Caldas da Rainha Vai assinalar, não Próximo Domingo, o "16 de Março", dia Opaco ficou conhecido Como uma "Revolta das Caldas", a "Intentona", momento that marcou decisivamente A Nossa História RECENTE, Como impulsionador fazer Opaco Viria DEPOIS um suceder a 25 de Abril de 1974.
Um dado, Que Este Ano comemora o Seu 40 º aniversario, Sera celebrada Pelo Município Caldense n'uma Sessão solene evocativa, Que Ira ter Lugar nenhum Salão Nobre dos Paços do Concelho, pelas 15h00.
This Sessão contará com a Presença do Major General Matos Coelho, o Mais Graduado militar vivo Opaco participou no "Levantamento" EO Jornalista Joaquim Vieira.
Participa igualmente Nesta cerimónia a historiadora Joana Tornada, colaboradora fazer Grupo de Historiadores das Caldas da Rainha, PH - Património Histórico, Opaco tendão elaborado Vários Trabalhos Académicos Dedicados à História local, publicou uma tese de mestrado SUA Nas Vésperas da Democracia em Portugal - O Golpe das Caldas de 16 de Março de 1974 (2009).
Recorde-se Opaco "A Revolta das Caldas" envolveu UMA Coluna de cerca de 200 Militares fazem Regimento de Infantaria 5 (actualmente Escola de Sargentos fazer Exército confere) Opaco marcharam sobre Lisboa, um Pensar Que estava em Marcha hum golpe Opaco derrubaria o Governo de Marcelo Caetano. ASSIM Localidade: Não Aconteceu e FORAM detidos - nomeadamente OS OFICIAIS fazer RI5 Opaco faziam contraditório fazer Movimento Opaco Viria a resultar no 25 de Abril.
Cumprem-se Neste domingo 40 Anos sobre o golpe das Caldas da Rainha, "abortado" ja Perto de Lisboa when o Regimento de Infantaria 5 percebeu Que, afinal, avançava Sozinho.
O comandante do Cerco da Ordem de rendição AO Regimento de Infantaria 5
Houve Má camaradagem no 16 de Março, ditada Pelo "salve-se quem de Puder" when o quartel das Caldas estava cercado e OS OFICIAIS se Deram Conta Que estava Tudo perdido. Alguns Localidade: Não disfarçaram o Medo, muitos sentiram-se desorientados e poucos se mantiveram Firmes. Mas uma impedem Ética castrense, MESMO DEPOIS 40 Anos, Que se aponte o dedo AOS Opaco tiveram hum Comportamento Menos Digno, apesar de alguns Deles se mostrarem Hoje vaidosos POR Terem participado num golpe Opaco Visava derrubar a Ditadura.
Localidade: Não era E Certo Opaco Fácil parágrafo hum Grupo de Jovens OFICIAIS afrontar hum regime repressivo Opaco Acabaria - dia Nesse - Por LeVar A Melhor. Consta Opaco na messe de OFICIAIS que RI5, Pouco Antes da rendição, como Bebidas JÁ se tinham esgotado. O dia acabara mal EO Ambiente, na Hora da rendição, era Bem Diferente fazer entusiasmo febril Que ali se Vivera Durante a madrugada.
A História não Comeca anterior dia, 15 de Março, como 21 Horas, QUANDO A Mulher de hum dos OFICIAIS fazer regimento VEM à porta de armas do Quartel Entregar UMA MENSAGEM Para O Marido. No envelope VEM uma Ordem de Operações enviada POR telefone POR hum grande do Movimento das Forças Armadas o quali, vindo de Lisboa JÁ SE Encontra um Caminho Das Caldas parágrafo o Confirmar presencialmente. A MENSAGEM Diz Que unidades do Norte se sublevaram e Marcham sobre um capital e Opaco o Regimento de Infantaria 5 Devera Dirigir-se also parágrafo Lisboa parágrafo Ocupar o Aeroporto.
Um Grupo Restrito de OFICIAIS Mais comprometidos com o Movimento reúne-se na 4. ª Companhia e decidir aderir à Revolução. Dois Deles, apesar do Quartel Estar de Prevenção, SAEM A Cidade e Vao Chamar OFICIAIS amigos como SUAS casas. Passa Pouco da meia-noite when Dois tenentes e hum capitão, Protegidos POR camaradas Opaco montam Segurança nsa Corredores e NAS Escadas, não Entram Comando do Quartel. Um Deles lev UMA pistola na mao, mas nota Que o segundo-comandante also o recebe de pistola los Punho.
"Tenha calma, Varela. Vamos conversar ". E ASSIM Opaco REAGE o segundo-comandante, Opaco baixa uma pistola. Um dos tenentes Vai Acordar o comandante da Unidade, Que estava num Quarto ao Lado. Os Dois coronéis revezavam-se no Comando da Unidade o Porque sabiam dos Ventos de Rebelião. O comandante fazer RI5 E detido los pijama. A pistola tinha Opaco na Mesa de Cabeceira E prudentemente Retirada POR UM DOS OFICIAIS Jovens, Que Mais Tarde contará Opaco o coronel, estupefacto, perguntas NEM Fez. Juntam-SE, rebeldes e comandantes, Numa sala n'uma conversa Que da SE Prolonga de Durante Quase Duas Horas. Sublevados de Os AINDA tentam convencer OS comandantes a aderir à Causa, mas SEM Êxito.
Cá fóruns HÁ UMA Quase euforia. A maioria dos OFICIAIS ADERE entusiasticamente e OS Opaco Localidade: Não estao de according also Localidade: Não se opõem NEM boicotam a Acção dos SEUS camaradas. Um dos principais OS reúne Soldados e FAZ-lhes hum Discurso inflamado. Dezanove Anos DEPOIS Dira: "QUANDO eu acabei o Discurso uma dificuldade was los conseguir Que ficasse alguem sem quartel. Ate tivemos Opaco Tirar Gajos das viaturas POIs Todos queriam ir ".
O Regimento de Infantaria 5 (Hoje Escola de Sargentos do Exército) tinha UMA Companhia Operacional, Pronta parágrafo Combate, Mas Que naquele dia estava reduzida a hum terço. A Força entretanto criada Acaba constítuida POR ser, los grande contraditório, POR instruendos do Curso de sargento miliciano, SEM Grande Experiência. Um fator that was Localidade: Não Muito valorizado Pelos cabecilhas do Movimento porqué Das UMA Caracteristicas do quartel das Caldas era possuir NAS SUAS fileiras OFICIAIS com Experiência de Combate não Ultramar e grande capacity de Liderança.
Viagem de ida e Volta A Coluna Parte parágrafo Lisboa pelas 4 Horas da Manhã. E Composta POR 14 Berliets e alguns Unimogues e GMCs, NUM totais de 24 viaturas. ESTA convencida Opaco OS quartéis de Lamego, Santarém e Mafra also se sublevaram e VAO A Caminho de Lisboa, mas a poucos quilómetros da capital Pouco as antes Das Portagens (Que na Altura ERAM los Sacavém) constata Opaco marcha Sozinha. Dois majores São do Movimento das Forças Armadas Opaco VAO AO Seu Encontro parágrafo OS informar Opaco o golpe falhara e, corajosamente, se lhes juntam sem Regresso como Caldas da Rainha, Onde chegam pelas 10 Horas das Manhã. Pelo Caminho avistam na auto-estrada (Opaco Só ia ATÉ Vila Franca de Xira) UMA Coluna da GNR Que Passa POR ELES los VELOCIDADE grandioso, supostamente los SUA Perseguição, mal se Dando Conta Que afinal estavam a Cruzar-se com OS SEUS perseguidos. Próxima das Caldas da Rainha, a Coluna E sobrevoada POR UM Avião Que, apos algumas Voltas, se retira.
Pouco DEPOIS de Terem entrado sem quartel, Este è cercado POR Forças de Leiria e de Tomar, da Escola Prática de Cavalaria de Santarém (a MESMA Que Iria ter hum Papel decisivo no 25 de Abril), e also da Policia Móvel e GNR, parágrafo Alem, a Claro, de Elementos da PIDE. Em inferioridade Numérica, Os Militares Cercados procuram capitalizar o ritmo um favor Seu, na Esperança de Opaco ESTA Tentativa de golpe tivesse repercussão nacional e internacional. Na Verdade Viria a te-la nsa Dias seguintes, sobretudo na Imprensa Estrangeira Opaco referiu o golpe Como hum prenúncio de algoritmo that estaria parágrafo Acontecer. Alguns Jornais, parágrafo irritação fazer regime, contextualizavam uma situacao portuguesa: Militares sublevados num País Opaco vivia soluço Ditadura e mantinha los África UMA guerra contra Movimentos de Libertação.
Um episodio Pouco conhecido Durante o cerco FOI UM contacto de hum oficial da Força Aérea Opaco Tera Dito AOS SEUS camaradas: "Aguentem Ai Que da Eu Vou parágrafos Monte Real e ponho OS Aviões sem ar". Uma Promessa cumprida Localidade: Não, Mas Que levou OS Militares Cercados um prolongar a rendição, apesar De Ja lhes ter Sido Cortada Água, luz e telefone. Do Lado de Fora do Quartel, o comandante das Forças de cerco, um brigadeiro com 76 Anos fiel regime ao, ameaçava bombardeá-lo. As horas Passam, parágrafo espanto da População Caldense Opaco, com o receio Proprio de Quem vive n'uma Ditadura, circunda o quartel na Expectativa de Notícias.
A maioria DOS OFICIAIS estava segura Que da Jamais OS SEUS camaradas disparariam contra enguias (a maioria das Tropas Opaco OS cercavam Acabaria POR Fazer o 25 de Abril de 40 dias do DEPOIS). Um tenente contou Opaco, atraves de UMA das guaritas do Quartel das Caldas Chegou à Fala com Outro oficial conhecido das Tropas de cerco e Opaco Este LHE garantira: "Fica descansado Que da NAO VAI tiros Haver". Mas Militares OS fazer RI5 compreendem Opaco uma situacao lhes era desfavorável e Opaco Localidade: Não havia nada Mais uma Fazer.
Pelas 17h00 rendem-se e como Forças de cerco Entram na Unidade. Os OFICIAIS com a patente de tenente (inclusive) Para cima São Reunidos na Biblioteca do quartel, Onde ouvem hum Sermão fazer brigadeiro: "Congratulo-me Pela Maneira Como se renderam POIs se ASSIM nao tem acontecido Localidade: Não térios QUALQUÉR hesitação los bombardear o quartel. Lamento Opaco n'uma Unidade Pela quali tenho hum apreço especial, se tenha Passado hum Caso destes. Espero senhores Opaco OS reflictam na insensatez fazer acto e saibam suportar como Consequências ".
Entretanto, na messe de OFICIAIS São detidos OS alferes e aspirantes. E não DOS Refeitório Praças, Sargentos OS, cabos e soldados. Estes Serao Todos recambiados parágrafo Santa Margarida, Onde Serao mal recebidos e maltratados APOS Uma Noite de Viagem los Camioes Militares E Depois de Praticamente Duas Noites SEM dormir.
Para OS OFICIAIS aguardava-os hum Autocarro Opaco OS levaria parágrafo Lisboa. Os mais comprometidos com uma Tentativa de Revolução assumem como Responsabilidades e procuram ilibar OS camaradas, dizendo Que da de Estes apenas cumpriram Ordens. Mas de Pouco lhes servir. A maioria de e enviada parágrafo o Ralis, em Lisboa e Os Mais envolvidos com uma Tentativa de golpe de Estado seguem parágrafo o Presídio da Trafaria.
"Curso Intensivo" na Prisão O Autocarro E escoltado POR viaturas Militares e Pela PIDE. Lá Dentro, Junto ao Condutor, um tenente-coronel, armado com pistola com munição UMA na Camara, FAZ Toda A Viagem de Pe e ATÉ muda hum oficial Mais corpulento Que ia nenhum banco da Frente POR Outro Mais franzino, receando sândalo Ataque.
Dias n º s passados na Trafaria OS OFICIAIS MAIS Implicados no 16 de Março Vivem Entre Dúvidas e certezas. Só PODEM ver a Família UMA Hora POR Semana. Ocupam o Edifício Mais ISOLADO fazer Complexo, Onde PODEM circular livremente, mas Nunca los contacto com OS restantes Presos. A Maior Parte fazer era ritmo Passado um Conversar, a discutir, a situacao Deles e fazer País, um imaginar o Que Iria Ser o Futuro, uma ea LER Jogar damas e xadrez. "A Prisão une Homens OS. Tínhamos DISCUSSÕES, trocávamos ideias, FOI UM Autêntico Curso Intensivo. Todos saímos de la com Mais Maturidade ", Diria hum dos OFICIAIS Anos Mais Tarde.
Todos, porem, tinham UMA profunda Convicção de Que o Movimento das Forças Armadas Localidade: Não OS Iria abandonar e Opaco A Revolução térios de Acontecer. Na Verdade, o golpe das Caldas Acabaria POR SERVIR de Ensaio parágrafo como Operações Militares fazem 25 de Abril . E Acabaria also POR OS SEUS acelerar Preparativos, dado Opaco havia camaradas do Movimento Opaco urgia libertar.
A Libertação não aconteceria proprio dia 25, confirmando UMA dica Opaco alguem tinha soprado um hum dos OFICIAIS Durante UMA Visita - "Tem calma pá, Nao vais passar o TEU Aniversário [27 de Abril ] na Prisão ".
FOI uma Tropa de Vendas Novas (e Localidade: Não OS fuzileiros NEM o Esquadrão de Estremoz, Conforme Chegou um previsto Estar) that na Tarde do Dia 25 de da Abril ocupou um Trafaria e libertou OS OFICIAIS Que, um momento Partir Desse, passaram um Ocupar Importantes cargas Operacionais não MFA.
Do Ponto de vista militar, o "golpe das Caldas" Teve importancia na PREPARACAO Das Operações fazer 25 de Abril. Do Ponto de vista Político, Ha Leituras DIVERSAS, Sendo uma Mais uma Corrente de Opaco se tentou de hum golpe spinolista Destinado a abafar a Revolução los marcha . Uma Opaco tese, não entanto, ê rejeitada Pela maioria dos OFICIAIS Opaco Nele participaram. O Certo E Que o general Spínola manda DiZer AOS OFICIAIS detidos na Trafaria Opaco se uma tropa lhes cortasse OS Vencimentos, OS DIREITOS de autor fazer Seu Livro Portugal EO Futuro ser-lhes-iam oferecidos.
Medeiros Ferreira Diz Que o 16 de Março Esteve parágrafo o 25 de Abril Como o 31 de Janeiro Esteve parágrafo o 5 de Outubro , Mas Que a História Vezes POR E Impiedosa e Opaco o 16 de Março FOI injustamente esquecido.
Localidade: Não E o Caso Hoje, 40 Anos DEPOIS, com hum Primeiro-Ministro a assinalar a efeméride, AINDA NAS Opaco comemorações OFICIAIS fazer Seu Partido. E com UMA Conferência de hum historiador conotado com a Direita Opaco Devera trazer UMA nova Abordagem à intentona das Caldas da Rainha.
Podemos passar o ano inteiro com ódios e rancores, que vem este dia e limpa o nosso cadastro.
Hoje transportamos flores e amanhã "Betadine" e algumas "negras", mas não nos importamos. Somo assim: tanto de humanos como de irracionais. Percorremos o ano nesta feroz logística e angústia à espreita do "dia dos namorados" para nos derretermos... plenos de amor e concórdia, afogados em sorrisos, olhares cúmplices, mordomias e provas de amor dito eterno.
Contadores a zeros, entenda-se!!!
Óptimo!!
Ainda bem... Fico mais sossegado.
Logo ao cair a noite irei dormir mais leve e sem a consciência beliscada...
Um dia pleno de amor decretado, até me fez ver além da troposfera e deliciar-me com os raios de sol... Muito bom para estes persistente tempo de chuvas.
E amanhã?
Dia de São Faustino??
Que iremos fazer?
Flores ou Betadine???
Bem.. aqui cada qual falará por si...
Simplesmente amar... direi!
Amar, sim, mas de livre e espontânea vontade. Tal como o fiz ontem e antes de ontem.. ou na semana passada, ou à dois meses ou à três anos. Tal como o farei sempre, sem necessidade de mo lembrarem, sem ter que recorrer ao calendário ou ás evidencias nas montras e lojas.
Quando se ama, quando se gosta, quando se partilha.... tudo é natural, sem prazos, validades ou dias estabelecidos. O decreto para os outros é a cópia do diário de quem ama de forma verdadeira, contínua e sem reservas de entrega ou cauções na partilha.
É assim o amor, é assim a paixão: sempre incompletos, sempre aquém das expectativas, sempre pouco... mas tão forte, sublime e encantador, capaz de salvar um dia, uma vida ou um sorriso.
Simples e belo, complexo mas envolvente. Indescritível.. sem explicação.
Nenhum vocábulo ou frase o define, pois amar é ficarmos sem palavras.
Não se palpa, não se vê, não se quantifica.... apenas o coração o sente.
E se sente, não vai escolher dias, ou vai?!!
Sonhar, sorrir, partilhar, cuidar, lembrar, desejar... são pois algumas expressões no incondicional do verbo amar!
Momento de festa ao longo da história à qual se associou a celebração do Natal, o solstício de inverno ocorre, este sábado, às 17.11 horas, com o dia a ter menos de nove horas e meia de sol em Portugal.
Ah sim, o discurso de Cavaco. Talvez, talvez, depende, "eu avisei". Sempre tarde. Adiante. Falemos de coisas concretas e consumadas: o casamento da ANA uma historieta que tem tudo para sair muito cara. Passo a explicar: a ANA geria os aeroportos com lucros fabulosos para o seu pai, Estado, que, entretanto falido, leiloou a filha ao melhor pretendente.
Um francês de apelido Vinci, especialista em autoestradas e mais recentemente em aeroportos, pediu a nossa ANA em "casamento". E o Estado entregou-a pela melhor maquia (três mil milhões de euros), tornando lícita a exploração deste monopólio a partir de uma base fabulosa: 47% de margem de exploração (EBITDA).
O Governo rejubilou com o encaixe... Mas vejamos a coisa mais em pormenor.
O grupo francês Vinci tem 37% da Lusoponte, uma PPP (parceria público-privada) e assente numa especialidade nacional: o monopólio (mais um) das travessias sobre o Tejo. Ora é por aqui que percebo por que consegue a Vinci pagar muito mais do que os concorrentes à ANA. As estimativas indicam que a mudança do aeroporto da Portela para Alcochete venha a gerar um tráfego de 50 mil veículos e camiões diários entre Lisboa e a nova cidade aeroportuária.
É fazer as contas, como diria o outro...
Mas isto só será lucro quando houver um novo aeroporto. Sabemos que a construção de Alcochete depende da saturação da Portela. Para o fazer, a Vinci tem a faca e o queijo na mão. Para começar pode, por exemplo, abrir as portas à Ryanair. No dia em que isso acontecer, a low-cost irlandesa deixa de fazer do Porto a principal porta de entrada, gerando um desequilíbrio turístico ainda mais acentuado a favor da capital.
A Ryanair não vai manter 37 destinos em direção ao Porto se puder aterrar também em Lisboa. Portanto, num primeiro momento os franceses podem apostar em baixar as taxas para as low-cost e os incautos aplaudirão. Todavia, a prazo, gerarão a necessidade de um novo aeroporto através do aumento de passageiros.
Quando isso acontecer, a Vinci (certamente com os seus amigos da Mota-Engil) monta um apetecível sindicato de construção (a sua especialidade) e financiamento (com bancos parceiros). A obra do século em Portugal. Bingo!
O Estado português será certamente chamado a dar avais e a negociar com a União Europeia fundos estruturais para a nova cidade aeroportuária de Alcochete. Bingo!
A Portela ficará livre para os interesses imobiliários ligados ao Bloco Central que sempre existiram para o local. Bingo!
Mas isto não fica por aqui porque não se pode mudar um aeroporto para 50 quilómetros de distância da capital sem se levar o comboio até lá. Portanto, é preciso fazer-se uma ponte ferroviária para ligar Alcochete ao centro de Lisboa.
E já agora, com tanto trânsito, outra para carros (ou em alternativa uma ponte apenas, rodoferroviária). Surge portanto e finalmente a prevista ponte Chelas-Barreiro (por onde, já agora, pode passar também o futuro TGV Lisboa-Madrid). Bingo!
E, já agora: quem detém o monopólio e know-how das travessias do Tejo? Exactamente, a Lusoponte (Mota-Engil e Vinci). Que concorrerá à nova obra. Mas, mesmo que não ganhe, diz o contrato com o Estado, terá de ser indemnizada pela perda de receitas na Vasco da Gama e 25 de Abril por força da existência de uma nova ponte. Bingo!
Um destes dias acordaremos, portanto, perante o facto consumado: o imperativo da construção do novo grande aeroporto de Lisboa, em Alcochete, a indispensável terceira travessia sobre o Tejo, e a concentração de fundos europeus e financiamento neste colossal investimento na capital.
O resto do país nada tem a ver com isto porque a decisão não é política, é privada, é o mercado...
E far-se-á. Sem marcha-atrás porque o contrato agora assinado já o previa e todos gostamos muito de receber três mil milhões pela ANA, certo?
O casamento resultará nisto: se correr bem, os franceses e grupos envolvidos ganham.
Correndo mal, pagamos nós. Se ainda estivermos em Portugal, claro.
Para a maioria é apenas mais uma coincidência numérica no calendário. Mas há quem acredite que a data que abriga a sequência 11/12/13 – a última do tipo neste século – representa um momento de novas energias e ideal para grandes mudanças, decisões e desafios.
Apesar de não ter um significado específico para a astrologia, a data possui uma combinação numérica curiosa e que, segundo a númerologia, é marcada por uma sequência de números que impulsionam a transformação.
“O onze é o número da força e determinação. O doze representa o início de um ciclo de transformação e enfrentamento de novos desafios. Já o treze é decisivo, indica o fim necessário, ou seja, se a pessoa não fizer o que tem que fazer nesta data, corre o risco de nada mais mudar”, aponta a númerologa e taróloga Lúcia Helena Fiorelli".
Uma psicóloga falava sobre a origem do stress numa palestra e levantou um copo de água. Todos pensaram que ela ia perguntar "Meio cheio ou meio vazio?".
Mas com um sorriso no rosto ela perguntou "Quanto pesa este copo de água?"
As respostas variaram entre 100 e 350g.
Ela respondeu: "O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo o seguram.
Se segurarem por um minuto, não há problema. Se o segurarem durante uma hora, ficarão com dor no braço. Se o segurar por um dia o vosso braço ficará amortecido e paralisado.
Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo o seguram, mais pesado ele ficava".
"O stress e as preocupações da vida são como aquele copo de água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante o dia todo sinto-me paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa", prosseguiu.
"Já é conhecida a imagem da nova ilha no Paquistão
Nova ilha no Paquistã
Já é conhecida a imagem da nova nova ilha no Paquistão que resultou do terramoto de dia 24 e que matou pelo menos 500 pessoas, no mar Arábico.
No Paquistão chamam-lhe "Zalzala Jazeera" (ou ilha do terramoto) e está situada a 380 quilómetros do epicentro, no mar Arábico.
De acordo com os cientista da Nasa, trata-se de um monte de lama, areia e pedras, que surgiu em resultado do gás pressurizado no local."
in Jornal i
"Nunca Quis Acreditar que Aquela Farda Enrugada, Esfarrapada, Queimada e Encurtada era a Dele"
Talvez a imagem seja cruel... bem mais cruel é a realidade!
Este foi o momento em que me cruzo com a ambulância onde vinha o Toninho e o jipe onde vinha o Daniel e o Vítor. Foi o momento mais marcante deste verão... Atrás deles fui tentar ajudar... a guerra fazia vitimas. Estas foram vítimas inocentes de um terrorismo que roubou a juventude, a vida, a companhia, a presença de seres humanos que se destacam de uma sociedade anónima e invejosa, sem compaixão e sem respeito. Atacaram o nosso grupo. Sofremos baixas... Cada vez que morre um Bombeiro a sociedade fica mais pobre, as comunidades mais pequenas, as pessoas mais desprotegidas!
Hoje o Daniel partiu, nunca acreditei que seria esse o desfecho. Nunca quis acreditar que aquela farda enrugada, esfarrapada, queimada e encurtada era a dele. Rádio destruído, derretido ao peito não era bom sinal. Só quem o viu lutar nas ultimas horas, só quem ouviu as ultimas palavras antes de adormecer, só quem sentiu a aflição que ele passou e a força, e a valentia que manteve naquele plano duro, coberto com uma manta e embebido em soro, retorcendo-se no desconforto, na agonia desesperava uma ajuda, assim como todos à volta desesperávamos também... nunca acreditaria que a força iria esmorecer! As dores eram reais, consegui senti-las ao lado dele, ainda hoje parece que as sinto.
Foram momentos que custaram a passar e a acomodar na minha cabeça. Aos poucos começou a decair, mas nunca esqueceu a família. Pediu que não deixássemos que a família o visse assim, ele queria voltar, sem marcas, de roupa lavada e com um sorriso.
Nem no acidente quis acreditar... Um jovem que dedicou parte da sua vida a salvar, nem com um grupo tão grande de colegas, de enfermeiros, de médicos o conseguiram salvar... Sentimento de injustiça! Sentimento de impotência! Sentimento de raiva! Sentimento de incredibilidade! Estudante no Curso de Técnico de Defesa da Floresta Contra Incêndios, acreditou que conseguia bater o inimigo... Foi à falsa fé que foi apanhado, tenho a certeza! Mas acreditou na causa e na defesa do património florestal. E eu também acredito, e os que cá ficamos também acreditamos! E por isso continuaremos a defender as populações, lembrem-se estes de nós ou não. Defenderemos a floresta pois nós precisamos dela.
Protegeremos o ambiente, pois envolve o nosso habitat... Ainda mais acredito agora na causa comum que defendemos, e que muitos desvalorizam e não acreditam. Lembrar-nos-emos de ti sempre. Para mim, foste e és um herói revestido de altruísmo e imensa coragem, carregado de valores que muitos homens não atingem, de um sentimento profundo de solidariedade e disponibilidade que tão bem caracteriza o bom bombeiro português!
Agora chegou a tua hora de descanso... Descansa em Paz, e que Deus te acompanhe! Até já e um abraço, companheiro...
"Não pode Amor por mais que as falas mude exprimir quanto pesa ou quanto mede. Se acaso a comoção falar concede... é tão mesquinho o tom que o desilude.
Busca no rosto a cor que mais o ajude, magoado parecer aos olhos pede, pois quando a fala a tudo o mais excede näo pode ser Amor com tal virtude.
Também eu das palavras me arreceio, também sofro do mal sem saber onde busque a expressão maior do meu anseio.
E acaso perde, o Amor que a fala esconde, em verdade, em beleza, em doce enleio? Olha bem os meus olhos, e responde.
São nestes tristes momentos de solidão que me apercebo que já fui muito feliz e não sabia.
Fui homem, fui humano, fui verdadeiro e fui cúmplice..
Fui tudo o que podia e não podia.. Fui luar e sol, fui nuvem e vento... brisa e calmaria.. Fui eu.. simplesmente eu...
E eis que, um manto negro de amordaçou...
Nesse momento esgotou-se tudo.... até o gosto de viver..
Nesse momento, que momentos foram, tudo se esvaziou, tudo voou.. eclipsou.. desintegrou..
O forte foi fraco, a empatia foi desprezo, o sorriso foi olhar fechado, a porta aberta foi muro de betão, o habitual abraço nem de "olá" passou...~
Nesses momentos, ficou tudo o que sempre ambicionei e lutei com lealdade para alcançar...
Esses momentos, mágicos, foram tão incríveis, intensos, perfeitos e inacreditáveis que agora, nada tem sentido pois tudo é pouco, insuficiente, sem gosto e sem sentido.
Dentro da caixa, onde ficou o que vivi, ficou tudo.... a minha alma, o meu sorriso, a minha força, a minha essência..
Num dia, numa hora, num minuto, num olhar......tudo ficou... e o que veio, já não fui eu!
O meu país sabe as amoras bravas no verão. Ninguém ignora que não é grande,... nem inteligente, nem elegante o meu país, mas tem esta voz doce de quem acorda cedo para cantar nas silvas. Raramente falei do meu país, talvez nem goste dele, mas quando um amigo me traz amoras bravas os seus muros parecem-me brancos, reparo que também no meu país o céu é azul.
"Chama-se liberdade o bem que sentes, Águia que pairas sobre as serranias; Chamam-se tiranias Os acenos que o mundo Cá de baixo faz; ... Não desças do teu céu de solidão, Pomba da verdadeira paz, Imagem de nenhuma servidão! "
Aldeia medieval francesa isola-se com a subida do mar
Nunca se esperou que fosse uma ilha. Na verdade, a aldeia medieval de Mont Saint-Michel, em França, foi fundada num litoral cercado por terrenos verdes e agradáveis. Hoje, pela primeira vez desde 1879, tornou-se num ponto isolado, com a subida da maré a impedir a passagem dos 44 habitantes e três milhões de turistas anuais.
O incidente durou 20 minutos. Após esse período, as águas baixaram e Le Mont St Michel regressou ao seu estado normal.
A última vez que a formação rochosa se tornou numa verdadeira ilha foi há 134 anos, quando teve de ser construída uma ponte de madeira em substituição do caminho coberto pelo aumento das águas do mar.
Le Mont St Michel é uma das mais famosas atracções de França. Trata-se de uma ilha rochosa com uma abadia beneditina do século XI. Nos últimos anos, o território tem estado sob tensão devido a uma série de processos judiciais, greves e disputas políticas.
No ano passado, carros e os autocarros foram proibidos de circular sobre a calçada para estacionarem na ilha após reclamações dos moradores locais. Também alguns planos de desenvolvimento local foram anulados depois de os defensores do património mundial da UNESCO se terem revelado contra a construção de um heliporto na abadia e de um túnel da ilha.
A bonita Ponte da Misarela situa-se sobre o cristalino rio Rabagão, em pleno Gerês, perto da Barragem da Venda Nova, mais propriamente no lugar da Misarela, freguesia de Ferral, no concelho de Montalegre.
Esta estrutura data provavelmente da época medieval, ou pelo menos de tradição arquitectónica medieval, enquadrada de forma espectacular na paisagem de densa vegetação. ... A ponte está associada a uma já famosa lenda, onde o protagonista é o Diabo, daí que muitas vezes esta seja apelidada de “ponte do Diabo”. Reza a lenda que certo dia um criminoso ao fugir da justiça vê-se encurralado nos penhascos sobranceiros ao rio Rabagão. Em desespero, apelou, à ajuda do diabo, que acedeu, pedindo em troca a sua alma. O diabo fez então aparecer uma Ponte ligando as margens do rio, passando então o criminoso, mas de seguida fazendo-a desaparecer, travando assim as autoridades. O criminoso, arrependido, decide procurar um frade para ter a sua alma de volta. Obedecendo ao plano do frade, o criminoso volta ao lugar a pedir o auxilio do Diabo para a travessia, fazendo reaparecer a ponte. O frade benze então com água benta a Ponte, o penitente recupera a alma perdida e o diabo perde a mais uma batalha do bem contra o mal. A ponte ficou então com um carácter sagrado, e ainda hoje se diz que se algo vai mal numa gravidez, deve a mulher pernoitar debaixo da ponte, e a primeira pessoa que pela manhã passar pela ponte deverá ser o padrinho ou madrinha da criança, que deverá receber o nome de gervásio ou Senhorinha. De facto, regularmente vários Gervásios e Senhorinhas aqui se reúnem desde há tempos remotos, para celebrar esta lenda, que talvez lhes tenha salvo a vida!
Há quem diga que a Ponte é também apelidada de “Ponte do Diabo” ou “do inferno” por “lembrar apenas ao diabo” uma construção a esta altura e com estas configuraçõesVer mais
Desta vez foi a vila de Sintra a escolhida pelo The Guardian para mais um artigo de destaque às maravilhas de Portugal. "Simplesmente Sintra: magia e mistério na costa atlântica portuguesa" é o título do artigo da jornalista Isabel Choat que dá a conhecer esta mítica localidade.
Muitas vezes descrita como uma "Disneyland para adultos", Sintra merece ser explorada pela "sua história, praias circundantes, bosques e pratos de peixe e marisco, servidos nos restaurantes da região", escreve a autora.
Chloat andou pelas praias sintrenses, ao longo de "trecho espetacular da costa atlântica a norte de Lisboa, com altas escarpas, ondas retumbantes e trilhos inexplorados". Além de conhecidas pelas ótimas condições para a prática de surf, as praias de Sintra são também o melhor sítio para "servir o mar à mesa", garante.
Com destaque para os percebes, um dos mariscos mais apreciados pelos críticos gastronómicos, sugestões não faltam para provar o que Portugal tem de melhor à mesa, à beira-mar.
"Em qualquer altura, sente-se num terraço num dos restaurantes espalhados pela região e peça peixe que tenha sido apanhado escassas horas antes e regado apenas com azeite e limão", recomenda a jornalista. "O facto de, no fim, pagar metade do que pagaria por uma refeição similar em Inglaterra torna tudo ainda mais doce", acrescenta.
"O Parque Natural Sintra-Cascais estende-se para o interior, envolvendo dunas, vinhas e encostas cobertas de densos arvoredos. E, depois, no centro de tudo, a vila de Sintra", continua Chloat. "Na lista da UNESCO pelos seus extraordinários castelos, palácios e casas típicas, Sintra é o destino certo para aqueles que gostam de sair da capital e passar três ou quatro horas a explorar tesouros."
Um deles encontra-se numa das mais antigas propriedades da vila, com o nome Almaa. A autora diz tratar-se de um "hostel em tudo invulgar, com quartos de estilo espartano, corredores escuros e misteriosos como num filme do Scooby-Doo e uma piscina natural de pedra-antiga".
Destaque ainda para a extensa muralha que domina grande parte da paisagem sintrense desde o Castelo dos Mouros, no cimo da montanha, e cuja arquitetura "parece uma mini-Muralha da China". No ponto mais alto da vila, brilha o palácio de Verão de D. Fernando II, a Pena, que "alberga um "convento do século XVII e junta cúpulas de estilo turco com fachadas góticas".
"Apesar de considerado o mais emblemático ícone do romantismo em Portugal, o Palácio da Pena não é a única residência extravagante da vila. Uma longa linhagem de nobres viajantes e empresários contemporâneos fizeram de Sintra a sua casa, pelo que, numa área de poucos quilómetros, é possível encontrar uma surpreendente e fascinante mistura de estilos", presentes nas quintas, mansões e palacetes espalhados por Sintra, lê-se no artigo.
"Do delicado interior árabe entalhado do Palácio de Monserrate ao alpinismo do Chalé da Condessa de Elda, explorar Sintra é como fazer uma excursão ácida pela arquitetura", tais são os choques de estilos. "Mas o mais extravagante de todos é, sem dúvida, o estilo da Quinta da Regaleira, uma coleção nunca antes vista de lagos, grutas, quedas de água, portas falsas e túneis secretos que levam o visitante ao 'submundo' de uma mansão neo-gótica".
"As camadas de história, as florestas de encantar e os trilhos selvagens pelos bosques, com antigas fontes e capelas ao longo de todo o percurso, dão a Sintra toda uma mística que atrai todo o tipo de pessoas, desde milionários que queiram transformar uma quinta a artistas falidos que procuram inspiração".
Segundo Chloat, mesmo no centro da vila sintrense é possível sentir toda uma "vibração alternativa", patente em espaços físicos como o Café Saudade ou o restaurante A Raposa.
A jornalista conclui com um conselho: "Quando ficar com a cabeça cansada das histórias de Sintra e das suas pessoas, a apenas alguns quilómetros, tem uma extensão de praias vazias onde a brisa do oceano Atlântico lhe vai limpar as ideias e fazer sentir que aquele tempo passado na vila pareceu um sonho".