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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Planeta Diamante

NASA descobre planeta de diamante


Uma equipa de astrónomos da Grã-Bretanha descobriu o primeiro planeta com uma enorme concentração de carbono, o que possibilita a existência de planetas inteiros feitos de diamantes.

O Wasp 12b foi descoberto com o telescópio Spitzer da NASA e encontra-se a mais de mil anos-luz da Terra.

O cálculo da sua massa permite a possibilidade de as suas rochas serem feitas à base de carbono como os diamantes. Marek Kukula, cientista do Observatório Real de Greenwich, em Londres, afirma que existem planetas menores no universo que tem a mesma composição de carbono.

De Beers Robert Cheng, um especialista em diamantes, alerta que essas pedras preciosas de outro planeta podem não ser o que se pode imaginar, pois recorda que, se na Terra elas já têm formas e texturas diferentes, não há como saber como um diamante de outro planeta iria ser.

O Wasp 12b é o primeiro planeta descoberto que tem mais carbono que oxigénio. De acordo com a BBC News, este é um gigante de gás que, tal como como Júpiter, é maioritariamente composto de hidrogénio.
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Créditos: Sol online

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Outra "Vida"... na mesma Terra IV

Cientistas descobrem bactéria composta de arsénico


A descoberta, que foi feita por investigadores da Universidade do Arizona, é inédita, uma vez que até agora não se tinha descoberto qualquer organismo composto de arsénico.

Cientistas encontraram, no fundo de um lago da Califórnia, uma bactéria que se alimenta de arsénico e que tem este veneno incorporado no seu ADN, descoberta que abala preconceitos quanto à definição da vida.

O estudo, que foi publicado esta quinta-feira na revista Science, demonstra que um dos elementos mais tóxicos para o homem pode ser o que dá vida a outras espécies, nomeadamente bactérias.

Até agora, lembram os cientistas, sabia-se que os seres vivos eram compostos de carbono, hidrogénio e oxigénio, entre outros, mas nunca se tinha descoberto nenhum composto de arsénico.

A descoberta deste organismo, que os cientistas denominaram de GFAJ1, foi encontrado no lago Mono, situado na zona vulcânica da Califórnia, muito rica em minerais.

Estes investigadores da Universidade do Arizona e que foram financiados pela NASA garantem ainda que este organismo não veio do espaço e que se dá bem num ambiente impregnado de fósforo ou arsénico.
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Créditos: Net

Outras "Vidas"... Outras "Terras" III

NASA não vai anunciar vida extraterrestre


Ao contrário dos rumores que correm na internet, a agência espacial norte-americana não vai anunciar a descoberta de vida alienígena, mas antes uma nova forma de vida no nosso planeta

Não, a NASA não descobriu vida nas luas de Saturno. Segundo informações avançadas pela Associated Press e outras agências noticiosas, os cientistas norte-americanos revelam esta quinta-feira às 19h de Lisboa que foi descoberta num lago da Califórnia uma bactéria que sobrevive à base de arsénio.

A existência deste organismo expande o horizonte de busca por seres fora do planeta, uma vez que não se sabia até ao momento que o arsénio permitia o desenvolvimento de formas de vida.

Todas as formas de vida conhecidas até agora, desde plantas a animais e micro-organismos, dependem de seis elementos químicos para construir as moléculas que formam os seus corpos: oxigénio, hidrogénio, carbono, fósforo, enxofre e nitrogénio.

A nova bactéria, descoberta no Lago Mono, um corpo de água alcalino e altamente salgado, representa uma excepção à regra ao excluir o fósforo, adicionando o arsénio à lista dos elementos primordiais.

A descoberta assume enorme importância tanto na compreensão da origem e desenvolvimento das formas de vida, como na busca de vida extraterrestre, mas surge como uma desilusão para muitos entusiastas que esperavam um anúncio extraordinário para esta quinta-feira.

O rumor da descoberta de vida extraterrestre surgiu no blogue www.kottke.org com base no currículo dos cientistas que vão participar na conferência de imprensa desta quinta-feira, uma vez que estes estão envolvidos nos esforços de detecção de formas bacteriológicas noutros pontos do sistema solar.

A imprensa internacional fez eco da especulação, mas o estudo que vai ser apresentado já circula nas agências noticiosas, não obstante a existência de um embargo até às 19h, e frustra as expectativas mais elevadas em relação à conferência de imprensa de hoje.
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Créditos: SOL com agências

Sinceramente acho estranho não se equacionar formas de vida completamento fora do nosso "modelo de humanos..".
Se se procuram outras formas de vida... estejamos receptivos a seres diferentes a todos os niveis, inclusivé que "morram" se respirarem oxigénio e que a água seja como o veneno é para nós. Procurar planetas habitáveis pelos humanos é uma coisa... esperar que os extraterrestres sejam nossos semelhantes e falem bem o inglês acho q já é pedir muito e tipico de mentes bastantes redutoras e muitissimo limitadas.
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Outras "Vidas"... Outras "Terras" II

Mundo espera por anúncio "extraterrestre" da NASA


A NASA marcou para esta quinta-feira às 19:00 (hora de Lisboa) uma conferência de imprensa sobre vida extraterrestre que está e levantar enormes expectativas, que poderá estar relacionada com a descoberta de uma bactéria na Terra ou com a detecção de água e dióxido de carbono numa lua de Saturno.

http://www.youtube.com/watch?v=XupAvig2_9g&feature=player_embedded
Uma das possibilidades de que fala a imprensa internacional prende-se com a descoberta de uma bactéria nos Lago Mono, no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, rico em arsénico, metal que se considerava ser demasiado venenoso para permitir a existência de vida. Mas esta bactéria utiliza como meio de sobrevivência o próprio arsénico, o que alarga de forma significativa a possibilidade de haver vida no universo, em planetas onde antes se considerada ser impossível.
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Créditos: DN.ptHoje /Net

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Outras "Vidas"... Outras "Terras"

NASA prova sinais de vida fora da terra


A existência de vida extraterrestre pode ser anunciada já amanhã pela Agência Espacial Norte-americana. Menos de uma semana após ter revelado a descoberta de uma atmosfera com oxigénio e dióxido de carbono na lua Reia de Saturno, a NASA convocou uma conferência de imprensa sobre Astrobiologia, na qual promete revelar algo ao Mundo "que terá impacto na pesquisa de provas de vida extraterrestre".

A Astrobiologia é a ciência que estuda a origem, a evolução, a distribuição e futuro da vida no Universo. O conteúdo da comunicação da NASA está guardado em máximo segredo.

A agência não revelou mais pormenores sobre o assunto. No site da NASA são apenas anunciados os especialistas que estarão presentes na conferência a ser transmitida pela internet em (www.nasa.gov/ntv). Um dos participantes no encontro é Steven Benner, um astrobiólogo que também está envolvido na missão que levou a sonda ‘Cassini’ a Júpiter e descobriu em Reia gases comuns à atmosfera da Terra. Também IO, outra das 68 luas de Júpiter, é uma das candidatas que poderão conter alguma forma de vida no seu subsolo.
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Créditos: CManhã Online (texto); Net (foto)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Triângulo das Bermudas

A ciência não pára de encontrar as respostas para os maiores mistérios da humanidade. Esta semana, dois cientistas australianos anunciaram que descobriram porque navios e aviões desapareceram na região designada 'Triângulo das Bermudas'.

E a resposta não se encontra em magnetismo, túneis do tempo, extra-terrestres ou qualquer outro tipo de fenómeno metafísico. Na realidade, os fenómenos estranhos relatados na famosa região entre Porto Rico, Florida e as ilhas Bermudas resumem-se a um problema de... gás. Concretamente, gás metano.

Esta a conclusão do trabalho do professor Joseph Monaghan e do seu pupilo David May, da Universidade Monash de Melbourne, Austrália, publicado no American Journal of Physics.

Segundo estes investigadores, grandes bolhas de gás metano que se desprendem do solo do oceano são capazes de fazer naufragar navios e despenhar aviões. Um fenómeno que poderá mesmo explicar outros desaparecimentos noutros locais do mundo.

Já nos anos 60 o investigador Ivan T. Sanderson tinha identificado regiões do planeta onde se encontram grandes concentrações de metano. Além do famoso 'Triângulo das Bermudas', também o Mar do Japão e o Mar do Norte tem áreas onde se detectam estas 'bolsas' de gás.

O metano, formado após intensa actividade vulcânica submarina, está normalmente contido no interior das rochas, sob a alta pressão oceânica. Mas pode soltar-se naturalmente.

Quando tal acontece, transforma-se numa bolha gigante que cresce exponencialmente enquanto sobe até à superfície. Mesmo depois de entrar na atmosfera, o gás continua a subir, expandindo-se lateralmente.

Segundo as simulações de computador dos cientistas australianos, qualquer navio apanhado nesta bolha perde imediatamente a sua capacidade de flutuação e, simplesmente, naufraga.

Se a bolha for suficientemente densa, é mesmo capaz de fazer despenhar um avião (especialmente se este voar a baixa altitude) - o metano faz o aparelho perder a sustentação e provoca danos nos motores. Nestas circunstâncias, a aeronave cai no oceano e afunda-se rapidamente.
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Créditos: DN online

quarta-feira, 7 de julho de 2010

*A minha próxima vida*

Na minha próxima vida, quero viver de trás pra frente.
Começar morto, para despachar logo o assunto. Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo.
E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades.
Aí torno-me um bébé inocente até nascer.
Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto a disposiçao e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voila!" - desapareço num orgasmo.
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Créditos: Woody Allen / Mail PY

sexta-feira, 12 de março de 2010

Madeira..... desastre anunciado em 2008

Até custa a crer que tenha sido transmitido em 2008..

5 minutos que valem a pena perder.....
http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs&feature=player_embedded

Cada um de nós que interprete como quiser..
O Homem é livre de fazer as suas escolhas!!!!

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Créditos: Youtube/mail

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

OVNIS EM PORTUGAL


Extraterrestres

Cientistas revelam tudo sobre óvnis em Portugal
Nova antologia nacional sobre óvnis é apresentada hoje no Porto e desvenda casos e mitos em 19 artigos científicos

Alfena, Valongo, 10 de Setembro de 1990. Eram 08h30. Um grupo de crianças vê um "balão" no céu. Uma testemunha fala de uma "tartaruga com pernas". Um fotógrafo profissional, morador no local, tira quatro fotos ao objecto. Chamam-lhe óvni. As imagens são analisadas por especialistas europeus e chegam aos Estados Unidos. Nunca se conseguiu perceber o que cruzou os céus da pequena vila no distrito do Porto. Dos 700 relatos de óvnis e extraterrestres em Portugal no século xx, são menos de 20 os que continuam sem explicação. O de Alfena é um deles.

A antologia portuguesa sobre o trabalho de investigação em torno de avistamentos é apresentada hoje no simpósio "A Humanidade e o Cosmos", na Universidade Fernando Pessoa (UFP), no Porto. Joaquim Fernandes, do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da UFP, organizou o livro, que reúne 19 artigos científicos de áreas como a física, a psicologia e a antropologia. "Mito em progresso" é a expressão utilizada para descrever um fenómeno em que muitas vezes as testemunhas garantem sofrer efeitos físicos, como suores e perturbações de visão, mas também sentimentos tão díspares como terror e alegria.

"Até à década de 1970, a investigação era feita por reconstituição de experiências e memórias passadas publicadas, ou então por contacto voluntário das testemunhas com os investigadores. A partir dessa época, com o aparecimento de grupos de estudo no nosso país, foi possível fazer uma intervenção no local e tempo imediatos", explica Joaquim Fernandes.

Nas últimas décadas foram criados no país quatros centros de investigação dedicados ao estudo dos fenómenos de óvnis ou insólitos. À margem da ciência habitual, os grupos de investigadores procuravam testemunhas de avistamentos e pediam esboços das visões, além do preenchimento de um questionário.

No novo livro são relatadas algumas das investigações que desmancharam mitos locais. Um avistamento em Marvão terá sido confundido com uma embalagem de plástico levada pelo vento, explica um dos artigos, que mostra como é feita a análise fotográfica de "objectos aéreos insólitos". Porém, há imagens que mesmo depois de analisadas não permitem chegar a qualquer conclusão.

Segundo Joaquim Fernandes, apesar de alguns desenhos apontarem para imagens religiosas, as crenças raramente são referidas como tendo ligação com as experiências relatadas. "Já crenças noutras formas de vida no universo aparecem com bastante frequência associadas aos comentários das testemunhas." Para avaliar a relação entre as crenças e os avistamentos está a ser preparado um inquérito exclusivamente entre a população estudantil. A análise cruza dados de 1908 a 2000.

Joaquim Fernandes diz que o observador é, regra geral, do sexo masculino e tem em média 30 anos. Porto e Lisboa registam a maioria dos avistamentos - 22,5% e 14,8% respectivamente. Faro é o terceiro distrito, com 8,2%. A maioria acontece à noite, entre as 19 e as 23 horas.
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Créditos: Jornal I - Marta F. Reis, Publicado em 13 de Novembro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Meteorito na Letónia


Meteorito abre cratera de 20 metros na Letónia

Na noite de domingo, (25 de Outubro de 2009) um meteorito caiu no norte da Letónia, abrindo uma cratera com 20 metros de diâmetro e dez de profundidade. Segundo a agência oficial Russa, RIA-Nóvosti, não há vítimas a registar.
O meteorito, que deverá ter cerca de um metro de diâmetro e uma massa de várias toneladas, aterrou numa quinta nos arredores da localidade de Mazsalaca, próxima da fronteira com a Estónia. As autoridades locais, que inicialmente não conseguiram precisar se se tratava de um meteorito ou de um fragmento de um satélite artificial, isolaram o perímetro.
À agência russa, Vladímir Svetsov, do Instituto de Dinâmica de Geosfera da Academia de Ciência da Rússia, assegurou que "o mais provável é que se trate de um meteorito de ferro com um diâmetro de cerca de um metro", e explicou que este tipo de corpo, por norma, não alcança a superfície terrestre, destruindo-se ainda na atmosfera.
O cientista acrescentou ainda que cerca de 10% dos meteoritos são de ferro e que choques com a Terra, semelhantes a este que agora aconteceu na Letónia, se registam com a frequência de uma vez por ano.

Actualização......

Cientistas deslocaram-se ao alegado local do impacto e, depois de uma análise, consideram que há poucas hipóteses de ter sido um meteorito a abrir a cratera.
"Esta não é uma cratera real. É artificial", disse Uldis Nulle, do Centro Letão do Ambiente, Geologia e Meteorologia, depois de inspeccionar a cavidade. O cientista refere que, numa primeira impressão, acreditou que o impacto de um meteorito estivesse na origem da cratera, sobretudo porque o local do choque ainda fumegava.
Porém, depois de uma análise à luz do dia, os peritos rejeitam a hipótese de impacto de um corpo celeste e admitem ter sido mão humana a escavar este buraco. Outro dos cientistas no local acrescenta que alguém foi responsável pela cratera, simulando o choque de um meteorito ao colocar no fundo um composto pirotécnico para simular um incêndio.
Segundo a AP, Sigita Pildava, porta-voz das autoridades da Letónia, referiu que ainda não é certo que seja aberto um inquérito para investigar esta alegada fraude. Foi o telefonema de uma testemunha ocular que alertou para a queda de um meteorito numa quinta próxima de Mazsalaca, junto da fronteira da Estónia. Uma unidade foi então enviada para medir os níveis de radiação, concluindo que se encontravam dentro dos valores normais.

Actualização.......
A empresa de telecomunicações móveis Tele2 reconheceu hoje ter encenado para fins publicitários a queda de um meteorito no norte da Letónia, numa altura em que a informação já tinha dado volta ao mundo como acontecimento científico.
"A encenação do meteorito foi uma iniciativa da Tele2 para levar a sociedade da Letónia a creditar em si própria e para ver que, com a ajuda de uma notícia única e interessante é possível atrair o interesse dos meios de comunicação locais e mundiais", disse o director comercial da empresa, Janis Sproguis, citado pela agência russa Interfax.
Sproguis explicou que graças à "partida" o nome da Letónia soou de forma positiva em todo o mundo, mas adiantou que a Tele2 "compensará" o Estado letão peloas despesas e inconvenientes causados pela acção publicitária.
A ministra do Interior da Letónia, Linda Murniece, qualificou o sucedido de "paródia cínica" e as autoridades avaliaram em pelo menos 2800 euros as despesas com os serviços dos bombeiros, polícia, exército e dos cientistas enviados para o local.
Durante o dia, a polícia letã ameaçara fazer uma investigação criminal se a queda do meteorito se revelasse afinal falsa.
A agência oficial russa RIA-Nóvosti e vários canais de televisão relataram hoje a queda de um meteorito, no domingo, no norte da Letónia, junto à fronteira com a Estónia.
O meteorito teria caído numa quinta nos arredores da localidade de Mazsalaca e teria feito uma cratera de 20 metros de diâmetro.
Os habitantes de Mazsalaca, uma aldeia do distrito de Valmiera no norte da Letonia, alertaram domingo as autoridades para a presença de um objecto caído do céu e que incendiara os campos.
Chegados ao local, os sapadores bombeiros descobriram uma cratera com 5 metros de profundidade e admitiram poder tratar-se de um meteorito.
Depois de exames, cientistas manifestaram dúvidas quanto ao carácter natural do acontecimento e não excluíram que se tratasse de uma mistificação.
Mas já a informação tinha atraído muitos curiosos.
A proprietária do terreno, Larissa Guerassimova, aproveitou para vender bilhetes de entrada às pessoas que desejassem visitar o local pela utilização e uso da sua estrada de acesso.

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Créditos DN online; Fotografia © VALDA KALNINA - EPA