ter televisão no quarto é proibido, a menos que lhe coloque um pano por cima antes de dormir. Assim, "não terá efeitos tão negativos". Maria Helena (socióloga e especialista em temas esotéricos)
Música na alma
"Música, eu nasci prà música, para te ver sorrir e a sonhar, e se escutares com atenção tens o bater do teu coração, na minha música..." É da música que vem boa parte da nossa energia positiva. O poder da música é "o de alienar as pessoas, sugerir-lhes o sonho". Quando escreve, toca ou canta, José Cid sabe que estes sons melodiosos "vão directamente dos nossos ouvidos para dentro da nossa alma", essa entidade abstracta, grande criadora de energia. Uma melodia ajuda a "recarregar baterias, a esquecer e a apagar as chatices do trabalho, as péssimas notícias do jornal e, desse ponto de vista, cria a energia positiva que nos ajuda a enfrentar o que há de menos bom, areja a cabeça e as ideias". Pop, rock, de fusão, clássica, ao estilo de quem a ouve, trauteia, toca ou dança, funciona como "um fantástico escape ao dia-a-dia", sendo, por isso, "louvável e recomendável", consumi-la em todos os lugares, a qualquer hora, diariamente. José Cid (músico)
Nos caminhos do Oriente
Atingir o bem-estar de corpo e alma são o fim comum de terapias orientais como o Reiki, o Shiatsu, a Tui Na, procuradas de forma crescente porque num curto espaço de tempo (60 minutos) oferecem sensações de leveza, tranquilidade, paz interior e de boa energia. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, para além dos órgãos e todos os sistemas, o corpo é percorrido por canais chamados meridianos, onde circula a energia (Qi). Estas terapias visam ultrapassar as perturbações na circulação do Qi, baseando-se, sobretudo, na pressão do toque nos pontos energéticos (os sete chakras). Com mais de 3000 mil anos, a massagem Tui Na é "um poderoso método para restabelecer o equilíbrio, manter longe a doença e assim podermos estar bem connosco e com os outros", garante o terapeuta Telmo Esteves. O Reiki, ou Energia Universal, repõe as energias onde faltam (nos chakras), retira as energias negativas, o stresse, o cansaço físico e emocional, sublinha Flávia Corrêa. Já o Shiatsu, "ajuda a regular as funções do sistema nervoso, dando uma sensação de espírito renovado, retirando o stresse e a baixa auto-estima". Flávia Corrêa garante que, no final de uma destas sessões, "as pessoas estão mais leves, tranquilas e sem a sensação de 'peso' nas costas." Flávia Corrêa (Intuition Chiado) e Telmo Esteves (Clínica Meihua)
Agradecer as bençãos de cada dia
Talvez a falta de prática nos impossibilite saber como a gratidão proporciona um enorme incremento de bem-estar. Ser-se grato é um conceito recentemente estudado pela Psicologia Positiva, corrente da Psicologia que se interessa não apenas pelos aspectos negativos do funcionamento humano, mas também pela forma de potenciar os positivos. Gabriela de Abreu, fundadora da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva, aconselha vivamente o exercício das três bênçãos diárias. No fim de cada dia, registarmos três coisas pelas quais estamos gratos. Não precisam de ser grandes acontecimentos ou conquistas, podem ser as mais pequenas coisas: o olhar a linha do horizonte à beira-mar e respirar fundo, o sorriso dos filhos, um almoço agradável com um amigo. Robert Emmons, especialista norte-americano na área, chama a isto "querer-se aquilo que se tem". Num mundo dominado pelo querer sempre mais, é incrível que se possa aumentar os níveis de bem-estar (e da tal energia positiva) com o simples reconhecimento do que já se tem. "Quando peço este exercício nas conferências que dou pelo país, muitas pessoas parecem verdadeiramente destreinadas, mas é fascinante ver a transformação que se opera passados alguns minutos: muitas, em vez de agradecerem três coisas, agradecem oito, dez! E quando se comprometem a fazer o exercício em casa, diariamente, mais tarde vêm revelar que isso as ajudou a ver a quantidade de bênçãos que o seu dia-a-dia contém, não obstante o muito que ainda possam querer conquistar." Gabriela de Abreu (fundadora da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva)
Mexa-se pela sua felicidade
O desporto em sentido lato, e o de competição em particular, cria paixão, disciplina, coragem e resiliência. É por isso que a energia positiva que o desporto gera - para além dos evidentes benefícios para a saúde - têm também uma influência extradesporto: "A maioria dos atletas formados no Algés têm tido carreiras profissionais assinaláveis nas mais variadas áreas", conta Isabel Ribeiro, presidente do Sport Algés e Dafundo (fundado em 1915). Exemplifica: na equipa sénior feminina de basquetebol (uma das melhores do país) há uma professora, uma advogada e uma médica. Daí que a primeira mulher presidente do SAD, jurista de formação e há anos praticante de natação, lembre que encontrar tempo para praticar desporto é "absolutamente vital e deveria ser facilitado através de horários flexíveis no trabalho e na escola". Isabel Ribeiro (presidente do SAD)
Saber dar
"Tudo o que não se dá, perde-se." A frase pertence a Madre Teresa de Calcutá e há quem acrescente que poucas coisas na vida darão mais energia positiva do que dar: "dar-se, ou seja, dar-mo-nos", garante Isabel Jonet, responsável pelo Banco Alimentar. A economista, que fala por experiência própria, diz que a tal energia positiva é um estado de espírito que se alcança dando porque, "ao sairmos de nós próprios e indo ao encontro dos outros, dando aquilo que eles querem e precisam de receber - e não aquilo que nós estamos dispostos a dar -, ficamos melhor e fazemos outros acreditarem que é possível." Dar permite, então, "descentrarmo-nos de nós mesmos, podendo voltar a atribuir valor absoluto a coisas que haviam passado apenas a ter um valor relativo". É possível e essencial dar, no nosso dia-a-dia e mais do que coisas é recompensador dar tempo, companhia, sorrisos, bom viver. "Dar gera energia positiva para a sociedade como um todo." Isabel Jonet (presidente do Banco Alimentar)
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Créditos: Texto publicado na edição Revista Única/Expresso 7 Novembro 2009)
Recém-nascidos imitam 'sotaque' dos pais a chorar
Cientistas concluíram que bebés alemães e franceses não choram na mesma língua
Desde os primeiros dias, os recém--nascidos franceses e alemães não choram na mesma língua: enquanto os primeiros têm um choro que sobe, o dos segundos vai do agu- do ao grave, segundo um estudo publicado por uma equipa franco- -alemã.
"As razões são provavelmente as diferenças de tom nas duas línguas, que são interiorizadas no ventre materno e reproduzidas mais tarde", refere um comunicado do Instituto Max-Planck, que participou no estudo do Laboratório de Ciências Congnitivas, de Paris.
"O ouvido é o primeiro sistema sensorial que se desenvolve" nos fetos, que são ouvintes atentos durante o último terço da gravidez, disse à AFP Angela Friederici, uma das autoras do estudo, publicado na revista Current Biology.
Até agora pensava-se que o choro dos bebés era unicamente determinado, como nos bebés chimpanzés, pelo aumento e diminuição da pressão no sistema respiratório. "Um erro, como mostra pela primeira vez a análise de mais de 20 horas de choro de bebés em maternidades de França e Alemanha", dizem.
Segundo a análise, "os recém- -nascidos têm uma predilecção pelos modelos melódicos que são típicos das suas línguas maternas". As palavras em francês "são acentuadas no fim, logo a melodia é ascendente, enquanto o inverso ocorre no alemão".
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Créditos: DN online
Desde os primeiros dias, os recém--nascidos franceses e alemães não choram na mesma língua: enquanto os primeiros têm um choro que sobe, o dos segundos vai do agu- do ao grave, segundo um estudo publicado por uma equipa franco- -alemã.
"As razões são provavelmente as diferenças de tom nas duas línguas, que são interiorizadas no ventre materno e reproduzidas mais tarde", refere um comunicado do Instituto Max-Planck, que participou no estudo do Laboratório de Ciências Congnitivas, de Paris.
"O ouvido é o primeiro sistema sensorial que se desenvolve" nos fetos, que são ouvintes atentos durante o último terço da gravidez, disse à AFP Angela Friederici, uma das autoras do estudo, publicado na revista Current Biology.
Até agora pensava-se que o choro dos bebés era unicamente determinado, como nos bebés chimpanzés, pelo aumento e diminuição da pressão no sistema respiratório. "Um erro, como mostra pela primeira vez a análise de mais de 20 horas de choro de bebés em maternidades de França e Alemanha", dizem.
Segundo a análise, "os recém- -nascidos têm uma predilecção pelos modelos melódicos que são típicos das suas línguas maternas". As palavras em francês "são acentuadas no fim, logo a melodia é ascendente, enquanto o inverso ocorre no alemão".
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Créditos: DN online
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
P'ra chorar de vergonha: Eduardo Prado Coelho
Cada qual medite à sua maneira.
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta. Precisa-se de matéria prima para construir um País .
*Eduardo Prado Coelho - in Público*
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós.
Nós como povo. Nós como matéria prima de um País.
Porque pertenço a um País onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um País onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um País onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço a um País onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos.
Pertenço a um País onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se defrauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um País:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler')
e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem
para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
- Pertenço a um País onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se
fazer qualquer exame.
- Um País onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um País, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias. Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
- Desculpamos a mediocridade de programas de
televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes
com o fracasso. É a indústria da desculpa e da
estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... *MEDITE*!
*EDUARDO PRADO COELHO*
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Créditos: via mail . FN
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta. Precisa-se de matéria prima para construir um País .
*Eduardo Prado Coelho - in Público*
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós.
Nós como povo. Nós como matéria prima de um País.
Porque pertenço a um País onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um País onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um País onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço a um País onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos.
Pertenço a um País onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se defrauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um País:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler')
e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem
para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
- Pertenço a um País onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se
fazer qualquer exame.
- Um País onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um País, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias. Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
- Desculpamos a mediocridade de programas de
televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes
com o fracasso. É a indústria da desculpa e da
estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... *MEDITE*!
*EDUARDO PRADO COELHO*
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Créditos: via mail . FN
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A neve do Kilimanjaro
As neves do Kilimanjaro: por quanto tempo?
Os restantes campos de gelo em cima do famoso Monte Kilimanjaro, na Tanzânia, pode desaparecer dentro de duas décadas e talvez até mais cedo, com base no último levantamento dos campos de gelo remanescente na montanha.
Estas previsões, publicadas esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), estão entre as últimas provas físicas dramáticas da mudança climática global.
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Créditos: National Science Foundation Update
domingo, 1 de novembro de 2009
Há dias em que se morre.....
O cavalo que magoou a papy, morreu....
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
PAÚL DE TORNADA - Caldas da Rainha

Actividades em 2010 da Associação de Defesa do Paul de Tornada
A Biodiversidade é o tema escolhido para as actividades da Associação de Defesa do Paul de Tornada para 2010, com diversas acções e projectos a serem desenvolvidos ao longo do ano.
A Biodiversidade é o tema escolhido para as actividades da Associação de Defesa do Paul de Tornada para 2010, com diversas acções e projectos a serem desenvolvidos ao longo do ano.
Dos projectos constam as hortas escolares, com apoio à implementação/continuidade e criação de uma rede de hortas escolares.
A Rota das Aves (na escola ou no Paul) é um projecto de divulgação e sensibilização sobre a temática das aves, dando a conhecer algumas técnicas básicas de observação e estudo das aves.
Pretende-se também divulgar o Paul como nova área protegida na região, salientando o seu valor ecológico e a sua biodiversidade e proceder a apoio técnico a projectos escolares sobre o Paul de Tornada.
O Projecto Rios (na escola e com saída de campo) visa a participação social na conservação dos espaços fluviais, monitorizar e inspeccionar troços de 500m de um rio ou ribeira, com vista à avaliação do grau de qualidade da linha de água adoptada.
A associação promoverá também Ateliers Pedagógicos, para construção de comedouros e ninhos adequados a diferentes espécies de aves, para reciclagem manual de papel usado, com sensibilização para a importância da protecção das florestas e redução de resíduos.
A Horta Portátil é um atelier que pretende, através de algumas técnicas simples de propagação de plantas, permitir aos alunos iniciarem uma pequena horta num garrafão e levar para a sala de aula.
Existe também um atelier para descoberta dos aromas e de algumas aplicações medicinais de plantas, e de elaboração de sacos de cheiro ou propagação de plantas aromáticas.
Está previsto o apoio a visitas de estudo à Lagoa de Óbidos e outros espaços naturais da região, e a realização de sessões na escola sobre temas ambientais.
Francisco Gomes
No dia 7 de Novembro a Associação PATO, com o apoio da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), vai organizar uma saída de campo na Lagoa de Óbidos para ver aves aquáticas, o objectivo da saída é que os participantes aprendam técnicas de observação e identificação de aves aquáticas.
A Lagoa de Óbidos é uma zona húmida com cerca de 5km de extensão, que apesar da crescente pressão antrópica, conserva ainda uma riqueza ornitológica considerável. Acolhendo diversas espécies todo o ano, é no Outono e Inverno que a Lagoa de Óbidos assume uma especial importância para as aves. É um local de eleição para as espécies durante a migração pós-nupcial, onde param para procurar alimento e repousarem nas lamas e bancos de areia. Diversas espécies de limícolas podem ser observadas com relativa facilidade, caso do Fuselo Limosa lapponica, do Pilrito-de-peito-escuro Calidris alpina, do Maçarico-galego Numenius phaeopus e Maçarico-real Numenius arquata, outras espécies menos comuns já foram no entanto observadas na lagoa, como o Maçarico-bastardo Tringa glareola ou o Pilrito-de-temminck Calidris temminckii.
As possibilidades não se esgotam no entanto só nas limícolas, pois muitas outras espécies de patos, garças e passeriformes ocorrem com regularidade na lagoa de Óbidos. A iniciativa vai desenrolar-se a partir das sete e meia da manhã e ao longo de quatro horas.
Antes desta iniciativa realiza-se uma observação de aves marinhas, no Cabo Carvoeiro, em Peniche, a partir das sete e meia da manhã de 24 de Outubro.
Todos os anos, no Outono, a costa Portuguesa é atravessada por milhares de aves marinhas, que reproduzem nas costas da Europa do Norte e Árctico e passam o inverno no Atlântico Sul. A Costa Portuguesa “cruza” obliquamente a rota de migração de várias espécies e locais privilegiados para a observação de aves marinhas, como o cabo Carvoeiro, podem oferecer ao observador experiências verdadeiramente únicas quer no número de espécies quer no número de indivíduos que podem ser observados.
No dia 24 de Outubro a Associação PATO, com o apoio da SPEA, irá organizar uma saída de campo para observação de aves marinhas no Cabo Carvoeiro, o objectivo é que os participantes aprendam técnicas de observação e identifiquem as várias espécies.
Estas actividades destinam-se apenas a sócios da Associação PATO ou da SPEA.
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Créditos: jornalOesteOnline
Créditos: jornalOesteOnline
terça-feira, 27 de outubro de 2009
WEBÓPERA
WEBÓPERA
ÓPERA EM DIRECTO
O CREPÚSCULO DOS DEUSES
RICHARD WAGNERO
São Carlos em sua casa: junte-se a nós no dias 27 de Outubro pelas 18:00 e assista em directo a esta grande produção.
No âmbito da conclusão do festival cénico O Anel do Nibelungo,o Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a RTP, apresentaa transmissão online e em directo da ópera O Crepúsculo dos Deuses de Richard Wagner.
Este evento será filmado pela RTP por multi-câmaras e a transmissão será feita em directo para a Internet e para um grande ecrã no Largo São Carlos, através de uma realização feita no local. As imagens recolhidas serão posteriormente sujeitas a edição, para transmissão posterior na RTP2Assim sendo – e pelo segundo ano consecutivo - qualquer pessoa poderá assistir em sua casa e à distância de um clique, gratuitamente, em directo e com legendagem em português, à fantástica conclusão da saga dos Nibelungos encenada por Graham Vick.
Venha assistir à Ópera em directo no seu ecrã no conforto da sua casa.
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Assisti um pouco....simplesmente expectacular....
Moderno, arejado, arrojado, delicioso.......
Espero que o Teatro Nacional de São Carlos, com fortes responsabiliadades na desmistificação da cultura tida como mais "elitista" repita iniciativas deste género!
Apenas 5 *****
Agora é só esperar que a RTP2 não demore muito tempo a fazer a apresentação!!
Noutro contexto, um pequeno excerto do Crepúsculo dos Deuses....
http://www.youtube.com/watch?v=eBW7OI4jSzg
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Créditos: Teatro Nacional de São Carlos -online
ÓPERA EM DIRECTO
O CREPÚSCULO DOS DEUSES
RICHARD WAGNERO
São Carlos em sua casa: junte-se a nós no dias 27 de Outubro pelas 18:00 e assista em directo a esta grande produção.
No âmbito da conclusão do festival cénico O Anel do Nibelungo,o Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a RTP, apresentaa transmissão online e em directo da ópera O Crepúsculo dos Deuses de Richard Wagner.
Este evento será filmado pela RTP por multi-câmaras e a transmissão será feita em directo para a Internet e para um grande ecrã no Largo São Carlos, através de uma realização feita no local. As imagens recolhidas serão posteriormente sujeitas a edição, para transmissão posterior na RTP2Assim sendo – e pelo segundo ano consecutivo - qualquer pessoa poderá assistir em sua casa e à distância de um clique, gratuitamente, em directo e com legendagem em português, à fantástica conclusão da saga dos Nibelungos encenada por Graham Vick.
Venha assistir à Ópera em directo no seu ecrã no conforto da sua casa.
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Assisti um pouco....simplesmente expectacular....
Moderno, arejado, arrojado, delicioso.......
Espero que o Teatro Nacional de São Carlos, com fortes responsabiliadades na desmistificação da cultura tida como mais "elitista" repita iniciativas deste género!
Apenas 5 *****
Agora é só esperar que a RTP2 não demore muito tempo a fazer a apresentação!!
Noutro contexto, um pequeno excerto do Crepúsculo dos Deuses....
http://www.youtube.com/watch?v=eBW7OI4jSzg
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Créditos: Teatro Nacional de São Carlos -online
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Meteorito na Letónia

Meteorito abre cratera de 20 metros na Letónia
Na noite de domingo, (25 de Outubro de 2009) um meteorito caiu no norte da Letónia, abrindo uma cratera com 20 metros de diâmetro e dez de profundidade. Segundo a agência oficial Russa, RIA-Nóvosti, não há vítimas a registar.
O meteorito, que deverá ter cerca de um metro de diâmetro e uma massa de várias toneladas, aterrou numa quinta nos arredores da localidade de Mazsalaca, próxima da fronteira com a Estónia. As autoridades locais, que inicialmente não conseguiram precisar se se tratava de um meteorito ou de um fragmento de um satélite artificial, isolaram o perímetro.
À agência russa, Vladímir Svetsov, do Instituto de Dinâmica de Geosfera da Academia de Ciência da Rússia, assegurou que "o mais provável é que se trate de um meteorito de ferro com um diâmetro de cerca de um metro", e explicou que este tipo de corpo, por norma, não alcança a superfície terrestre, destruindo-se ainda na atmosfera.
O cientista acrescentou ainda que cerca de 10% dos meteoritos são de ferro e que choques com a Terra, semelhantes a este que agora aconteceu na Letónia, se registam com a frequência de uma vez por ano.
Na noite de domingo, (25 de Outubro de 2009) um meteorito caiu no norte da Letónia, abrindo uma cratera com 20 metros de diâmetro e dez de profundidade. Segundo a agência oficial Russa, RIA-Nóvosti, não há vítimas a registar.
O meteorito, que deverá ter cerca de um metro de diâmetro e uma massa de várias toneladas, aterrou numa quinta nos arredores da localidade de Mazsalaca, próxima da fronteira com a Estónia. As autoridades locais, que inicialmente não conseguiram precisar se se tratava de um meteorito ou de um fragmento de um satélite artificial, isolaram o perímetro.
À agência russa, Vladímir Svetsov, do Instituto de Dinâmica de Geosfera da Academia de Ciência da Rússia, assegurou que "o mais provável é que se trate de um meteorito de ferro com um diâmetro de cerca de um metro", e explicou que este tipo de corpo, por norma, não alcança a superfície terrestre, destruindo-se ainda na atmosfera.
O cientista acrescentou ainda que cerca de 10% dos meteoritos são de ferro e que choques com a Terra, semelhantes a este que agora aconteceu na Letónia, se registam com a frequência de uma vez por ano.
Actualização......
Cientistas deslocaram-se ao alegado local do impacto e, depois de uma análise, consideram que há poucas hipóteses de ter sido um meteorito a abrir a cratera.
"Esta não é uma cratera real. É artificial", disse Uldis Nulle, do Centro Letão do Ambiente, Geologia e Meteorologia, depois de inspeccionar a cavidade. O cientista refere que, numa primeira impressão, acreditou que o impacto de um meteorito estivesse na origem da cratera, sobretudo porque o local do choque ainda fumegava.
Porém, depois de uma análise à luz do dia, os peritos rejeitam a hipótese de impacto de um corpo celeste e admitem ter sido mão humana a escavar este buraco. Outro dos cientistas no local acrescenta que alguém foi responsável pela cratera, simulando o choque de um meteorito ao colocar no fundo um composto pirotécnico para simular um incêndio.
Segundo a AP, Sigita Pildava, porta-voz das autoridades da Letónia, referiu que ainda não é certo que seja aberto um inquérito para investigar esta alegada fraude. Foi o telefonema de uma testemunha ocular que alertou para a queda de um meteorito numa quinta próxima de Mazsalaca, junto da fronteira da Estónia. Uma unidade foi então enviada para medir os níveis de radiação, concluindo que se encontravam dentro dos valores normais.
"Esta não é uma cratera real. É artificial", disse Uldis Nulle, do Centro Letão do Ambiente, Geologia e Meteorologia, depois de inspeccionar a cavidade. O cientista refere que, numa primeira impressão, acreditou que o impacto de um meteorito estivesse na origem da cratera, sobretudo porque o local do choque ainda fumegava.
Porém, depois de uma análise à luz do dia, os peritos rejeitam a hipótese de impacto de um corpo celeste e admitem ter sido mão humana a escavar este buraco. Outro dos cientistas no local acrescenta que alguém foi responsável pela cratera, simulando o choque de um meteorito ao colocar no fundo um composto pirotécnico para simular um incêndio.
Segundo a AP, Sigita Pildava, porta-voz das autoridades da Letónia, referiu que ainda não é certo que seja aberto um inquérito para investigar esta alegada fraude. Foi o telefonema de uma testemunha ocular que alertou para a queda de um meteorito numa quinta próxima de Mazsalaca, junto da fronteira da Estónia. Uma unidade foi então enviada para medir os níveis de radiação, concluindo que se encontravam dentro dos valores normais.
Actualização.......
A empresa de telecomunicações móveis Tele2 reconheceu hoje ter encenado para fins publicitários a queda de um meteorito no norte da Letónia, numa altura em que a informação já tinha dado volta ao mundo como acontecimento científico.
"A encenação do meteorito foi uma iniciativa da Tele2 para levar a sociedade da Letónia a creditar em si própria e para ver que, com a ajuda de uma notícia única e interessante é possível atrair o interesse dos meios de comunicação locais e mundiais", disse o director comercial da empresa, Janis Sproguis, citado pela agência russa Interfax.
Sproguis explicou que graças à "partida" o nome da Letónia soou de forma positiva em todo o mundo, mas adiantou que a Tele2 "compensará" o Estado letão peloas despesas e inconvenientes causados pela acção publicitária.
A ministra do Interior da Letónia, Linda Murniece, qualificou o sucedido de "paródia cínica" e as autoridades avaliaram em pelo menos 2800 euros as despesas com os serviços dos bombeiros, polícia, exército e dos cientistas enviados para o local.
Durante o dia, a polícia letã ameaçara fazer uma investigação criminal se a queda do meteorito se revelasse afinal falsa.
A agência oficial russa RIA-Nóvosti e vários canais de televisão relataram hoje a queda de um meteorito, no domingo, no norte da Letónia, junto à fronteira com a Estónia.
O meteorito teria caído numa quinta nos arredores da localidade de Mazsalaca e teria feito uma cratera de 20 metros de diâmetro.
Os habitantes de Mazsalaca, uma aldeia do distrito de Valmiera no norte da Letonia, alertaram domingo as autoridades para a presença de um objecto caído do céu e que incendiara os campos.
Chegados ao local, os sapadores bombeiros descobriram uma cratera com 5 metros de profundidade e admitiram poder tratar-se de um meteorito.
Depois de exames, cientistas manifestaram dúvidas quanto ao carácter natural do acontecimento e não excluíram que se tratasse de uma mistificação.
Mas já a informação tinha atraído muitos curiosos.
A proprietária do terreno, Larissa Guerassimova, aproveitou para vender bilhetes de entrada às pessoas que desejassem visitar o local pela utilização e uso da sua estrada de acesso.
"A encenação do meteorito foi uma iniciativa da Tele2 para levar a sociedade da Letónia a creditar em si própria e para ver que, com a ajuda de uma notícia única e interessante é possível atrair o interesse dos meios de comunicação locais e mundiais", disse o director comercial da empresa, Janis Sproguis, citado pela agência russa Interfax.
Sproguis explicou que graças à "partida" o nome da Letónia soou de forma positiva em todo o mundo, mas adiantou que a Tele2 "compensará" o Estado letão peloas despesas e inconvenientes causados pela acção publicitária.
A ministra do Interior da Letónia, Linda Murniece, qualificou o sucedido de "paródia cínica" e as autoridades avaliaram em pelo menos 2800 euros as despesas com os serviços dos bombeiros, polícia, exército e dos cientistas enviados para o local.
Durante o dia, a polícia letã ameaçara fazer uma investigação criminal se a queda do meteorito se revelasse afinal falsa.
A agência oficial russa RIA-Nóvosti e vários canais de televisão relataram hoje a queda de um meteorito, no domingo, no norte da Letónia, junto à fronteira com a Estónia.
O meteorito teria caído numa quinta nos arredores da localidade de Mazsalaca e teria feito uma cratera de 20 metros de diâmetro.
Os habitantes de Mazsalaca, uma aldeia do distrito de Valmiera no norte da Letonia, alertaram domingo as autoridades para a presença de um objecto caído do céu e que incendiara os campos.
Chegados ao local, os sapadores bombeiros descobriram uma cratera com 5 metros de profundidade e admitiram poder tratar-se de um meteorito.
Depois de exames, cientistas manifestaram dúvidas quanto ao carácter natural do acontecimento e não excluíram que se tratasse de uma mistificação.
Mas já a informação tinha atraído muitos curiosos.
A proprietária do terreno, Larissa Guerassimova, aproveitou para vender bilhetes de entrada às pessoas que desejassem visitar o local pela utilização e uso da sua estrada de acesso.
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Créditos DN online; Fotografia © VALDA KALNINA - EPA
Créditos DN online; Fotografia © VALDA KALNINA - EPA
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Ciência.... ou não.... Ficção,
o mais correcto
sábado, 24 de outubro de 2009
Gripe A

Gripe A H1N1
Alimentação saudável é a melhor forma para reforçar sistema imunitário
Uma alimentação saudável de acordo com a roda dos alimentos é a melhor forma de a população se prevenir à mesa contra a gripe, de acordo com nutricionistas, que só aconselham suplementos a quem apresente desequilíbrios nutricionais
Alimentação saudável é a melhor forma para reforçar sistema imunitário
Uma alimentação saudável de acordo com a roda dos alimentos é a melhor forma de a população se prevenir à mesa contra a gripe, de acordo com nutricionistas, que só aconselham suplementos a quem apresente desequilíbrios nutricionais
«O que a população tem de fazer [para se prevenir em relação à gripe] é uma coisa tão simples como esta: fazer uma alimentação saudável», disse a professora Flora Correia da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
Esta professora, que é também membro da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação, realça a importância de se cumprirem diariamente os sectores e as quantidades indicadas na roda dos alimentos, sem esquecer a água, «fundamental» na prevenção e tratamento de doenças como a gripe.

A presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN), Alexandra Bento, partilha da mesma opinião e lembra que os bons hábitos alimentares devem ser uma constante e não esporádicos.
«Se a alimentação for saudável ao longo da vida, temos todos os nutrientes de que necessitamos, nomeadamente para termos o sistema imunitário bem reforçado», acrescentou.
Mesmo assim, Alexandra Bento aconselha, em períodos de gripe, alimentos ricos em vitaminas e minerais como frutas e legumes, para reforçar o sistema imunitário.
Por seu lado, o responsável pela cadeia de lojas de produtos naturais Celeiro-Dieta, o médico Pedro Lobo do Vale, considera importante o consumo de suplementos alimentares no reforço da imunidade, nomeadamente em situações de convívio com microorganismos exteriores como bactérias ou vírus.
«Se a alimentação for saudável ao longo da vida, temos todos os nutrientes de que necessitamos, nomeadamente para termos o sistema imunitário bem reforçado», acrescentou.
Mesmo assim, Alexandra Bento aconselha, em períodos de gripe, alimentos ricos em vitaminas e minerais como frutas e legumes, para reforçar o sistema imunitário.
Por seu lado, o responsável pela cadeia de lojas de produtos naturais Celeiro-Dieta, o médico Pedro Lobo do Vale, considera importante o consumo de suplementos alimentares no reforço da imunidade, nomeadamente em situações de convívio com microorganismos exteriores como bactérias ou vírus.
«É importante ter uma alimentação saudável, só que quando se trata de situações de microorganismo exteriores, sejam bactérias ou vírus (…), há a experiência que vários suplementos melhoram imenso a imunidade das crianças e dos adultos», disse salientando os efeitos da equinácea, vitamina C, óleo de fígado de bacalhau e zinco.
As duas nutricionistas contactadas pela Lusa consideram que só há necessidade de suplementos em caso de desequilíbrios alimentares e carências.
De acordo com a professora Flora Correia, «há estudos que demonstram claramente que a eficácia e a biodisponibilidade de determinado tipo de vitaminas e minerais é melhor quando integrada nos alimentos do que quando comprado em frasquinhos ou tomado em comprimidos».
Além de existir na laranja e no limão, a «vitamina C é um complemento que existe na batata e nos horto-frutícolas. Para que é que vou fazer suplementos de vitamina C», quando é ingerida em vários alimentos.
Além de existir na laranja e no limão, a «vitamina C é um complemento que existe na batata e nos horto-frutícolas. Para que é que vou fazer suplementos de vitamina C», quando é ingerida em vários alimentos.
A presidente da APN adverte para o risco de as pessoas descurarem a alimentação saudável por pensarem que ficam seguras com a ingestão de determinados suplementos considerados benéficos para certas debilidades.
Pedro Lobo do Vale defende os suplementos, afirmando que para ultrapassar carências, as doses têm de ser superiores àquelas que se encontram nos alimentos.
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Créditos: Lusa / SOL online -------- Fotos:Net
Créditos: Lusa / SOL online -------- Fotos:Net
Para descontrair.... que também é preciso....
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
África pede respeito.... bem o merece!!
Sínodo dos Bispos Africanos
África pede respeito
A mensagem fi nal da II Assembleia especial para a África do Sínodo dos Bispos foi apresentada esta sexta-feira, no Vaticano, na presença do Papa Bento XVI. Uma longa salva de palmas sublinhou a leitura do texto, perante mais de 200 participantes.
O documento pede que a comunidade internacional trate o continente com “respeito” e altere as regras do jogo económico, com referência especial para a dívida externa. A exploração das multinacionais e a agenda escondida por detrás das ajudas às populações carenciadas estão também “na mira” dos padres sinodais.
A mensagem sublinha, em relação à pandemia da SIDA, a mensagem já afi rmada pelo Papa de que a questão não se resolve com distribuição de preservativos.
Uma palavra especial é dedicada às relações com o Islão, assegurando que diálogo é possível, sendo importante, contudo, dizer “não” ao fanatismo.
“África, levanta-te e anda!” é a forte interpelação deixada pelos Bispos, que repetem apelos: aos sacerdotes, para que respeitem o celibato, às famílias, aos jovens e às crianças. Em comum, o pedido de que todos se empenhem em favor da reconciliação e que exista discernimento no confronto com o mundo ocidental.
A experiência de Moçambique
O Bispo da Beira, D. Jaime Gonçalves, levou aos trabalhos do Sínodo a experiência de reconciliação de Moçambique. Em entrevista à Renascença, D. Jaime explicou que
destacou, na sua intervenção, a importância da reconciliação “num continente onde ainda há violência, em forma de guerras, e em termos de pessoas que estão a sofrer”.
“Dentro do processo que fi zemos, que nos levou aos acordos de paz, as partes, logo na assinatura do acordo geral, propuseram a reconciliação. Cada uma ficaria responsável, daí em diante, pelos seus próprios actos, mas o passado fi cou perdoado. Isso viveu-se até hoje, foi um processo singular, este de Moçambique. E no sínodo pudemos partilhar isso com os nossos colegas.
Propondo-o como uma via para a reconciliação”, disse o Bispo da Beira.
A ideia, explica, é levar essa experiência para as regiões que ainda vivem em confl ito. “Agora vamos tentar iniciar em África, onde ainda não foi iniciado, o processo de reconciliação. É essa missão que a Igreja assume com este sínodo”, explica D. Jaime, nesta entrevista em que fala, ainda, da relação económica entre África, o Ocidente e a China: “Não podemos supor que vamos
continuar neste jogo assim. Vai-se chegar a uma situação em que a economia vai ter que contar com o progresso de África”.
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Créditos: Página 1 Online
África pede respeito
A mensagem fi nal da II Assembleia especial para a África do Sínodo dos Bispos foi apresentada esta sexta-feira, no Vaticano, na presença do Papa Bento XVI. Uma longa salva de palmas sublinhou a leitura do texto, perante mais de 200 participantes.
O documento pede que a comunidade internacional trate o continente com “respeito” e altere as regras do jogo económico, com referência especial para a dívida externa. A exploração das multinacionais e a agenda escondida por detrás das ajudas às populações carenciadas estão também “na mira” dos padres sinodais.
A mensagem sublinha, em relação à pandemia da SIDA, a mensagem já afi rmada pelo Papa de que a questão não se resolve com distribuição de preservativos.
Uma palavra especial é dedicada às relações com o Islão, assegurando que diálogo é possível, sendo importante, contudo, dizer “não” ao fanatismo.
“África, levanta-te e anda!” é a forte interpelação deixada pelos Bispos, que repetem apelos: aos sacerdotes, para que respeitem o celibato, às famílias, aos jovens e às crianças. Em comum, o pedido de que todos se empenhem em favor da reconciliação e que exista discernimento no confronto com o mundo ocidental.
A experiência de Moçambique
O Bispo da Beira, D. Jaime Gonçalves, levou aos trabalhos do Sínodo a experiência de reconciliação de Moçambique. Em entrevista à Renascença, D. Jaime explicou que
destacou, na sua intervenção, a importância da reconciliação “num continente onde ainda há violência, em forma de guerras, e em termos de pessoas que estão a sofrer”.
“Dentro do processo que fi zemos, que nos levou aos acordos de paz, as partes, logo na assinatura do acordo geral, propuseram a reconciliação. Cada uma ficaria responsável, daí em diante, pelos seus próprios actos, mas o passado fi cou perdoado. Isso viveu-se até hoje, foi um processo singular, este de Moçambique. E no sínodo pudemos partilhar isso com os nossos colegas.
Propondo-o como uma via para a reconciliação”, disse o Bispo da Beira.
A ideia, explica, é levar essa experiência para as regiões que ainda vivem em confl ito. “Agora vamos tentar iniciar em África, onde ainda não foi iniciado, o processo de reconciliação. É essa missão que a Igreja assume com este sínodo”, explica D. Jaime, nesta entrevista em que fala, ainda, da relação económica entre África, o Ocidente e a China: “Não podemos supor que vamos
continuar neste jogo assim. Vai-se chegar a uma situação em que a economia vai ter que contar com o progresso de África”.
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Créditos: Página 1 Online
120 anos da Torre Eiffel
"Cidade da luz" celebra aniversário do ícone de França
Paris celebra 120 anos da Torre EiffelConstruída para a Exposição Universal de 1889, a Torre Eiffel começou a ser erguida dois anos antes, pela equipa do então notável engenheiro Gustave Eiffel. França vivia, um século depois da Revolução Francesa, a "era de ouro" nos campos científico, cultural e artístico. Era a "era" de Freud, Zola, Júlio Verne e Rodin.
A pensar na Exposição Universal de 1889, o Journal Officiel abriu um concurso para "estudar a possibilidade de erguer uma torre de ferro no Champ-de-Mars". A estrutura teria uma base quadrada com 125 metros de cada lado e 300 metros de altura.
Acabaria por vencer o projecto do prestigiado engenheiro Gustave Eiffel, notável construtor de pontes e mestre nas construções metálicas, e da sua equipa - Maurice Koechlin, Emile Nouguier e Stephen Sauvestre -, de entre um total de 107 candidaturas.

Os trabalhos começaram em 1887, mas só em Março de 1889 a obra ficou concluída. Na inauguração, o próprio Eiffel escalou os 1,710 degraus da torre para cravar a bandeira francesa no topo.
Com 317 metros de altura, a Torre Eiffel era, então, o edifício mais alto do Mundo. Em 1929, foi porém destronada pelos 319 metros do Chrysler Building, em Nova Iorque.

A torre tinha sido inicialmente pensada para durar 20 anos, período após o qual seria destruída. A perseverança de Eiffel conseguiu, no entanto, evitar a morte da estrutura. Eiffel invocou os seus potenciais usos: na meteorologia, na observação astronómica, experimentação na Fìsica, como posto de observação estratégica, e até como base para estudos sobre ventos e electricidade.
"Será um observatório e um laboratório como a CIência nunca teve à sua disposição. É por isso que, desde o Dia1, todos os nossos cientistas me encorajaram com tamanho sentimento de camaradagem".
Gustave Eiffel
A partir de 1889, a estrutura acabaria, na realidade, por ser usada como laboratório de experiências científicas. Barómetros, condutores de electricidade e instrumentos de medição de vento foram instalados. O próprio Eiffel construiu o seu gabinete no terceiro andar, para observações astronómicas.
Ao longos dos anos, a estrutura de Eiffel conquistou o estatuto de ícone, como um dos mais proeminentes símbolos de Paris e de França. Cenário de incontáveis obras literárias e cinematográficas, é visitada anualmente por cerca de 7 milhões de pessoas.
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Créditos: Sic Noticias Online - Catarina van der Kellen / Jornalista
As mulheres adoram CHEFES homens... !!

Estudo diz que mulheres com chefes homens são as menos stressadas
O bem-estar físico e mental dos trabalhadores pode ser influenciado pelo sexo do chefe, de acordo com um estudo que analisou como o impacto do género nas relações de trabalho podem influenciar na saúde.
Usando dados colectados por um questionário de abrangência nacional feito nos EUA, Scott Scheiman e Taralyn McMullen, da Universidade de Toronto, pesquisaram o stress psicológico e sintomas físicos (como fadiga e dores de cabeça) em três grupos diferentes de trabalhadores: os que tinham dois gerentes (um do sexo masculino e outro do sexo feminino), trabalhadores com gerências do mesmo sexo e outros chefiados por pessoas do sexo oposto.
Os resultados, publicados no Journal of Health and Social Behavior, revelaram que mulheres que trabalham com chefias do mesmo sexo tinham mais sintomas de stress do que mulheres com gerentes homens. Nas mulheres chefiadas por duplas de gerentes o nível de stress foi ainda muito mais intenso.
Os investigadores também descobriram que os homens com apenas um supervisor tinham também um nível elevado de stress, com resultados pendendo positivamente para as chefias femininas. Ao dividir a atenção entre dois gerentes de géneros diferentes esses homens também demonstraram uma diminuição desses sintomas. Isso poderia sugerir uma tendência: chefias de géneros diferentes dos subordinados seriam mais saudáveis para o ambiente de trabalho, pois contribuiriam para diminuir o nível de stress.
O estudo mostrou também que com o tempo essas situações tendem a diminuir. Os casos de hostilidade reportados no primeiro ano de trabalho (considerando os números totais) eram mais de 6 vezes maior que no segundo ano.
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Créditos: Sapo Saúde
Horas....de recuar os ponteiros!

Hora de Inverno: Ponteiros dos relógios recuam 1 hora na madrugada de domingo
Os relógios vão recuar uma hora na madrugada do próximo domingo, dando início ao horário de Inverno, que se prolongará até Março de 2010, altura em que se regressa à hora de Verão.
O próximo domingo será o dia mais longo do ano, com 25 horas, uma vez que a hora legal é atrasada em 60 minutos quando forem 02:00 em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para a 01:00.
Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 01:00 da madrugada de domingo, passando para a meia-noite, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa.
O atraso dos relógios no último domingo de Outubro marca o regresso à hora média de Greenwich, usada por Portugal e Reino Unido, mas manter a hora inalterada poderia poupar energia e reduzir a poluição.
Um estudo da Universidade de Cambridge divulgado esta semana estima que o Reino Unido poderia poupar 885 Gigawatts-hora nos meses de Inverno, o equivalente à electricidade gasta por 200 mil casas durante um ano, e reduzir a emissão de 446,925 toneladas de carbono.
"O uso de electricidade é maior à tarde do que de manhã", justifica Elizabeth Garnsey, professora de Estudos de Inovação, em declarações à agência Lusa.
Créditos: SAPO/LUSA
Os relógios vão recuar uma hora na madrugada do próximo domingo, dando início ao horário de Inverno, que se prolongará até Março de 2010, altura em que se regressa à hora de Verão.
O próximo domingo será o dia mais longo do ano, com 25 horas, uma vez que a hora legal é atrasada em 60 minutos quando forem 02:00 em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para a 01:00.
Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 01:00 da madrugada de domingo, passando para a meia-noite, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa.
O atraso dos relógios no último domingo de Outubro marca o regresso à hora média de Greenwich, usada por Portugal e Reino Unido, mas manter a hora inalterada poderia poupar energia e reduzir a poluição.
Um estudo da Universidade de Cambridge divulgado esta semana estima que o Reino Unido poderia poupar 885 Gigawatts-hora nos meses de Inverno, o equivalente à electricidade gasta por 200 mil casas durante um ano, e reduzir a emissão de 446,925 toneladas de carbono.
"O uso de electricidade é maior à tarde do que de manhã", justifica Elizabeth Garnsey, professora de Estudos de Inovação, em declarações à agência Lusa.
Créditos: SAPO/LUSA
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Tabaco... ainda pior que mau!

Tabaco contrafeito proveniente da Ásia, sobretudo da China, está a invadir o mercado sem controlo sanitário.
Em Sines foram apreendidos mais de sete milhões de cigarros daquela zona
A autoridade alfandegária anunciou ontem a apreensão de 7,52 milhões de cigarros em Sines. O tabaco contrafeito (cópias adulteradas de produtos legítimos) era proveniente de Chiwan, na China. As autoridades estão preocupadas. A maior parte dos cigarros apreendidos este ano é proveniente daquela região e está a invadir o mercado sem controlo de qualidade, temendo-se que contenha químicos altamente lesivos para o organismo. A Tabaqueira já criou códigos especiais de segurança.
"O tabaco apreendido ficaria sujeito ao pagamento de impostos, num montante global de 1,125.493 euros - incluindo direitos aduaneiros, IVA e impostos especiais sobre o consumo - caso tivesse sido introduzido no consumo no mercado nacional, e tinha um volume global de venda ao público de cerca de 1,316 milhões de euros", explicou em comunicado Direcção-geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC).
Os cigarros contrafeitos causam um enorme prejuízo para o Estado, mas, pior do que isso, é a sua entrada no mercado sem qualquer controlo sanitário, sem que se saiba quem o fabrica e os produtos químicos que possa conter.
A autoridade alfandegária anunciou ontem a apreensão de 7,52 milhões de cigarros em Sines. O tabaco contrafeito (cópias adulteradas de produtos legítimos) era proveniente de Chiwan, na China. As autoridades estão preocupadas. A maior parte dos cigarros apreendidos este ano é proveniente daquela região e está a invadir o mercado sem controlo de qualidade, temendo-se que contenha químicos altamente lesivos para o organismo. A Tabaqueira já criou códigos especiais de segurança.
"O tabaco apreendido ficaria sujeito ao pagamento de impostos, num montante global de 1,125.493 euros - incluindo direitos aduaneiros, IVA e impostos especiais sobre o consumo - caso tivesse sido introduzido no consumo no mercado nacional, e tinha um volume global de venda ao público de cerca de 1,316 milhões de euros", explicou em comunicado Direcção-geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC).
Os cigarros contrafeitos causam um enorme prejuízo para o Estado, mas, pior do que isso, é a sua entrada no mercado sem qualquer controlo sanitário, sem que se saiba quem o fabrica e os produtos químicos que possa conter.
"Há o risco de conter substâncias que provoquem danos irreversíveis no organismo", disse ao DN Carlos Duarte, da Associação Nacional dos Grossistas de Tabaco, frisando que a preocupação se prende, sobretudo, com os produtos provenientes da Ásia.
Segundo contou, ainda recentemente, o Algarve foi invadido de maços de tabaco que provocavam "um estranha irritação na garganta".
Recorde-se que a 31 de Agosto a DGAIEC aprendeu oito milhões de cigarros na Alfândega de Lisboa, oriundos daquela região do globo. Daqui também era proveniente o tabaco apreendido pela GNR em Abril, avaliado em cerca de 9,5 milhões de euros. Nessa operação foram detidos oito empresários suspeitos de integrarem uma organização internacional de contrabando e comercialização ilegal. Segundo a GNR, os contrabandistas introduziam tabaco com estampilha contrafeita em máquinas de venda automática ou vendiam tabaco sem estampilha fiscal através de um circuito de distribuição envolvendo fábricas.
Carlos Duarte lembra que Portugal era, antes, um corredor de entrada de tabaco contrafeito no mercado europeu. "Agora não", garante. Os portugueses começara a consumir, desenfreadamente, cigarros ilegais.
Recorde-se que a 31 de Agosto a DGAIEC aprendeu oito milhões de cigarros na Alfândega de Lisboa, oriundos daquela região do globo. Daqui também era proveniente o tabaco apreendido pela GNR em Abril, avaliado em cerca de 9,5 milhões de euros. Nessa operação foram detidos oito empresários suspeitos de integrarem uma organização internacional de contrabando e comercialização ilegal. Segundo a GNR, os contrabandistas introduziam tabaco com estampilha contrafeita em máquinas de venda automática ou vendiam tabaco sem estampilha fiscal através de um circuito de distribuição envolvendo fábricas.
Carlos Duarte lembra que Portugal era, antes, um corredor de entrada de tabaco contrafeito no mercado europeu. "Agora não", garante. Os portugueses começara a consumir, desenfreadamente, cigarros ilegais.
"Uns sabem o que estão a comprar, outros não, sobretudo quando os adquirem em máquinas de venda automática em que o selo não é visível."
Neste sentido, a DGAIEC, em conjunto com GNR e a Tabaqueira, iniciaram uma campanha para sensibilizar os comerciantes a que se oponham à entrada de tabaco contrafeito no mercado.
Neste sentido, a DGAIEC, em conjunto com GNR e a Tabaqueira, iniciaram uma campanha para sensibilizar os comerciantes a que se oponham à entrada de tabaco contrafeito no mercado.
A Tabaqueira, para o efeito, criou códigos especiais nos maços Marlboro que permitem ao consumir certificar a legitimidade.
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Céditos: DN online
O Universo a seus pés.....

Astronomia
Quem quer passear no espaço com os pés assentes na terra?
Há 400 anos, Galileu Galilei espantou o mundo com o que observou usando uma simples luneta, construída pelo próprio. No âmbito do Ano Internacional da Astronomia, o convite é reformulado a Portugal e a mais de 50 países durante os próximos três dias.
Atalaia (Montijo, Setúbal), Aveiro, Braga, Bragança, Caldas da Rainha, Constância (Santarém), Entroncamento, Espinho, Fátima, Guarda, Mira (Coimbra), Montargil (Ponte de Sor, Portalegre), Porto, São João da Madeira, São Pedro do Estoril, Sandim e Vila Nova de Gaia são as localidades portuguesas que vão participar nas ‘Noites de Galileu’.
Até sábado, mais de meia centena de países por todo o mundo promovem passeios visuais pelo sistema solar, naquela que é uma das maiores iniciativas de divulgação científica alguma vez realizada.
Com um computador e um telescópio em qualquer parte do mundo, os amantes da astronomia podem trilhar o caminho percorrido por Galileu em 1609 ou, em Portugal, associar-se às várias actividades organizadas.
Até 27 deste mês decorre ainda um concurso de astrofotografia, que vai distinguir as melhores imagens do céu a partir da Terra e os objectos celestes mais longínquos.
Quem quer passear no espaço com os pés assentes na terra?
Há 400 anos, Galileu Galilei espantou o mundo com o que observou usando uma simples luneta, construída pelo próprio. No âmbito do Ano Internacional da Astronomia, o convite é reformulado a Portugal e a mais de 50 países durante os próximos três dias.
Atalaia (Montijo, Setúbal), Aveiro, Braga, Bragança, Caldas da Rainha, Constância (Santarém), Entroncamento, Espinho, Fátima, Guarda, Mira (Coimbra), Montargil (Ponte de Sor, Portalegre), Porto, São João da Madeira, São Pedro do Estoril, Sandim e Vila Nova de Gaia são as localidades portuguesas que vão participar nas ‘Noites de Galileu’.
Até sábado, mais de meia centena de países por todo o mundo promovem passeios visuais pelo sistema solar, naquela que é uma das maiores iniciativas de divulgação científica alguma vez realizada.
Com um computador e um telescópio em qualquer parte do mundo, os amantes da astronomia podem trilhar o caminho percorrido por Galileu em 1609 ou, em Portugal, associar-se às várias actividades organizadas.
Até 27 deste mês decorre ainda um concurso de astrofotografia, que vai distinguir as melhores imagens do céu a partir da Terra e os objectos celestes mais longínquos.
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Créditos: SOL online
Créditos: SOL online
Aranha de teia esférica

Descoberta espécie gigante de aranha tecedora de teia esférica
A Nephila komaci é um animal muito esquivo e foi identificada a partir de espécimes de museu. A espécie ocorre apenas em dois hotspots de biodiversidade ameaçados, em África e em Madagáscar, e teme-se que esteja em perigo de extinção.
As aranhas Nephila, ou aranhas gigantes tecedoras de teias esféricas são um grupo bem conhecido desta família de artrópodes, que inclui 41 000 espécies. Apesar de se descobrirem 400 a 500 novas espécies de aranhas por ano, no grupo das Nephila a última descoberta data do séc. XIX, pelo que a descrição recente de uma nova espécie é algo surpreendente.
Matjaz Kuntner analisou um espécimen de uma fêmea de Nephila komaci em 2000, após que a procurou intensivamente em colecções museológicas de 37 instituições, sem sucesso, tendo pensado que se tratava de uma espécie extinta ou de um híbrido. No entanto, posteriormente recebeu 4 novos indivíduos que concluiu serem da mesma espécie, até agora desconhecida para a ciência.
O animal foi descrito num artigo na revista PloS One por Kuntner, da Academia Eslovena de Ciências e Artes, e pelo seu colega Jonathan Coddington, do Museu Nacional de História Natural Smithsonian.
Entre os indivíduos de Nephila, só as fêmeas são gigantes, com um tamanho consideravelmente maior que o dos machos - a distância entre patas chega a atingir os 12cm - e tecem uma teia esférica de até 1m de diâmetro, fazendo movimentos em forma de espiral.
Segundo os autores da descoberta a nova espécie é a maior entre as aranhas tecedoras de teias esféricas conhecidas, e permitirá estudar a evolução do gigantismo das fêmeas em relação ao diminuto tamanho dos machos, que se pensa ser uma forma de aumentar a dimensão das ninhadas.
A espécie tem uma distribuição restrita e os únicos locais onde foi encontrada fazem parte de dois hotspots de biodiversidade ameaçados – Maputaland e Madagáscar - temendo-se que esteja também ameaçada.
A Nephila komaci é um animal muito esquivo e foi identificada a partir de espécimes de museu. A espécie ocorre apenas em dois hotspots de biodiversidade ameaçados, em África e em Madagáscar, e teme-se que esteja em perigo de extinção.
As aranhas Nephila, ou aranhas gigantes tecedoras de teias esféricas são um grupo bem conhecido desta família de artrópodes, que inclui 41 000 espécies. Apesar de se descobrirem 400 a 500 novas espécies de aranhas por ano, no grupo das Nephila a última descoberta data do séc. XIX, pelo que a descrição recente de uma nova espécie é algo surpreendente.
Matjaz Kuntner analisou um espécimen de uma fêmea de Nephila komaci em 2000, após que a procurou intensivamente em colecções museológicas de 37 instituições, sem sucesso, tendo pensado que se tratava de uma espécie extinta ou de um híbrido. No entanto, posteriormente recebeu 4 novos indivíduos que concluiu serem da mesma espécie, até agora desconhecida para a ciência.
O animal foi descrito num artigo na revista PloS One por Kuntner, da Academia Eslovena de Ciências e Artes, e pelo seu colega Jonathan Coddington, do Museu Nacional de História Natural Smithsonian.
Entre os indivíduos de Nephila, só as fêmeas são gigantes, com um tamanho consideravelmente maior que o dos machos - a distância entre patas chega a atingir os 12cm - e tecem uma teia esférica de até 1m de diâmetro, fazendo movimentos em forma de espiral.
Segundo os autores da descoberta a nova espécie é a maior entre as aranhas tecedoras de teias esféricas conhecidas, e permitirá estudar a evolução do gigantismo das fêmeas em relação ao diminuto tamanho dos machos, que se pensa ser uma forma de aumentar a dimensão das ninhadas.
A espécie tem uma distribuição restrita e os únicos locais onde foi encontrada fazem parte de dois hotspots de biodiversidade ameaçados – Maputaland e Madagáscar - temendo-se que esteja também ameaçada.
Fontes: sciencedaily.com e news.bbc.co.uk
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