Descoberta uma nova bactéria de vida extrema no casco do Titanic
Foi descoberta uma nova bactéria do grupo das Halomonas no casco do navio mais famoso e mítico da nossa história, o Titanic.
Antonio Ventosa é um perito mundial no grupo de bactérias a que pertence o organismo capaz de viver de arsénico descoberto na semana passada. Trata-se do género "Halomonas", um conjunto de espécies capaz de viver em condições de alta salinidade.
Há mais de 30 anos que este especialista se tem dedicado ao estudo e à classificação destas bactérias. Desde que foram descobertas pela primeira vez as Antillas Holandesas em 1980, a sua equipa já identificou e descreveu a grande maioria das 66 espécies pertencentes a este género. Juntamente com a sua colaboradora Cristina Sánchez-Porro, Ventosa publicou o seu trabalho na revista "International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology", sobre a ciência da taxonomia das bactérias. Foi agora descoberta um espécie nova, chamada Halomonas titanicae, pertencente ao número 66 do grupo, no casco do navio mais famoso da história, o Titanic.
Desde algum tempo, que um grupo de cientistas da Universidade de Halifax (Canadá) estuda o efeito que podem ter as bactérias sobre a acelaração no processo de corrosão dos navios afundados. Numa das imersões os investigadores recolheram uma amostra das estruturas esponjosas criadas no processo de corrosão sobre o casco do barco que se afundou em 1912. Quando estes investigadores começaram a identificar os organismos vivos no pedaço de metal arruinado pela biocorrosão, deram-se conta de que existiam ali seres vivos que podiam estar relacionados com as Halomonas. Enviaram então as amostras para Sevilha, para o laboratório dirigido pelo António Ventosa da Faculdade de Farmácia da Universidade de Sevilha.
"Existiam efectivamente Halomonas, mas quando nos pusemos a identificá-las, demos conta que se tratava de uma espécie nova,que ainda não tinha sido encontrada até agora", explica Ventosa. "Pusemos o nome de titanicae em homenagem ao curioso sítio de onde foram encontradas".
As condições ambientais, em que foi encontrada esta bactéria, eram especialmente duras. O mítico barco foi encontrado no oceano Atlântico a quase 3800 metros de profundidade, com as condições extremas de salinidade e de ausência de luz. Estas condições converteram a nova bactéria num organismo extremófilo, que é capaz de viver em condições extremas onde a maioria de outros seres vivos não conseguia sobreviver. Este tipo de forma de vida é utilizada pelos cientistas como o modelo de vida que poderia ocorrer noutros planteas ou satélites do sistema solar.
Fonte: http://www.elmundo.es/
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Créditos: SapoVida
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Poder...
"Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra, todos os dias são meus."
Fernando Pessoa
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra, todos os dias são meus."
Fernando Pessoa
É dificil....
"Poesia Musicada" (Duguibbs)
http://www.youtube.com/watch?v=HC-bcW-19mg&feature=related
Créditos: Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=HC-bcW-19mg&feature=related
Créditos: Youtube
A rapariga das laranjas
"A Rapariga das Laranjas" de Jostein Gaard
"Um livro que vale a pena ler.
Sacode-nos para nos consciencializar da efermidade da vida...."
ETomé
Sinopse
O que fazer quando um pai, falecido demasiado cedo para nos lembrarmos dele, decide falar com o filho, através de uma carta escrita há onze anos? Esta é a experiência de Georg Roed, de quinze anos, quando a família descobre a carta do seu pai. Juntos, Georg e o pai vão dialogar e manter finalmente a conversa de adultos que não puderam ter em vida. Nessa carta, Jan Olav, o pai de Georg procura uma bela rapariga carregada com um saco de laranjas. Nada o demove, nem o facto de não saber nada dela, nem o nome. Procura-a com todo o entusiasmo da juventude, enquanto imagina qual a razão que a leva a atribuir um valor tão grande às laranjas que ele, desastradamente, fez rolar nesse primeiro encontro. Georg mergulha nesta aventura descrita com grande paixão pelo pai, falecido quando ele tinha apenas quatro anos.
Georg Roed, de quinze anos recebe uma carta do seu falecido pai de que pouco se lembra por este ter falecido tão cedo, tendo ele apenas 4 anos.
No entanto, antes de morrer Jan Olav (o pai de Georg) escreveu-lhe uma longa carta onde pretende "estabelecer um diálogo" com o filho, para terem uma conversa que não poderiam ter tido antes devido à idade de Georg.
Nesta carta Jan Olav fala-lhe da sua história, e da história da Rapariga das Laranjas!..
Uma história realmente bonita, simples e de grande paixão...
Não adianto grandes detalhes quanto à carta, pois não me quero arriscar a grandes spoilers, sendo a carta o Coração do livro.
No entanto, posso revelar que no final da mesma, Jan Olav deixa ao filho uma derradeira pergunta:
Escolheria ele vir à Terra e ter uma breve vida, deixando depois todos os que amava para trás, ou recusaria logo à partida a oferta se pudesse escolher?..
Embora perante a situação vivida por Jan Olav a sua pergunta seja justificável, a minha resposta a tal pergunta, antes de ler o livro e depois de o fazer permaneceu a mesma, embora os meus argumentos para a sustentar mudassem!
Na minha opinião este livro com uma bela e simples história, e tambem um pouco triste, faz-nos pensar um bocado na nossa vida e de como queremos vivê-la.
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Créditos: Estrela da Noite
"Um livro que vale a pena ler.
Sacode-nos para nos consciencializar da efermidade da vida...."
ETomé
Sinopse
O que fazer quando um pai, falecido demasiado cedo para nos lembrarmos dele, decide falar com o filho, através de uma carta escrita há onze anos? Esta é a experiência de Georg Roed, de quinze anos, quando a família descobre a carta do seu pai. Juntos, Georg e o pai vão dialogar e manter finalmente a conversa de adultos que não puderam ter em vida. Nessa carta, Jan Olav, o pai de Georg procura uma bela rapariga carregada com um saco de laranjas. Nada o demove, nem o facto de não saber nada dela, nem o nome. Procura-a com todo o entusiasmo da juventude, enquanto imagina qual a razão que a leva a atribuir um valor tão grande às laranjas que ele, desastradamente, fez rolar nesse primeiro encontro. Georg mergulha nesta aventura descrita com grande paixão pelo pai, falecido quando ele tinha apenas quatro anos.
Georg Roed, de quinze anos recebe uma carta do seu falecido pai de que pouco se lembra por este ter falecido tão cedo, tendo ele apenas 4 anos.
No entanto, antes de morrer Jan Olav (o pai de Georg) escreveu-lhe uma longa carta onde pretende "estabelecer um diálogo" com o filho, para terem uma conversa que não poderiam ter tido antes devido à idade de Georg.
Nesta carta Jan Olav fala-lhe da sua história, e da história da Rapariga das Laranjas!..
Uma história realmente bonita, simples e de grande paixão...
Não adianto grandes detalhes quanto à carta, pois não me quero arriscar a grandes spoilers, sendo a carta o Coração do livro.
No entanto, posso revelar que no final da mesma, Jan Olav deixa ao filho uma derradeira pergunta:
Escolheria ele vir à Terra e ter uma breve vida, deixando depois todos os que amava para trás, ou recusaria logo à partida a oferta se pudesse escolher?..
Embora perante a situação vivida por Jan Olav a sua pergunta seja justificável, a minha resposta a tal pergunta, antes de ler o livro e depois de o fazer permaneceu a mesma, embora os meus argumentos para a sustentar mudassem!
Na minha opinião este livro com uma bela e simples história, e tambem um pouco triste, faz-nos pensar um bocado na nossa vida e de como queremos vivê-la.
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Créditos: Estrela da Noite
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Octavio Paz
IRMANDADE
Sou homem: duro pouco
e é enorme a noite.
Mas olho para cima:
as estrelas escrevem.
Sem entender compreendo:
Também sou escritura
e neste mesmo instante
alguém me soletra.
SILÊNCIO
Assim como do fundo da música
brota uma nota
que enquanto vibra cresce e se adelgaça
até que noutra música emudece,
brota do fundo do silêncio
outro silêncio, aguda torre, espada,
e sobe e cresce e nos suspende
e enquanto sobe caem
recordações, esperanças,
as pequenas mentiras e as grandes,
e queremos gritar e na garganta
o grito se desvanece:
desembocamos no silêncio
onde os silêncios emudecem
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Créditos:Mail ECosta
Sou homem: duro pouco
e é enorme a noite.
Mas olho para cima:
as estrelas escrevem.
Sem entender compreendo:
Também sou escritura
e neste mesmo instante
alguém me soletra.
SILÊNCIO
Assim como do fundo da música
brota uma nota
que enquanto vibra cresce e se adelgaça
até que noutra música emudece,
brota do fundo do silêncio
outro silêncio, aguda torre, espada,
e sobe e cresce e nos suspende
e enquanto sobe caem
recordações, esperanças,
as pequenas mentiras e as grandes,
e queremos gritar e na garganta
o grito se desvanece:
desembocamos no silêncio
onde os silêncios emudecem
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Créditos:Mail ECosta
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
As melhores músicas dos The Beatles segundo a Rolling Stone
A Day in the Life é, de acordo com uma eleição realizada pela revista “Rolling Stone”, no âmbito do 40º aniversário do lançamento do álbum “Let it Be”, a melhor música dos The Beatles.
Incluído no disco “Sgt. Peeper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), o tema resulta da união de duas músicas compostas por Paul McCartney e John Lennon e faz referência ao uso das drogas.
Na segunda posição da lista das cem melhores músicas dos The Beatles aparece I Want to Hold Your Hand – a primeira música do grupo a alcançar sucesso nos Estados Unidos.
O terceiro lugar pertence a Strawberry Fields Forever, tema escrito por John Lennon que retrata os seus tempos de criança, em Liverpool.
Do top 10 das cem melhores músicas dos The Beatles fazem ainda parte Yesterday, In My Life, Something, Hey Jude, Let it Be, Come Together e While my Guitar Gently Weeps.
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Créditos: PalcoPrincipal/Sara Novais
Incluído no disco “Sgt. Peeper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), o tema resulta da união de duas músicas compostas por Paul McCartney e John Lennon e faz referência ao uso das drogas.
Na segunda posição da lista das cem melhores músicas dos The Beatles aparece I Want to Hold Your Hand – a primeira música do grupo a alcançar sucesso nos Estados Unidos.
O terceiro lugar pertence a Strawberry Fields Forever, tema escrito por John Lennon que retrata os seus tempos de criança, em Liverpool.
Do top 10 das cem melhores músicas dos The Beatles fazem ainda parte Yesterday, In My Life, Something, Hey Jude, Let it Be, Come Together e While my Guitar Gently Weeps.
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Créditos: PalcoPrincipal/Sara Novais
John Lennon continua lendário 30 anos depois da morte
Depois do seu assassinato, na noite de 8 de Dezembro de 1980, em Nova Iorque, John Lennon tornou-se lenda e símbolo de uma época. E até hoje, continua a inspirar livros e filmes e a ter a sua música na memória colectiva.
O ex-Beatle, casado pela segunda vez com a artista plástica japonesa Yoko Ono e pai cuidadoso do filho mais velho, Sean, tinha-se tornado pacifista quando foi baleado nas costas em frente ao edifício Dakota, situado no bairro residencial onde vivia, no Central Park. O músico acabara de completar 40 anos, e se estivesse vivo teria completado 70 no passado dia 9 de Outubro.
http://www.youtube.com/watch?v=VM0Z75KEd_o
O assassino, Mark Chapman, um jovem instável de 25 anos, admitiu a autoria do homicídio e afirmou que fez o que fez para chamar a atenção. Condenado à prisão perpétua, cumpriu pena na prisão de Attica, no norte de Nova Iorque. Chapman teve a liberdade condicional negada seis vezes, a última em Setembro passado.
A viúva opôs-se à libertação do assassino do seu marido por temer por sua própria segurança e pela do filho, Sean Lennon, hoje com 35 anos.
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Créditos: Sapo Vida
O ex-Beatle, casado pela segunda vez com a artista plástica japonesa Yoko Ono e pai cuidadoso do filho mais velho, Sean, tinha-se tornado pacifista quando foi baleado nas costas em frente ao edifício Dakota, situado no bairro residencial onde vivia, no Central Park. O músico acabara de completar 40 anos, e se estivesse vivo teria completado 70 no passado dia 9 de Outubro.
http://www.youtube.com/watch?v=VM0Z75KEd_o
O assassino, Mark Chapman, um jovem instável de 25 anos, admitiu a autoria do homicídio e afirmou que fez o que fez para chamar a atenção. Condenado à prisão perpétua, cumpriu pena na prisão de Attica, no norte de Nova Iorque. Chapman teve a liberdade condicional negada seis vezes, a última em Setembro passado.
A viúva opôs-se à libertação do assassino do seu marido por temer por sua própria segurança e pela do filho, Sean Lennon, hoje com 35 anos.
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Créditos: Sapo Vida
OK
Ok é a palavra mais utilizada no Mundo
Segundo Allan Metcalf, professor de inglês, a palavra ok foi «a invenção mais sensacional da língua inglesa».
Metcalf tem algumas dificuldades em explicar o fenómeno do seu uso, até porque a palavra «é muito incomum. E palavras incomuns dificilmente entram no vocabulário popular».
O professor justifica a popularidade da palavra segundo o segundo o desenho da mesma. Uma letra muito redonda e outra muito pontiaguda ajudou a entrar no vocabulário de várias línguas.
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Comentário: Antas
Origem Alemã
A etimologia da palavra é muito discutida. Muitos estudiosos acreditam que é uma deformação da expressão All Correct (por "Oll Korrekt"), que quer dizer "tudo está correto", cuja origem provavelmente remonta à expressão Olles kloer do baixo alemão.
Origem Indígena norte-americana
Também se acha que provem de okeh que na língua nativa americana Choctaw significava "sim".
Origem grega
Igualmente, alguns opinam que O.K. são as iniciais da expressão grega Ola Kala, que significa "tudo está bem
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Extraído de Wikipédia
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Créditos: Sol online
Conclusão: Parece que, afinal, os inglêses não inventaram nada que não estivesse inventado... apenas apertaram a laranja e venderam o sumo!!
Vinhos Portugueses... uma aposta ganha!!
Angola ocupa o primeiro lugar na importação de vinhos portugueses
Angola ocupa o primeiro lugar na importação de vinhos portugueses, afirmou ontem, em Lisboa, Francisco Borba, presidente da associação ViniPortugal.
De acordo com o mesmo, Angola representa o maior mercado de consumo de vinhos portugueses, para onde exportam 22% da sua produção, estimada em cerca de 250 milhões dólares.
Segundo Francisco Borba, o grande desenvolvimento que Angola está a atravessar, aliado à grande qualidade do vinho português são os principais factores que estão na base do aumento da importação dos vinhos lusos por parte de empresas angolanas.
Salientou que, em 2011, a ViniPortugal pretende estabelecer parcerias com empresas ligadas à Comunicação Social e à hotelaria e com especialistas do sector, de forma a dar formação sobre o sector vinícola.
«Em Luanda já temos promovido algumas acções formativas dirigidas a agentes do sector, mas a partir de 2011 queremos intensificar esse programa, expandindo para outras províncias do país e abrangendo um maior número de pessoas de diferentes áreas de actuação, incluindo os consumidores, para conhecerem melhor questões relacionadas com o ramo do vinho», avançou à Angop.
Acrescentou que a exportação de vinho português, no primeiro semestre de 2010, aumentou 11%, em relação ao mesmo período de 2009, devido ao reconhecimento da sua qualidade.
No seu entender, só agora é que o vinho português começa a ter o devido reconhecimento no mundo, consequência de uma campanha de internacionalização do mesmo.
Além de Angola, o presidente referiu que Portugal tem outros mercados privilegiados como os Estados Unidos, a China, a Europa e o Brasil.
A ViniPortugal é uma associação que tem como objectivo a promoção de vinhos, aguardentes e vinagres lusos no mercado interno e internacional.
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Créditos: Sol online
Angola ocupa o primeiro lugar na importação de vinhos portugueses, afirmou ontem, em Lisboa, Francisco Borba, presidente da associação ViniPortugal.
De acordo com o mesmo, Angola representa o maior mercado de consumo de vinhos portugueses, para onde exportam 22% da sua produção, estimada em cerca de 250 milhões dólares.
Segundo Francisco Borba, o grande desenvolvimento que Angola está a atravessar, aliado à grande qualidade do vinho português são os principais factores que estão na base do aumento da importação dos vinhos lusos por parte de empresas angolanas.
Salientou que, em 2011, a ViniPortugal pretende estabelecer parcerias com empresas ligadas à Comunicação Social e à hotelaria e com especialistas do sector, de forma a dar formação sobre o sector vinícola.
«Em Luanda já temos promovido algumas acções formativas dirigidas a agentes do sector, mas a partir de 2011 queremos intensificar esse programa, expandindo para outras províncias do país e abrangendo um maior número de pessoas de diferentes áreas de actuação, incluindo os consumidores, para conhecerem melhor questões relacionadas com o ramo do vinho», avançou à Angop.
Acrescentou que a exportação de vinho português, no primeiro semestre de 2010, aumentou 11%, em relação ao mesmo período de 2009, devido ao reconhecimento da sua qualidade.
No seu entender, só agora é que o vinho português começa a ter o devido reconhecimento no mundo, consequência de uma campanha de internacionalização do mesmo.
Além de Angola, o presidente referiu que Portugal tem outros mercados privilegiados como os Estados Unidos, a China, a Europa e o Brasil.
A ViniPortugal é uma associação que tem como objectivo a promoção de vinhos, aguardentes e vinagres lusos no mercado interno e internacional.
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Créditos: Sol online
Tornado... o que é
Um tornado é um pequeno, porém intenso, redemoinho de vento, formado por um centro de baixa pressão durante tempestades. Se o redemoinho chega a alcançar o chão, a repentina queda na pressão atmosférica e os ventos de alta velocidade (que podem alcançar mais de 500 km/h) fazem com que o tornado destrua quase tudo o que encontrar no meio de seu caminho.
Normalmente, os tornados se formam associados a tempestades severas que produzem fortes ventos, elevada precipitação pluviométrica e freqüentemente granizo. Felizmente menos de 1% das células de tempestade originam um tornado. Porém todas as grandes células convectivas devem ser monitoradas por sempre haver a possibilidade destas reunirem as condições necessárias para a ocorrência do fenômeno.
Normalmente a sua formação ocorre no final da tarde, horário em que a atmosfera se encontra mais instável, com forte turbulência e presença de nuvens Cumulonimbus. Porém não é incomum observar o surgimento desses ciclones durante a noite. Isso porque os tornados também vem de uma categoria específica de nuvens chamadas super-células de tempestade, que "amadurecem" durante o dia e se transformam em fortes tempestades de granizo. O tamanho destas pedras de granizo é bastante considerável se tivermos como padrão as pequenas pedras conhecidas, que são de aproximadamente 0,5 cm. Estas podem variar do tamanho de uma bola de gude até ao de uma bola de golfe ou tênis. Um prenúncio de um tornado são as chamadas rotation wallclouds, que são nuvens baixas, com o formato de uma base de pirâmide.
Esses cones de ventos rotativos e arrasadores podem ocorrer em qualquer lugar do mundo. Porém há certas regiões que são mais propensas à formação de tornados, como a parte central dos Estados Unidos da América (a "Tornado Alley") ou o "corredor dos tornados da América do Sul" que inclui o Uruguai, Paraguai, sul da Bolívia, norte da Argentina e a porção centro-sul do território brasileiro.
A intensidade dos tornados é classificada na escala Fujita que vai de F0 até F5, Quanto maior a numeração mais forte o tornado, sendo assim o F5 é o mais destrutivo e violento dos tornados sendo capaz de arrancar pavimentações de estradas e levantar edificações por completo. Atualmente, existe uma nova versão desta escala, a escala Fujita melhorada, que vai de EF0 a EF5. Tornados com intensidade F5 são muito raros de se observar.[1][2]
A coloração cinza ou "amarronzada" dos tornados ocorre devido aos detritos e poeira que ele desloca. Quando ocorre sobre uma porção grande de água (mar, lagos ou grandes rios), o fênomeno recebe o nome de tromba de água.
Apesar de ser comum se confundam tornados com furacões, os dois são fenômenos bem distintos:
Um furacão mede centenas de quilômetros de diâmetro e a sua formação ocorre sempre sobre as águas dos oceanos, pois é de lá que ele obtém a sua energia. Sua duração pode chegar a vários dias mas quando atinge a terra firme perde a sua força até dissipar-se.
Já os tornados são mais localizados (porém muito mais energéticos), apresentando um funil relativamente estreito, que raramente atinge diâmetros superiores a 1 km, e tem a duração aproximada de 20 minutos.
A Escala Fujita mede a intensidade dos tornados de modo semelhante que a Escala Saffir-Simpson mensura a intensidade dos furacões.
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Créditos: Wikipédia
Normalmente, os tornados se formam associados a tempestades severas que produzem fortes ventos, elevada precipitação pluviométrica e freqüentemente granizo. Felizmente menos de 1% das células de tempestade originam um tornado. Porém todas as grandes células convectivas devem ser monitoradas por sempre haver a possibilidade destas reunirem as condições necessárias para a ocorrência do fenômeno.
Embora ainda não exista um consenso sobre o mecanismo que desencadeia o início de um tornado, aparentemente eles estão ligados a uma interação existente entre fortes fluxos ascendentes e descendentes que formam uma movimentação intensa no centro das nuvens carregadas que compõem as super-células tempestuosas.
Essas células normalmente formam-se devido ao contraste existente entre duas grandes massas de ar com diferentes pressões e temperaturas. Alguns locais do planeta estão mais sujeitos ao encontro desses contrastantes sistemas atmosféricos, como é o caso do meio-oeste dos EUA, ou o centro-sul da América do Sul.
Após tocar o solo, um tornado pode atingir uma faixa que varia entre 100 a 1200 metros, deslocando-se por uma extensão de aproximadamente 30 km (embora já tenham sido registrados tornados que se deslocaram por distâncias superiores a 150 km).
1- Antes do desenvolvimento da tempestade, uma mudança na direção do vento e um aumento da velocidade com a altura criam uma tendência de rotação horizontal na baixa atmosfera. Essa mudança na direção e velocidade do vento é chamada de cisalhamento do vento.
2- Ar ascendente da baixa atmosfera entra na tempestade inclinada e o ar em rotação da posição horizontal muda para a posição vertical.
3- Então há a formação de uma área de rotação com comprimento de 4–6 km, que corresponde a quase toda extensão da tempestade. A maioria das tempestades fortes e violentas são formadas nestas áreas de extensa rotação.
4- A base da nuvem e sua área de rotação são conhecidas como wall cloud. Esta área é geralmente sem chuva.
Normalmente a sua formação ocorre no final da tarde, horário em que a atmosfera se encontra mais instável, com forte turbulência e presença de nuvens Cumulonimbus. Porém não é incomum observar o surgimento desses ciclones durante a noite. Isso porque os tornados também vem de uma categoria específica de nuvens chamadas super-células de tempestade, que "amadurecem" durante o dia e se transformam em fortes tempestades de granizo. O tamanho destas pedras de granizo é bastante considerável se tivermos como padrão as pequenas pedras conhecidas, que são de aproximadamente 0,5 cm. Estas podem variar do tamanho de uma bola de gude até ao de uma bola de golfe ou tênis. Um prenúncio de um tornado são as chamadas rotation wallclouds, que são nuvens baixas, com o formato de uma base de pirâmide.
Esses cones de ventos rotativos e arrasadores podem ocorrer em qualquer lugar do mundo. Porém há certas regiões que são mais propensas à formação de tornados, como a parte central dos Estados Unidos da América (a "Tornado Alley") ou o "corredor dos tornados da América do Sul" que inclui o Uruguai, Paraguai, sul da Bolívia, norte da Argentina e a porção centro-sul do território brasileiro.
A intensidade dos tornados é classificada na escala Fujita que vai de F0 até F5, Quanto maior a numeração mais forte o tornado, sendo assim o F5 é o mais destrutivo e violento dos tornados sendo capaz de arrancar pavimentações de estradas e levantar edificações por completo. Atualmente, existe uma nova versão desta escala, a escala Fujita melhorada, que vai de EF0 a EF5. Tornados com intensidade F5 são muito raros de se observar.[1][2]
A coloração cinza ou "amarronzada" dos tornados ocorre devido aos detritos e poeira que ele desloca. Quando ocorre sobre uma porção grande de água (mar, lagos ou grandes rios), o fênomeno recebe o nome de tromba de água.
Apesar de ser comum se confundam tornados com furacões, os dois são fenômenos bem distintos:
Um furacão mede centenas de quilômetros de diâmetro e a sua formação ocorre sempre sobre as águas dos oceanos, pois é de lá que ele obtém a sua energia. Sua duração pode chegar a vários dias mas quando atinge a terra firme perde a sua força até dissipar-se.
Já os tornados são mais localizados (porém muito mais energéticos), apresentando um funil relativamente estreito, que raramente atinge diâmetros superiores a 1 km, e tem a duração aproximada de 20 minutos.
A Escala Fujita mede a intensidade dos tornados de modo semelhante que a Escala Saffir-Simpson mensura a intensidade dos furacões.
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Créditos: Wikipédia
Tornado - Dois em 2 anos consecutivos
Dois tornados na mesma zona dois anos seguidos foi uma coincidência, diz especialista
O professor Filipe Duarte Santos considera que se tratou de uma coincidência o facto de a mesma zona ribatejana ter sofrido dois tornados dois anos seguidos.
Filipe Duarte Santos, investigador dos fenómenos e alterações climáticas, diz que dois tornados na mesma zona foi uma coincidênciaFilipe Duarte Santos alerta para fenómenos meteorológicos extremos resultantes das alterações climáticas
«É um acontecimento perfeitamente fortuito» e «penso que não há nenhuma relação entre a geografia do local, as características da região e o aparecimento dos tornados», disse Filipe Duarte Santos.
O professor da Faculdade de Ciências de Lisboa alertou que «esta relativa maior frequência de tornados no nosso país é uma tendência que provavelmente se irá agravar com o tempo para fenómenos meteorológicos e climáticos extremos», como «chuvas muito intensas num intervalo tempo curto», que terminem em inundações», ondas de colar e secas.
O também investigador dos fenómenos e alterações climáticas acrescentou que esta tendência resulta da forma como o Homem está a «modificar o clima», numa referência às «grandes quantidades de gases com efeito de estufa» que são lançados na atmosfera.
A passagem de um tornado esta terça-feira pelos concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã fez cerca de 40 feridos, entre eles 19 crianças, oito desalojados e danificou 200 casas No ano passado, registou-se um mini-tornado na área de Torres Novas.
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Créditos: TSF Online
O professor Filipe Duarte Santos considera que se tratou de uma coincidência o facto de a mesma zona ribatejana ter sofrido dois tornados dois anos seguidos.
Filipe Duarte Santos, investigador dos fenómenos e alterações climáticas, diz que dois tornados na mesma zona foi uma coincidênciaFilipe Duarte Santos alerta para fenómenos meteorológicos extremos resultantes das alterações climáticas
«É um acontecimento perfeitamente fortuito» e «penso que não há nenhuma relação entre a geografia do local, as características da região e o aparecimento dos tornados», disse Filipe Duarte Santos.
O professor da Faculdade de Ciências de Lisboa alertou que «esta relativa maior frequência de tornados no nosso país é uma tendência que provavelmente se irá agravar com o tempo para fenómenos meteorológicos e climáticos extremos», como «chuvas muito intensas num intervalo tempo curto», que terminem em inundações», ondas de colar e secas.
O também investigador dos fenómenos e alterações climáticas acrescentou que esta tendência resulta da forma como o Homem está a «modificar o clima», numa referência às «grandes quantidades de gases com efeito de estufa» que são lançados na atmosfera.
A passagem de um tornado esta terça-feira pelos concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã fez cerca de 40 feridos, entre eles 19 crianças, oito desalojados e danificou 200 casas No ano passado, registou-se um mini-tornado na área de Torres Novas.
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Créditos: TSF Online
2º Tornado - Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã (Região Centro de Portugal)
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, anunciou hoje que será acionado o fundo de emergência no concelho de Tomar, atingido ontem por um tornado, que provocou 36 feridos, 19 dos quais crianças após o desabamento do telhado do jardim escola João de Deus, deixando um pouco por todo o concelho um rasto de destruição sobretudo em habitações. Rui Pereira garantiu ainda que o Governo dará "a resposta adequada o mais rapidamente possível".
O ministro visitou hoje de manhã a zona de Tomar, acompanhado pelo secretário de Estado da Protecção Civil Vasco Franco, onde participou numa reunião com as autoridades locais da protecção civil para se inteirar das consequências do tornado.
O governante pediu tanto ao Governo Civil como ao presidente da Câmara para fazerem "um primeiro balanço, ainda impreciso necessariamente dos danos" de forma a serem tomadas medidas.
O responsável adiantou que em relação aos danos das estruturas municipais já contactou o secretário de Estado da Administração Local e "vai ser acionado um fundo de emergência municipal".
http://videos.sapo.pt/yMljoJr8uzpBuRbrp8Mz
http://videos.sapo.pt/VzoaNkiZji6RfZu4ncsz
Mais de 200 casas sem telhado na freguesia de Casais
Mais de 200 casas ficaram sem telhado na freguesia de Casais,disse à agência Lusa o presidente da junta, Jaime Graça Lopes.
"Totalmente sem telhas, há mais de 200 casas", declarou o autarca que se encontra a ajudar a população na remoção dos destroços que o tornado espalhou por toda a freguesia.
Jaime Graça Lopes acrescentou que o maior problema neste momento é o facto de a freguesia ter "muitas famílias que perderam bens", sublinhando o esforço de todos (populares, famílias e amigos) nos trabalhos de limpeza.
"Os meios financeiros da freguesia não dão para mandar cantar um cego", declarou o autarca, que transmitiu ao ministro da Administração Interna, que esteve na freguesia, as preocupações suscitadas pela intempérie.
À agência Lusa, Jaime Graça Lopes manifestou desejo de que não haja mais promessas de apoio, mas que estes sejam realidade.
Em Casais, Carla Antunes, uma empresária, cuja empresa de equipamentos hoteleiros ficou destruída pelo tornado, informou o ministro da existência de um prejuízo de meio milhão de euros e que não tinha seguro contra as intempéries.
Contudo, a empresária, que contava com os seus sete trabalhadores e populares a ajudarem na remoção dos escombros, manifestou vontade de continuar a trabalhar, acreditando que a empresa estará novamente erguida até ao final do ano.
http://videos.sapo.pt/SG9M99TR5NHU78SkBjAH
http://videos.sapo.pt/nEOI1zSdzgkETd3ZPFVZ
EDP garante energia elétrica "totalmente restabelecida"
O fornecimento de energia elétrica já foi totalmente restabelecido nos concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere, onde quatro pessoas ficaram feridas, e Sertã (sem registo d de vítimas), que ontem à tarde foram fustigadas pela passagem de um tornado, disse à Lusa fonte do gabinete de comunicação da EDP distribuição.
Segundo Maria Antónia Fonseca, no terreno estiveram 130 operacionais, apoiados por 60 viaturas, que substituíram ou repararam mais de cem postos partidos e vistoriaram 400 quilómetros de rede de média e baixa tensão.
"Foram ligados geradores, num total de 15, ao longo da noite em pontos críticos, que vão ficar a trabalhar até que estejam concluídas as reparações. As que estão no momento são provisórias", acrescentou.
Fábrica destruída e vários desalojados na Sertã
Uma fábrica de recolha e gestão de resíduos, a Resicorreia, foi destruída pelo tornado que na terça-feira passou pela Sertã, sendo "o prejuízo mais grave", disse hoje à Agência Lusa o presidente da Câmara, José Farinha Nunes.
A unidade industrial é local de romaria desde as primeiras horas da manhã com dezenas de pessoas a quererem ver a amálgama de materiais contorcidos em que se transformaram os pavilhões da empresa. Debaixo dos materiais há veículos pesados e contentores. De um lado e outro do espaço, as árvores caídas marcam o caminho percorrido pelo tornado.
Membros da administração da fábrica estiveram no local durante a manhã, mas abordados pela Agência Lusa reservaram comentários para mais tarde: "o cenário fala por si, é desolador", referiu um dos elementos.
"É um cenário dantesco, um amontoado de ferros e chapas. É o prejuízo mais avultado que temos no concelho", disse à Agência Lusa o presidente da Câmara da Sertã, José Farinha Nunes.
O tornado passou por três freguesias das 14 freguesias do concelho: Palhais, Sertã (sede de concelho) e Troviscal.
"Há dezenas de moradias sem telhado, com portas e janelas arrancadas, muros destruídos e árvores caídas por todo o lado", sublinhou o autarca.
No terreno, é possível seguir o percurso do tornado pelo rasto de árvores caídas e sujidade que deixou para trás.
"Felizmente não houve feridos, mas há vários desalojados", destacou José Farinha Nunes, "mas só três pessoas precisaram de ser abrigadas nos Bombeiros Voluntários de Cernache do Bonjardim".
Todos os restantes casos, em número ainda por calcular, foram salvaguardados com o apoio das famílias ou vizinhos.
A Câmara da Sertã ainda não tem ideia dos prejuízos, uma vez que "há pessoal no terreno a fazer essa avaliação".
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Créditos: Texto Expresso online / Videos: Sapo
O ministro visitou hoje de manhã a zona de Tomar, acompanhado pelo secretário de Estado da Protecção Civil Vasco Franco, onde participou numa reunião com as autoridades locais da protecção civil para se inteirar das consequências do tornado.
O governante pediu tanto ao Governo Civil como ao presidente da Câmara para fazerem "um primeiro balanço, ainda impreciso necessariamente dos danos" de forma a serem tomadas medidas.
O responsável adiantou que em relação aos danos das estruturas municipais já contactou o secretário de Estado da Administração Local e "vai ser acionado um fundo de emergência municipal".
http://videos.sapo.pt/yMljoJr8uzpBuRbrp8Mz
http://videos.sapo.pt/VzoaNkiZji6RfZu4ncsz
Mais de 200 casas sem telhado na freguesia de Casais
Mais de 200 casas ficaram sem telhado na freguesia de Casais,disse à agência Lusa o presidente da junta, Jaime Graça Lopes.
"Totalmente sem telhas, há mais de 200 casas", declarou o autarca que se encontra a ajudar a população na remoção dos destroços que o tornado espalhou por toda a freguesia.
Jaime Graça Lopes acrescentou que o maior problema neste momento é o facto de a freguesia ter "muitas famílias que perderam bens", sublinhando o esforço de todos (populares, famílias e amigos) nos trabalhos de limpeza.
"Os meios financeiros da freguesia não dão para mandar cantar um cego", declarou o autarca, que transmitiu ao ministro da Administração Interna, que esteve na freguesia, as preocupações suscitadas pela intempérie.
À agência Lusa, Jaime Graça Lopes manifestou desejo de que não haja mais promessas de apoio, mas que estes sejam realidade.
Em Casais, Carla Antunes, uma empresária, cuja empresa de equipamentos hoteleiros ficou destruída pelo tornado, informou o ministro da existência de um prejuízo de meio milhão de euros e que não tinha seguro contra as intempéries.
Contudo, a empresária, que contava com os seus sete trabalhadores e populares a ajudarem na remoção dos escombros, manifestou vontade de continuar a trabalhar, acreditando que a empresa estará novamente erguida até ao final do ano.
http://videos.sapo.pt/SG9M99TR5NHU78SkBjAH
http://videos.sapo.pt/nEOI1zSdzgkETd3ZPFVZ
EDP garante energia elétrica "totalmente restabelecida"
O fornecimento de energia elétrica já foi totalmente restabelecido nos concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere, onde quatro pessoas ficaram feridas, e Sertã (sem registo d de vítimas), que ontem à tarde foram fustigadas pela passagem de um tornado, disse à Lusa fonte do gabinete de comunicação da EDP distribuição.
Segundo Maria Antónia Fonseca, no terreno estiveram 130 operacionais, apoiados por 60 viaturas, que substituíram ou repararam mais de cem postos partidos e vistoriaram 400 quilómetros de rede de média e baixa tensão.
"Foram ligados geradores, num total de 15, ao longo da noite em pontos críticos, que vão ficar a trabalhar até que estejam concluídas as reparações. As que estão no momento são provisórias", acrescentou.
Fábrica destruída e vários desalojados na Sertã
Uma fábrica de recolha e gestão de resíduos, a Resicorreia, foi destruída pelo tornado que na terça-feira passou pela Sertã, sendo "o prejuízo mais grave", disse hoje à Agência Lusa o presidente da Câmara, José Farinha Nunes.
A unidade industrial é local de romaria desde as primeiras horas da manhã com dezenas de pessoas a quererem ver a amálgama de materiais contorcidos em que se transformaram os pavilhões da empresa. Debaixo dos materiais há veículos pesados e contentores. De um lado e outro do espaço, as árvores caídas marcam o caminho percorrido pelo tornado.
Membros da administração da fábrica estiveram no local durante a manhã, mas abordados pela Agência Lusa reservaram comentários para mais tarde: "o cenário fala por si, é desolador", referiu um dos elementos.
"É um cenário dantesco, um amontoado de ferros e chapas. É o prejuízo mais avultado que temos no concelho", disse à Agência Lusa o presidente da Câmara da Sertã, José Farinha Nunes.
O tornado passou por três freguesias das 14 freguesias do concelho: Palhais, Sertã (sede de concelho) e Troviscal.
"Há dezenas de moradias sem telhado, com portas e janelas arrancadas, muros destruídos e árvores caídas por todo o lado", sublinhou o autarca.
No terreno, é possível seguir o percurso do tornado pelo rasto de árvores caídas e sujidade que deixou para trás.
"Felizmente não houve feridos, mas há vários desalojados", destacou José Farinha Nunes, "mas só três pessoas precisaram de ser abrigadas nos Bombeiros Voluntários de Cernache do Bonjardim".
Todos os restantes casos, em número ainda por calcular, foram salvaguardados com o apoio das famílias ou vizinhos.
A Câmara da Sertã ainda não tem ideia dos prejuízos, uma vez que "há pessoal no terreno a fazer essa avaliação".
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Créditos: Texto Expresso online / Videos: Sapo
sábado, 4 de dezembro de 2010
Nuvens Negras
Jamais desespere, mesmo perante as mais sombrias aflições da vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda.
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Créditos: Net (Provérbio chinês)
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Créditos: Net (Provérbio chinês)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Dia internacional das pessoas portadoras de deficiência
3 de Dezembro de 2010 - Dia internacional das pessoas portadoras de deficiência
"Mantendo a promessa: integração da deficiência nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio para 2015 e depois"
http://www.un.org/disabilities/default.asp?id=1540
"A integração das pessoas com deficiência em todos os aspectos da sociedade é crucial para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). No entanto, devido ao estigma e discriminação, muitas pessoas com deficiência vivem em situação de pobreza e exclusão. Trabalhando juntos, poderemos atingir os nossos objectivos comuns: o desenvolvimento humano, para todos, em todos os lugares, e manter a promessa dos ODM com inclusão das pessoas portadoras de deficiência, para 2015 e depois."
http://www.facebook.com/mcampaign?v=wall
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Créditos: MailFace
"Mantendo a promessa: integração da deficiência nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio para 2015 e depois"
http://www.un.org/disabilities/default.asp?id=1540
"A integração das pessoas com deficiência em todos os aspectos da sociedade é crucial para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). No entanto, devido ao estigma e discriminação, muitas pessoas com deficiência vivem em situação de pobreza e exclusão. Trabalhando juntos, poderemos atingir os nossos objectivos comuns: o desenvolvimento humano, para todos, em todos os lugares, e manter a promessa dos ODM com inclusão das pessoas portadoras de deficiência, para 2015 e depois."
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Créditos: MailFace
Quanto vale uma gestão emocional?
A Oni Communication tem 271 trabalhadores e 95% pertencem aos quadros da empresa. A estabilidade é ponto de honra para Xavier-Martín, CEO da empresa, que aposta numa gestão emocional da sua equipa. Diz o líder que a paixão e o envolvimento dos colaboradores faz toda a diferença no sucesso do negócio.
São as pessoas que fazem as empresas. A frase parece feita e hoje até já é dado adquirido entre os mais reputados gurus da gestão. Mas Xavier Rodriguéz-Martín, CEO da Oni Communications, só há cerca de cinco anos assumiu como verdade esta premissa. O líder assume-o sem vergonhas ou pudores e diz que o momento em que reconheceu isto como verdade foi um momento de viragem na sua forma de gestão. Hoje a empresa que lidera, e que detém em Portugal uma quota de mercado de 23%, emprega 271 colaboradores, 95% dos quais estão integrados nos quadros e têm uma média de antiguidade de sete anos e meio na empresa. Uma opção que espelha uma gestão emotiva das pessoas própria de um líder que acredita no poder da paixão enquanto elo de comprometimento empresarial e foco de motivação e produtividade.
“Na Oni Communications acreditamos na tecnologia e na inovação como forma de encurtar distâncias, estabelecendo pontes entre soluções universais e as necessidades individuais. E acreditamos nas pessoas como forma de materializar isto”, defende Xavier Martin. O CEO da Oni, engenheiro de formação, acredita que “gerir moléculas é muito mais fácil do que gerir pessoas. As moléculas ao serem sujeitas a uma fonte de calor tem uma reação previsível, já as pessoas reagem sempre de forma diferente e imprevisível”. Talvez por esta razão o líder da empresa tenha vindo a implementar na sua organização uma política cada vez mais centrada no valor e talento dos seus recursos humanos enquanto fator diferenciador.
“O ano de 2009 foi particularmente significativo para a empresa, assinalando o encerrar de um ciclo de três anos de transformação da Oni e do seu reposicionamento estratégico de operador global a operador concentrado no fornecimento de soluções integradas de comunicação aos segmentos empresarial e de operadores”, explica Xavier Martín. O CEO acrescenta que “o mundo atravessa um período de fortes alterações e desafios, muitos dos quais originados pelo próprio progresso tecnológico, sendo certo que o aumento da competitividade do país em termos internacionais é crítico para o crescimento da economia”. É pois fundamental que “as empresas saibam preparar os seus colaboradores para enfrentar um mundo pautado pela mudança”.
A empresa que lidera tem três metas para concretizar até 2012: “materializar a sua presença na Europa, África e América do Sul; expandir o negócio em Portugal, consolidando liderança no mercado de corporate entre os operadores da nova geração e crescer organicamente preparando a empresa para a sua cotação no mercado de capitais”, revela Xavier Martín. Para alcançar alcançar estas metas o CEO investe forte dos seus recursos humanos sobretudo na sua componente emocional.
Estabilidade, integração nos quadros, qualificação e formação permanente, mas sobretudo paixão pelo que fazem, motivação, proatividade e comprometimento com os valores empresariais são, segundo o CEO que acredita que “a felicidade tem uma vantagem competitiva”, as grandes vantagens de trabalhar na Oni. E Xavier Martín tem bem estruturado aquilo que faz os seus funcionários felizes. Do teletrabalho (ver caixa), passando pela vasta série de projetos GoFor, os colaboradores da Oni podem até tomar um café regularmente com o seu presidente ao abrigo da iniciativa Meet the CEO for a Coffe . Tudo a bem do espírito de equipa e da motivação.
Desde 2007 que todas as segundas feiras os colaboradores da Oni ao abrirem o seu laptop têm uma mensagem do seu presidente, esteja ele de férias ou não, com vários tema-as para refletir e debater. A meta, diz Xavier Martin, é “mobilizar a equipa e fazê-la perceber que é importante para o seu presidente falar com eles”. Para o CEO, “se não houver metodologia nisto o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro e os meus colaboradores vão achar que nesse dia eu tenho coisas mais importantes para fazer. É imperativo não falhar porque a paixão contagia-se”.
Paralelamente a esta estratégia de proximidade, A Oni desenvolve vários programas com impacto direto na sua gestão de recursos humanos. A organização criou o Oni Institute que atua na área da formação e atribui créditos aos colaboradores que são depois contabilizados. “No GoFor Education, que está inserido no Oni Institute, damos muita importância à formação emocional que falha muito no mundo latino dos negócios e que não se ensina nas universidades”, refere o CEO. Xavier Rodriguez-Martín diz que “nos negócios e na gestão das pessoas o que faz diferença é a emoção e a forma de a gerir no sentido positivo” e acrescenta: “há quem diga que nós gestores queremos seis coisas das pessoas: obediência, diligência, intelecto, proatividade, criatividade e paixão. As duas primeiras podemos tê-las num cão. A terceira, qualquer engenheiro experiente ou bom profissional tem. O que faz a diferença nas empresas são as outras três, as que o dinheiro não compra e que são capazes de gerar valor real. A paixão faz toda a diferença”.
GoFor Others é outros dos projetos da empresa na área da responsabilidade social, com a missão de envolver os seus colaboradores no apoio a causas solidárias. Mas Oni tem ainda o GoFor Planet que otimiza as suas equipas em torno da causa da sutentabilidade e o GoFor Wellness que cuida da saúde dos seus funcionários assegurando tratamentos e consultas gratuitas. Uma gestão emocional de recursos humanos que, diz Xavier Rodriguez-Martín, faz milagres pela saúde das empresas. Porque afinal, as organizações são quem as compõem. As pessoas.
Teletrabalho para todos
Há dois anos a Oni implantou um sistema de teletrabalho que abrange atualmente 50 trabalhadores. “Na essência, mesmo que não esteja ninguém no edifício a Oni estará totalmente operacional e a funcionar a 100%”, assegura Xavier Martín.
O conceito foi implantado na altura no âmbito do programa de business continuity para dar resposta a um eventual cenário gerado pelo pânico da Gripe A. “Dotamos todos os nossos colaboradores de laptops, smart phones e ligações que lhe possibilitam aceder remotamente ao sistema sem estarem fisicamente na empresa, cumprindo todas as tarefas inerentes à função de cada colaborador”, explica o CEO.
Mas este programa tem regras. “Os colaboradores podem escolher um dia por semana para trabalhar a partir de casa entre terças, quartas ou quintas feiras. Segundas e sextas não são permitidas, salvo se existir alguma circunstância da vida pessoal do colaborador que o justifique”, refere Xavier Martín.
Tudo é possível até dar ordens de impressão que saem no escritório. E Xavier Martín assegura que o GoFor Telework é uma mais-valia para empresa que se traduz até em maior dedicação ao trabalho. “Os colaboradores tendem a aplicar o tempo que gastariam nas deslocações para a empresa no desenvolvimento do seus trabalho e das suas competências”, concluí.
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Créditos: Mail ETomé
São as pessoas que fazem as empresas. A frase parece feita e hoje até já é dado adquirido entre os mais reputados gurus da gestão. Mas Xavier Rodriguéz-Martín, CEO da Oni Communications, só há cerca de cinco anos assumiu como verdade esta premissa. O líder assume-o sem vergonhas ou pudores e diz que o momento em que reconheceu isto como verdade foi um momento de viragem na sua forma de gestão. Hoje a empresa que lidera, e que detém em Portugal uma quota de mercado de 23%, emprega 271 colaboradores, 95% dos quais estão integrados nos quadros e têm uma média de antiguidade de sete anos e meio na empresa. Uma opção que espelha uma gestão emotiva das pessoas própria de um líder que acredita no poder da paixão enquanto elo de comprometimento empresarial e foco de motivação e produtividade.
“Na Oni Communications acreditamos na tecnologia e na inovação como forma de encurtar distâncias, estabelecendo pontes entre soluções universais e as necessidades individuais. E acreditamos nas pessoas como forma de materializar isto”, defende Xavier Martin. O CEO da Oni, engenheiro de formação, acredita que “gerir moléculas é muito mais fácil do que gerir pessoas. As moléculas ao serem sujeitas a uma fonte de calor tem uma reação previsível, já as pessoas reagem sempre de forma diferente e imprevisível”. Talvez por esta razão o líder da empresa tenha vindo a implementar na sua organização uma política cada vez mais centrada no valor e talento dos seus recursos humanos enquanto fator diferenciador.
“O ano de 2009 foi particularmente significativo para a empresa, assinalando o encerrar de um ciclo de três anos de transformação da Oni e do seu reposicionamento estratégico de operador global a operador concentrado no fornecimento de soluções integradas de comunicação aos segmentos empresarial e de operadores”, explica Xavier Martín. O CEO acrescenta que “o mundo atravessa um período de fortes alterações e desafios, muitos dos quais originados pelo próprio progresso tecnológico, sendo certo que o aumento da competitividade do país em termos internacionais é crítico para o crescimento da economia”. É pois fundamental que “as empresas saibam preparar os seus colaboradores para enfrentar um mundo pautado pela mudança”.
A empresa que lidera tem três metas para concretizar até 2012: “materializar a sua presença na Europa, África e América do Sul; expandir o negócio em Portugal, consolidando liderança no mercado de corporate entre os operadores da nova geração e crescer organicamente preparando a empresa para a sua cotação no mercado de capitais”, revela Xavier Martín. Para alcançar alcançar estas metas o CEO investe forte dos seus recursos humanos sobretudo na sua componente emocional.
Estabilidade, integração nos quadros, qualificação e formação permanente, mas sobretudo paixão pelo que fazem, motivação, proatividade e comprometimento com os valores empresariais são, segundo o CEO que acredita que “a felicidade tem uma vantagem competitiva”, as grandes vantagens de trabalhar na Oni. E Xavier Martín tem bem estruturado aquilo que faz os seus funcionários felizes. Do teletrabalho (ver caixa), passando pela vasta série de projetos GoFor, os colaboradores da Oni podem até tomar um café regularmente com o seu presidente ao abrigo da iniciativa Meet the CEO for a Coffe . Tudo a bem do espírito de equipa e da motivação.
Desde 2007 que todas as segundas feiras os colaboradores da Oni ao abrirem o seu laptop têm uma mensagem do seu presidente, esteja ele de férias ou não, com vários tema-as para refletir e debater. A meta, diz Xavier Martin, é “mobilizar a equipa e fazê-la perceber que é importante para o seu presidente falar com eles”. Para o CEO, “se não houver metodologia nisto o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro e os meus colaboradores vão achar que nesse dia eu tenho coisas mais importantes para fazer. É imperativo não falhar porque a paixão contagia-se”.
Paralelamente a esta estratégia de proximidade, A Oni desenvolve vários programas com impacto direto na sua gestão de recursos humanos. A organização criou o Oni Institute que atua na área da formação e atribui créditos aos colaboradores que são depois contabilizados. “No GoFor Education, que está inserido no Oni Institute, damos muita importância à formação emocional que falha muito no mundo latino dos negócios e que não se ensina nas universidades”, refere o CEO. Xavier Rodriguez-Martín diz que “nos negócios e na gestão das pessoas o que faz diferença é a emoção e a forma de a gerir no sentido positivo” e acrescenta: “há quem diga que nós gestores queremos seis coisas das pessoas: obediência, diligência, intelecto, proatividade, criatividade e paixão. As duas primeiras podemos tê-las num cão. A terceira, qualquer engenheiro experiente ou bom profissional tem. O que faz a diferença nas empresas são as outras três, as que o dinheiro não compra e que são capazes de gerar valor real. A paixão faz toda a diferença”.
GoFor Others é outros dos projetos da empresa na área da responsabilidade social, com a missão de envolver os seus colaboradores no apoio a causas solidárias. Mas Oni tem ainda o GoFor Planet que otimiza as suas equipas em torno da causa da sutentabilidade e o GoFor Wellness que cuida da saúde dos seus funcionários assegurando tratamentos e consultas gratuitas. Uma gestão emocional de recursos humanos que, diz Xavier Rodriguez-Martín, faz milagres pela saúde das empresas. Porque afinal, as organizações são quem as compõem. As pessoas.
Teletrabalho para todos
Há dois anos a Oni implantou um sistema de teletrabalho que abrange atualmente 50 trabalhadores. “Na essência, mesmo que não esteja ninguém no edifício a Oni estará totalmente operacional e a funcionar a 100%”, assegura Xavier Martín.
O conceito foi implantado na altura no âmbito do programa de business continuity para dar resposta a um eventual cenário gerado pelo pânico da Gripe A. “Dotamos todos os nossos colaboradores de laptops, smart phones e ligações que lhe possibilitam aceder remotamente ao sistema sem estarem fisicamente na empresa, cumprindo todas as tarefas inerentes à função de cada colaborador”, explica o CEO.
Mas este programa tem regras. “Os colaboradores podem escolher um dia por semana para trabalhar a partir de casa entre terças, quartas ou quintas feiras. Segundas e sextas não são permitidas, salvo se existir alguma circunstância da vida pessoal do colaborador que o justifique”, refere Xavier Martín.
Tudo é possível até dar ordens de impressão que saem no escritório. E Xavier Martín assegura que o GoFor Telework é uma mais-valia para empresa que se traduz até em maior dedicação ao trabalho. “Os colaboradores tendem a aplicar o tempo que gastariam nas deslocações para a empresa no desenvolvimento do seus trabalho e das suas competências”, concluí.
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Créditos: Mail ETomé
1 km de estrada em Braga vai custar 8 milhões
A Estradas de Portugal adjudicou por ajuste directo a construção de mil metros de via para acesso ao novo Hospital de Braga.
Se não for a estrada mais cara da história da Estradas de Portugal (EP), seguramente estará no top. Os acessos ao novo Hospital de Braga custarão a módica quantia de 8.240 euros o metro. Dito de outra forma: são 1.000 metros de via que foram adjudicados em Outubro à construtora Obrecol por 8.240.147, 31 euros.
Dois meses antes, a mesma obra tinha um custo previsto de seis milhões de euros.
A estrada estava a ser estudada desde 2004 pela EP, tendo sido assinado em Junho desse ano um primeiro protocolo com a Câmara Municipal de Braga para que esta autarquia realizasse o projecto de execução.
O facto de os estudos já decorrerem há mais de seis anos, não impediu a EP de invocar agora «urgência imperiosa» para evitar o concurso público, já que os acessos terão que estar prontos na data de inauguração do novo hospital: Maio de 2011.
Tal argumento é permitido pelo Código dos Contratos Públicos - confirmou ao SOL o jurista João Carneiro, do escritório Miranda & Associados. A norma aprovada em 2008 legalizou, dessa forma, os ajustes directos sem limite máximo para o valor da adjudicação.
O prazo para a conclusão da obra, contudo, estende-se até Agosto. Mas fonte oficial da EP garante que «existe um prazo parcelar que garante a conclusão dos acessos ao novo hospital até ao final de Maio de 2011». Ou seja, 700 metros estarão prontos em Maio e os restantes 300 em Agosto.
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Créditos: Sol online
Se não for a estrada mais cara da história da Estradas de Portugal (EP), seguramente estará no top. Os acessos ao novo Hospital de Braga custarão a módica quantia de 8.240 euros o metro. Dito de outra forma: são 1.000 metros de via que foram adjudicados em Outubro à construtora Obrecol por 8.240.147, 31 euros.
Dois meses antes, a mesma obra tinha um custo previsto de seis milhões de euros.
A estrada estava a ser estudada desde 2004 pela EP, tendo sido assinado em Junho desse ano um primeiro protocolo com a Câmara Municipal de Braga para que esta autarquia realizasse o projecto de execução.
O facto de os estudos já decorrerem há mais de seis anos, não impediu a EP de invocar agora «urgência imperiosa» para evitar o concurso público, já que os acessos terão que estar prontos na data de inauguração do novo hospital: Maio de 2011.
Tal argumento é permitido pelo Código dos Contratos Públicos - confirmou ao SOL o jurista João Carneiro, do escritório Miranda & Associados. A norma aprovada em 2008 legalizou, dessa forma, os ajustes directos sem limite máximo para o valor da adjudicação.
O prazo para a conclusão da obra, contudo, estende-se até Agosto. Mas fonte oficial da EP garante que «existe um prazo parcelar que garante a conclusão dos acessos ao novo hospital até ao final de Maio de 2011». Ou seja, 700 metros estarão prontos em Maio e os restantes 300 em Agosto.
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Créditos: Sol online
Ernâni Lopes
Um português, oficial e cavalheiro
Acabo de chegar a Portugal e recebo uma mensagem, morreu Ernâni Lopes.
Não o conheci como Ministro das Finanças, como professor ou como embaixador.
Foi numa reunião - onde estava também o Henrique - que juntou as mais extraordinárias pessoas deste País-, que ele se apresentou - e a razão de ali estar presente - simplesmente como português, e como oficial da Armada na reserva.
Durante alguns meses - a Rita, a Carolina, o Henrique, o Nuno, os Franciscos e eu - convivemos com um Senhor que, com valores que alguns acham do passado, só falava do futuro. Desde esse ano, e já passaram 12, ficou um respeito e uma admiração inigualável, e uma amizade que - para nosso espanto - para ele era natural.
Depois dessa primeira reunião - em que me passou a tratar por Afonso Henriques - fizemos uma campanha inigualável em Portugal. À mesma mesa sentavam-se pessoas tão diferentes como o Alfredo Barroso e o Daniel Proença de Carvalho, o António Barreto e o Victor Cunha Rego, a Maria João Avilez e o Miguel Sousa Tavares; todos ali sentados para uma campanha, unidos por uma ideia comum, e liderados pelo Ernâni Lopes.
Foi assim que o vi, numa reunião em Setúbal, perante uma audiência hostil, a levantar-se e a falar sobre a nossa bandeira, a mesma que ele tinha jurado como oficial. Contra os nossos receios e expectativas, em vez de uma vaia foi alvo de uma ovação - tal a intensidade e segurança dos seus valores.
Enquanto percorremos o País, fomos conhecendo histórias e aventuras passadas, sempre contadas com impressionante precisão - certa vez, não queria contar a famosa conversa com Mário Soares (em que perante a questão de que as medidas de austeridade fariam perder as eleições, respondeu, algo como "perde-se as eleições mas ganha o País") porque não se lembrava do dia exacto!
Foram muitas as conversas, com o tabaco "Royal Yacht" a secar debaixo de um candeiro, em que conhecemos o seu amor e orgulho na sua famíla e nos deslumbrava com a naturalidade e segurança com que - de uma forma politicamente incorrecta - falava da sua Fé e do nosso Portugal.
Quando a campanha acabou, e em que vencemos, começou um problema para Ernâni Lopes: pela primeira vez em Portugal, e devido à sua gestão, acabámos a campanha não só sem dívidas mas com dinheiro a sobrar! Durante algum tempo, o professor não descansou enquanto não resolveu este imprevisto (o que fez editando um livro sobre o assunto). Esta tinha sido, dizia, a sua última acção pública.
Graças a Deus, não foi. Nos últimos anos empenhou-se num estudo que hoje é cada vez mais consensual: o "hiper-cluster" do Mar. Como sempre, entre cronogramas e vectores, com estatísticas e gráficos, estava um pensamento estratégico baseado numa ideia de Portugal.
Idealista e pragmático, é essa a herança que nos deixa: o exemplo da honradez e do patriotismo, e um manual para o que fazer neste País.
Foi este o português que hoje perdemos, é este o legado que nos deixa.
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Créditos: Blog 31Armada / Diogo Afonso Henriques
"Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas"
Livro inacabado de Saramago será publicado em 2011
O livro que José Saramago deixou inacabado será publicado em 2011, informou a sua viúva, Pilar del Río.
"O livro, suponho, será lançado no ano que vem. Há várias editoras interessadas", explicou a espanhola, que participa na Feira Internacional do Livro de Guadalajara (FIL), onde será realizada uma homenagem ao seu marido.
A obra que Saramago deixou pela metade chama-se "Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas". "Mas será publicado porque são páginas suficientemente fortes, belas, úteis e necessárias", explicou a viúva.
O tema aborda o fabrico das armas, sem tratar do tráfico de armas. "Um honesto pai de família vai trabalhar numa fábrica de armas, onde o trabalho consiste em fazer bem uma arma que vai matar outra pessoa", antecipa.
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Créditos: Sapo
O livro que José Saramago deixou inacabado será publicado em 2011, informou a sua viúva, Pilar del Río.
"O livro, suponho, será lançado no ano que vem. Há várias editoras interessadas", explicou a espanhola, que participa na Feira Internacional do Livro de Guadalajara (FIL), onde será realizada uma homenagem ao seu marido.
A obra que Saramago deixou pela metade chama-se "Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas". "Mas será publicado porque são páginas suficientemente fortes, belas, úteis e necessárias", explicou a viúva.
O tema aborda o fabrico das armas, sem tratar do tráfico de armas. "Um honesto pai de família vai trabalhar numa fábrica de armas, onde o trabalho consiste em fazer bem uma arma que vai matar outra pessoa", antecipa.
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Créditos: Sapo
Quantas pessoas há na China?
Para contar mais de um bilião de pessoas são precisos seis milhões e meio de censores, deslocando-se de porta a porta, visitando mais de 400 milhões de casas em todo o país durante vários dias. É esse o processo que está a decorrer na nação mais populosa do mundo.
Após um interregno de 10 anos, em que se tornou um gigante a nível internacional e conheceu um milagre económico que desperta interesse e inveja no mundo inteiro, a China volta a realizar um censo à sua população.
De acordo com o que o vice-primeiro-ministro do país declarou à agência noticiosa oficial chinesa a informação recolhida será vital para desenhar as políticas económicas e sociais do país.
Li Keqiang atestou que é necessário ter «uma imagem definida dos números para atribuir às pessoas os serviços, educação e cuidados de saúde de que precisam», avança a CNN.
Apesar do fantástico crescimento da sua economia, o grande desafio da China continua alimentar a população, que também não pára de aumentar. O caracter chinês para a palavra 'população' é reflexo disso mesmo, pois junta as palavras 'pessoa' e 'boca' numa só.
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Créditos: SOLonline
Após um interregno de 10 anos, em que se tornou um gigante a nível internacional e conheceu um milagre económico que desperta interesse e inveja no mundo inteiro, a China volta a realizar um censo à sua população.
De acordo com o que o vice-primeiro-ministro do país declarou à agência noticiosa oficial chinesa a informação recolhida será vital para desenhar as políticas económicas e sociais do país.
Li Keqiang atestou que é necessário ter «uma imagem definida dos números para atribuir às pessoas os serviços, educação e cuidados de saúde de que precisam», avança a CNN.
Apesar do fantástico crescimento da sua economia, o grande desafio da China continua alimentar a população, que também não pára de aumentar. O caracter chinês para a palavra 'população' é reflexo disso mesmo, pois junta as palavras 'pessoa' e 'boca' numa só.
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Créditos: SOLonline
TGVêeeeeeeeeeee...
TGV chinês bate recorde mundial de velocidade, 486,1 km/h
O comboio chinês da China Railway High-Speed, alcançou esta sexta-feira uma velocidade de 486,1 km/h, transformando-se na composição mais rápida do mundo, afirmou a agência Xinhua.
O recorde foi estabelecido no percurso que liga a cidade de Zaozhuang, na província de Shandong, até Bengbu, na província de Anhui, de 220 quilómetros.
Com isso, superou os 416,6 km/h atingidos em Setembro no trajecto entre Xangai, centro económico e financeiro da China, até Hangzhou, capital da província de Zhejiang.
O comboio, do modelo CRH380A, é utilizado no trajecto entre Pequim e Xangai, que em 2011 contará com 24 estações e unirá as duas cidades em quatro horas, passando por sete províncias formando a linha férrea de alta velocidade mais longa do mundo.
Entre outras características, a ferrovia mais rápida do mundo tem salas VIPs com sofás-camas, ecrãs planos de televisão e compartimento para reuniões privadas e de negócios.
A linha férrea Pequim-Xangai ligará as áreas económicas mais proeminentes do país e transformar-se-á na mais ocupada, já que diariamente transportará 220 mil passageiros.
O custo total da linha será de 12 mil milhões de dólares. Interessado na tecnologia francesa e alemã, o Ministério de Ferrovias chinês convidou empresas estrangeiras para investirem no projecto. Alstom, Siemens e Mitsubishi-Kawasak são algumas das envolvidas.
Actualmente, as linhas de alta velocidade da China alcançam os 7.531 quilómetros e são as mais longas do mundo. Na China, diariamente funcionam mil comboios e cerca de 1 milhão de pessoas utilizam o serviço.
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Créditos: Diário Digital
O comboio chinês da China Railway High-Speed, alcançou esta sexta-feira uma velocidade de 486,1 km/h, transformando-se na composição mais rápida do mundo, afirmou a agência Xinhua.
O recorde foi estabelecido no percurso que liga a cidade de Zaozhuang, na província de Shandong, até Bengbu, na província de Anhui, de 220 quilómetros.
Com isso, superou os 416,6 km/h atingidos em Setembro no trajecto entre Xangai, centro económico e financeiro da China, até Hangzhou, capital da província de Zhejiang.
O comboio, do modelo CRH380A, é utilizado no trajecto entre Pequim e Xangai, que em 2011 contará com 24 estações e unirá as duas cidades em quatro horas, passando por sete províncias formando a linha férrea de alta velocidade mais longa do mundo.
Entre outras características, a ferrovia mais rápida do mundo tem salas VIPs com sofás-camas, ecrãs planos de televisão e compartimento para reuniões privadas e de negócios.
A linha férrea Pequim-Xangai ligará as áreas económicas mais proeminentes do país e transformar-se-á na mais ocupada, já que diariamente transportará 220 mil passageiros.
O custo total da linha será de 12 mil milhões de dólares. Interessado na tecnologia francesa e alemã, o Ministério de Ferrovias chinês convidou empresas estrangeiras para investirem no projecto. Alstom, Siemens e Mitsubishi-Kawasak são algumas das envolvidas.
Actualmente, as linhas de alta velocidade da China alcançam os 7.531 quilómetros e são as mais longas do mundo. Na China, diariamente funcionam mil comboios e cerca de 1 milhão de pessoas utilizam o serviço.
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Créditos: Diário Digital
Verdades...
"Os ventos e as ondas estão sempre do lado dos navegadores mais competentes".
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Créditos:Net
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Créditos:Net
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Outra "Vida"... na mesma Terra IV
Cientistas descobrem bactéria composta de arsénico
A descoberta, que foi feita por investigadores da Universidade do Arizona, é inédita, uma vez que até agora não se tinha descoberto qualquer organismo composto de arsénico.
Cientistas encontraram, no fundo de um lago da Califórnia, uma bactéria que se alimenta de arsénico e que tem este veneno incorporado no seu ADN, descoberta que abala preconceitos quanto à definição da vida.
O estudo, que foi publicado esta quinta-feira na revista Science, demonstra que um dos elementos mais tóxicos para o homem pode ser o que dá vida a outras espécies, nomeadamente bactérias.
Até agora, lembram os cientistas, sabia-se que os seres vivos eram compostos de carbono, hidrogénio e oxigénio, entre outros, mas nunca se tinha descoberto nenhum composto de arsénico.
A descoberta deste organismo, que os cientistas denominaram de GFAJ1, foi encontrado no lago Mono, situado na zona vulcânica da Califórnia, muito rica em minerais.
Estes investigadores da Universidade do Arizona e que foram financiados pela NASA garantem ainda que este organismo não veio do espaço e que se dá bem num ambiente impregnado de fósforo ou arsénico.
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Créditos: Net
A descoberta, que foi feita por investigadores da Universidade do Arizona, é inédita, uma vez que até agora não se tinha descoberto qualquer organismo composto de arsénico.
Cientistas encontraram, no fundo de um lago da Califórnia, uma bactéria que se alimenta de arsénico e que tem este veneno incorporado no seu ADN, descoberta que abala preconceitos quanto à definição da vida.
O estudo, que foi publicado esta quinta-feira na revista Science, demonstra que um dos elementos mais tóxicos para o homem pode ser o que dá vida a outras espécies, nomeadamente bactérias.
Até agora, lembram os cientistas, sabia-se que os seres vivos eram compostos de carbono, hidrogénio e oxigénio, entre outros, mas nunca se tinha descoberto nenhum composto de arsénico.
A descoberta deste organismo, que os cientistas denominaram de GFAJ1, foi encontrado no lago Mono, situado na zona vulcânica da Califórnia, muito rica em minerais.
Estes investigadores da Universidade do Arizona e que foram financiados pela NASA garantem ainda que este organismo não veio do espaço e que se dá bem num ambiente impregnado de fósforo ou arsénico.
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Créditos: Net
Outras "Vidas"... Outras "Terras" III
NASA não vai anunciar vida extraterrestre
Ao contrário dos rumores que correm na internet, a agência espacial norte-americana não vai anunciar a descoberta de vida alienígena, mas antes uma nova forma de vida no nosso planeta
Não, a NASA não descobriu vida nas luas de Saturno. Segundo informações avançadas pela Associated Press e outras agências noticiosas, os cientistas norte-americanos revelam esta quinta-feira às 19h de Lisboa que foi descoberta num lago da Califórnia uma bactéria que sobrevive à base de arsénio.
A existência deste organismo expande o horizonte de busca por seres fora do planeta, uma vez que não se sabia até ao momento que o arsénio permitia o desenvolvimento de formas de vida.
Todas as formas de vida conhecidas até agora, desde plantas a animais e micro-organismos, dependem de seis elementos químicos para construir as moléculas que formam os seus corpos: oxigénio, hidrogénio, carbono, fósforo, enxofre e nitrogénio.
A nova bactéria, descoberta no Lago Mono, um corpo de água alcalino e altamente salgado, representa uma excepção à regra ao excluir o fósforo, adicionando o arsénio à lista dos elementos primordiais.
A descoberta assume enorme importância tanto na compreensão da origem e desenvolvimento das formas de vida, como na busca de vida extraterrestre, mas surge como uma desilusão para muitos entusiastas que esperavam um anúncio extraordinário para esta quinta-feira.
O rumor da descoberta de vida extraterrestre surgiu no blogue www.kottke.org com base no currículo dos cientistas que vão participar na conferência de imprensa desta quinta-feira, uma vez que estes estão envolvidos nos esforços de detecção de formas bacteriológicas noutros pontos do sistema solar.
A imprensa internacional fez eco da especulação, mas o estudo que vai ser apresentado já circula nas agências noticiosas, não obstante a existência de um embargo até às 19h, e frustra as expectativas mais elevadas em relação à conferência de imprensa de hoje.
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Créditos: SOL com agências
Sinceramente acho estranho não se equacionar formas de vida completamento fora do nosso "modelo de humanos..".
Se se procuram outras formas de vida... estejamos receptivos a seres diferentes a todos os niveis, inclusivé que "morram" se respirarem oxigénio e que a água seja como o veneno é para nós. Procurar planetas habitáveis pelos humanos é uma coisa... esperar que os extraterrestres sejam nossos semelhantes e falem bem o inglês acho q já é pedir muito e tipico de mentes bastantes redutoras e muitissimo limitadas.
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Ao contrário dos rumores que correm na internet, a agência espacial norte-americana não vai anunciar a descoberta de vida alienígena, mas antes uma nova forma de vida no nosso planeta
Não, a NASA não descobriu vida nas luas de Saturno. Segundo informações avançadas pela Associated Press e outras agências noticiosas, os cientistas norte-americanos revelam esta quinta-feira às 19h de Lisboa que foi descoberta num lago da Califórnia uma bactéria que sobrevive à base de arsénio.
A existência deste organismo expande o horizonte de busca por seres fora do planeta, uma vez que não se sabia até ao momento que o arsénio permitia o desenvolvimento de formas de vida.
Todas as formas de vida conhecidas até agora, desde plantas a animais e micro-organismos, dependem de seis elementos químicos para construir as moléculas que formam os seus corpos: oxigénio, hidrogénio, carbono, fósforo, enxofre e nitrogénio.
A nova bactéria, descoberta no Lago Mono, um corpo de água alcalino e altamente salgado, representa uma excepção à regra ao excluir o fósforo, adicionando o arsénio à lista dos elementos primordiais.
A descoberta assume enorme importância tanto na compreensão da origem e desenvolvimento das formas de vida, como na busca de vida extraterrestre, mas surge como uma desilusão para muitos entusiastas que esperavam um anúncio extraordinário para esta quinta-feira.
O rumor da descoberta de vida extraterrestre surgiu no blogue www.kottke.org com base no currículo dos cientistas que vão participar na conferência de imprensa desta quinta-feira, uma vez que estes estão envolvidos nos esforços de detecção de formas bacteriológicas noutros pontos do sistema solar.
A imprensa internacional fez eco da especulação, mas o estudo que vai ser apresentado já circula nas agências noticiosas, não obstante a existência de um embargo até às 19h, e frustra as expectativas mais elevadas em relação à conferência de imprensa de hoje.
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Créditos: SOL com agências
Sinceramente acho estranho não se equacionar formas de vida completamento fora do nosso "modelo de humanos..".
Se se procuram outras formas de vida... estejamos receptivos a seres diferentes a todos os niveis, inclusivé que "morram" se respirarem oxigénio e que a água seja como o veneno é para nós. Procurar planetas habitáveis pelos humanos é uma coisa... esperar que os extraterrestres sejam nossos semelhantes e falem bem o inglês acho q já é pedir muito e tipico de mentes bastantes redutoras e muitissimo limitadas.
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Outras "Vidas"... Outras "Terras" II
Mundo espera por anúncio "extraterrestre" da NASA
A NASA marcou para esta quinta-feira às 19:00 (hora de Lisboa) uma conferência de imprensa sobre vida extraterrestre que está e levantar enormes expectativas, que poderá estar relacionada com a descoberta de uma bactéria na Terra ou com a detecção de água e dióxido de carbono numa lua de Saturno.
http://www.youtube.com/watch?v=XupAvig2_9g&feature=player_embedded
Uma das possibilidades de que fala a imprensa internacional prende-se com a descoberta de uma bactéria nos Lago Mono, no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, rico em arsénico, metal que se considerava ser demasiado venenoso para permitir a existência de vida. Mas esta bactéria utiliza como meio de sobrevivência o próprio arsénico, o que alarga de forma significativa a possibilidade de haver vida no universo, em planetas onde antes se considerada ser impossível.
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Créditos: DN.ptHoje /Net
A NASA marcou para esta quinta-feira às 19:00 (hora de Lisboa) uma conferência de imprensa sobre vida extraterrestre que está e levantar enormes expectativas, que poderá estar relacionada com a descoberta de uma bactéria na Terra ou com a detecção de água e dióxido de carbono numa lua de Saturno.
http://www.youtube.com/watch?v=XupAvig2_9g&feature=player_embedded
Uma das possibilidades de que fala a imprensa internacional prende-se com a descoberta de uma bactéria nos Lago Mono, no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, rico em arsénico, metal que se considerava ser demasiado venenoso para permitir a existência de vida. Mas esta bactéria utiliza como meio de sobrevivência o próprio arsénico, o que alarga de forma significativa a possibilidade de haver vida no universo, em planetas onde antes se considerada ser impossível.
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Créditos: DN.ptHoje /Net
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Outras "Vidas"... Outras "Terras"
NASA prova sinais de vida fora da terra
A existência de vida extraterrestre pode ser anunciada já amanhã pela Agência Espacial Norte-americana. Menos de uma semana após ter revelado a descoberta de uma atmosfera com oxigénio e dióxido de carbono na lua Reia de Saturno, a NASA convocou uma conferência de imprensa sobre Astrobiologia, na qual promete revelar algo ao Mundo "que terá impacto na pesquisa de provas de vida extraterrestre".
A Astrobiologia é a ciência que estuda a origem, a evolução, a distribuição e futuro da vida no Universo. O conteúdo da comunicação da NASA está guardado em máximo segredo.
A agência não revelou mais pormenores sobre o assunto. No site da NASA são apenas anunciados os especialistas que estarão presentes na conferência a ser transmitida pela internet em (www.nasa.gov/ntv). Um dos participantes no encontro é Steven Benner, um astrobiólogo que também está envolvido na missão que levou a sonda ‘Cassini’ a Júpiter e descobriu em Reia gases comuns à atmosfera da Terra. Também IO, outra das 68 luas de Júpiter, é uma das candidatas que poderão conter alguma forma de vida no seu subsolo.
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Créditos: CManhã Online (texto); Net (foto)
A existência de vida extraterrestre pode ser anunciada já amanhã pela Agência Espacial Norte-americana. Menos de uma semana após ter revelado a descoberta de uma atmosfera com oxigénio e dióxido de carbono na lua Reia de Saturno, a NASA convocou uma conferência de imprensa sobre Astrobiologia, na qual promete revelar algo ao Mundo "que terá impacto na pesquisa de provas de vida extraterrestre".
A Astrobiologia é a ciência que estuda a origem, a evolução, a distribuição e futuro da vida no Universo. O conteúdo da comunicação da NASA está guardado em máximo segredo.
A agência não revelou mais pormenores sobre o assunto. No site da NASA são apenas anunciados os especialistas que estarão presentes na conferência a ser transmitida pela internet em (www.nasa.gov/ntv). Um dos participantes no encontro é Steven Benner, um astrobiólogo que também está envolvido na missão que levou a sonda ‘Cassini’ a Júpiter e descobriu em Reia gases comuns à atmosfera da Terra. Também IO, outra das 68 luas de Júpiter, é uma das candidatas que poderão conter alguma forma de vida no seu subsolo.
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Créditos: CManhã Online (texto); Net (foto)
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Ser Feliz
"Penso em ti, murmuro o teu nome; e não sou eu: sou feliz."
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Alberto Caeiro
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Alberto Caeiro
apenas Ricardo Reis..
Não Sei Se É Amor Que Tens
Não sei se é amor que tens, ou amor que finges,
O que me dás. Dás-mo. Tanto me basta.
Já que o não sou por tempo,
Seja eu jovem por erro.
Pouco os deuses nos dão, e o pouco é falso.
Porém, se o dão, falso que seja, a dádiva
É verdadeira. Aceito,
Cerro olhos: é bastante.
Que mais quero?
Temo, Lídia
Temo, Lídia, o destino. Nada é certo.
Em qualquer hora pode suceder-nos
O que nos tudo mude.
Fora do conhecido é estranho o passo
Que próprio damos. Graves numes guardam
As lindas do que é uso.
Não somos deuses; cegos, receemos,
E a parca dada vida anteponhamos
À novidade, abismo.
Vem Sentar-te Comigo
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento —
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.
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Não sei se é amor que tens, ou amor que finges,
O que me dás. Dás-mo. Tanto me basta.
Já que o não sou por tempo,
Seja eu jovem por erro.
Pouco os deuses nos dão, e o pouco é falso.
Porém, se o dão, falso que seja, a dádiva
É verdadeira. Aceito,
Cerro olhos: é bastante.
Que mais quero?
Temo, Lídia
Temo, Lídia, o destino. Nada é certo.
Em qualquer hora pode suceder-nos
O que nos tudo mude.
Fora do conhecido é estranho o passo
Que próprio damos. Graves numes guardam
As lindas do que é uso.
Não somos deuses; cegos, receemos,
E a parca dada vida anteponhamos
À novidade, abismo.
Vem Sentar-te Comigo
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento —
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.
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A Flor Que És
A flor que és, não a que dás, eu quero.
Porque me negas o que te não peço.
Tempo há para negares
Depois de teres dado.
Flor, sê-me flor! Se te colher avaro
A mão da infausta esfinge, tu perene
Sombra errarás absurda,
Buscando o que não deste.
Ricardo Reis
Porque me negas o que te não peço.
Tempo há para negares
Depois de teres dado.
Flor, sê-me flor! Se te colher avaro
A mão da infausta esfinge, tu perene
Sombra errarás absurda,
Buscando o que não deste.
Ricardo Reis
Antes De Nós
Antes de nós nos mesmos arvoredos
Passou o vento, quando havia vento,
E as folhas não falavam
De outro modo do que hoje.
Passamos e agitamo-nos debalde.
Não fazemos mais ruído no que existe
Do que as folhas das árvores
Ou os passos do vento.
Tentemos pois com abandono assíduo
Entregar nosso esforço à Natureza
E não querer mais vida
Que a das árvores verdes.
Inutilmente parecemos grandes.
Salvo nós nada pelo mundo fora
Nos saúda a grandeza
Nem sem querer nos serve.
Se aqui, à beira-mar, o meu indício
Na areia o mar com ondas três o apaga,
Que fará na alta praia
Em que o mar é o Tempo?
Ricardo Reis
Passou o vento, quando havia vento,
E as folhas não falavam
De outro modo do que hoje.
Passamos e agitamo-nos debalde.
Não fazemos mais ruído no que existe
Do que as folhas das árvores
Ou os passos do vento.
Tentemos pois com abandono assíduo
Entregar nosso esforço à Natureza
E não querer mais vida
Que a das árvores verdes.
Inutilmente parecemos grandes.
Salvo nós nada pelo mundo fora
Nos saúda a grandeza
Nem sem querer nos serve.
Se aqui, à beira-mar, o meu indício
Na areia o mar com ondas três o apaga,
Que fará na alta praia
Em que o mar é o Tempo?
Ricardo Reis
O Pastor Amoroso
Todos os dias agora acordo com alegria e pena. Antigamente acordava sem sensação nenhuma; acordava.
Tenho alegria e pena porque perco o que sonho
E posso estar na realidade onde está o que sonho.
Não sei o que hei de fazer das minhas sensações.
Não sei o que hei de ser comigo sozinho.
Quero que ela me diga qualquer cousa para eu acordar de novo.
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Alberto Caeiro
Tenho alegria e pena porque perco o que sonho
E posso estar na realidade onde está o que sonho.
Não sei o que hei de fazer das minhas sensações.
Não sei o que hei de ser comigo sozinho.
Quero que ela me diga qualquer cousa para eu acordar de novo.
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Alberto Caeiro
Vai Pelo Casi Fora
Vai pelo cais fora um bulício de chegada próxima,
Começam chegando os primitivos da espera,
Já ao longe o paquete de África se avoluma e esclarece.
Vim aqui para não esperar ninguém,
Para ver os outros esperar,
Para ser os outros todos a esperar,
Para ser a esperança de todos os outros.
Trago um grande cansaço de ser tanta coisa.
Chegam os retardatários do princípio,
E de repente impaciento-me de esperar, de existir, de ser,
Vou-me embora brusco e notável ao porteiro que me fita muito mas rapidamente.
Regresso à cidade como à liberdade.
Vale a pena sentir para ao menos deixar de sentir.
Álvaro de Campos
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Começam chegando os primitivos da espera,
Já ao longe o paquete de África se avoluma e esclarece.
Vim aqui para não esperar ninguém,
Para ver os outros esperar,
Para ser os outros todos a esperar,
Para ser a esperança de todos os outros.
Trago um grande cansaço de ser tanta coisa.
Chegam os retardatários do princípio,
E de repente impaciento-me de esperar, de existir, de ser,
Vou-me embora brusco e notável ao porteiro que me fita muito mas rapidamente.
Regresso à cidade como à liberdade.
Vale a pena sentir para ao menos deixar de sentir.
Álvaro de Campos
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Pessoa...
Os 75 anos sobre a morte de Fernando Pessoa vão ser assinalados hoje com a exibição do 'Filme do desassossego', obra de João Botelho inspirada no poeta, que decorrerá no Teatro Nacional São Carlos, em Lisboa.
O filme de João Botelho é uma interpretação para cinema de O livro do desassossego, de Bernardo Soares, um dos heterónimos do escritor.
Fernando António Nogueira Pessoa, um dos maiores poetas de língua portuguesa de sempre, faleceu em 1935, em Lisboa, com 47 anos.
Aos sete anos foi viver com a mãe para Durban, na África do Sul, onde fez os estudos, o que lhe proporcionou dominar a língua inglesa, na qual escreveu três dos quatro livros que publicou em vida. Regressou a Portugal com 17 anos.
Além de tradutor e correspondente comercial, foi empresário, editor, crítico literário, tradutor, jornalista, inventor e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária. Mensagem e Livro do Desassossego.
A longa-metragem inspirada na obra do poeta estreou-se no dia 29 de Setembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e está a fazer um circuito de exibição pela rede de cineteatros, teatros municipais e nacionais até, pelo menos, Janeiro.
João Botelho decidiu não estrear Filme do desassossego no circuito normal das salas de cinema, por considerar que não se enquadra na lógica do cinema comercial, por querer privilegiar a palavra original de Fernando Pessoa.
Do elenco fazem parte Cláudio Silva, no papel de Bernardo Soares, e mais de quarenta atores em curtas participações, como Rita Blanco, Alexandra Lencastre, Miguel Guilherme, Catarina Wallenstein, Laura Soveral, Margarida Vilanova, Ricardo Aibéo, Manuel João Vieira e Marcelo Urghege.
Nos primeiros dias de exibição, o filme somou mais de três mil espectadores.
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Créditos: Lusa / SOL
O filme de João Botelho é uma interpretação para cinema de O livro do desassossego, de Bernardo Soares, um dos heterónimos do escritor.
Fernando António Nogueira Pessoa, um dos maiores poetas de língua portuguesa de sempre, faleceu em 1935, em Lisboa, com 47 anos.
Aos sete anos foi viver com a mãe para Durban, na África do Sul, onde fez os estudos, o que lhe proporcionou dominar a língua inglesa, na qual escreveu três dos quatro livros que publicou em vida. Regressou a Portugal com 17 anos.
Além de tradutor e correspondente comercial, foi empresário, editor, crítico literário, tradutor, jornalista, inventor e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária. Mensagem e Livro do Desassossego.
A longa-metragem inspirada na obra do poeta estreou-se no dia 29 de Setembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e está a fazer um circuito de exibição pela rede de cineteatros, teatros municipais e nacionais até, pelo menos, Janeiro.
João Botelho decidiu não estrear Filme do desassossego no circuito normal das salas de cinema, por considerar que não se enquadra na lógica do cinema comercial, por querer privilegiar a palavra original de Fernando Pessoa.
Do elenco fazem parte Cláudio Silva, no papel de Bernardo Soares, e mais de quarenta atores em curtas participações, como Rita Blanco, Alexandra Lencastre, Miguel Guilherme, Catarina Wallenstein, Laura Soveral, Margarida Vilanova, Ricardo Aibéo, Manuel João Vieira e Marcelo Urghege.
Nos primeiros dias de exibição, o filme somou mais de três mil espectadores.
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Créditos: Lusa / SOL
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
ContraLu(a)z
"Um cobarde é incapaz de demonstrar o amor. Isso é privilégio dos corajosos."
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Mahatma Gandhi
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Mahatma Gandhi
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Verdades...
"Usa a capacidade que tens.
A floresta ficaria silenciosa se só o melhor pássaro cantasse."
Oscar Wilde
A floresta ficaria silenciosa se só o melhor pássaro cantasse."
Oscar Wilde
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O dia em que aprendi o que é estar morto
"Hoje, estive morto. Senti que toda a vida se escapava pelo ar que, aflito e a custo, respirava, enquanto as lágrimas eram gritadas, louco no carro, os olhos à procura, à procura, à procura. Morri, ali.
A minha filha deveria sair da Escola, na Parede, apanhar uma carrinha do ATL e eu ia buscá-la.
O que é que aconteceu? O cartão da escola, que supostamente controla as entradas e saídas dos alunos, valeu zero. Ela saiu, porque viu uma carrinha de ATL e entrou. Era o ATL errado. Ninguém lhe perguntou o nome, não houve uma chamada, nada. Ela entrou com uma colega e só após duas horas de aflição indizível, comigo à procura dela por todo o lado, é que o telefone tocou. De um "After School", a perguntar se eu era o pai de uma Mafalda Ribeiro, que eles tinham, aflita, a pedir para ligarem ao pai. Aliás foi ela que falou: "papá?"
Durante duas horas, morri. Percorri ruas de possíveis percursos, olhei para todas as sombras, parques infantis, supermercados, escola antiga, liguei para os pais de colegas dela, todos os absurdos e horrores passaram pela minha cabeça, chamei o seu nome, entre choro, em ruas e em todos os recantos da escola. Nada. Evaporou-se. Horrível. Uma tristeza, uma aflição, um horror que nunca mais vou esquecer. E quando o telefone tocou e era ela, aquela voz doce da minha princesa, minha vida, meu ar, meu sopro de vida, eu soube o que era renascer. E desfiz-me em lágrimas de novo, e dali até ao tal After School, que teve a minha filha à sua guarda por engano, até ela pedir para ligarem ao pai, levei um segundo e levei toda a vida. Obrigado meu Deus, obrigado! Estacionei às tês pancadas, voei em passo trocado de nervos, pela rua fora, Mafaldinha, Mafaldinha, Mafaldinha, cego de amor aflito, só há descanso e vida quando a abraçar e estiver tudo bem.
Quando a abracei, e ela, agarrada a mim, me disse, apenas: "Olá Papá" eu soube que tinha renascido. E ela também, coitadinha.
Como cartão de visita da nova escola, estou esclarecido. Tantas referências boas e afinal é isto: no primeiro dia, por maioria de razão, deveria existir um ainda mais rigoroso controlo de entradas e saídas, mas quando cheguei o portão estava escancarado, como deveria estar quando a Mafalda viu uma carrinha do ATL a chegar, estava na hora e ela saiu da escola e entrou na carrinha. Ninguém perguntou nada, ninguém fez nada.
E um ATL mete um grupo de crianças numa carrinha, não pergunta nomes, não verifica nada e só ao fim de duas horas é que, perante a aflição de uma criança de 10 anos a pedir para ligarem ao pai é que se acaba com este horror?
Quando penso na forma como desaparecem crianças, para sempre, todos os dias, penso que esses pais e filhos terão sentido isto, e muitos, mesmo sobrevivendo, morreram para sempre.
Eu tive a sorte de poder renascer.
E sei que, a partir de hoje, ganhei uma nova causa: fazer tudo o que estiver ao meu alcance para contribuir para uma Escola responsável, atenta, segura, onde os nossos filhos aprendem e podemos, enquanto pais, estar descansados.
Quando depois desta tarde de horror, fui buscar o pequeno Gonçalo ao colégio e ele me disse, comprometido, "Papá, parti os óculos a jogar à bola" eu disse para mim: que importância é que isso tem? Nenhuma, realmente, não tem nenhuma importância.
Não podia dizer-lhe que o pai hoje tinha aprendido o que é morrer, e tinha tido a bênção de poder nascer de novo."
Blog Pedro Ribeiro – Locutor da Comercial
Nos tempos que correm, é fácil entender a aflição deste pai, que esteve "morto" durante duas longas horas e depois... "renasceu"!
É bom que todos os pais conheçam esta história, verdadeira, para que cenas destas não se repitam, senão... podem "morrer" para sempre, como tantas vezes acontece, infelizmente!!!
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Créditos: Mail AAlves
A minha filha deveria sair da Escola, na Parede, apanhar uma carrinha do ATL e eu ia buscá-la.
O que é que aconteceu? O cartão da escola, que supostamente controla as entradas e saídas dos alunos, valeu zero. Ela saiu, porque viu uma carrinha de ATL e entrou. Era o ATL errado. Ninguém lhe perguntou o nome, não houve uma chamada, nada. Ela entrou com uma colega e só após duas horas de aflição indizível, comigo à procura dela por todo o lado, é que o telefone tocou. De um "After School", a perguntar se eu era o pai de uma Mafalda Ribeiro, que eles tinham, aflita, a pedir para ligarem ao pai. Aliás foi ela que falou: "papá?"
Durante duas horas, morri. Percorri ruas de possíveis percursos, olhei para todas as sombras, parques infantis, supermercados, escola antiga, liguei para os pais de colegas dela, todos os absurdos e horrores passaram pela minha cabeça, chamei o seu nome, entre choro, em ruas e em todos os recantos da escola. Nada. Evaporou-se. Horrível. Uma tristeza, uma aflição, um horror que nunca mais vou esquecer. E quando o telefone tocou e era ela, aquela voz doce da minha princesa, minha vida, meu ar, meu sopro de vida, eu soube o que era renascer. E desfiz-me em lágrimas de novo, e dali até ao tal After School, que teve a minha filha à sua guarda por engano, até ela pedir para ligarem ao pai, levei um segundo e levei toda a vida. Obrigado meu Deus, obrigado! Estacionei às tês pancadas, voei em passo trocado de nervos, pela rua fora, Mafaldinha, Mafaldinha, Mafaldinha, cego de amor aflito, só há descanso e vida quando a abraçar e estiver tudo bem.
Quando a abracei, e ela, agarrada a mim, me disse, apenas: "Olá Papá" eu soube que tinha renascido. E ela também, coitadinha.
Como cartão de visita da nova escola, estou esclarecido. Tantas referências boas e afinal é isto: no primeiro dia, por maioria de razão, deveria existir um ainda mais rigoroso controlo de entradas e saídas, mas quando cheguei o portão estava escancarado, como deveria estar quando a Mafalda viu uma carrinha do ATL a chegar, estava na hora e ela saiu da escola e entrou na carrinha. Ninguém perguntou nada, ninguém fez nada.
E um ATL mete um grupo de crianças numa carrinha, não pergunta nomes, não verifica nada e só ao fim de duas horas é que, perante a aflição de uma criança de 10 anos a pedir para ligarem ao pai é que se acaba com este horror?
Quando penso na forma como desaparecem crianças, para sempre, todos os dias, penso que esses pais e filhos terão sentido isto, e muitos, mesmo sobrevivendo, morreram para sempre.
Eu tive a sorte de poder renascer.
E sei que, a partir de hoje, ganhei uma nova causa: fazer tudo o que estiver ao meu alcance para contribuir para uma Escola responsável, atenta, segura, onde os nossos filhos aprendem e podemos, enquanto pais, estar descansados.
Quando depois desta tarde de horror, fui buscar o pequeno Gonçalo ao colégio e ele me disse, comprometido, "Papá, parti os óculos a jogar à bola" eu disse para mim: que importância é que isso tem? Nenhuma, realmente, não tem nenhuma importância.
Não podia dizer-lhe que o pai hoje tinha aprendido o que é morrer, e tinha tido a bênção de poder nascer de novo."
Blog Pedro Ribeiro – Locutor da Comercial
Nos tempos que correm, é fácil entender a aflição deste pai, que esteve "morto" durante duas longas horas e depois... "renasceu"!
É bom que todos os pais conheçam esta história, verdadeira, para que cenas destas não se repitam, senão... podem "morrer" para sempre, como tantas vezes acontece, infelizmente!!!
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Créditos: Mail AAlves
... sem comentários!
O litro de gasóleo PARA OS IATES vende-se a 80 cêntimos!
Agora, todos ficam a saber: quem tem iates e embarcações de recreio beneficia de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores, por aplicação do Artº 29º do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008.
Assim, todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates...
É da mais elementar (in)justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,18 €, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores comuns não comprem iates!!!
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Créditos: Mail AAlves
Agora, todos ficam a saber: quem tem iates e embarcações de recreio beneficia de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores, por aplicação do Artº 29º do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008.
Assim, todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates...
É da mais elementar (in)justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,18 €, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores comuns não comprem iates!!!
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Créditos: Mail AAlves
ADRIAN ROGERS - 1931
Este pensamento é antigo - 1931 -, mas muito apropriado no momento politico em que vivemos atualmente.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
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Créditos: Adrian Rogers, 1931
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
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Créditos: Adrian Rogers, 1931
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
A vida sem.....
A vida sem Engenheiros Aeronaúticos
A vida sem Engenheiros Civís

A vida sem Engenheiros Electrotécnicos
A vida sem Engenheiros Informáticos
A vida sem Engenheiros Mecânicos
A vida sem Engenheiros Telecomunicações
A vida sem Engenheiro Sócrates
Que sossego.......!!!!
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Créditos: Mail RBenedita
Alho eficaz no controlo da hipertensão
Cientistas australianos descobriram que o alho controla a hipertensão. O estudo foi realizado por investigadores da Universidade de Adelaide, na Austrália.
Durante 12 semanas, 50 pessoas foram sujeitas a um teste. Os cientistas descobriram que o consumo de quatro cápsulas diárias de extracto de alho envelhecido reduz a pressão arterial.
Um dos investigadores disse que o alho consumido de outra forma não tem o mesmo efeito.
Há muito tempo que se sabe que o alho é bom para o coração e a medicina tradicional indiana há séculos que usa o produto na prevenção da hipertensão. Este, no entanto, é o primeiro estudo a avaliar cientificamente o impacto do extracto de alho envelhecido.
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Créditos: TVnet
Durante 12 semanas, 50 pessoas foram sujeitas a um teste. Os cientistas descobriram que o consumo de quatro cápsulas diárias de extracto de alho envelhecido reduz a pressão arterial.
Um dos investigadores disse que o alho consumido de outra forma não tem o mesmo efeito.
Há muito tempo que se sabe que o alho é bom para o coração e a medicina tradicional indiana há séculos que usa o produto na prevenção da hipertensão. Este, no entanto, é o primeiro estudo a avaliar cientificamente o impacto do extracto de alho envelhecido.
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Créditos: TVnet
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Lisboa pré 1755
Visite a cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755
Imagens em três dimensões, geradas pela SWD Agency, mostram como eram algumas zonas de Lisboa antes do grande terramoto de 1755.
O sistema multimédia 3D de interpretação da maqueta da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755, desenvolvido pela SWD Agency e brevemente em exposição no Museu da Cidade, foi elogiado pelo professor de História de Arte na Universidade de Virgínia e director do Virtual World Heritage Laboratory, Bernard Frischer.
Para este professor, o modelo digital de Lisboa é "um projecto de nível mundial" e "um belo produto de uma profunda pesquisa histórica".
O director do Virtual World Heritage Laboratory refere que este tipo de projectos têm uma importância cultural fundamental e aplicações práticas na educação, investigação e na economia, sendo por isso "monumentos da nossa era, a era digital". E esta é uma área em que Lisboa se pode vir a tornar "líder mundial".
Bernard Fischer é o responsável pelo projecto Rome Reborn, um modelo 3D de Roma no auge da sua expansão em 320 a.C., e esteve recentemente em Lisboa, onde viu o modelo digital 3D da cidade de Lisboa pré-terramoto. Este projecto, liderado por uma equipa científica do Museu da Cidade, da Câmara Municipal de Lisboa, envolveu a pesquisa e análise de centenas de fontes: cartográficas, iconográficas, arqueológicas e bibliográficas (manuscritas e impressas), tendo por base a Maqueta da Cidade do Museu da Cidade.
A partir de todos estes elementos, a SWD desenvolveu a modelação 3D, texturas e renders fotorealistas com interactividade a 360º, animações 3D com diversos percursos pela cidade de Lisboa, edição e pós-produção de vídeo, para além do design e programação de interface multimédia com vários níveis de informação sobre a cidade antes e pós terramoto de 1755.
Esta reconstituição virtual com 21 pontos notáveis inclui conteúdos sobre o Paço da Ribeira, Terreiro do Paço, Rossio, Rua Nova dos Ferros, Convento do Carmo, Palácio das Necessidades, entre outros, e estará patente ao público no final de Novembro, no Museu da Cidade, em Lisboa.
http://aeiou.expresso.pt/visite-a-cidade-de-lisboa-antes-do-terramoto-de-1755=f616199
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Créditos: Expresso Online
Imagens em três dimensões, geradas pela SWD Agency, mostram como eram algumas zonas de Lisboa antes do grande terramoto de 1755.
O sistema multimédia 3D de interpretação da maqueta da cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755, desenvolvido pela SWD Agency e brevemente em exposição no Museu da Cidade, foi elogiado pelo professor de História de Arte na Universidade de Virgínia e director do Virtual World Heritage Laboratory, Bernard Frischer.
Para este professor, o modelo digital de Lisboa é "um projecto de nível mundial" e "um belo produto de uma profunda pesquisa histórica".
O director do Virtual World Heritage Laboratory refere que este tipo de projectos têm uma importância cultural fundamental e aplicações práticas na educação, investigação e na economia, sendo por isso "monumentos da nossa era, a era digital". E esta é uma área em que Lisboa se pode vir a tornar "líder mundial".
Bernard Fischer é o responsável pelo projecto Rome Reborn, um modelo 3D de Roma no auge da sua expansão em 320 a.C., e esteve recentemente em Lisboa, onde viu o modelo digital 3D da cidade de Lisboa pré-terramoto. Este projecto, liderado por uma equipa científica do Museu da Cidade, da Câmara Municipal de Lisboa, envolveu a pesquisa e análise de centenas de fontes: cartográficas, iconográficas, arqueológicas e bibliográficas (manuscritas e impressas), tendo por base a Maqueta da Cidade do Museu da Cidade.
A partir de todos estes elementos, a SWD desenvolveu a modelação 3D, texturas e renders fotorealistas com interactividade a 360º, animações 3D com diversos percursos pela cidade de Lisboa, edição e pós-produção de vídeo, para além do design e programação de interface multimédia com vários níveis de informação sobre a cidade antes e pós terramoto de 1755.
Esta reconstituição virtual com 21 pontos notáveis inclui conteúdos sobre o Paço da Ribeira, Terreiro do Paço, Rossio, Rua Nova dos Ferros, Convento do Carmo, Palácio das Necessidades, entre outros, e estará patente ao público no final de Novembro, no Museu da Cidade, em Lisboa.
http://aeiou.expresso.pt/visite-a-cidade-de-lisboa-antes-do-terramoto-de-1755=f616199
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Créditos: Expresso Online
Sem crer
... e quando o dia cinzento só se comparar à solidão
... e quando a garganta colada for dor no coração...
morrerás afogado nas palavras não escutadas
e estarás só.... únicamente só, que nem nortada!!!
Restará apenas o alívio da indiferença ao teu partir...
Saudades, só as tem quem já não esquece
e só esquece, quem já não mais acredita!
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... e quando a garganta colada for dor no coração...
morrerás afogado nas palavras não escutadas
e estarás só.... únicamente só, que nem nortada!!!
Restará apenas o alívio da indiferença ao teu partir...
Saudades, só as tem quem já não esquece
e só esquece, quem já não mais acredita!
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
100thi
" Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres.
Se voltarem é porque as conquistei
Se não voltarem é porque nunca as tive . "
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Créditos: Bob Marley
Se voltarem é porque as conquistei
Se não voltarem é porque nunca as tive . "
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Créditos: Bob Marley
Certamente.....
Se me esqueceres, só uma coisa: esquece-me bem devagarinho...
"Mário Quintana"
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Créditos: Face IRazões
"Mário Quintana"
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Créditos: Face IRazões
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
O Meu Abrigo
"Olha pra mim
Deixa voar os sonhos
Deixa acalmar a tormenta
Senta-te um pouco aí
Olha pra mim
Fica no meu abrigo
Dorme no meu abraço
E conta comigo
Que eu estarei aqui
enquanto anoitece,
enquanto escurece
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei
sempre que te sentires só
Olha pra mim
Hoje não há batalhas
Hoje não há tristeza
deixa sair o sol
Olha pra mim
fica no meu abrigo
perde-te nos teus sonhos
e conta comigo
enquanto anoitece,
enquanto escurece,
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei sempre
que te sentires só
enquanto anoitece,
enquanto escurece
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei sempre
que te sentires só
eu estarei sempre
que te sentires só"
--------------------------------
Créditos: MV
Deixa voar os sonhos
Deixa acalmar a tormenta
Senta-te um pouco aí
Olha pra mim
Fica no meu abrigo
Dorme no meu abraço
E conta comigo
Que eu estarei aqui
enquanto anoitece,
enquanto escurece
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei
sempre que te sentires só
Olha pra mim
Hoje não há batalhas
Hoje não há tristeza
deixa sair o sol
Olha pra mim
fica no meu abrigo
perde-te nos teus sonhos
e conta comigo
enquanto anoitece,
enquanto escurece,
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei sempre
que te sentires só
enquanto anoitece,
enquanto escurece
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei sempre
que te sentires só
eu estarei sempre
que te sentires só"
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Créditos: MV
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Oportunidade ANGOLA
Aquando da celebração do 35º aniversário da independência de Angola, a revista Visão publica uma reportagem sobre o novo modelo de vida dos angolanos. Para alguns, um novo estilo de vida.
A cidade de Luanda é a capital de todo o mundo que tem o metro quadrado ao preço mais elevado; recentemente, em Lisboa, foi apresentado um novo espaço comercial, o Luana Park; uma percentagem da sua população consta do top mundial dos voos privados; chineses, brasileiros, espanhóis e italianos, todos querem investir em Angola.
Este é o cenário de alguns habitantes em Luanda. A reportagem de Alexandra Correia e Lucília Monteiro começa com fotografias de Luanda: nas primeiras, o luxo e o requinte dos condomínios privados, noutra o lixo do mercado do samba e o centro comercial dos pobres, o Roque Santeiro. Uma imagem que ilustra as assimetrias sociais que caracterizam Angola. No entanto, de acordo com “Luanda – a vida na cidade dos extremos” – o nome da reportagem da Visão - já existem indícios daquilo que poderá vir a ser uma classe média, embora um “litro de leite continua a custar 2,6 euros e beber um café deixa-nos três euros mais pobres”, contam as jornalistas.
Aqui, Angola ganha o pseudónimo de “país das contradições”. Por um lado, os musseques sobrelotados, com alguns e incertos milhares de pessoas, que até ao final de Agosto se abasteciam no Mercado do Roque Santeiro. Agora, o histórico espaço passou para Panguila, a 18km da cidade, onde estarão reunidas as condições de saneamento básicas que “irão afastar, finalmente, as moscas da carne”. Os momentos lúdicos para a classe baixa fazem-se com uma aparelhagem, “sardinhas e cerveja para o fim-de-semana”.
Por outro lado, a sul, as festas fazem-se com música do vivo no Miami Beach ou no Chill Out onde cada cliente paga 100euros para entrar. Os frequentadores destes clubes vivem em condomínios privados na Talatona “junto da praia, com arame farpado e guardas à porta” e fazem compras no Centro Comercial de Belas onde os preços são o triplo daqueles que são praticados em Portugal.
Num retrato de Luanda, a reportagem da Visão aborda – além das desigualdades sociais – as estreitas relações com a China, onde as jornalistas focam o caso da construção do Hospital Geral de Luanda que teve que ser evacuado depois de quatro anos porque estava prestes a ruir. Um assunto sensível mas também motivo de investigação é a corrupção, “a gasosa”, já que Angola faz parte dos 20 países mais corruptos de todo o mundo.
Na boca dos portugueses, Angola é neste momento “A terra das oportunidades”. Lá há demasiada coisa a passar-se em diferentes áreas: na construção, nas comunicações, nas artes, na música. O kuduro é banda sonora mundial, as cores quentes estão nas passerelles de tudo, o Mussulo é uma referência turística. Os estudantes angolanos que estão na diáspora só pensam no retorno. Ouvia-se há dias: “Para Angola já e em força”.
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Créditos: SapoNoticias-Eliana Silva
A cidade de Luanda é a capital de todo o mundo que tem o metro quadrado ao preço mais elevado; recentemente, em Lisboa, foi apresentado um novo espaço comercial, o Luana Park; uma percentagem da sua população consta do top mundial dos voos privados; chineses, brasileiros, espanhóis e italianos, todos querem investir em Angola.
Este é o cenário de alguns habitantes em Luanda. A reportagem de Alexandra Correia e Lucília Monteiro começa com fotografias de Luanda: nas primeiras, o luxo e o requinte dos condomínios privados, noutra o lixo do mercado do samba e o centro comercial dos pobres, o Roque Santeiro. Uma imagem que ilustra as assimetrias sociais que caracterizam Angola. No entanto, de acordo com “Luanda – a vida na cidade dos extremos” – o nome da reportagem da Visão - já existem indícios daquilo que poderá vir a ser uma classe média, embora um “litro de leite continua a custar 2,6 euros e beber um café deixa-nos três euros mais pobres”, contam as jornalistas.
Aqui, Angola ganha o pseudónimo de “país das contradições”. Por um lado, os musseques sobrelotados, com alguns e incertos milhares de pessoas, que até ao final de Agosto se abasteciam no Mercado do Roque Santeiro. Agora, o histórico espaço passou para Panguila, a 18km da cidade, onde estarão reunidas as condições de saneamento básicas que “irão afastar, finalmente, as moscas da carne”. Os momentos lúdicos para a classe baixa fazem-se com uma aparelhagem, “sardinhas e cerveja para o fim-de-semana”.
Por outro lado, a sul, as festas fazem-se com música do vivo no Miami Beach ou no Chill Out onde cada cliente paga 100euros para entrar. Os frequentadores destes clubes vivem em condomínios privados na Talatona “junto da praia, com arame farpado e guardas à porta” e fazem compras no Centro Comercial de Belas onde os preços são o triplo daqueles que são praticados em Portugal.
Num retrato de Luanda, a reportagem da Visão aborda – além das desigualdades sociais – as estreitas relações com a China, onde as jornalistas focam o caso da construção do Hospital Geral de Luanda que teve que ser evacuado depois de quatro anos porque estava prestes a ruir. Um assunto sensível mas também motivo de investigação é a corrupção, “a gasosa”, já que Angola faz parte dos 20 países mais corruptos de todo o mundo.
Na boca dos portugueses, Angola é neste momento “A terra das oportunidades”. Lá há demasiada coisa a passar-se em diferentes áreas: na construção, nas comunicações, nas artes, na música. O kuduro é banda sonora mundial, as cores quentes estão nas passerelles de tudo, o Mussulo é uma referência turística. Os estudantes angolanos que estão na diáspora só pensam no retorno. Ouvia-se há dias: “Para Angola já e em força”.
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Créditos: SapoNoticias-Eliana Silva
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ópio
Tu, vulto homem, que amor carregas...
Não protegas quem não entende a protecção..
Não te lapides, não te consumas....
A recompesa é e será a solidão...
Será e será sempre a incompreensão!!
Não te gastes em palavras mal ouvidas
Não te desgastes em síbalas, que soaram sempre ao que não dizes...
Tu, vulto homem.... que o não soubeste ser..
Rijo.... vil... cruel... insensível....
Marcavas no corpo a tua rudez.. mas eras Napoleão no apogeu
Em que o sabre, apeava qualquer cobardia....
Vulto homem.... não engrossaste a tua voz
Não foste fio de navalha criada na dor da forja
Que ela, agora, se apague no mais mudo silêncio
E sejas apenas vulto....
sem sombra d’ homem.
Não protegas quem não entende a protecção..
Não te lapides, não te consumas....
A recompesa é e será a solidão...
Será e será sempre a incompreensão!!
Não te gastes em palavras mal ouvidas
Não te desgastes em síbalas, que soaram sempre ao que não dizes...
Tu, vulto homem.... que o não soubeste ser..
Rijo.... vil... cruel... insensível....
Marcavas no corpo a tua rudez.. mas eras Napoleão no apogeu
Em que o sabre, apeava qualquer cobardia....
Vulto homem.... não engrossaste a tua voz
Não foste fio de navalha criada na dor da forja
Que ela, agora, se apague no mais mudo silêncio
E sejas apenas vulto....
sem sombra d’ homem.
domingo, 7 de novembro de 2010
Entretanto...
"Dá-me um abraço
Dá-me um abraço que seja forte
E me conforte a cada canto
Não digas nada que o nada é tanto
E eu não me importo
Dá-me um abraço fica por perto
Neste aperto tão pouco espaço
Não quero mais nada, só o silêncio
Do teu abraço
Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
E estando longe, estive tão perto
Do teu abraço
Dá-me um abraço que me desperte
E me aperte sem me apertar
Que eu já estou perto abre os teus braços
Quando eu chegar
É nesse abraço que eu descanso
Esse espaço que me sossega
E quando possas dá-me outro abraço
Só um não chega"
http://www.youtube.com/watch?v=uxBEy61xN-A
--------------------------
Créditos: Mail ET/Miguel Gameiro
Dá-me um abraço que seja forte
E me conforte a cada canto
Não digas nada que o nada é tanto
E eu não me importo
Dá-me um abraço fica por perto
Neste aperto tão pouco espaço
Não quero mais nada, só o silêncio
Do teu abraço
Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
E estando longe, estive tão perto
Do teu abraço
Dá-me um abraço que me desperte
E me aperte sem me apertar
Que eu já estou perto abre os teus braços
Quando eu chegar
É nesse abraço que eu descanso
Esse espaço que me sossega
E quando possas dá-me outro abraço
Só um não chega"
http://www.youtube.com/watch?v=uxBEy61xN-A
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Créditos: Mail ET/Miguel Gameiro
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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